terça-feira, 3 de novembro de 2009

Itautec N8330 nasceu para trabalhar


Leonardo Martins e Renan Frizzo, da INFO
Micros caros e bonitos fizeram a fama dos laptops de 12,1 polegadas na era pré-netbooks, mas o Itautec N8330 contraria tudo isso, apostando numa ferramenta de trabalho portátil e forte no desempenho. Com medidas enxutas, o modelo pesa 1,8 quilo e pode ser levado na mochila sem medo, pois tem construção resistente. A grande falha dele é a fraca autonomia de apenas 67 minutos. Custa 2.949 reais.
Um dos destaques dessa máquina é a segurança. Ela possui dois recursos interessantes, o leitor de impressão digital e a criptografia de arquivos, que restringe o acesso a alguns dados somente a quem digitar uma senha pessoal. Outro ponto alto é a saída HDMI, uma opção para quem deseja reproduzir vídeos em alta definição diretamente na TV. No escritório, pode facilitar a transmissão de apresentações.
O N8330 tem resolução máxima de 1.280 por 800 pixels e peca pela falta de luminosidade. Na parte superior do LCD estão alojados a câmera de 2 megapixels e o microfone. O teclado padrão ABNT2 é espaçoso e agrada na hora de digitar. Na parte de cima do teclado há três botões: um acessa o navegador de internet, outro liga e desliga a webcam e o terceiro controla Wi-Fi e Bluetooth.
Configuração equilibrada
O Itautec N8330 cumpre bem suas funções no trabalho graças a um conjunto bem montado. Ele vem equipado com um processador Core 2 Duo T6400, de 2 GHz, memória RAM de 4 GB e disco rígido de 320 GB. Seu sistema operacional é o Windows Vista Home Premium de 32 bits, e o Índice de Experiência marcou 3,8.
Nos benchmarks que rodamos no INFOLAB, o notebook mandou bem. Fez 2.998 pontos no PCMark Vantage, que mede o desempenho geral da máquina. Já no 3DMark06, anotou 957 pontos, um resultado razoável para um equipamento sem placa de vídeo dedicada.
Boas conexões, baixa autonomia
O Itautec N8330 traz acabamento externo em preto brilhante por fora e, nas demais partes, é composto de um plástico fosco. No quesito conectividade, ele tem como atrativo a saída HDMI, uma boa para quem pretende usar o PC como player. Ele consegue levar filmes para a TV em 1.920 por 1.080 pixels, mas a imagem fica um pouco serrilhada, por causa da falta de uma placa de vídeo dedicada. Além disso, o laptop traz três portas USB 2.0 e entradas para cartões SD e Express Card.
Foi a bateria o item que mais desagradou, durante os testes do INFOLAB. Ela aguentou firme apenas 67 minutos rodando o programa Battery Eater 05 (com o Wi-Fi ligado para consumir mais energia).

Você vai querer comprar um e-reader

por Filipe Serrano
"A questão é simples: é surpreendente ou não?” A dúvida surgiu entre a equipe do Link, que desacreditava ao ver o Kindle assim que o aparelho aportou na redação. Se o grau de surpresa depende de cada um, o furor causado pelo aparelho é incontestável.
O Kindle – na verdade o modelo é chamado de Kindle 2, porque já havia um anterior – foi lançado pela Amazon no início de 2009 e agora é vendido em 100 países, incluindo o Brasil. Ele tem jeito, na verdade, de ser um dos primeiros modelos de um novo tipo de equipamento que ainda virá a ser popular, o leitor eletrônico de livros digitais (e-reader).
Ainda há muitas falhas. A primeira reação é tocar na tela, mas ele não aceita comandos de toque. É preciso usar um botão direcional, como o de um celular, pouco intuitivo. O tempo de resposta é lento para os padrões de hoje, o que irrita. Ele também não é colorido – e isso não é realmente um problema. Ainda que apenas em preto e branco, a reprodução de imagens é incrivelmente boa, pouco melhor até que uma foto monocromática de jornal e semelhante a um desenho a lápis.
A tela é seu grande trunfo. Mesmo sob o sol que fez em São Paulo na sexta, foi possível ler textos na tela como se fosse um livro comum. Mas, do mesmo jeito, é preciso que haja luz no ambiente porque o Kindle usa uma tecnologia que, diferente das telas LCD, não emite luz, o que cansa os olhos. Circuitos elétricos alternam o pigmento de pequenos pontos na tela entre preto e branco e formam os textos e as imagens. É por isso que dá até para tirar uma fotocópia do Kindle.
Outro problema é a falta de conexão Wi-Fi. Todos os livros são baixados pela rede de celular, que nem sempre é rápida o suficiente. Também dá para fazer buscas na Wikipedia. Nos EUA, é possível navegar na internet, mas no Brasil esse recurso é bloqueado.Nos testes do Link, em vários momentos o Kindle avisava que não era possível se conectar por falta de sinal.
A conexão é imprescindível para fazer compras via Kindle. O Link testou a compra. Demorou uns minutos, mas funcionou. O método é simples. Basta navegar na própria Amazon, escolher um livro e selecionar o botão “Buy this book”. Infelizmente, você só fica sabendo do preço ao entrar nos detalhes de cada livro. Em seguida, o cartão de crédito que deseja usar e, ao confirmar, o arquivo é baixado automaticamente. Não há outra forma de pagamento. Caso se arrependa, dá para cancelar a compra.
Cada Kindle fica registrado com uma conta da Amazon, mas foi possível trocar de usuário sem que os livros gravados fossem apagados. Isso permite a uma terceira pessoa se logar em um Kindle de outra, baixar um livro já comprado, e deixar o arquivo para o dono original.
No fim, o Kindle é um ótimo aparelho. O preço (R$ 900) ainda é salgado, mas vai agradar, e muito, aos leitores que gostam de ler em inglês, mesmo os amantes de livros em papel. A facilidade de comprar livros pode fazer esse tipo de leitor repensar sobre a necessidade do papel. O preço de cada arquivo digital (US$ 12) também é caro, já que equivale ao preço de pocket books em inglês – sendo que o digital não tem os custos materiais do papel.

