segunda-feira, 29 de junho de 2009

Classmate PC Tablet chega em outubro de 2009



Intel Editor’s Day 2009 — Alan Markham, designer industrial e gerente de negócios e ecossistema da Intel, acabou de apresentar o Classmate PC Convertible e confirmou que o produto vai ser montado no Brasil e disponível em outubro de 2009, incluisive para o consumidor final.
De um certo modo, o Convertible é a versão tablet do atual Classmate 2.0 e incorpora novos recursos, de modo que ele custará um pouco mais que a versão 2.0 e que, por causa disso, não irá substituir este último.
Ele virá inicialmente com Windows (com uma versão do Linux para o mundo todo já no forno) e poderá vir com disco SSD ou HD. Segundo o executivo, seu preço deve ficar na faixa de um netbook do mercado, apesar de que, o preço final pode variar de acordo com o valor da licitação/concorrência pública.
Finalmente Alan revelou que além da CCE e Positivo, o novo Classmate será produzido para mais duas empresas que serão anunciadas na época do seu lançamento.
Uma das coisas que mais chama a atenção nesse produto é seu pacote de programas embarcados. Além dos tradicionais sistemas de segurança, comunicação, interação e acompanhamento de atividades, o convertible vem com um impressionante pacote de aplicações especialmente voltados para o uso do tablet.
Entretanto, a maior surpresa deste Classmate é que o mesmo vem equipado com um acelerômetro (ou sensor de movimento), capaz de interagir com os programas de modo a criar um novo nível de interação entre o aluno e o computador.Uol Tecnologia

Novo sensor permitirá gravar vídeos de alta definição no celular


Vídeos borrados, escuros e com resolução baixíssima gravados em celular estão com os dias contados. A companhia norte-americana OmniVision anunciou uma nova linha de sensores de imagem baseados na tecnologia CMOS para uso em câmeras digitais e telefones celulares.
O destaque da família OmniBSI é o OV5653, um sensor produzido com tecnologia de 1.75 Micron que tem sensibilidade à luz 40% superior aos modelos atuais, com menor ruído na imagem. Com resolução de 5 MP, o componente permitirá a um celular ou filmadora de bolso a gravação de vídeo em resolução HD (1280 x 720 pixels) a 60 quadros por segundo, ou Full HD (1980 x 1080 pixels) a 30 quadros por segundo.
Também faz parte da linha o OV2665, com resolução de 2 MP e projetado para uso em celulares para o mercado de massa. Segundo Per Rosdahl, diretor de marketing da OmniVision, os novos sensores "melhoram todos os aspectos da qualidade de imagem, incluindo sensibilidade à luz e ruído, o que resulta em cores mais vivas e imagens mais nítidas".
Os sensores de imagem OmniBSI devem chegar às mãos dos fabricantes na segunda metade de 2009.Terra Tecnologia

Windows 7 poderá ser vendido em pendrives

A Microsoft declarou guerra ao sistema operacional Linux, que ultimamente vinha fazendo muito sucesso nos portáteis netbooks, e pode estar planejando um xeque-mate no concorrente anunciando que irá comercializar seu novo sistema, o Windows 7 tanto por download como em pendrives.
Os netbooks, por seu tamanho diminuto e por seu preço reduzido, não possuem leitor de CD ou DVD, apenas entradas USB e leitores de cartões SD ou MS. Para instalar ou reinstalar qualquer sistema, o usuário precisa passar uma imagem de disco para um pen drive, e só então realizar o procedimento. Há muitos anos, várias versões de Linux já têm previsão de instalação via pen drive, algo impossível de se fazer no Windows até então.
Segundo o blog Beyond Binary do site CNET, em maio a Microsoft declarou que seu novo sistema operacional seria perfeito para netbooks. Então, para incentivar o upgrade dos usuários que compraram suas máquinas com o Windows XP e até mesmo com Linux, a empresa de Bill Gates teria pensado na venda do sistema já em flash drives, a fim de facilitar na hora da escolha e da instalação, noticiou o site Technologizer.
O pendrive também deixaria alguns compradores menos hesitantes. A Microsoft pretende usar o download como forma principal de venda. Entretanto, os usuários tradicionais de Windows podem não se sentir confortáveis com a ideia de baixar um sistema operacional (ao contrário dos usuários de Linux, que preferem fazer isso), portanto adquiri-lo em um suporte físico, mesmo sendo um pendrive, seria uma solução.
Ina Fried do CNET lembra que os executivos da Microsoft já tinham conhecimento de que realizar upgrades em netbooks representavam uma dificuldade para muitos, e que uma solução estava sendo pensada. Fried porém ressaltou que, em uma entrevista concedida esta semana, o vice presidente da empresa Bill Veghte disse que por enquanto não havia nada para anunciar sobre esse assunto.
A Microsoft ainda não se declarou oficialmente a respeito, embora os fortes rumores que circulam por tua a internet pareçam indicar que o fato seja mesmo verdade. De toda forma, não há qualquer informação oficial sobre preços ou data de lançamento desse produto.Terra Tecnologia

Acer lidera ascensão de Taiwan na indústria de tecnologia

Há cerca de três meses, Gianfranco Lanci aterrissou no aeroporto internacional de São Francisco, saiu do avião e se dirigiu às estações de checagem de passaporte. Enquanto pegava seus documentos, o agente de passaportes imediatamente o reconheceu como sendo o presidente-executivo da Acer.
Lanci pode precisar começar a lidar com seu status cada vez maior de celebridade. Afinal, ele transformou a Acer, uma vendedora de computadores pessoais com sede em Taiwan, em uma organização primorosamente afinada que está apagando algumas das tradições mais antigas do setor e liderando a ascensão de Taiwan na cadeia alimentar tecnológica.
Este ano, a Acer parece estar pronta para ultrapassar a Dell e se tornar a segunda maior vendedora de computadores pessoais do mundo, o que arrasaria uma das histórias de negócios favoritas da América sobre um império surgido a partir de um dormitório universitário. E se isso acontecer, a Acer seguirá atrás apenas da Hewlett-Packard; nenhuma empresa de computadores com sede fora dos Estados Unidos subiu tão alto.
"Isso é uma grande conquista e eles venceram o improvável", diz Roger L. Kay, analista da indústria de PCs e presidente da Endpoint Technologies Associates, uma consultoria. "A Acer é realmente promissora."
Gigantes como Foxconn e Quanta transformaram essa ilha em um eixo industrial, fabricando a maioria dos players de música, videogames, celulares e computadores comprados por consumidores e empresas. Mas as companhias que vendem esses produtos - HP, Dell, Apple e outras - têm colocado uma pressão imensa sobre esses fabricantes para manter os preços baixos.
Por isso, líderes empresariais e o governo taiwanês estão pedindo às empresas locais que pensem mais alto. Como resultado, muitas têm se preparado para se tornarem nomes conhecidos ao redor do mundo, fomentando seus negócios de softwares e obtendo mais propriedade intelectual vital em áreas do setor tecnológico que crescem rapidamente.
"A maioria das empresas em Taiwan é escrava de ciclos de crescimento e queda", afirma Tien-haw Peng, diretor de planejamento estratégico da Prime View International, uma empresa em Hsinchu, Taiwan, que fabrica monitores para aparelhos de computação. "Existe o objetivo de estabilizar as coisas encontrando um lugar melhor na cadeia de valores."
Nenhuma empresa taiwanesa fez isso tão rápido, ou com mais eficácia, do que a Acer.
Para atingir a posição número três no mercado global de computadores, a Acer passou por uma reinvenção corporativa que oferece suporte para estudos de caso de escolas de negócios.
Durante quase 15 anos, a Acer sofreu de personalidade dupla. Uma parte da empresa fabricava computadores para outras vendedoras de PCs que, então, colocavam o nome de suas marcas nas máquinas. Outra parte da Acer vendia computadores muito similares sob a própria marca da empresa.
O arranjo criava conflitos óbvios, dizem os executivos da Acer, sendo que o grupo responsável pelos produtos da marca Acer competia com os clientes do braço industrial da empresa.
Em 2000, a Acer começou a desmembrar sua divisão industrial. Um ano depois, uma empresa independente chamada Wistron se formou para lidar com tais operações. Uma Acer menor e mais sagaz surgiu, com um novo logotipo e altas aspirações globais.
Com um novo começo, a Acer tomou decisões aparentemente contraintuitivas. A empresa decidiu se focar em laptops para consumidores e vendê-los através de parceiros e varejistas, evitando qualquer tipo de venda direta.
Essa abordagem colocou a Acer em uma direção nitidamente oposta à da Dell, que era a maior história de sucesso do setor de PCs em 2000. A Dell estremeceu antigos rivais como Compaq, IBM e HP através de um modelo de venda direta ultraenxuto que dependia muito do mercado de computadores desktop para grandes empresas.
Nos anos seguintes, entretanto, a venda varejista de computadores passou por uma mudança que favoreceu a Acer. Hoje, consumidores compram mais computadores do que empresas e esses compradores tendem a preferir laptops a desktops. As vantagens que a Dell tirava da mistura e combinação de componentes para consumidores em suas fábricas desapareceram, com tais consumidores migrando para lojas em busca de máquinas pré-configuradas.
"Quando nos desmembramos, acreditávamos que, com o PC se transformando mais em uma commodity, os consumidores acabariam sendo a maior parte do negócio", disse Lanci, que se tornou presidente-executivo no ano passado. "A venda direta não parecia ser o modelo certo para isso. Após oito ou nove anos, parece que tomamos uma boa decisão."
A ascensão da Acer se intensificou durante o desaquecimento econômico global. A empresa fez uma entrada agressiva no mercado de netbooks - os pequenos laptops de baixo custo que foram um ponto brilhante raro durante a pior queda já enfrentada pelo setor de PCs. A Dell, que depende muito mais da venda de PCs a empresas, tem tido dificuldades, com empresas evitando a compra de novos computadores.
No ano passado, a fatia de mercado da Acer cresceu três pontos percentuais, chegando a 10,9%, enquanto a Dell ganhou apenas 0,1%, ficando com 15%, segundo a empresa de pesquisa IDC. A Acer continuou a diminuir essa diferença este ano, chegando a conquistar 11,6% do mercado contra 13,6% da Dell ao longo do primeiro trimestre.
Lanci acredita que a Acer pode continuar a crescer, especialmente nos Estados Unidos e na China - as duas regiões mais valorizadas para vendedores de PCs. Além disso, ele está direcionando a Acer para o mercado de celulares e defende que as semelhanças crescentes entre smartphones e laptops favorecem diretamente os pontos fortes da Acer.
"Acredito que temos know-how e que esses dois mundos vão se fundir", ele afirma.
Enquanto isso, a Acer abocanhou o manto de operadora ágil e enxuta da Dell. Seja em relação à tecnologia wireless ou aos laptops superfinos com bateria de duração mais longa, a Acer frequentemente fornece computadores com novos atributos antes de qualquer outro fabricante de PCs. E ao reconhecer uma tendência promissora iniciada por outra empresa - netbooks, por exemplo, foram uma invenção da Asustek, outra empresa taiwanesa - a Acer acompanha com vigor, bombardeando o mercado com produtos de baixo custo.
Paul S. Otellini, presidente-executivo da Intel, dá crédito a Acer por abraçar seu papel de azarão e por assumir grandes riscos para romper o status quo. "Eles têm feito um trabalho espetacular", ele diz.
Mas é claro que a jornada da Acer vem com desafios. Sua estrutura operacional de baixo custo não deixa muito dinheiro para pesquisa e desenvolvimento. A HP critica a Acer por sua gama limitada de produtos e carência de atributos originais que podem comandar preços mais altos. E a Dell se mudou para o varejo, território da Acer, lançando ao mesmo tempo uma enxurrada de novos designs atraentes para seduzir os consumidores.
"Acredito que a Acer seja apenas mais um concorrente que não se foca em nada além de relações públicas para ganhar espaço no mercado", disse Todd Bradley, chefe do negócio de computadores da HP.
Tais comentários, no entanto, vêm num momento em que a receita do negócio de PCs da HP sofreu uma queda de 19% em cada um dos últimos dois trimestres. O declínio da Dell tem sido ainda mais grave, com as vendas de desktops caindo cerca de 30% em cada trimestre. A receita geral da Acer também caiu, mas apenas 7% e 8%, respectivamente.
"Ainda somos capazes de contornar as coisas mesmo durante épocas difíceis", Lanci diz. "Não acredito que os concorrentes serão capazes de se equiparar a nós."
Diferente de seus rivais mais diversificados, a Acer concentra toda a sua atenção em um objetivo: vender computadores. Tal foco ajudou a Acer a estabelecer o que analistas consideram ser a estrutura de mais baixo custo do setor.
A empresa pode livremente escolher entre seus fabricantes para obter os menores preços e se orgulha de praticamente não ter estoque.
"Coletamos o pedido do cliente, encomendamos ao fabricante e eles realizam o envio", Lanci diz. "Não lidamos com as mercadorias."
No ano passado, a Acer contou com cerca de seis mil funcionários para atingir US$ 16,6 bilhões em receita e um lucro de US$ 358 milhões. Embora a empresa provavelmente produza mais receita por funcionário do que seus rivais, isso é feito com produtos menos lucrativos. Sua margem operacional de 2% é cerca da metade das margens da HP e da Dell, o que a coloca em uma categoria de lucro abaixo até mesmo de alguns varejistas, disse A.M. Sacconaghi, analista de valores da Sanford C. Bernstein & Co.
"Existe uma permuta entre crescimento e lucratividade no setor de PCs", Sacconaghi explica.
A estratégia da Acer teve êxito durante o desaquecimento do setor de PCs, com computadores mais baratos se tornando mais populares. A empresa tem se mostrado disposta a agarrar a maior fatia possível desse negócio, enquanto a Dell se retirou das vendas que depreciariam seus lucros.
Segundo Lanci, a Dell, que se recusou a comentar para este artigo, poderia reduzir seus custos apenas se estivesse disposta a tomar medidas drásticas. "Seriam necessárias grandes demissões em massa", ele disse.
Esses comentários contundentes saem de sua boca de forma branda e natural.
O despretensioso Lanci, nascido em Turim, Itália, viaja entre sua residência em Milão e os escritórios europeus da Acer em Lugao, Suíça. Uma vez por mês, ele se hospeda em um hotel em Taiwan para reuniões, conduzidas em inglês, na sede da Acer.
Os predecessores de Lanci, incluindo o fundador da Acer, Stan Shih, e seu presidente J.T. Wang, projetaram a maior parte da ambiciosa mudança estratégica da empresa. Mas observadores de longa data da empresa defendem que o domínio de Lanci do mercado europeu fomentou a crença de que a Acer poderia crescer para se tornar uma marca global de sucesso.
Após se juntar à empresa em 1997, como diretor executivo da Itália, Lanci transformou a Acer na vendedora líder de laptops no país em alguns meses. Três anos depois, ele foi posto no comando dos negócios da Acer na Europa e começou a executar uma estratégia familiar. Ele deu atenção generosa tanto a parceiros menores quanto a grandes varejistas, garantindo que os computadores da Acer aparecessem em quase todas as lojas possíveis.
E sem qualquer plano de vendas diretas, a Acer agradou aos varejistas - ao invés de competir com eles.
Outras empresas taiwanesas estão copiando a estratégia da Acer. A Asustek é uma das marcas de PC de mais rápido crescimento na Europa. A HTC costumava fabricar telefones celulares para outras empresas, mas reservou um pouco da atenção para si própria, lançando o primeiro aparelho a utilizar o software para telefones do Google. E a BenQ, que se desmembrou da Acer, teve grande sucesso na China com pequenos projetores e monitores atraentes.
Muitas dessas empresas injetaram dinheiro em fabricantes de softwares iniciantes nos Estados Unidos, na esperança de adicionar um destaque como o iPhone a seus produtos e gerar lucros maiores. Os grandes fabricantes fizeram o mesmo, incrementando suas divisões de software, enquanto o governo taiwanês despejou dinheiro no desenvolvimento de softwares, esperando criar uma onda de empresas iniciantes com programas direcionados à web e a aparelhos móveis. Tradução: Amy Traduções The New York Times