Marvell anuncia plataforma para e-readers

SÃO FRANCISCO - A fabricante de chips Marvell Technologies estreou uma plataforma de e-readers que, segundo a companhia, permitirá o desenvolvimento de dispositivos mais baratos.
A Marvell informou que fez uma parceria com a E Ink, desenvolvedora da tecnologia de telas de papel eletrônico, para criar um processador de aplicação integrado. E-readers baseados nessa tecnologia devem chegar ao mercado no primeiro trimestre de 2010.
Os primeiros dispositivos incluem o já anunciado enTourage Edge, uma combinação de e-reader e netbook, o Alex reader, da Spring Design e um produto da Plastic Logic.
A plataforma da Marvell é baseada na família de processadores Armada, que chegou ao mercado no mês passado.
A companhia também está formando uma parceria com a FirstPaper, que tem o apoio da gigante de mídia Hearst Corp., para oferecer tecnologia de gráficos e conteúdo.
Weili Dai, co-fundador e gerente geral unidade de computação e consumo corporativo da Marvell, acredita que o preço inicial de um e-reader baseado na nova plataforma será de 150 dólares - mais barato do que os dispositivos atualmente disponíveis.
De acordo com a Marvell, a tecnologia também permitirá que as páginas sejam carregadas em menos de um segundo. Info Online

Convertendo livros em PDF para Kindle


O Calibre promete ser o único organizador e conversor de formatos para seu leitor de e-books. E pela lista de formatos suportados, é fácil dizer que ele dá conta do recado. São 27 formatos e entre os mais interessantes estão o Mobi, Azw e PDF. Os dois primeiros são suportados pelo Kindle.
Além de comprar livros pela Amazon é possível baixar vários livros de domínio público de projetos como o Gutemberg e o Portal Domínio Público, mantido pelo CAPES. Alias é bom mencionar que o Portal tem atualmente 3.805 obras cadastradas em lingua portuguesa e a maioria está no formato PDF. Para converter basta adicionar e clicar no ícone de conversão.
Depois de adicionar vários documentos, é possível navegar por eles no estilo cover flow, como do iTunes. Quando a lista ficar enorme, uma busca e uma lista na lateral esquerda ajudam a organizar por categorias.
Nas opções avançadas, é possível incluir metadados como autor, editor, título, tags, editora, data de publicação, série, ISBN e comentários. Há também uma forma de ranking com estrelas. Um visualizador pode ser acionado para conferir os detalhes antes de sincronizar com o leitor. Baixe o Calibre no Downloads INFO.Postado por - Luiz Henrique dos Santos Cruz

Samsung mostra e-paper colorido


por Talita Abrantes
Os próximos meses prometem um pouco mais de diversão para o mercado de e-Readers. A Samsung acaba de apresentar, em uma feira no Japão, um protótipo de e-paper colorido. Finalmente.
O dispositivo é feito de uma combinação entre substrato TFT, e-paper e filtro colorido. O e-paper colorido da Samsung tem resolução de 450 por 600 pixels e taxa de contraste de 10:1.
A Samsung pretende lançar produtos com a nova tecnologia em um ou dois anos.
Crédito/Imagem: Tech-On!

Asus prepara e-Reader com WiMAX


por Leonardo Martins
A Asus já está com tudo engatilhado para lançar seu e-Reader no início de 2010. E a novidade teria algo bem diferente: conexão WiMAX.
Segundo a marca, serão duas opções. Uma de 6 polegadas e outra de 9 polegadas, ambos com tela sensível ao toque e formato com duas telas, como um livro mesmo. Mas o grande lance da novidade deverá ser na parte das conexões. Além do Wi-Fi, os e-Readers terão conexão WiMAX, que ainda não pegou de vez, mas é bem mais veloz que os padrões atuais.
Dá para perceber que ninguém quer perder uma fatia do bolo no mercado de e-Readers, que só tende a crescer nos próximos anos. E a Asus pretende pegar seu pedaço com cereja e tudo a partir de março de 2010.

Os plugues de eletrônicos vão mudar


Felipe Zmoginski, de INFO Online
Os fabricantes de eletrônicos no Brasil serão obrigados, a partir do início de 2010, a só vender produtos com um novo tipo de plugue, que usará três pinos redondos.
A decisão é do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro) e deve causar dificuldades a todos os brasileiros que comprarem eletrônicos novos, já que nem sempre eles vão funcionar nas tomadas de casa.
De acordo com o Inmetro, a mudança foi necessária para dar mais segurança ao consumidor, já que a nova tomada com três plugues e formato sextavado impede o contato da mão do usuário com os pinos do plugue quando este está inserido na tomada. Assim, evitariam-se os choques.
O lado negativo é que os usuários deverão trocar as tomadas de casa ou usar adaptadores para cada eletrônico novo que comprarem. Novas residências já são construídas com o novo padrão, o que, neste caso, gera problemas com os eletrônicos antigos: eles é que vão precisar de adaptadores.
Para os críticos do novo padrão, o risco de choque pode ser evitado mesmo com os atuais plugues, apenas exigindo que os fabricantes produzam pinos em parte recobertos por uma camada plástica isolante, o que já é feito voluntariamente por vários fabricantes.
O Inmetro, órgão responsável por implementar a decisão, vai certificar ainda a produção de adaptadores, evitando que produtos inseguros circulem no mercado. O órgão deseja banir, no entanto, os populares “benjamins”. Segundo o instituto, estas peças sobrecarregam a rede elétrica e não deveriam ser comercializadas. Este tipo de adaptador, que permite a conexão de vários plugues, deve ter sua venda totalmente suspensa a partir de 2010.
Segundo o Inmentro, a criação do plugue brasileiro é positiva por unificar os mais de 10 tipos de plugues em circulação nos eletrônicos brasileiros.
“Hoje, no Brasil, existem mais de dez modelos de plugues diferentes e quantidade semelhante de tomadas, gerando uma situação de risco de choque elétrico ao usuário e de sobrecarga na instalação elétrica (conexão de aparelhos projetados para tensões e correntes diferentes da tomada) e desperdício de energia, através da dissipação de calor (uso de adaptadores inadequados para conectar muitos equipamentos em uma única tomada). O padrão é sinônimo de segurança”, diz o Inmetro, em nota.
A principal crítica que se faz ao órgão, no entanto, é que o modelo brasileiro é totalmente novo e diferente dos que já existem em uso no mundo. Mais simples, por exemplo, seria padronizar os eletrônicos e tomadas brasileiros em torno de um modelo já usado em vários países ou mesmo já popular no Brasil, como os tradicionais plugues de dois plugues redondos ou ainda o de dois plugues chatos.
A medida deve gerar impactos negativos na importação e exportação de eletrônicos no Brasil, já que os fabricantes e importadores deverão adaptar seus produtos em função do mercado de destino do eletrônico.