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Novo notebook Vaio NW, da Sony, vem com Blu-ray


A Sony acaba de aumentar a sua prole de notebooks da série Vaio. Batizado de NW, o caçula empacota Blu-ray e uma tela de 15,5 polegadas.
O bonitão vem com processador Intel Core 2 Duo P7350, de 2 GHz, 4 GB de memória RAM e 400 GB de disco rígido. Ele tem Wi-Fi, três portas USB e entrada HDMI. Além disso, o Vaio NW tem um modo de inicialização rápido, sem a necessidade de entrar no Windows Vista. De acordo com o fabricante, a bateria do modelo dura até 5 horas longe da tomada.
O preço por esse pacote? 880 dólares. Agora, se você não quiser o Blu-ray player as etiquetas ficam 80 dólares mais baratas e sai por 800 dólares. Vale ressaltar que esses preços são encontrados fora do Brasil.Postado por - Talita Abrantes Rodrigues

Netbook de US$ 200 funciona com oito pilhas AA


A empresa tailandesa NohrTec está colocando no mercado o Edubook, um netbook voltado ao mercado educacional que tem uma característica curiosa: em vez de uma bateria, como em um portátil tradicional, ele pode funcionar usando oito pilhas pequenas (AA) recarregáveis, com autonomia de até 4 horas. As pilhas são recarregadas quando a máquina é plugada na tomada.
Além do baixo custo da solução (um pacote com quatro pilhas AA recarregáveis de qualidade não custa mais do que R$ 30 no Brasil), há o aspecto da praticidade: quando as pilhas deixarem de reter a carga, como acontece com qualquer bateria depois de um certo tempo de uso, basta trocá-las por um novo conjunto comprado em qualquer loja da vizinhança. Nada de correr atrás de modelos específicos que geralmente custam caro demais ou, pior, saem de linha após alguns anos.
A configuração é bastante modesta, com um monitor LCD de 8.9 polegadas e 1024 x 600 pixels, entre 256 MB e 1 GB de RAM (dependendo do modelo) e um processador x86 de 1 GHz produzido pela desconhecida Xcore86. Segundo a empresa, seu chip é o processador x86 mais eficiente do mundo, consumindo apenas 1.2 watts e capaz de rodar "frio", sem um ventilador para ajudar na dissipação de calor. Não há detalhes sobre o desempenho.
O Edubook tem outros detalhes interessantes: processador e RAM ficam em um módulo removível, o que torna possível fazer upgrades no netbook conforme necessário. A fonte de alimentação é interna, então só é preciso levar um cabo de força junto com a máquina, o que reduz o peso. A máquina vem com o Ubuntu Netbook Remix, mas segundo a Norhtec pode rodar o Windows XP se necessário.
Os preços começam em US$ 200 para a configuração básica, com pedidos em quantidade diretamente do fabricante. Mais informações estão disponíveis no site oficial do produto, acessível pelo atalho http://tinyurl.com/3ddp9w.- Terra Tecnologia

Banda larga 3G: conheça as ofertas de portáteis com modem embutido

Por Evelin Ribeiro, repórter do IDG Now!
Há algum tempo os modems 3G começaram a tomar lugar das placas PCMCIA para a conexão móvel de notebooks à internet. Mas o dispositivo que fica “pendurado” no computador portátil, ou mesmo conectado à entrada USB como um pen drive, também está evoluindo. A tendência é vermos cada vez mais laptops oferecidos com o modem embarcado.
O analista de telecomunicações da consultoria IDC Brasil, Vinicius Caetano, acredita que o modem 3G já embutido no laptop vai se popularizar ainda mais no Brasil, e não apenas sendo comercializado pelas operadoras como ocorre atualmente. “Os fabricantes, no futuro, começarão a fazer todos os seus computadores portáteis com modems embutidos”, afirmou o especialista. “Esses computadores já existem no varejo. No começo serão modelos mais caros do que os portáteis sem modem, mas serão barateados aos poucos”, acrescentou.
Caetano explica que, assim como hoje temos uma entrada USB, os computadores terão entrada para o sim card (cartão com chip) da operadora, como se fosse um celular - você pode comprar o aparelho com o fabricante e o chip com a operadora de telefonia.
Por enquanto, apenas duas operadoras no Brasil oferecem notebooks e netbooks - pequenos notebooks com capacidade de acessar a internet e usar aplicativos básicos - com o modem 3G embutido.
A Tim mantém uma parceria com a HP pela qual oferece três modelos de notebook. O Pavilion dv4 1130 e o Pavilion dv4 1150, para o consumidor final, e o Compaq 6710b, apenas para clientes corporativos da operadora.
Para os dois modelos do varejo, a Tim oferece desconto de 500 reais na compra do notebook atrelado ao plano de internet móvel 3G com velocidade de 1 Megabits por segundo (Mbps). Com isso, o modelo 1130 sai por 2.999 reais. Em outros planos, ele custaria 3.499 reais. Já o modelo 1150 custa, com o plano, 3.499 reais. Sem o plano, fica em 3.999 reais.
O modelo corporativo Compaq 6710b não recebe desconto e custa 2.999.
A Vivo comercializa dois modelos de netbook com modem embarcado. O primeiro é o Mobo 3G, da Positivo, que custa 1.699 reais, independentemente do plano contratado. Já o LG X110 possui um preço diferente para cada plano contratado.
Todos os notebooks ou netbooks oferecidos pelas operadoras com modem 3G embarcado são bloqueados, mas o desbloqueio segue as mesmas regras dos aparelhos de celular.
O fator preço
Apesar dos subsídios oferecidos pelas operadoras para a compra dos portáteis com modem embarcado, o preço dos computadores (à vista) tem o acréscimo do valor do modem 3G. O LG X110, por exemplo, sem o modem 3G, custa nas lojas do varejo 1.849 reais, segundo a fabricante. O preço do modelo com modem oferecido pela Vivo pode variar de 1.799 reais, subsidiado pelo plano de 119,90 reais por mês, a 2.599 reais.
Já a HP afirma que todos os modelos vendidos em parceria com a Tim também estão no mercado, mas não há a opção sem modem como no caso do netbook LG X110. O que o cliente pode fazer é optar por usar ou não o chip da operadora. Mesmo assim, os preços são um pouco mais baixos que o oferecido pela Tim, quando não considerados os descontos do plano contratado.
O HP Pavilion 1130, por exemplo, custa 3.199 reais (com a Tim ele pode chegar a 3.499 reais) e o modelo 1150 custa 3.599 reais (pela Tim, o equipamento sai por 3.999 reais). Com os subsídios, em todos os casos acima, o portátil fica mais barato sendo comprado atrelado à operadora que avulso no mercado.
A Positivo afirma que o preço de seu Mobo 3G é o mesmo - 1.699 reais - tanto na compra pela Vivo quanto em varejistas.
Vantagens e desvantagens
O analista da IDC Brasil aponta que uma das desvantagens do modem 3G embarcado é a impossibilidade de usar a internet em diferentes computadores. “O mesmo modem que o usuário coloca no netbook quando está na rua pode ser usado no desktop quando ele chega em casa”, lembra.
Mas, para quem estiver decidido que a conexão será realmente apenas para o computador portátil, o modem embutido elimina o empecilho de precisar carregar mais um dispositivo pendurado no laptop. “É óbvio que a conexão móvel nunca será tão confiável quanto a fixa, mas é a melhor opção para quem precisa de mobilidade”, lembrou.
Caetano finaliza dizendo que a navegação na internet móvel é grande tendência no Brasil e a rede 3G realmente está chegando mais para os computadores portáteis que para o celular. “É a necessidade de cada usuário que vai determinar se o modem 3G embutido é vantajoso ou não”, finaliza.

Leitores eletrônicos já fazem parte das filas de autógrafos


Andrew Adam Newman
Em eventos literários, os bibliófilos usualmente esperam em fila para pedir autógrafos aos escritores, mas o uso cada vez mais intenso de aparelhos eletrônicos de leitura, como o Kindle, suscita questões sobre a evolução das noites de autógrafos.
Uma recente leitura pelo escritor David Sedaris, que estava lançando seu When You Are Engulfed in Flames na livraria Strand, em Manhattan, permitiu um vislumbre do futuro quando um comprador chamado Marty, que estava na fila, apresentou seu Kindle a Sedaris para o autógrafo. (O escritor fez uma cara de falso horror, virou o aparelho e escreveu "o fim está próximo").
Uma porta-voz da Amazon.com, a empresa de varejo online que vende o Kindle, respondeu que não sabia se a prática de pedir autógrafos no aparelho é comum, mas outras fontes informam que isso vem acontecendo, ainda que de maneira intermitente, já há cerca de um ano.
Em maio de 2008, por exemplo, Holly West foi a uma noite de autógrafos da romancista Jennifer Weiner, e pediu a ela que autografasse o Kindle com o qual estava lendo seu livro, Certain Girls.
"Fiquei sem graça, como se estivesse fazendo algo de errado", disse West. "Uma noite de autógrafos é uma oportunidade de promoção para o autor e a loja, e se você pede um autógrafo no Kindle, está tirando a livraria do processo". West, que também usou o Kindle para pedir o autógrafo da escritora Harley Jane Kozak, diz que só o fez porque já tinha comprado livros das duas.
Sedaris revelou em e-mail recente que já assinou "pelo menos" cinco Kindles, e "um bom número de iPods, também, no caso dos compradores de audiobooks". O autor, conhecido por escrever sobre suas excentricidades pessoais, muitas vezes fica exposto às idiossincrasias de seus leitores em suas noites de autógrafo.
"A coisa mais estranha que já autografei foi a perna artificial de uma leitora", ele afirmou. "No ano passado, autografei uma perna real, e a dona transformou minha assinatura em tatuagem. Um dia antes, uma mãe que estava amamentando me ofereceu uma mamadeira contendo seu leite, e eu aceitei a oferta". Tradução: Paulo Migliacci ME The New York Times

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Chega da China notebook de 33 mm de espessura


Por Fernando Souza Filho
A VIA Technologies anuncia que a Tongfong adota a plataforma de processadores VIA Nano para a sua nova série de notebooks extrafinos e muito leves Tongfong S30A 13.3” de apenas 33 mm de espessura.
Os notebooks Tongfong S30A passam a apresentar o processador VIA Nano U2250 com arquitetura 64-bit, de 1.3GHz+, que trabalham em alta performance e consomem menos energia que os similares.
O VIA Nano vem acoplado com o chipset VIA VX800 MSP integrado que se responsabiliza por processamento gráfico também de alto desempenho, além da unidade gráfica Chrome 435 ULP (desenvolvido pela S3 Graphics) para reproduções de vídeo sofisticadas e de alta definição (HD) e que viabilizam a certificação Notebook para padrão de imagens DirectX 10.1.
O Tongfong S30A apresenta uma tela de 13,3” muito brilhante e teclado completo ambientados num produto projetado para pesar apenas 1,4 quilo e uma espessura de somente 33mm. Seu sistema Storage (memória) prevê HD S-ATA de 2,5” e DVD Super Multi-Drive.
O trabalho em networking é realizado no padrão Ethernet 10/100Mbps Ethernet ou Wireless de 802.11b/g. Apresenta também leitora de cartões que trabalha com quatro padrões em apenas um componente; slot express card; e duas portas USB2.0.
O notebook usa o processador VIA Nano de 1.3+GHz, além do chipset integrado “media system” VIA VX800 e a unidade gráfica Chrome 435 ULP da S3 Graphics dedicada a processamento de imagens em sistemas de memória DDR2 de 2GB. O Tongfong S30A também suporta uma nova tela (display) adicional e independente configurada ou através da porta VGA ou da HDMI. O Tongfong S30A está disponível tanto para sistemas operacionais Microsoft Windows Vista ou Windows XP Home.

Intel quer que baterias de netbooks com chip Atom durem o dia todo

Por IDG News Service/Taiwan
Desenvolvimento da plataforma Atom, para netbooks, de maneira que reduza o consumo de energia pelo PC é um dos alvos da Intel.
A capacidade de usar um netbook o dia todo com uma única carga na bateria é um dos objetivos que a Intel mira com o desenvolvimento de sua plataforma Atom.
"Estamos tentando reduzir a energia, ter discos mais inteligentes e sistemas mais leves para aumentar a vida útil da bateria", disse o líder da divisão de plataformas móveis da Intel, Mooly Eden, durante o evento Computex, em Taiwan, nesta quarta-feira (03/06).
> Baterias recarregáveis: pequenos avanços
"A ideia é entregar um produto que durará todo o dia. O usuário poderá sair com seu netbook sem precisar levar o fonte para carregar a bateria", completou.
A maioria dos netbooks oferecem entre três e cinco horas de duração em baterias de três células e aproximadamente o dobro em baterias de seis células. Mas baterias com maior vida útil são mais pesadas e maiores - o efeito oposto ao buscado por quem comrpa um netbook.
"Precisaremos mais que uma bateria de três células ou algum tipo de bateria que não seja necessariamente de célula, ou ainda esperar até que químicos e físicos melhorem as atuais baterias para obter uma maior densidade de energia”, disse Eden.
Densidade de energia é uma medida da quantidade de energia que pode ser acumulada em uma bateria em relação ao seu volume. Aumentar a densidade resultaria num aumento de energia na bateria, sem que ela aumentasse o tamanho.
A vida útil de uma bateria pode ser extendida ao reduzir a quantidade de energia consumida pelos componentes de um PC. A Intel vem desenvolvendo sucessivas versões do Atom - seu processador de baixo-consumo voltado a netbooks - que consumam menos energia. Além disso, os chips “Pine Tail”, recém-lançados pela companhia, consolidam a plataforma Atom, que antes usava três chips, para apenas dois chips, o que ajudará a reduzir o consumo de energia. Martyn Williams, editor do IDG News Service, de Taiwan

E-reader mais barato pode chegar em breve ao mercado


Mary Lou Jepsen, uma celebridade do OLPC, tem uma nova tela que pode tornar o e-reader um gadget mais viável, desejável e até relativamente barato.
É basicamente um LCD com dois modos: um para uso típico e outro "reflexivo" que requer muito menos energia e é mais amigável aos olhos. Josh Quittner, da Time, conferiu um display da Pixel Qi e ficou impressionado.
Ele afirma que as cores são praticamente tão vibrantes quanto as de um LCD comum e que o vídeo rodou "de modo perfeitamente liso". Em um e-reader, a duração da bateria seria de cerca de 40 horas - não chega ao nível do Kindle, mas é bem longa de qualquer maneira.
O melhor de tudo é que Jepsen diz que a tecnologia está pronta para ser produzida, a um preço relativamente barato: por volta de US$ 200 - ou cerca de R$ 400 -, para uma tela de 10 polegadas. Essa pode ser a tecnologia que finalmente levará os e-readers a atingir o seu potencial. Gizmodo - Terra Tecnologia

Intel aposta no segmento de notebooks ultrafinos

A Intel informou nesta quarta-feira que vê vendas globais sólidas de notebooks e espera que seus novos processadores a coloquem em boa posição para um boom previsto no segmento de máquinas ultrafinas.
"A tendência geral no universo do consumidor continua sendo razoavelmente positiva", disse Navin Shenoy, gerente geral da Intel na região da Ásia-Pacífico, à Reuters, durante a Computex, segunda maior feira de computadores do mundo.
"Se você olhar as vendas de notebooks agora, elas continuam sendo sólidas. O mercado de varejo é um pouco mais desafiador."
A companhia lançou na segunda-feira um microprocessador mais leve e com baixo consumo de energia planejado para uso em notebooks ultrafinos. A iniciativa pretende fortalecer a liderança da empresa no setor de computadores móveis.
"Nos próximos seis meses, eu acho que a força (de crescimento) será particularmente forte no segmento de notebooks ultrafinos", disse Shenoy, encarregado das vendas e do marketing de produtos da Intel na região, excluindo o Japão e a China. Reuters

Microsoft vai excluir netbooks equipados com ARM do Windows 7

O novo sistema operacional Windows 7, da Microsoft, não poderá ser usado em netbooks acionados por chips ARM, anunciou a Microsoft na quarta-feira, o que representa um revés para as esperanças da empresa britânica de se tornar participante importante do setor.
A informação surge dias depois que a ARM anunciou planos de conquistar uma posição no crescente mercado de netbooks este ano, e que pretendia responder por 30% do mercado no ano que vem.
A empresa havia anunciado anteriormente que os netbooks equipados com os seus chipsets seriam acionados por um sistema operacional baseado no Linux, que ela afirma preferir pelo baixo custo e porque os programadores podem adaptá-lo às suas necessidades.
"Para as pessoas que desejam um computador pessoal, ainda que com chipset diferente, não acreditamos que isso venha a funcionar muito bem", disse Steve Guggenheimer, vice-presidente corporativo para fabricantes de equipamento original na Microsoft, em entrevista à Reuters na feira de computação Computex.
"Aprendemos, no passado, que se o aparelho parece um computador pessoal e funciona como um computador pessoal, as pessoas desejam os recursos e benefícios de um computador pessoal", afirmou. A ARM não comentou de imediato.
Guggenheimer também disse acreditar que os consumidores não começarão a optar pelo sistema operacional Android, do Google, em vez dos produtos Microsoft. Ele citou possíveis questões de compatibilidade, o uso do Linux como base e a falta de softwares compatíveis.
Os comentários dele surgiram um dia depois que a Acer se tornou a primeira empresa a anunciar que venderá um computador pessoal acionado pelo Android, uma decisão que pode ameaçar o domínio da Microsoft sobre o mercado de sistemas operacionais para computadores.
"Estou razoavelmente cético quanto aos consumidores começarem a optar pelo Android imediatamente. Eles vão querer que suas impressoras funcionem com a máquina, que o seu software funcione", disse Guggenheimer.
"Não existe um ecossistema completo em torno do Android", acrescentou. Reuters