Laptops não vão mais superaquecer


Paula Rothman, de INFO Online
Quem usa laptops no colo (como o próprio nome sugere), vai ficar aliviado: uma nova tecnologia promete mantê-los em temperatura ambiente.
Jairo Sinova, professor de física da Universidade Texas A&M, liderou a criação de um novo semicondutor mais eficiente, que não perde tanta energia na forma de calor.
Segundo o estudo, publicado na Nature Physics, os laptops estão aquecendo cada vez mais à medida que ficam menores e mais poderosos. Sinova afirma que, até 2020, as temperaturas do aparelho estarão tão altas que serão iguais às da superfície do Sol.
O X da questão no problema do aquecimento é a maneira como a informação é processada, já que o fluxo de cargas elétricas, enquanto transmite os dados, também gera calor.
Os pesquisadores tentaram uma maneira alternativa para esse processamento e decidiram realizá-lo por meio do spin dos elétrons (a orientação magnética deles). A direção do spin pode, assim como as cargas, ser usada para criar, transmitir e ler a informação.
O dispositivo funciona virando o spin em uma direção específica, de acordo com a informação que se deseja processar. Os elétrons são então transmitidos e a direção do spin é medida por meio da voltagem produzida por ele.
Segundo Sinova, o maior desafio, por enquanto, é manter a distância de transmissão para algumas direções específicas – mas, por outro lado, ele garanta que este dispositivo é o único, por enquanto, que permite a um laptop funcionar sem ultrapassar a temperatura ambiente.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Netbook Vaio W da Sony se destaca por alta resolução da tela


RAFAEL CAPANEMA da Folha de S. Paulo
A Sony tardou, mas não falhou em entrar no efervescente mercado de netbooks, laptops ultraportáteis de baixo custo.
As características principais do recém-lançado Vaio W não se distinguem da média da categoria --tela de 10,1 polegadas, processador Intel Atom de 1,66 GHz, 1 Gbyte de memória e disco rígido de 160 Gbytes--, mas o computador tem bons diferenciais, como a tela de resolução maior do que a de costume.
O acabamento do netbook, com detalhes como o bonito grafismo no touchpad, fica acima da média da categoria, assim como o preço sugerido, de R$ 1.999.
À primeira vista, as teclas podem parecer pequenas demais, mas o espaçamento entre elas permite uma digitação confortável. As exceções são a barra de espaço e o Shift direito --estas, sim, reduzidas demais.
O sistema operacional é o vetusto, mas familiar, Windows XP Home. Lançado em 2001, ele está duas gerações atrás do Windows 7, que chegou às lojas nesta semana.
Com 1,19 kg, o netbook é bastante leve. Nos testes da Folha, com Wi-Fi ligado, a bateria durou cerca de 2h30.
Enquanto a maioria dos netbooks tem resolução de 1.024x600, a do Vaio W é de 1.366x768. Isso permite dispor mais elementos na tela e ver sites sem precisar usar a barra de rolagem horizontal.
Por outro lado, a resolução alta combinada com a tela reduzida resulta em letras pequenas demais. Uma forma de contornar o problema é alterar a configuração do Windows.
Clique com o botão direito do mouse na área de trabalho e selecione Propriedades. Na aba Configuração, clique no botão Avançadas. Na aba Geral, localize o item Configuração de ppp e selecione Tamanho grande (120 ppp).

Empresa lança PC e notebook do Corinthians


Em parceria com o Sport Clube Corinthians Paulista, a Positivo Informática lança um desktop e um notebook com o tema do time do Parque São Jorge. As duas máquinas vêm com capas do Corinthians e conteúdo especial e exclusivo sobre o time.
O notebook Positivo Premium Edição Corinthians, que será vendido pelo preço sugerido de R$ 1.999, tem tela de 14,1 polegadas, processador Pentium Dual Core de 2,1 GHz, 320 GB de disco, 3 GB de RAM, Wi-Fi e webcam de 1,3 megapixel. Roda Windows 7 Home Basic e vem com bolsa de proteção personalizada com o Corinthians.
O desktop Positivo Plus Edição Corinthians vem com chip Intel Pentium Dual Core de 2,7 GHz, 320 GB de disco rígido, 2 GB de memória RAM, placa de rede e monitor LCD de 18 polegadas widescreen. Essa máquina, que vem com frentes do Corinthians e conteúdo exclusivo do time (fotos, vídeos, papéis de parede, entre outros), vai custar R$ 1.699.
A linha Corinthians da Positivo será vendida exclusivamente nas lojas e no site do Magazine Luiza. Até o dia 31 de outubro, membros da torcida Fiel Torcedor terão prioridade na compra online. Terra Tecnologia