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Leitor eletrônico rival do Kindle é inspirado no iPod


David Pogue
Muitas vezes na vida, a realidade não confirma o marketing; todo mundo termina apanhado pelas exceções em letrinhas miúdas. Os panfletos de complexos de turismo mostram praias e piscinas reluzentes, bem iluminadas e vazias. Os trailers de cinema conseguem extrair 45 segundos de risadas até mesmo dos piores fiascos. E quanto aos perfis em sites de encontros - bem, vocês sabem.
Da mesma maneira, quando se lê uma descrição do novo leitor eletrônico Cool-er, da companhia britânica Interead, a atenção é despertada. O aparelho vendido por US$ 250 supostamente faz tudo que o Amazon Kindle faz, e é menor, mais leve, mais fino e US$ 110 mais barato.
O Cool-er dispõe de memória suficiente para 700 livros, mas vem com uma porta para cartão de memória capaz de acomodar mais 2,8 mil títulos, o que mais ou menos deve bastar para sua próxima viagem aérea.
Ao contrário do atual Kindle, o Cool-er tem uma bateria removível. A empresa diz que em breve colocará baterias adicionais à venda ao preço de US$ 5. E uma bateria basta para ler oito mil páginas, o que representa capacidade superior à do Kindle ou à do Sony Reader.
(Sim, é estranho medir a capacidade da bateria pelo número de páginas viradas, mas a tecnologia E Ink tem dessas coisas. As notáveis telas da empresa, utilizadas no Kindle, Sony Reader e Cool-er, parecem quase exatamente com tinta impressa sobre o papel. São espetacularmente legíveis, desde que haja luz suficiente, porque não oferecem iluminação interna. E a E Ink não gasta energia enquanto uma página está em uso; os pontos de tinta ficam "congelados" no lugar até que você "vire a página", e é esse o único momento em que o aparelho gasta muita energia.)
O Cool-er também oferece uma loja online própria, que tem 275 mil títulos à venda. De acordo com a Interead, eles são anunciados como menos dispendiosos do que os livros vendidos pela Amazon ou pela Sony para seus leitores eletrônicos.
Acima de tudo, os livros do Cool-er contam com proteções bem menos severas do que as adotadas pela Amazon e Sony. Para começar, é possível lê-los em um computador pessoal. De acordo com a Interead, antes do final deste ano será possível vender livros que você tenha escrito na Coolerbooks.com, e o autor fica com 50% da receita.
E, o mais interessante, é que você pode "emprestar" um livro comprado da Cool-er a quatro outras pessoas - por exemplo, parentes, amigos ou o seu grupo de leitura.
É uma vantagem muito importante, porque representa um passo na direção de corrigir o último dos grandes problemas que restam para os leitores eletrônicos: não há como passar para frente os livros comprados. No Kindle, por exemplo, não se pode dar, emprestar, vender ou nem mesmo doar um livro a uma biblioteca.
O Cool-er, que tem comprimento de 18 centímetros e largura de 11,5 centímetros, com pouco mais de um centímetro espessura, é de fato menor que o Kindle original, em cerca de 2,5 centímetros em cada dimensão, e bem mais leve e fino do que o Sony Reader. Na verdade, caberia em um bolso interno de paletó, o que pode ser muito conveniente.
Mas assim que o usuário tem o aparelho nas mãos, as letrinhas miúdas começam a atingi-lo com a força de um martelo pneumático.
O Cool-er vem em oito cores metálicas que lembram o iPod, mas é feito de plástico. Parece oco, pouco substancioso; o plástico literalmente range quando os botões são premidos, o que não inspira grande confiança. E será que a empresa realmente precisava gravar tantos símbolos de marca registrada no aparelho? Para não falar de seu slogan -"we make reading cool"?
A inspiração oferecida pelo projeto do iPod continua perceptível no controle circular branco, que na verdade não gira e funciona como uma espécie de bússola que se pode apertar nos quatro pontos cardeais. Esse controle, como os botões na borda do aparelho, é rígido e difícil de acionar.
Mesmo que você tenha recebido uma mensagem na tela que confirma que conseguiu acionar o botão de "próxima página", a transição pode demorar diversos segundos. Assim, o leitor passa o tempo incerto quanto a ter ou não conseguido virar a página. Não é o sistema ideal para uma leitura atenta.
Os quatro pequenos botões na borda esquerda não têm identificação, exceto por algumas estranhas e misteriosas ranhuras. O superior abre o "menu multimídia", que só oferece duas opções: executar um arquivo MP3 ou um jogo de sudoku. O segundo gira a imagem da página. O terceiro é o botão de retorno. O mais baixo abre a tela de ajustes.
Não só essa disposição de controles é bizarra - o botão do sudoku deveria realmente estar no alto do aparelho? - como não existe botão de tela inicial. Para chegar à lista completa de livros, é preciso premir o botão de rotação por três segundos. (E por que o botão de rotação e não o de retorno?)
Há oito tamanhos de fonte à escolha. Infelizmente, mudar um tamanho de fonte requer -não estou brincando - 16 comandos, cada um dos quais necessita de muque considerável.
Tenha em mente, além disso, que os Cool-ers não dispõem de muitos dos pequenos confortos que fazem com que o Kindle pareça tão completo. O maior deles, claro, é a conexão de celular que permite baixar livros para o aparelho sem fio. O Cool-er requer que você compre livros com seu computador e depois os transfira ao leitor por meio de uma conexão USB. Para isso, é necessário um programa gratuito chamado Adobe Digital Editions que administra os livros protegidos contra cópia. Instalar e aprender como usar o programa é problema do usuário.
É possível transferir arquivos em .PDF ou de texto ao aparelho dessa maneira, mas o processo não é garantido. Alguns de meus arquivos em .PDF não abriram. Um deles travou a máquina. Os demais muitas vezes aparecem com fontes tão pequenas que seria preciso ler com um microscópio - e não, essa fonte não pode ser alterada.
O Cool-er tampouco lê livros em voz alta para o usuário. Não faz uma cópia de segurança automática do livro. Não executa audiobooks. Não traz um dicionário integrado. Por não ter teclado, não permite que você faça anotações ou faça buscas nos textos. Todos esses recursos são padrão no Kindle.
E a loja do Cool-er também é complicada. A empresa diz que em breve assinará um acordo com um grande distribuidor que elevará seu catálogo a 750 mil títulos, três vezes mais que a Amazon. Seria bom, porque no momento o catálogo tem mais buracos que produtos.
Meu conselho é que você não compre esse esforço inicial, mas que fique atento aos sucessores. Os ideais que inspiraram o Cool-er são importantes e válidos, especialmente a possibilidade de emprestar livros e publicar escritos próprios.
Tradução: Paulo Migliacci ME

The New York Times

Gigante dos chips, Intel faz software rápido para netbooks


RAFAEL CAPANEMA da Folha de S.Paulo

Se você já espiou as especificações da maioria dos netbooks, deve ter notado dois itens quase onipresentes: o processador Atom e o sistema operacional Windows XP.
Quando a categoria surgiu, em 2007, com o lançamento do Asus Eee PC, o sistema dominante nessas maquininhas era o Linux, de código aberto.
Em meados de 2008, porém, a situação se inverteu: o sistema da Microsoft vinha instalado em 96% dos laptops ultraportáteis de baixo custo, segundo a consultoria NPD.
Mas os sistemas baseados em Linux para netbooks tentam se reerguer no mercado. A tacada mais recente é da própria Intel, que fabrica os processadores Atom: na semana passada, a empresa lançou a versão 2.0 beta do Moblin, disponível para download gratuito em www.moblin.org.
Com interface atraente, o sistema traz, no topo da tela, uma série de ícones que representam "zonas" (como internet, mídia e programas), o que o Ars Technica chamou de "incomum paradigma de gerenciamento de tarefas".
Teste
A Folha testou o Moblin em um netbook HP Mini 1000, com processador Atom.
Uma das características mais impressionantes é o carregamento rápido --em menos de 30segundos, o sistema está pronto para usar.
Mas há ainda muitas arestas a serem aparadas. Alguns recursos ainda não funcionam, mensagens de erro são constantes e o suporte a hardware é fraco --as placas de rede para conexão com e sem fio, por exemplo, não foram detectadas pelo sistema.
Como netbooks, em sua maioria, não contam com leitor de CD e DVD, o Moblin pode ser testado e instalado por meio de um pendrive --o site ensina o procedimento passo a passo para Windows, Mac OS X e Linux.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Netbooks poderão ter tela de até 10 polegadas, diz Microsoft


A festa do aumento do tamanho das telas dos netbooks deverá chegar ao final por conta a atuação da – quem diria – Microsoft.
Ao anunciar ontem as versões mais baratas do Windows 7, desenvolvidas para máquinas de baixo custo e desempenho modesto, a empresa de Redmond limitou as licenças a computadores que tenham tela de no máximo 10.2 polegadas.
A medida deixaria alguns netbooks grandes, como o Dell Mini 12.1 (não disponível no Brasil) e o Acer Aspire One Pro, de 11.6 polegadas incapazes de receber qualquer uma das versões mais em conta do novo sistema operacional.
Quando o segmento foi criado, no final de 2007, as máquinas tinham tela de 7 polegadas, passaram por 9 e atualmente estão na marca das 10.2 polegadas.
Será que a Microsoft conseguirá manter essa resolução por muito tempo? Escrito por João Brunelli Moreno

Clevo anuncia lançamento do netbook TN70M com GPS integrado


A fabricante de computadores Clevo anunciou o lançamento do netbook TN70M, que inclui GPS, dentre outras características.
Além do navegador, o equipamento possui tela touchscreen de 7 polegadas com 800 x 480 pixels de resolução, 1.33GHz Atom Z520 CPU, Wi-Fi, Bluetooth e um módulo opcional WLAN.
Outras características incluem um acelerômetro, 1 GB de RAM, par de portas USB 2.0. Os clientes podem incluir um leitor de impressões digitais e/ou uma webcam na hora da compra.
O modelo será lançado nos Estados Unidos por um valor de 623 dólares sem os opcionais. A fabricante não divulgou data para lançamento em outros países. Uol Tecnologia