Microsoft facilita a instalação do Windows 7 em netbooks


Um dos méritos do Windows 7 em relação ao seu antecessor é o desempenho claramente superior. Ao contrário do Windows Vista, o "7" roda confortável em um netbook de configuração modesta, com um processador Atom de 1.6 GHz e 1 GB de RAM. Infelizmente, não existe uma forma fácil para os usuários de netbooks instalarem o novo sistema em suas máquinas: o Windows 7 é distribuído exclusivamente em DVDs, e a esmagadora maioria dos netbooks no mercado não tem um drive óptico.
Usar um leitor/gravador de DVDs externo, conectado a uma porta USB, é uma possibilidade, mas não é uma solução barata se você já não tem (ou não conhece quem tenha) tal acessório. Durante a coletiva de lançamento do Windows 7 em São Paulo, um executivo da Microsoft chegou a comentar que a empresa iria divulgar um "tutorial" explicando como copiar o conteúdo do DVD para um pendrive e fazer a instalação a partir de lá. "Mas não é tão fácil", comentou.
Felizmente, a Microsoft decidiu simplificar as coisas. O Windows 7 USB/DVD Download Tool (por enquanto disponível apenas em inglês pelo site tinyurl.com/yz654ly) permite transferir o conteúdo de uma imagem ISO do DVD de instalação do sistema para um pendrive de 4 GB ou maior.
Entretanto, a ferramenta foi feita pensando nas versões "download" do Windows 7, comercializadas apenas no exterior, e não permite transferir diretamente o conteúdo de um DVD original para o pendrive. Mas não vemos motivo para ela não funcionar: basta, antes, o usuário criar uma imagem ISO de seu DVD usando um utilitário gratuito como o ImgBurn (www.imgburn.com).
Lembramos que a ferramenta da Microsoft copia apenas os arquivos do DVD para o pendrive, e você ainda precisará da chave de ativação (inclusa com o DVD original) para instalar o sistema.
Quem não tem medo da linha de comando tem alternativas, como o tutorial disponível pelo atalho tinyurl.com/yf3n7bs. Outra opção é o utilitário A bootable USB (em tinyurl.com/lo9dhl), gratuito. Uol Tecnologia

De olho na bateria do notebook


Por Eric Costa
Freeware avalia os ajustes de energia do sistema, prevê a duração da carga e cuida da manutenção
Cansado das estimativas pouco confiáveis para a duração da bateria de seu notebook? Então peça ajuda ao freeware BatteryCare Basta rodar o programa ao ligar o notebook. Ele faz a coleta de dados e prevê a duração da carga da bateria. Para isso, leva em conta o ajuste de energia do sistema operacional. O programa também avisa quando é necessário fazer um ciclo completo de carga e descarga para aumentar a vida útil do componente.

O MacBook de 13″ é o notebook do ano?


por Leonardo Martins-Info Online
Na disputa pelo troféu de melhor notebook do ano no Prêmio INFO, a disputa é só de gigantes. De um lado, a LG. Do outro, a Sony. E para completar, a Apple e seu MacBook.
Começando pela LG, seu notebook P310 pode ser confundido com um netbook, caso você pegue-o na mão de olhos fechados. Com tela de 13,3 polegadas, ele pesa 1,6 quilo e conta com configuração robusta. Para completar, ele ganha ainda mais pontos por conta de seu teclado confortável. Uma opção de respeito.
Já o VAIO VGN-AW180AU é feito para os cinéfilos. Além da gigantesta tela de 18,4 polegadas com resolução em full HD, ele conta com drive de Blu-ray, sem deixar de lado um design muito classudo, típico da série VAIO. E espaço não é problema para ele: 1 terabyte te faz esquecer o número de downloads. Ou seja, ele não está para brincadeira.
E a terceira opção é o MacBook Aluminium de 13 polegadas, da Apple. Com um design de cair o queixo, a máquina é montada em uma única peça de alumínio, deixando-o extremamente resistente. E por dentro ele não deixa a desejar, com configuração equilibrada e sistema operacional Leopard.
A peleja é difícil e só vocês, leitores, podem resolver a situação. Para os assinantes da INFO, basta acessar o site www.premioinfo.com.br e votar tanto nessa como em dezenas de outras categorias. E se você comprou a edição 284 na banca, preencha o formulário e envie para nós.

Vídeo do Adamo XPS mostra sua magreza (Atualizado com configuração)


por Leonardo Martins - Info Online
A Dell continua fazendo mistério sobre seu notebook ultrafino, o Adamo XPS. Mas aos poucos, vídeos e fotos vazam na web com mais informações.
Agora foi a vez do pessoal do site Zive Computer divulgar informações do magrelo da Dell. Uma bela sequência de fotos e comparativos com outros notebooks e celulares revela bem quão fino ele é. Há também um vídeo, mostrando como funciona seu apoio de teclado e toda sua classe.
Segundo eles, por conta de sua espessura, o número de conexões do Adamo XPS é muito limitado. O problema é que ninguém quer revelar o que o notebook tem por dentro. Não adianta esse design maravilhoso se a máquina não agradar na hora do uso, não é?
Então continuamos aguardando a Dell matar a curiosidade do mundo. Enquanto isso, dá para assistir o vídeo e ver mais um monte de fotos do Adamo XPS no site da Zive Computer.
Atualização: As especificações do Adamo XPS vazaram na web, mas a Dell não confirma. Mesmo assim, parece que o notebook terá um processador Intel ULV com clock entre 1,4 e 1,9 GHz, 4 GB de memória RAM em DDR3, tela de 13,4 polegadas com placa traseira de LED e um SSD de 128 ou 180 GB. Segundo relatos, ele teria marcado 3,3 pontos no teste de experiência de uso do Windows 7, um número não tão respeitoso assim. Mas esperamos as confirmações da Dell, que não cansa de fazer mistério.

Dicas para explorar seu pen drive


Por Maria Isabel Moreira - Info Online
Dispositivo pode rodar sistema operacional, abrigar backup, carregar a Wikipedia e ajudar em caso de pane
Andres Oliveira

Item indispensável na mochila ou na bolsa de qualquer usuário de computador, o pen drive serve para muito mais do que carregar arquivos e programas de um computador para outro. Pen drives podem ser usados como dispositivo de segurança, como ajuda na recuperação de desastres, como disco de backup e muito mais. Confira uma seleção de 11 dicas de como usar melhor o drive USB.
Sistema operacional
Se você tem um netbook, experimentou e gostou do Windows 7, mas não conta com um drive de DVD externo pode usar um pen drive para instalar o novo sistema operacional no seu equipamento. Prefere Linux? Não tem problema. Confira o tutorial para rodar o Ubuntu diretamente do pen drive.
Segurança
Para evitar que pessoas leiam arquivos confidenciais caso encontrem seu drive USB por aí, a dica é usar um recurso de criptografia para proteger pastas da vista dos xeretas. O pen drive também pode ser usado como uma chave mestra para ligar o computador em combinação com um programa de criptografia. Quem tem empresa e não quer que dados saiam de seus domínios pode travar a gravação de informações em pen drives.
Unidade de backup
Se você trabalha nos mesmos arquivos em dois computadores ou gostaria de fazer backup de uma pasta importante seu pen drive pode dar uma ajuda. Basta usá-lo como dispositivo de backup em parceria com o programinha SyncToy, da Microsoft.
Recuperação de panes
O pen drive também pode dar a maior força em caso de panes no sistema. Os mais prevenidos podem incluir no dispositivo um kit de primeiros socorros com programas essenciais para usar nessas horas. O dispositivo USB pode ainda funcionar como disco de boot para seu Windows XP que está tão baleado que não consegue nem carregar.
Programas à mão
Outra dica é montar um pacote de atualizações de todos os programas importantes no dia a dia para poder usá-los em qualquer PC sem ter de fazer downloads e instalações. Quem usa muito o Skype também pode executar o programa direto do pen drive, apesar de ele não ter uma versão pronta para rodar de qualquer lugar. Consulta muito a Wikipedia? Veja como copiar a enciclopédia para seu dispositivo e fazer pesquisas mesmo quando está offline.

Mercado de netbooks é desafio para o Windows 7

Queda nas vendas do Office chama a atenção da empresa para o mercado de ultraportáteis.
Por Eric Lai, do Computerworld/EUA
O movimento crescente de venda de netbooks e a queda na comercialização da suíte de produtividade Office para o consumidor final abalaram a previsao dos resultados financeiros da Microsoft para 2010. Alguns especialistas acreditam que essa tendência vá continar, mesmo com o anúncio de que o Windows 7 é amigável para netbooks e de uma versão online gratuita do Office para consumidores finais.
Recentemente, o gerente geral de relações para investimentos da Microsoft, Bill Koefoed, disse que os netbooks representaram 12% das máquinas com Windows no primeiro trimestre de 2009. Além disso, para o diretor financeiro da empresa, Chris Liddell, as vendas desses portáteis tendem a crescer mais rápido do que outras plataformas.
Como o Vista exige grande capacidade de processamento e ocupa muito espaço no disco, uma grande parcela dos netbooks vendida roda o Windows XP. A Microsoft recebe cerca de 15 dólares para cópia do XP vendida pelos fabricantes de PC (OEM), contra 50 dólares a 60 dólares para cada cópia do Vista e do Windows 7 vendida aos mesmos fabricantes.
No ano, as vendas em OEM caíram 6%, embora a Microsoft diga ter vendido um número recorde (não especificado) de licenças do Windows neste último trimestre - o Windows 7 começou a ser entregue aos fabricantes a partir de julho. A receita proveniente do sistema operacional, de 4,09 bilhões de dólares no último trimestre, caiu 4% em relação ao mesmo período do ano passado.
A Microsoft tenta convencer os fabricantes de netbooks a substituirem o sistema operacional instalado nesses portáteis pelo Windows 7, mais especificamente para versão Starter, mais limitada. Só que o Windows 7 Starter custa o dobro do Windows XP para os fabricantes, segundo avaliação do analista da Directions on Microsoft, Rob Helm, o que pode tornar inviável tal substituição e grande parte dos fabricantes em OEMs não irá substituir o XP até que a Microsoft encerre sua distribuição, em 2010.
Enquanto isso, a receita da divisão Business da Microsoft caiu 11% em um ano, para 4,4 bilhões de dólares, sendo arrastada por um declínio de 34% nas vendas aos consumidores no último ano. Isso significa uma queda anual de 30% já no trimestre passado. As vendas aos consumidores representam um quarto da receita total da Microsoft, a maior parte dela proveniente do Office.
A Microsoft manteve as vendas da suíte de aplicativos através de promoções para estudantes, militares e aposentados. Mas as fortes vendas de netbooks, que geralmente não suportam rodar o pacote Office completo, impactaram os ideais da empresa.
Os lucros provenientes da venda ao consumidor final podem continuar caindo, já que a Microsoft prepara o lançamento do gratuito Office Web, tanto para o usuário final quanto para o corporativo.
Concorrendo com o também gratuito Google Docs, o Office Web não terá todas as funções do Office 2010. A empresa planeja inserir anúncios dentro do Office Web, para atrair os consumidores ao upgrade do Office 2010. Mas Helm acredita que essa estratégia atingirá apenas os usuários corporativos.
“Muitas das novas capacidades do Office 2010 dependem do uso de um Servidor SharePoint pelas empresas”, afirma o analista. “Para os usuários finais e pequenas empresas, o Office 2010 será mais difícil de vender, pois parece muito com um Office 2007 mal acabado”, completa.
A Microsoft não informou como pretende conquistar de novo esses consumidores do Office. Liddell disse não esperar que a Microsoft recupere suas vendas até o segundo trimestre do ano que vem, embora acredite que 2010 possa representar vendas melhores visto que parte das empresas podem migrar para o Office 2010 já no ano que vem.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