Mercado corporativo é desafio para laptops de baixo preço

As marcas de computadores esperam reproduzir seu sucesso com os laptops de baixo preço junto aos clientes corporativos, mas a aceitação por esse exigente segmento pode ser mais difícil. Os netbooks - laptops básicos com acesso à internet - decolaram com força depois de seu lançamento em 2007, e seus embarques devem dobrar para 21 milhões de unidades este ano, em meio a um mercado de computadores no geral estagnado ou em queda.
O novo chip CULV (sigla para consumer ultra-low voltage), da Intel, pretende cobrir a lacuna entre os chips baratos para notebooks e os chips mais poderosos e dispendiosos usados nos computadores tradicionais.
No entanto, os laptops CULV podem, na verdade, prejudicar a receita do setor de computadores como um todo, se mais consumidores abandonarem os laptops tradicionais, mais caros, e optarem pelos novos modelos, mais baratos, incentivados por uma promessa de desempenho relativamente boa das máquinas.
A incapacidade desses pequenos laptops leves de executar software sofisticado manteve os clientes corporativos afastados, já que a falta de segurança dos dispositivos poderia tornar essas máquinas mais vulneráveis a vírus.
O objetivo das fabricantes é desenvolver netbooks de baixo custo que sejam aceitáveis para os clientes corporativos, que respondem por metade das aquisições de computadores.
"Se a pessoa pode ter máquinas leves e finas, com mais potência e pelo preço regular, quem rejeitaria?", disse J. T. Wang, presidente do conselho da Acer, terceira maior fabricante mundial de computadores, quando do lançamento do primeiro laptop com um chip CULV, no mês passado.
Ele prevê que os laptops equipados com o CULV respondam por 15% da receita da Acer até o final do ano.
A Asustek, uma rival menor da Acer e pioneira nos netbooks, deve lançar a sua primeira máquina equipada com o CULV ainda este mês. Wang e os demais proponentes do CULV dizem que seus computadores ocuparão um nicho importante para compradores que querem alto desempenho, mas que também são sensíveis a preços. Terra Tecnologia

Laptop LG P310 é leve como um netbook


Se o apelo irresistível dos notebooks de 13 polegadas é misturar potência, portabilidade e design sofisticado como ninguém, imagine tudo isso numa carcaça quase tão leve quanto um netbook. Essa é justamente a proeza do LG P310, um modelo com mísero 1,6 quilo, configuração para deixar muito desktop no chinelo e, assim como todos os laptops da marca, um teclado super confortável para digitar. Ele pode não ser lindão como um MacBook ou Sony Vaio, mas é quem melhor equilibra as virtudes dos ultraportáteis, sem custar um preço exorbitante.
Deixando o finíssimo MacBook Air de lado, a máquina da LG é a mais leve da categoria já avaliada pelo INFOLAB. Isso mesmo, ela ganha até mesmo do Dell Adamo, que pesa 1,8 quilo. Para ficar assim, o notebook abdicou do drive óptico – na verdade, ele já vem com um externo, pronto para ser ligado à porta USB. Numa olhada rápida, o hardware até parece mais fino do que realmente é. Mas ele tem 3,5 centímetros de altura, com a tampa totalmente fechada. Nada fora do comum nesse tipo de equipamento, principalmente levando em conta que a tela usa tecnologia LED, oferecendo ótima qualidade sem ocupar muito espaço.
Para quem torceu o nariz ao ler que o notebook não possui gravador de disco interno, a LG encontrou um jeito inteligente de suprir essa carência. O micro vem com uma função chamada Smart Link, para compartilhar arquivos diretamente com outros computadores usando a porta miniUSB. Quando o cabo está ligado, a outra máquina é mapeada, como se fosse um pen drive, permitindo fazer a sincronia de informações por meio de um software pré-instalado. Também dá para usar o drive óptico do outro PC com extrema facilidade.
Se não é cheio das frescuras no design, o P310 dá um show quando o assunto é conforto. O teclado possui botões macios e grandes, tornando a digitação agradável, até mesmo quando você trabalha por várias horas seguidas. Infelizmente, a disposição dos botões não segue completamente o padrão ABNT2, pois alguns caracteres, como a barra e o ponto de interrogação, exigem aquela chata combinação das teclas Ctrl + Alt.
Existem dois botões personalizáveis na parte de cima, os quais você pode configurar para abrir rapidamente os aplicativos ou pastas mais utilizados. Também há uma tecla para mostrar informações simplificadas do sistema, como os modelos do processador e do chip gráfico, a porcentagem de uso de memória e disco, além de um gráfico em pizza mostrando quanto tempo a bateria ainda vai durar. Outra função alterna entre os modos Normal e Silencioso, aliviando um pouco a ventoinha, quando for necessário.
Embora não tenha nada de espetacular, o acabamento também não apresenta nenhuma falha. A tampa é toda em preto brilhante, aquela cor da moda que deixa a máquina toda melecada com suas impressões digitais. Por dentro, a base é cinza, num plástico com estilo de aço escovado, e as bordas da tela são pretas e foscas. Mais simples, impossível. Vale ressaltar a qualidade do projeto e dos materiais escolhidos na construção do notebook, resultando numa refrigeração eficiente. Mesmo após bastante tempo de uso, você não sente calor excessivo no teclado e no apoio dos pulsos.
Baseado no processador Core 2 Duo P8600, de 2,4 GHz, o laptop não deixa a desejar em nenhum aspecto da configuração. Ele possui 320 GB de disco rígido e 3 GB de RAM. E não precisaria de mais que isso mesmo, pois o sistema operacional é o Windows Vista Home Premium de 32, e não de 64 bits. A parte legal é que a memória é DDR3 de 1 066 MHz, combinando com o barramento da placa-mãe. Para completar, o P310 vem com a placa de vídeo NVIDIA GeForce 9300M GS, com 512 MB de memória dedicada. Esse é um dos chips gráficos mais utilizados nesses modelos de 13 polegadas.
O Windows Vista deu ao conjunto nota 4,4 no Índice de Experiência, valor acima do alcançado por concorrentes como o HP dv3508br. Nos benchmarks com gráficos, os resultados também foram muito bons – o notebook conseguiu 2 279 pontos no 3DMark06, enquanto o laptop da HP, com a mesma placa de vídeo, fez 1 861 pontos. Traduzindo, é até possível rodar um joguinho ou outro, mas pegando bem leve.
No pacote de conexões do micro, figuram três portas USB 2.0 (sem contar a miniUSB), uma saída HDMI, Bluetooth e leitor de cartões. Fica faltando o Wi-Fi n. Entre outros recursos, o P310 possui webcam de 2 MP e um sistema de equalização. É possível alternar entre SRS WOW HD e TruSurround XT. O primeiro é melhor para assistir filmes na máquina, enquanto o segundo se dá melhor com música, por comprimir um pouco as frequências. Isso é particularmente interessante em laptops, que costumam distorcer demais o som quando há exagero de graves ou agudos. Marco Aurélio Zanni e Airton Lopes, da INFO

Computador-celular chega no 2º semestre ao Brasil

Fabricantes de chips 3G já estão produzindo uma nova safra de dispositivos que transformarão um computador em um celular conectado à internet móvel.
Hoje notebooks e netbooks (notebooks menores e mais baratos feitos para a conexão à web) levam dois chips: um do computador e outro da operadora de celular para o acesso à internet. O novo dispositivo 3G combina as duas funções já na linha de montagem dos fabricantes de computador.
Duas operadoras lançarão netbooks com o novo chip. Elas utilizarão o dispositivo da Qualcomm batizado de Gobi. A fabricante não quis revelar o nome das operadoras.
Na prática, será possível usar o computador para fazer chamadas telefônicas, acessar a internet e outras funcionalidades, como localização por GPS. Para isso, o usuário precisa ter habilitado um pacote de dados na operadora.
Os preços dos netbooks com esse novo chip ficarão entre R$ 1.500 e R$ 2.000, valor de um smartphone de última geração. Hoje um notebook na operadora custa cerca de R$ 3.500. As teles apostam no crescimento desse mercado porque já fizeram pesquisas avaliando a disposição dos consumidores em comprar computadores em suas lojas.
Estima-se que, até 2011, 50% dos computadores serão vendidos atrelados a planos de acesso à banda larga móvel.
Os consumidores já começam a mudar seus hábitos. É o caso do consultor contábil Fabio Sebastian da Silva. Ele queria comprar um notebook em lojas de informática e só depois conectá-lo usando uma operadora. Acabou comprando tudo em uma loja da TIM em São Paulo. Motivo: ela cobrava o mesmo que as lojas tradicionais pelo equipamento, mas parcelava o pagamento em mais vezes.
Essa situação deverá ser mais comum a partir do segundo semestre deste ano, quando as operadoras começarem a vender em larga escala notebooks e netbooks em suas lojas. A novidade será o netbook com o chip da Qualcomm, mas também haverá notebooks com dois chips embutidos. JULIO WIZIACK da Folha de S.Paulo

Venda de PCs no Brasil cai 47,7% desde o início da crise

Levantamento da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) mostra uma queda de 47,7% na venda de computadores desde o terceiro trimestre de 2008, quando a crise se agravou, até março de 2009. Comparando o primeiro trimestre deste ano com o mesmo período do ano anterior, a queda é de 12%.
"Não voltaremos aos patamares de antes da crise", diz Ivair Rodrigues, diretor da IT Data, consultoria responsável pelo estudo para a associação.
No terceiro trimestre de 2008, as vendas de computadores (PCs e notebooks) foram de 3,276 milhões de unidades. Esse número vinha caindo consecutivamente e, em março passado, fechou em 2,217 milhões.
A primeira explicação é a alta de preços. Estima-se que, na média, os computadores ficaram entre 20% e 25% mais caros entre setembro de 2008 e março passado. Isso porque seus componentes, a maior parte importados, sofreram alta com a variação cambial (o dólar ficou mais caro).
A desvalorização cambial afetou o setor, mas o principal impacto da alta dos preços foi a falta de peças no mercado. "Em 2008, os fornecedores de insumos registraram prejuízos e cortaram a oferta. Isso pressionou os preços dos equipamentos", diz Rodrigues. Com a queda nas vendas, a indústria de computadores diminuiu as encomendas. Resultado: para se protegerem, os fornecedores cortaram a produção.
Hugo Valério, diretor de Informática da Abinee, diz não acreditar que esse problema tenha afetado o Brasil. "Não faltaram insumos", diz. "Talvez para alguma empresa que já estava em dificuldades na hora de negociar contratos, devido à escassez de crédito na praça."
"Já estamos assistindo a uma retomada. Devemos fechar 2009 com 12 milhões de unidades vendidas", diz. Para o IT Data, a conta fechará em 10,7 milhões de computadores comercializados, em 2009, contra 11,7 milhões, em 2008. JULIO WIZIACK
da Folha de S.Paulo

Mercado brasileiro se prepara para leitores eletrônicos


Anunciado no início deste mês, o Kindle DX (pronuncia-se "quindou"), o mais novo leitor eletrônico de livros e jornais da Amazon, é mais um passo numa esperada revolução na forma de armazenar, transferir e consumir livros, algo talvez comparável ao que aconteceu com a indústria da música e os aparelhos como os tocadores de MP3, na década de 90, e o iPod, que surgiu em 2001.
Embora os aparelhos e livros digitais ainda sejam limitados aos EUA e não tenham previsão de chegar ao Brasil, o assunto já está na pauta das principais editoras do mercado e também das grandes livrarias. Por exemplo, a maioria dos contratos assinados nos últimos três anos, quando surgiram os primeiros leitores Kindle e Reader (da Sony), já inclui o direito à distribuição na forma digital. E as editoras, de um modo geral, afirmam poder produzir rapidamente as versões e-books de seu catálogo.
"Temos arquivos digitais de tudo, estamos muito preparados para distribuir 100% do nosso catálogo principal", diz Mauro Palermo, diretor-executivo da Nova Fronteira. "A adesão do leitor será rápida porque a plataforma é irresistível. Inicialmente, a distribuição continuará sendo feita pelos parceiros livreiros. E ganharão muito os que têm uma boa loja.com."
Marcílio D'Amico Pousada, diretor-presidente da Livraria Saraiva, que acaba de lançar um serviço de aluguel e compra de filmes via download pelo site, acredita que o "negócio do livro digital vai evoluir".
"A internet já representa 33% do faturamento da Saraiva. As experiências com livros digitais ainda não são definitivas, mas já estão avançadas. Quando a fotocópia apareceu, nos anos 60, achavam que o livro iria acabar. Mas há um convívio até hoje. O livro físico é difícil de ser 100% substituído, mas, em parte, sim."
A compra e download de livros digitais ainda é exclusiva para o território americano, seja via conexão à internet por meio de um computador (caso do Sony Reader) ou por uma rede sem fio exclusiva, caso do Kindle (Amazon). Porém, os editores brasileiros já vêm testando os aparelhos com textos em formato PDF ou versões digitais de livros já em domínio público, disponíveis no Google.
As avaliações são diversas. Luciana Villas-Boas, diretora-editorial da Record, tem um Sony Reader, cuja tela ainda considera "muito fosca". A editora também acha improvável uma grande adesão a um aparelho caro que vai "sujar ou enferrujar" se levado à praia.
Paulo Roberto Pires, da editora Agir (grupo Ediouro), que já utiliza o aplicativo gratuito Stanza para ler livros digitais ou arquivos PDF em seu iPhone, considera uma "bobagem" a discussão de que não se pode ler bem numa tela. "Os aparelhos não substituem o livro, mas dá para ler na tela, sim."
Menos entusiasmada com os aparelhos de leitura disponíveis, a diretora de produção da Companhia das Letras, Elisa Braga, diz que, em termos de visualização, o Kindle é o melhor, "tem menos reflexo na tela". Mas ressalva: "São pouco práticos. E mais, um aparelho somente para leitura, por quase 500 dólares, é algo que não vai pegar no Brasil. Só vai funcionar quando houver um dispositivo que integre tudo, como um celular com tela dobrável".
Sergio Herz, diretor de operações da Livraria Cultura, também aponta problemas com os aparelhos. Com os custos de importação, se eles chegassem ao Brasil hoje, não sairiam por menos de US$ 600 ou 700, cerca de R$ 1,5 mil. E mais: "Quem viaja, a trabalho ou em férias, vai querer carregar notebook, celular e ainda um e-reader? Com os respectivos cabos e carregadores? O quanto estamos dispostos a ter e carregar tantos cacarecos?", questiona.
Futurologia
Ponderado, Roberto Feith, diretor-presidente da editora Objetiva, arrisca o que chama de "exercício de futurologia" para estabelecer algumas etapas para a chegada dos aparelhos e adesão aos livros digitais.
Para Feith, a primeira etapa será de downloads para leitura em celulares avançados, já existentes no mercado. A segunda deve acontecer com a chegada dos primeiros Sony Readers importados e com custo alto.
"Devem ser usados mais como ferramenta de trabalho para pessoas que precisam carregar com frequência grandes volumes de texto, como advogados, jornalistas e editores", diz.
A quarta etapa, afirma o editor, começará quando houver aparelhos de leitura e redes de distribuição sem fio.
"Esta é a imensa diferença entre o Kindle e os demais dispositivos de leitura, como o Sony Reader", diz Feith. "O Kindle é o único que funciona sem fio, permitindo a compra, por impulso ou não, de qualquer conteúdo digital a partir de quaisquer lugar e hora. Ou seja, o Kindle não oferece apenas uma alternativa equivalente de leitura. Ele oferece uma importante vantagem em comparação com a compra e leitura de livros impressos, que é a compra instantânea, de qualquer texto, em qualquer lugar." EDUARDO SIMÕES da Folha de S.Paulo

Brasil tem 56 milhões de computadores em uso, afirma estudo


O Brasil chegou a um total de 56 milhões de computadores em uso, contabilizados a partir da base instalada. Apenas no ano de 2008 até maio de 2009, as vendas unitárias chegaram a 12 milhões. Os dados estão na 20ª Pesquisa Anual do Uso de TI, conduzida pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), e divulgada nesta terça-feira (26).
A previsão da FGV é que o número chegue a 100 milhões de máquinas ao longo de 2012. Segundo a instituição, 86% dos computadores em uso são modelo Pentium 4 ou mais.
"Em fevereiro de 2007, tínhamos uma máquina para cada cinco habitantes, ou um per capita de 20%. Em maio do ano passado, atingimos um per capita de 25%, ou uma máquina para cada quatro habitantes. Hoje, estamos com um per capita com mais de 30%, ou seja, uma máquina para cada três habitantes", disse, em entrevista coletiva, o diretor da FGV, Fernando Meirelles. Durante 2012, afirma ele, a previsão é a de que seja uma máquina a cada dois habitantes.
O Brasil está acima do índice per capita mundial, cujo número é de um equipamento para cada quatro habitantes, de acordo com o estudo. Contudo, quando colocado em comparação com o índice per capita dos Estados Unidos, ainda há muito a crescer, diz Meirelles. No país norte-americano, há um per capita de 95%, ou quase um equipamento para cada habitante.
O preço do computador padrão também teve redução de 4% no valor por cada equipamento durante o ano de 2008. Em um período de seis anos, entretanto, a redução foi apenas de 5%. O histórico de 20 anos mostrou uma queda de 12% no custo de uma máquina padrão.
Em 20 anos, houve uma aproximação na relação entre usuários e uso de computadores: se em 1988 eram três pessoas para cada micro, hoje essa proporção fica em 1,1 para cada equipamento.
Em termos de software, a pesquisa informou que 92% do uso é do pacote Office, sistema operacional Windows que, por sua vez, tem 97% de participação empresarial. Nos servidores, mais de 65% são baseados em Windows, enquanto 32% são correspondentes ao Linux e Unix.
Celulares
Outro índice apontado pela instituição foi o de que, pela primeira vez na história do Brasil, em maio de 2009, registrou-se um aparelho telefônico, na contabilidade de linhas fixas e celulares, para cada brasileiro. São 150 milhões de celulares e 40 milhões de fixos. da Folha Online

sábado, 16 de maio de 2009

HP anuncia recall para substituir 70 mil baterias para laptops

Por IDG News Service/Índia
Publicada em 15 de maio de 2009 às 11h43
Superaquecimento de baterias vendidas nos EUA entre agosto de 2007 e março de 2008 força recall de linhas de laptops HP e Compaq.
A HP anunciou nesta quinta-feira (14/05) o recall de 70 mil baterias de íon lítio usadas em alguns modelos da sua linha de laptops, por problemas que podem causar riscos de incêndios.
Segundo a organização que protege o direito de consumidores Consumer Product Safety Commission (CPSC), o recall atingirá laptops com as marcas HP e Compaq.
As linhas atingidas são a HP Pavillion DV2000, DV2500, DV2700, DV6000 e Dv6500; a Compaq Presario A900, C700, F700, V3500, V3700, V6000, V6500 e V6700; a HP G6000 e G7000; e a HP Compaq 6720s. Mais detalhes sobre as máquinas podem ser encontrados no site da CPSC.
O recall é motivado após a investigação de dois casos em que baterias de notebooks da marca superaqueceram, resultando em incêndios que causaram pequenos danos às propriedades das vítimas, afirmou a organização.
Os laptops atingidos foram vendidos no varejo norte-americano e pelo site da HP entre agosto de 2007 e março de 2008. As baterias afetadas também foram vendidas separadamente.
A organização instrui consumidores afetados a remover imediatamente as baterias defeituosas e entrar em contato com a HP para pedir uma substituição gratuita do acessório.
No Brasil, a HP oferece os telefones (11) 4004-7751 e 3613-4047 para que quem mora em São Paulo e 0800-709-7751 para que consumidores de demais localidades tirem dúvidas sobre o recall.John Ribeiro, editor do IDG News Service, de Bangalore.

Spam: confira 5 medidas para reduzir o volume de mensagens indesejadas

Por Daniela Braun editora executiva do IDG Now!
Reduzir a quantidade diária de e-mails indesejados em sua caixa de entrada não é uma tarefa apenas para ferramentas como a lista de remetentes bloqueados, anti-spam e antiphishing. De acordo com especialistas em e-mail marketing e internet*, algumas mudanças no comportamento de navegação e gerenciamento de e-mails em seu dia-a-dia podem reduzir o recebimento de spams em golpes. Confira 5 recomendações:
1 - Seja criterioso ao preencher formulários e não cadastre seu e-mail em sites de procedência duvidosa. Preserve informações pessoais como endereços de e-mail, dados pessoais e, principalmente, cadastrais de bancos, cartões de crédito e senhas. Se estiver em um site que não passa plena confiança, crie um e-mail temporário apenas para este cadastro. É recomendável utilizar e-mails separados para uso pessoal, trabalho, compras on-line e cadastros em sites em geral;
2 - Não abra, interaja ou responda um e-mail quando não conhecer a procedência da mensagem recebida. O ideal é reportar a mensagem indesejada como spam, mesmo quando a oferta for de seu interesse. A maioria dos provedores disponibiliza um link para reportar spam;
3 - Configure os recursos anti-spam oferecidos pelo provedor de acesso. Os filtros ajudam a melhorar o fluxo de seus relacionamentos digitais. Mesmo empresas idôneas podem cair em seu lixo eletrônico por conta de um layout inadequado. Faça manutenção periódica, verificando se o que está sendo classificado como spam;
4 - Inclua em seu catálogo os endereços de e-mail com os quais você mantém relacionamento. Assim seu provedor não os classificará como spam e você poderá restringir ainda mais as regras anti-spam.
5 – Procurar controlar a curiosidade de verificar sempre a indicação de um site em um e-mail suspeito de spam. Em caso de dúvida sobre a validade do e-mail, pesquise o remetente e a ferramenta utilizada para o envio. Você poderá avaliar passando o cursor no link que sugere a exclusão da mensagem para verificar a URL (endereço) da ferramenta de envio, ou com o botão direito do mouse clique sobre o link e depois em propriedades. Você também pode verificar a quem pertence o domínio no site www.registro.br.
*Com informações de Walter Sabini Junior, CEO da VIRID Interatividade Digital, e Cristine Hoepers, gerente do CERT.br. grupo de resposta a incidentes de segurança para a Internet brasileira, mantido pelo NIC.br do Comitê Gestor da Internet no Brasil.