BenQ lança miniprojetor de 640g


Da Redação Revista Stuff
Dispositivo permite reproduzir vídeos diretamente de um pendrive
A BenQ lança este mês um projetor ideal para montar uma sala de cinema express. Trata-se do ultra-compacto (136x54x120mm) projetor Joybee GP1.
Com apenas 640g, o Joybee permite a reprodução de vídeos diretamente de um pendrive -basta espetá-lo na porta USB. Ele projeta em telas de 15" até 80". A emissão de ruídos é de 28dB, o brilho de 100 ANSI Lumens e o contraste 2 000:1.
De acordo com a fabricante, a tecnologia LED da lâmpada oferece mais de 20.000hs de vida útil, contra 3000h a 4000h das convencionais.
O aparelho vem com um controle remoto que permite alternar a conexão com consoles para videogame, câmera digital, DVD, HDTV, câmeras de vídeo e TV.
O Joybee mini projetor GP1 custa a partir de R$ 2.499, em lojas de informática. O produto deve estar disponível ainda este mês.

Cadê os leitores de e-book nacionais?


Os EUA geralmente recebem novidades tecnológicas primeiro (assim como o Japão). Com os leitores de e-books, não foi diferente: Sony E-Reader, Amazon Kindle, agora o Nook da Barnes & Noble e os e-readers que estão por vir. O Brasil só está entrando nessa festa agora, com o Kindle 2 sendo vendido internacionalmente a partir desta semana mas custando muito caro e com livros na maioria em inglês. É uma boa oportunidade para a concorrência brasileira mostrar que faz melhor. Mas cadê a concorrência?
Preparando-se e adaptando-se. A Braview anunciou em junho que iria vender seu e-reader nacional (na verdade importado de Taiwan e finalizado aqui) de 200 dólares a partir de setembro. O que aconteceu?
A diretoria da empresa informou que adiou o lançamento, sem previsão para nova data, "devido à mudança desse mercado e a entrada de novos concorrentes". Para a Braview, com isso, "o modelo inicial não é mais interessante e estamos readaptando o projeto pra enfrentar uma nova realidade".
O que é uma ótima notícia. Eu experimentei o E-Book Reader da Braview e não gostei: visual xing-ling, design ruim, e sem coisas básicas como marcador de páginas ou capacidade de anotações. Aparentemente, ele vai mesmo comer feijão com arroz antes de chegar ao mercado.
Outro potencial concorrente para o Kindle é o Mix Leitor D, criado pela pernambucana Mix Tecnologia em parceria com a Carpe Diem Edições e Produções um e-reader 100% nacional. Ele terá tela e-ink de 6 polegadas, teclado físico e conexão 3G e Wi-Fi com navegador Web, além de Bluetooth para compartilhar conteúdo não só livros, como anotações e marcadores de página. O aparelho ainda suportará nativamente PDF, arquivos do Word e tocará MP3.
O Mix Leitor D virá em duas versões: o modelo Premium, além das especificações acima, terá modem 3G interno (a versão básica precisa de modem 3G externo), luz interna de leitura e tela sensível a toque. O preço estimado é de R$650 para a versão básica e R$1.100 para a versão completa, enquanto o Kindle custa cerca de R$1.000 no Brasil. Este parece mais preparado para concorrer com o Kindle, mas só chega em junho de 2010. Publicado por GIZMODO

e-Reader eDGe, da enTourage, tem jeito de netbook


por Talita Abrantes
Mais bonitinho que o e-Reader Alex, apresentado ontem, o eDGe, da enTourage, também vem com duas telas. Só que sem perder o charme típico dos netbooks.
São duas telas. Uma delas, para o e-paper em si, tem 9,7 polegadas. A outra tem 10,1 polegadas e resolução de 1024 por 600 pixels. Além de ser sensível ao toque, o aparelho roda o sistema operacional Android, do Google, exatamente como seu concorrente Alex.
A interação entre as duas é bastante interessante. Na demonstração no site do fabricante é possível aprender como enviar e-mails, acessar o teclado virtual QWERTY e até fazer desenhos à mão no e-paper.
O eDGe vem equipado com memória interna de 3 GB, Bluetooth, interface para cartão SD, duas portas USB e suporte para conexões EVDO/HSDPA.
O eDGe já está disponível para pré-venda com preços de 490 e 530 dólares. Mas, ele chega ao mercado apenas em fevereiro do ano que vem.

Windows 7 vai impulsionar netbooks, diz IDC

SÃO PAULO – A estreia do Windows 7, dia 22 de outubro, deve aumentar a confusão que usuários fazem entre netbooks e notebooks.
A previsão é do IDC. O instituto prevê que o novo sistema operacional da Microsoft vai aproximar, em desempenho, computadores pequenos e leves como os netbooks com máquinas mais complexas, como os notebooks.
De acordo com o IDC, uma boa parte dos consumidores já faz confusão entre um net e um notebook. O peso do Windows Vista, no entanto, acaba forçando essa separação, uma vez que para rodar o Vista é preciso um hardware mais poderoso.
A expectativa da consultoria é que os fabricantes de PCs usem as versões mais leves do Windows 7 para equipar netbooks, de forma que estes dispositivos tenham praticamente as mesmas funcionalidades de um notebook.
Para netbooks, a Microsoft desenhou o Seven Starter, versão que exige menos memória e desempenho de hardware. Esta versão não será vendida para usuários finais, mas apenas distribuída para fabricantes embarcarem em máquinas baratas.
No Brasil, haverá também a versão Windows 7 Home Basic, com menos recursos que a Home Premium. Esta opção (Basic ou Premium) existirá apenas nos países chamados “emergentes”, já que nos mercados mais desenvolvidos, como os Estados Unidos, a decisão da Microsoft é vender apenas licenças Home Premium para usuários finais. Felipe Zmoginski, de INFO Online