Novo Kindle chega com festas, mas sofre críticas de especialistas


BRUNO ROMANI colaboração para a Folha de S.Paulo, em Berkeley
O novo leitor de livros eletrônicos da Amazon foi apresentado, na semana passada, com a promessa de expandir suas fronteiras, abrindo as portas para livros didáticos e jornais. Mas a empresa terá de conquistar os estudantes, o que não será fácil, segundo alguns especialistas.
Na opinião de Susan Kevorkian, do instituto IDC, a Amazon precisa oferecer uma coleção vasta de livros didáticos que impulsionem as vendas do Kindle DX entre os estudantes. Em resposta genérica, a Amazon diz estar trabalhando em parcerias com três grandes editoras desse tipo de livro.
David Weir, analista do site BNET e ex-professor de jornalismo da universidade de Standford, é mais sucinto: o Kindle é para gente mais velha. Para ele, o aparelho é caro, pois não tem boa resolução de imagem, não tem as cores nem a funcionalidade do iPhone.
Estudantes da Universidade da Califórnia em Berkeley, que se preparavam na principal biblioteca do campus para seus exames finais, conversaram com a reportagem da Folha na semana passada. E deixaram claro que a Amazon esqueceu aspectos da vida universitária que vão além dos livros --a começar pelo preço, que assusta um grupo conhecido pelas limitações no orçamento.
Uma prática tradicional nas universidades americanas é o uso de apostilas criadas pelos próprios professores e que reúnem artigos de autores variados. Os estudantes duvidam que a Amazon possa reunir esses artigos no Kindle.
Também é comum que alunos dividam anotações. A estudante de biologia molecular Vishlli Loomba, 18, diz que o fato de não poder compartilhar on-line suas anotações feitas no aparelho tira um pouco a atratividade do Kindle DX.
Apesar de a Amazon ter anunciado parcerias com o "New York Times", o "Washington Post" e o "Boston Globe", as previsões para jornais também não animam. Para Roger Fidler, do Reynolds Journalism Institute, o Kindle DX e outros leitores de tela maior não terão impacto significante na situação econômica delicada dos jornais dos EUA.
Segundo ele, a esperança é que haja tela colorida nas futuras gerações dos aparelhos, atraindo mais leitores e anunciantes. Uol Tecnologia.

Software faz celular virar "chave sem fio" e bloquear PC

Como nova forma de proteger computadores e notebooks de bisbilhoteiros e até de ladrões, a empresa Phoenix Technology criou um software que detecta o afastamento do usuário de sua máquina. O programa estabelece uma conexão via Bluetooth com um aparelho celular e ao detectar que certa distância foi ultrapassada, automaticamente ativa a proteção por senha do computador.
O software, chamado de Phoenix Freeze, está disponível para as versões XP e Vista do Windows, segundo o site Security Focus. Cary Hayward, diretor de produto da empresa afirma que "um dos objetivos principais do programa é manter seu computador não-vulnerável.
Ele vai fundo no processo de autenticação, bloqueando o sistema." O aplicativo faz parte da suíte de ferramentas de segurança PC 3.0 criada pela empresa, que inclui produtos mais conhecidos, como o gerenciador de boot AwardBIOS e o aplicativo anti-espionagem FailSafe.
O funcionamento do software é bem simples: ele estabelece uma conexão Bluetooth entre o computador e o telefone celular do usuário em questão. Ao detectar atenuação no sinal do aparelho, o software deduz que o proprietário se afastou do equipamento e automaticamente o bloqueia. Quando a intensidade do sinal é reestabelecida, o programa desbloqueia a máquina, assumindo que seu dono se encontra por perto.
Além de simplesmente bloquear a máquina, o Freeze também pode colocar o equipamento em estado de espera, conta o Engadget. Também é possível ajustar a distância à qual o programa deve responder e até controlar mais de um computador.
O software pode ser baixado gratuitamente no endereço /www.phoenixfreeze.com, informa o site Crunch Gear, que também traz um vídeo de demonstração do produto.Terra Tecnologia

Etiqueta inteligente controla o estoque em clínica médica


Fabrício Escandiuzzi Direto de Florianópolis
Uma clínica médica em Florianópolis começou a utilizar o sistema de Identificação por Radiofreqüência (RFID, sigla de Radio-Frequency Identification) para controlar o estoque de dispositivos implantáveis de alto custo. É a primeira do Brasil a utilizar esse tipo de tecnologia de "etiquetas inteligentes" na administração de equipamentos e estoque consignado. A experiência tem dado certo e a tecnologia poderá ser aplicada aos prontuários e históricos médicos dos pacientes, em breve.
O RFID surgiu como um possível substituto do código de barras pela capacidade de armazenamento de um número infinitamente superior à atual teconologia, num chip cerca de dez vezes menor do que uma formiga.
Em Florianópolis, uma parceria entre a empresa Gtt (Goods that talk) e a Coris Medicina Avançada permitiu a aplicação da tecnologia para o controle de catéteres, próteses e outros equipamentos de uso na medicina.
Por serem muito caros, esses produtos são mantidos em consignação A solução "Gtt Cabinet" utiliza a plataforma RFID para fornecer a chamada etiqueta inteligente ¿ TAG ¿ com um número de série único, evitando que um mesmo objeto apareça mais de uma vez dentro do estoque.
"A solução gerencia a organização dos produtos por tamanhos, grupos de dispositivos, fabricantes ou tipos de procedimentos e permite restringir também o acesso de pessoas não autorizadas aos materiais, garantindo maior segurança aos pacientes", explica o engenheiro de produção Thiago Freitas. "Sempre que o material é acessado, desde médicos até os próprios fornecedores em consignação são informados em tempo real".
A aplicação, segundo Thiago, aumenta a capacidade de atendimento da clícica ao gerar economia de tempo. "Com isso, os funcionários da clínica passam a dedicar seu tempo integralmente para cuidar de pacientes, sem se preocuparem com questões de estoque", destaca. "Ainda estudamos aplicar todas as informações e históricos médicos numa etiqueta na pulseira do paciente, permitindo o acesso ao seu prontuário em tempo real e agilizando o atendimento".
A tecnologia
O sistema RFID tem diversas vantagens em relação ao código linear (barras). O sistema pode armazenar uma série de informações sobre os produtos, como origem, validade, cor, uso, data de fabricação, entre outras. O código de barras, por sua vez, formado por treze números, não abrange tamanha quantidade de informações.
A cor de uma blusa ou a data de fabricação de um equipamento exposto na etiqueta eletrônica podem não fazer tanta diferença ao consumidor num primeiro instante, mas para o varejista essa distinção torna-se cada vez mais necessária em sua estratégia de reposição.
"O custo de aplicação de cada etiqueta gira em torno de trinta centavos, o que de certa forma inviabiliza sua aplicação, por exemplo, em grandes redes de supermercados", afirma o engenheiro.
A tecnologia, apesar de recentemente ter começado a ser aplicada na indústria, surgiu no final dos anos 30. Militares usavam a radiofrequência para identificar aviões aliados durante combates da Segunda Guerra Mundial.
Hoje, o uso está cada mais abrangente, de clínicas médicas, bibliotecas, controle de estoques de medicamentos, portos, identificação animal, hotéis e tem se mostrado eficiente na aplicação em redes de supermercados. "O RFID permite uma série de aplicações notáveis", completa Thiago. "Na clínica tem se mostrado muito útil no controle dos produtos de alto valor agregado e na economia de tempo".

Saraiva entra no mercado de locação e venda pela web

A Saraiva ingressou no segmento de venda e locação de vídeos pela internet, depois de já vender livros, CDs, DVDs e jogos no formato eletrônico. A companhia anunciou nesta quinta-feira a criação da Saraiva Digital, divisão que nasce com 500 títulos entre filmes, documentários e conteúdo infantil que poderão ser baixados no computador do usuário de forma legalizada (com pagamento de direitos autorais). A intenção da empresa, entretanto, é elevar o acervo para 2 mil títulos até o final deste ano.
Com tecnologia Microsoft desenvolvida pela empresa Truetech, o serviço permite a pesquisa de filmes e a exibição de trailers antes da compra. Depois de efetivada a transação, o consumidor realiza o download do vídeo em sua máquina e, assim, ganha o direito de assisti-lo mesmo quando não estiver conectado à internet.
Como explicou a Saraiva, em comunicado à imprensa, o cliente que alugar um vídeo tem 30 dias para começar o download. Depois disso, terá até 48 horas para assisti-lo, de acordo com o filme escolhido. Nos casos de compra do vídeo, é possível assisti-lo em até três computadores sem a necessidade de um novo download e a licença é definitiva, diz a livraria.
Segundo a Microsoft, a iniciativa da Saraiva é inédita em toda a América Latina. Os preços para aluguel dos vídeos custam de R$ 3,90 a R$ 6,90, enquanto os filmes são vendidos a partir de R$ 9,90, de acordo com a Saraiva. Séries e documentários custam a partir de R$ 3,60 por episódio. Reuters

Asus quer vender 13 milhões de notebooks em 2009

TAIPÉ- Pioneira no segmento de netbooks, a Asustek informou nesta quarta-feira que pretende vender 13 milhões de computadores portáteis neste ano, volume 25% acima em relação ao ano passado. Analistas disseram, no entanto, que a companhia pode ter de abrir mão de sua participação de mercado diante dos esforços de reorganização.
A meta de vendas será aproximadamente dividida entre notebooks e netbooks (que são notebooks com tela menor e menos recursos), afirmou o vice-presidente de operações da Asustek, Tony Chen, a repórteres em um evento da companhia. Ele acrescentou que prevê que as vendas cresçam na segunda metade do ano.
"Nós estamos ganhando força para a segunda metade do ano, e as vendas devem aumentar conforme expandimos a linha de produtos", explicou Chen.
A empresa de pesquisa em tecnologia IDC projetou que as vendas globais de netbooks neste ano subirão quase 90 por cento, para 22 milhões de unidades, e a meta da Asustek de comercializar perto de 6,5 milhões de unidades fará com que ela tenha uma fatia de 33,8% do mercado.
Entretanto, analistas observaram que os 4,5 milhões de Eee PCs (nome do modelo da Asustek) comercializados no ano passado frente à meta de 6,5 milhões para este ano representa crescimento de cerca de 44%, ficando atrás do mercado em geral.
Tendo em mente que eles venderam cerca de 4,5 milhões de unidades no ano passado, esta meta não parece particularmente difícil, especialmente quando o mercado está crescendo a um ritmo muito mais rápido", explicou Angela Hsiang, analista da KGI Securities.
Em comparação, a concorrente de maior porte Acer pretende vender de 10 milhões a 12 milhões de netbooks neste ano, o que representará uma fatia de mais de 50% do mercado, segundo estimativa da IDC.
A Asustek criou o netbook em 2007, mas tem perdido participação desde que grandes fabricantes como Acer, HP e Dell entraram no segmento, e conforme luta para se reorganizar na tentativa de retornar à lucratividade.
A companhia anunciou no final do mês passado lucro surpreendente no primeiro trimestre, basicamente resultante dos ganhos de subsidiárias.
A nova meta é inferior à anterior, de 7,2 milhões de netbooks e 6,5 milhões de laptops convencionais, que a companhia estabeleceu no último ano, porém reduziu mais tarde em meio à falta de visibilidade causada pelo declínio econômico. Info Online.