5 razões para migrar (ou não) para Windows 7


por Mauricio Grego
O Windows 7 chega às lojas nesta quinta-feira. Conheça cinco razões para adotar o novo sistema operacional e cinco para ficar longe dele.
Cinco razões para migrar
1. A interface é melhor
Há muitos melhoramentos na interface gráfica do sistema. Um exemplo: como no Vista, ao pressionar Alt + Tab, são exibidas miniaturas dos aplicativos. No entanto, no Windows 7, posicionando o mouse sobre uma delas, a tela é mostrada em tamanho natural. Outra novidade: com o mouse, basta arrastar uma janela para um dos lados para que ela assuma o tamanho equivalente a metade da tela. Mas o melhor mesmo são os novos atalhos de teclado, como Windows + seta abaixo para minimizar a janela.
2. É mais rápido
Os testes do INFOLAB apontaram que, em média, o Windows 7 é 14% mais veloz que o Vista e tem desempenho próximo ao do XP. O Windows 7 é mais veloz que o Vista em operações que envolvem música, imagens, comunicações e filmes. Perde por pouco em jogos e em aplicativos para escritórios.
3. Configurar a rede é fácil
A configuração de uma rede doméstica é mais simples no Windows 7. O sistema oferece a opção de colocar o micro num grupo de trabalho pré-configurado, o HomeGroup. Se esse grupo ainda não existir na rede, ele é criado. Qualquer usuário da máquina passa, então, a ter acesso imediato aos recursos da rede.
4. As bibliotecas ajudam
Quase ninguém usa o recurso de pastas virtuais no Vista. Mas a nova versão, chamada biblioteca, é muito melhor. Ela facilita, por exemplo, o compartilhamento de arquivos na rede. No Windows 7, basta compartilhar uma biblioteca para que os arquivos listados nela tornem-se disponíveis para outros usuários. E esses arquivos não precisam estar na mesma pasta física.
5. A segurança é sensata
Aqueles avisos de segurança chatos do Windows Vista se reduziram bastante no Windows 7. E um novo ajuste permite suprimi-los quase totalmente apenas arrastando um controle com o mouse. Ficaram os recursos que realmente contribuem para a segurança do computador.
Cinco razões para não migrar
1. O netbook fica mais lento
O INFOLAB verificou que um netbook com 1 GB de memória fica, em média, 11% mais lento com Windows 7 que com XP. Aumentando a memória para 2 GB, a diferença diminui para 9%, ainda a favor do XP. Ou seja, o Windows 7 moderniza o netbook, mas piora o desempenho dele.
2. A partida demora mais
O Windows 7 é rápido ao reativar o micro quando ele está dormindo. Também consegue desligar a máquina em metade do tempo gasto pelo Vista. No entanto, a partida no PC quando ele é ligado foi, em testes do INFOLAB, 17% mais demorada com Windows 7 que com o Vista.
3. Nem tudo é compatível
Se o micro tem algum item de hardware não compatível com o Vista, é quase certo que ele também não vá funcionar com Windows 7. O modo XP, presente nas edições Professional e Ultimate do Windows 7, resolve problemas de compatibilidade com aplicativos. Mas não soluciona todas as falhas que envolvem hardware.
4. A migração pode ser trabalhosa
Quando o micro roda o Vista, é possível migrar para uma edição equivalente ou mais completa do Windows 7 sem reinstalar aplicativos. Mas há muitas situações em que isso não é possível. Alguns exemplos são quando o sistema atual é o XP, quando se muda de 32 para 64 bits e quando se passa do Vista Business para uma das edições Home. Nesses casos, é preciso fazer backup dos arquivos pessoais, formatar o disco e reinstalar tudo do zero, um processo trabalhoso e demorado.
5. O software é caro
Imagine alguém que, dois anos atrás, comprou um micro com Vista Home Premium por 1 500 reais. Esse micro vale, hoje, menos de mil reais. Considerando o preço sugerido pela Microsoft, migrar para o Windows 7 Home Premium custa 399 reais, 40% do valor do micro. Dependendo do usuário e do computador, pode não valer a pena.

ATnotes cola recados no seu desktop - dica Info Online


Seu monitor é daqueles que não têm mais espaço para lembretes colados nas bordas? Então está na hora de usar um programa de anotações para organizar suas tarefas. Uma boa solução é o freeware ATNotes, um programa com menos de 1 MB de tamanho.

Depois de instalar o programa, dê um duplo-clique no ícone em forma de bilhete que fica na bandeja do Windows. Surge no desktop uma caixa amarela, pronta para digitação. Escreva a nota e clique fora da caixa para completar o lembrete. Depois, você pode clicar sobre ele e arrastar o mouse para mover o recado ou clicar com o botão direito sobre o bilhete para mudar atributos, como cor de fundo e tipo de fonte. Simples assim. Postado por - Fabiano Candido

Baixe o ATnotes no Downloads INFO. http://info.abril.com.br/downloads/atnotes

domingo, 18 de outubro de 2009

Sony lançará notebook de 11 polegadas mais leve do mundo

da Folha Online
A multinacional japonesa Sony lançará neste mês uma linha de computadores portáteis de 11,1 polegadas com 655 gramas de peso, os mais leves do mundo com essas características, informou nesta sexta-feira o jornal "Nikkei".
A denominada "Série X" da linha Vaio chegará ao mercado japonês no próximo dia 22, mesmo dia em que ocorrerá o lançamento mundial do Windows 7, o sistema operacional desenhado para substituir o Windows Vista e que será o utilizado por estes modelos, informou a porta-voz da companhia.
Com apenas 14 milímetros de espessura, a nova série tem uma autonomia de bateria standard de dez horas e a opção de uma mais potente de até 20 horas.
Segundo a porta-voz, está prevista que esta linha chegue ao mercado japonês com um preço de 110 mil a 130 mil ienes (entre 840 e 990 euros). A previsão de chegada na Europa e na América Latina é antes do fim do ano.
Com este lançamento, a gigante japonesa procura revitalizar o mercado dos computadores, desacelerado em razão da recessão global.
Entre abril e junho deste ano, primeiro trimestre do ano fiscal japonês, a Sony registrou perdas de 37,1 bilhões de ienes (282 milhões de euros), com uma queda de suas vendas em 19,2% frente ao mesmo período de 2008.