Venda de PCs no Brasil recua 12% no 1o trimestre--pesquisa

REUTERS SÃO PAULO -
O mercado brasileiro de microcomputadores comercializou 2,217 milhões de unidades nos três primeiros meses de 2009, segundo pesquisa da consultoria IT Data encomendada pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) e divulgada nesta sexta-feira.
O volume representa uma queda de 12 por cento sobre o mesmo período do ano passado, quando foram negociados 2,510 milhões de computadores.
Segundo o estudo, "a crise internacional determinou a saída de alguns fabricantes do mercado por falta de expectativa de negócios", mas a consultoria preferiu não citar nomes das empresas.
Além disso, "as indústrias promoveram mudanças em suas estratégias, focando as atividades na produção de desktops, volumes menores de produção e conservadorismo nas negociações", diz comunicado da Abinee à imprensa.
Do total de PCs vendidos entre janeiro e março, foram comercializados 1,507 milhão de unidades de computadores de mesa (desktops) e 710 mil notebooks.
Em relação ao primeiro trimestre de 2008, a comercialização de desktops apresentou retração de 18 por cento, segundo a pesquisa. Já a venda de notebooks teve crescimento de 6,7 por cento.
Para 2009, a Abinee prevê que as vendas de PCs deverão atingir cerca de 12 milhões de unidades, mesmo volume comercializado em 2008.

domingo, 10 de maio de 2009

Novo Eee PC 1008HA, da Asus, tem design inspirado numa concha


fabricante taiwanesa de computadores Asus acaba de lançar mais um netbook da linha Eee PC. O modelo Seashell 1008 HA foi inspirado numa concha do mar e seu design faz referência às dunas de areia.
O Seashell pesa apenas 1,1 quilo, tem display de 10 polegadas e teclado desenhado para ser mais ergonômico e confortável - o tamanho do teclado é equivalente a 92% do teclado de notebooks comuns.
O revestimento do ultraportátil é feito com uma tecnologia chamada In-Mold Roller – um material lustroso que também garante maior resistência aos arranhões. A capa tem vários pontos que brilham na luz e é levemente curvada, para dar a ideia de uma pérola.
A bateria do Eee PC Seashell 1008 HA dura seis horas. Ele vem com disco rígido de 160GB, memória de 1GB DDR, chip Intel Atom N280 e Windows XP Home.

Microsoft, Ponto Frio e Positivo inventam o varejo corporativo

Sabe a velha máxima de que empresário brasileiro (ou pequeno empresário brasileiro) compra computador no varejo? Então, o povo do Ponto Frio meio que entendeu a ideia e já a coloca em prática, em algumas das suas lojas, em parceria com a Positivo e com a Microsoft para vender servidor no varejo (e outras coisas). Ei, tem lógica: é no varejo que está o crédito para o consumidor.

No “Espaço Empresa” das lojas Megastore Marginal Tietê, Shopping Morumbi e Alameda Lorena, o Ponto Frio vai vender “produtos e soluções de TI voltados para o segmento de pequenas e médias empresas (…) com atendimento qualificado e especializado - é uma “loja dentro da loja” que estará restrita a esses três locais por 3 meses. Depois, quem sabe, o projeto vai para outras lojas do Ponto Frio e talvez para a internet.

Michel Levy, presidente da Microsoft no Brasil, justifica o projeto ao citar pesquisa que diz que 26% das 4 milhões de pequenas empresas brasileiras compram produtos no varejo e outras 39% buscam informações sobre tecnologia no varejo.
A Microsoft vai vender seu novo sistema operacional para servidores Windows Server 2008 Foundation e a Positivo entra com uma máquina que roda esse sistema, além de dois modelos de notebooks e quatro desktops corporativos. A Positivo será a fornecedora exclusiva de hardware para a “loja dentro da loja”.
O servidor da Positivo, modelo “Corp 935WS Server” vem com o Windows 2008 Foundation (”ideal” para 15 máquinas) tem processador Intel Core 2 Duo E7400, 4 GB de RAM, gravador de DVD, monitor LCD de 17″, Intel Graphics Media 3100, teclado/mouse/6 portas USB - e vai ser vendido pelo preço sugerido de R$ 2.599.
Ah, sim, Hélio Rotemberg, presidente da Positivo Informática, falou alguns números enormes sobre sua participação no mercado de PCs e notebooks: no Brasil, a companhia ocupa o primeiro lugar em desktops e noteboks; na América Latina, está em terceiro e quarto lugares (notes e desks) e nono/décimo-quinto lugar no mundo.Uol Tecnologia

Novo Kindle DX tem dimensões amigáveis à leitura de jornais


A Amazon apresentou, nesta quarta, um outro membro da família Kindle: o Kindle DX. O aparelho de leitura digital que foi chamado de 'iPod dos livros' tem agora uma versão com dimensões mais largas, amigável à leitura de jornais - sua tela tem 9,7 polegadas, contra 6 do modelo menor, o Kindle 2.
Além disso, o Kindle DX tem capacidade para armazenar mais e-books e vem com acelerômetro (que detecta automaticamente se o aparelho está deitado ou de pé e coloca a tela na posição correta) e suporte nativo a documentos PDF, uma característica que o modelo antigo não oferecia.
Como o aparelho anterior, o DX tem capacidade para conectividade Wi-Fi e 3G, mantém a espessura (0,97 cm) e leitura em áudio dos textos.
As mudanças, contudo, vão custar caro. O novo Kindle, que já está disponível para pré-venda no site da Amazon, sai por US$ 489,00, contra US$ 359,00 do modelo menor, que não será descontinuado.
Os livros compatíveis com o Kindle podem ser comprados na Kindle Store, da Amazon, que disponibiliza mais de 275.000 títulos, além de revistas e jornais.Estadao.com.br

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Notebook "dobra/desdobra" será lançado até outubro


O conceito Fold/Unfold ("Dobra/Desdobra") da Asus, apresentado em janeiro durante a CES 2009, será mesmo lançado comercialmente, de acordo com o presidente da empresa, Jerry Shen. O notebook (não netbook) custará algo entre US$ 1 mil e US$ 1,5 mil. Shen espera que o Fold/Unfold seja lançado entre setembro e outubro de 2009.
O design do notebook maximiza o fluxo de ar e o espaço para teclado e trackpad ao deslizar o teclado para frente, por cima do trackpad, quando o laptop está fechado, e deslizando de volta pra trás - descobrindo o trackpad - quando estiver aberto. Terra Tecnologia

Novo laptop ultrafino tem bateria com 9h de duração


A Acer lançará no Brasil uma nova linha de notebooks ultrafinos e com menor consumo de energia. Os notebooks da série Aspire Timeline têm bateria de seis células, que garantem nove horas ininterruptas de funcionamento, e devem chegar ao País no começo de junho.
A nova série conta com várias tecnologias que ajudam a reduzir o consumo de energia, aumentando a autonomia da bateria em até 40%. Um sistema que redireciona o resfriamento de ar pelos laptops deixa os aparelhos mais leves e eficientes, enquanto uma tecnologia com processador de baixa voltagem diminui a luz de fundo da tela, resultando em uma redução de energia de 33% em comparação aos notebooks comuns, segundo o fabricante. O usuário também pode alterar as configurações avançadas de economia de energia.
A série Aspire Timeline oferece três modelos, com telas de 13,3", 14" e 15,6". Com 24 milímetros de espessura e tampa feita com alumínio, os notebooks ultrafinos pesam entre 1,6 e 2,4 quilos.
Os notebooks vêm com sistema operacional Windows Vista Home Premium e são equipados com placa Wi-Fi e WiMAX, webcam, memória DDR3 expansível até 8 GB, disco rígido de 250 GB a 500 GB (dependendo do modelo), leitor de cartões 4 em 1, gravador de DVD com dupla camada e Bluetooth 2.0.
Os novos laptops da Acer devem chegar às lojas brasileiras em junho, com preço sugerido de R$ 2.999. Redação Terra

HP mostra tendências do RFID no Label Summit

Por Fernando Souza Filho
A Label Summit começa no próximo dia 28 de abril, em São Paulo, e já tem confirmada a presença da HP. A ocasião do evento irá expor as novidades e tendências sobre tecnologia flexográfica, Sistema Letterpress, tecnologia RFID, impressão digital, etiquetas inteligentes e etiquetas de segurança.
Os estudos, que serão apresentados, disseminarão conhecimentos e experiências sobre a divulgação global de marcas, tecnologia de pré-impressão e produção, os avanços em materiais para etiquetas, além de tratar sobre as mais recentes exigências para rotulagem logística e de distribuição.
Durante a feira, no dia 28, o Especialista de Vendas de Digital Label e Packaging, Alexandre Mercon irá dar uma palestra sobre o tema Digital: the opportunities for the full manufacturing experience. A apresentação será sobre como agregar valor aos seus negócios, aos negócios de seus clientes e ainda sobre o marketing de massa customizado.
Agenda
Label Summit 2009
28 e 29 de abril de 2009
Local: Hotel Transamérica - Av. das Nações Unidas, 18591
Horário: das 09h às 18h

Netbook com Android custará US$ 250


Um fabricante chinês chamado Skytone vai fabricar o primeiro modelo de netbook a ser comercializado com o sistema operacional aberto apoiado pelo Google, o Android.
A Guangzhou Skytone disse que venderá seu netbook no mercado americano por US$ 250. A máquina terá chip ARM de 533MHz, um processador de baixo consumo de energia já utilizado em alguns modelos de celulares.
Compacto, o computador terá tela de 7 polegadas, touchpad, suporte a Wi-Fi e bateria de duas células, o suficiente para navegar na web entre duas e quatro horas.
A aliança que criou o Android visava, originalmente, usá-lo apenas em celulares. Agora, porém, já aparecem os primeiros fabricantes de netbooks interessados em comercializar computadores com o sistema.
Há uma semana, a Acer divulgou que testa o uso do Android num protótipo de desktop.Info Online

HP estreia notebooks empresariais com Linux

SÃO FRANCISCO - A Hewlett-Packard, maior fabricante mundial de computadores pessoais, apresentou uma nova linha de notebooks baratos para uso profissional, com recursos direcionados a usuários em pequenas e médias empresas.
O HP ProBook s-series, que começou a ser distribuído mundialmente nesta terça-feira (28/04), é o novo laptop básico de negócios da empresa, depois do lançamento do EliteBook, mais leve e de preço mais elevado, no ano passado.
O ProBook substitui a linha HP Compaq, ainda que o nome Compaq vá continuar em uso como marca primária em outros computadores.
O ProBook oferece aos usuários diversos recursos entre os quais a opção de um sistema operacional Linux pré-instalado --o SuSE Linux Enterprise Desktop 11, da Novell. Trata-se do primeiro notebook empresarial colocado à venda pela HP com um sistema Linux pré-instalado, afirmou a empresa.
"Trata-se em larga medida de uma evolução natural", disse Carol Hess-Nickels, diretora mundial de marketing de notebooks empresariais na HP. "Queremos oferecer uma opção diferente... provavelmente ainda vai demorar um pouco para que saibamos exatamente qual é a demanda, mas nossa idéia era de que valia a pena tentar a idéia", disse.
Os ProBooks vêm com telas de 14, 15,6 ou 17,3 polegadas, e preços a partir de 529 dólares.
Alguns modelos também apresentarão a tecnologia Gobi, da Qualcomm, o que lhes permite usar um único módulo para acesso a diferentes tecnologias de conexão a banda larga móvel e diferentes operadoras.
Os novos HPs também oferecerão recursos de durabilidade, como o 3D Drive Guard, que protege o disco rígido caso o computador seja derrubado, e um revestimento à prova de água.Info Online