Amazon oferece versão do Kindle para o Brasil

da Folha Online
A Amazon introduziu uma versão do leitor eletrônico Kindle no mercado além dos Estados Unidos, em uma manobra que ambiciona refrear o crescimento da competição de outros e-readers.
Desta forma, os downloads do Kindle poderão ser feitos no Brasil, segundo comunicado da companhia. A compra do dispositivo, entretanto, é feita apenas pelo site da companhia, cujo endereço é www.amazon.com. Além do Brasil, outros cem países terão acesso ao aparelho. A empresa também cortou o preço do seu leitor eletrônico Kindle em US$ 40. Já é possível reservar o aparelho no site da empresa.
As informações foram publicadas no site da companhia, e pelo diário econômico norte-americano "The Wall Street Journal" nesta quarta-feira (7).
O movimento derruba o preço do Kindle com display de 6 polegadas para US$ 259 --mas ainda o coloca US$ 60 mais caro que o e-reader da Sony, rival da Amazon neste mercado emergente.
As versões anteriores do Kindle estavam disponíveis apenas nas lojas norte-americanas da Amazon, e apenas com a capacidade de baixar livros dentro dos Estados Unidos. A nova versão "globalizada" do produto, cujo nome é U.S. & Internacional, vem a US$ 279 e estará disponível no dia 19 de outubro. O download de livros poderá ser feito em mais de cem países.
"Por anos, enviamos livros em língua inglesa de lojas dos EUA para consumidores no mundo todo", disse Steve Kessel, vice-presidente da Amazon. "Agora, a Amazon está capacitada para oferecer o mesmo serviço com livros digitais."
Há, entretanto, algumas limitações: a maioria dos títulos vendidos aos leitores internacionais estarão disponíveis em língua inglesa. Outra se refere ao fato de que os consumidores internacionais podem apenas escolher entre um acervo de 200 mil e-books --em oposição aos 355 mil disponíveis aos consumidores dos Estados Unidos.
O serviço de conexão wireless para a versão "globalizada" do Kindle também será oferecido pela AT&T, responsável pelas conexões de celulares nos EUA.
Cerca de 3 milhões de e-readers foram vendidos nos Estados Unidos em 2009. A Amazon é a líder absoluta do segmento: 60% dessas vendas foram do seu aparelho, enquanto a Sony conquistou 35% do mercado.

Na mão: Positivo Platinum quer ser Mac

por Talita Abrantes
Garbosamente, o novo portfólio de produtos da Positivo “personificou-se” no INFOLAB. Ficamos boquiabertos. Dessa vez, a nossa conterrânea caprichou no design e nas configurações. O notebook Platinum (foto acima) resume um pouco esse novo espírito da Positivo.
Ao olhar para ele não dá para negar a “invejinha” dos Macbooks. O Platinum tem apenas 2,2 centímetros de espessura e segue religiosamente as curvas preconizadas pela Apple. O resultado é agradável aos olhos. E aos dedos também. Ultra confortável digitar no teclado espaçoso. A tampa emborrachada em azul complementa as pretensões despojadas do bonitão.
A carcaça do Platinum também não faz feio. O processador é um Intel Core 2 Solo ULV SU3500, de 1,4 GHz, o disco rígido tem 120 GB e a memória RAM possui 3 GB. Ele tem tela widescreen de 13,3 polegadas, webcam de 1,3 MP e, como era de se esperar, Windows 7 Premium.
Bluetooth, 3G e Wi-Fi encabeçam o pacote de conectividade. O Platinum tem HDMI e um replicador de portas. Ele chega ao mercado brasileiro em 22 de outubro pelo preço de 3 799 reais.

Netbook fica mais lento com Windows 7

por Mauricio Grego
Testes do INFOLAB mostram que o Windows 7 roda sem problemas em netbooks, mas é mais lento do que o XP.

Há alguns dias, fiz alguns comentários neste blog sobre o desempenho do Windows 7 nos testes do INFOLAB. Além de avaliar o sistema operacional em micros de mesa e notebooks, também testamos o Windows 7 em alguns netbooks. Como poucos netbooks foram vendidos com o Vista, fizemos principalmente comparações entre o Windows 7 e o XP, presente na maioria desses micros. Embora a experiência prática de usar o Windows 7 no netbook seja razoavelmente boa, os resultados dos testes mostraram que a velocidade é, em muitas situações, mais baixa com o novo sistema do que com o velho XP.

O netbook em que rodamos a série de testes mais completa foi um EeePC 1101HA, da Asus, com processador Atom N280, de 1,6 GHz, e 1 GB de memória. Esse micro levou 2 minutos e 36 segundos para redimensionar um lote de imagens com o aplicativo IrfanView no Windows 7. Com Windows XP, a tarefa foi completada 16 segundos antes. Mesmo aumentando a memória para 2 GB, a vantagem do XP se manteve. Já no teste de duplicação de arquivos, como já havia acontecido nos micros de mesa que testamos, o Windows 7 ganhou fácil. Tanto com 1 GB como com 2 GB de memória, a duplicação de uma pasta com 151 MB foi completada na metade do tempo no Windows 7.

No teste de autonomia com bateria, houve empate técnico. Em uso intenso, a carga da bateria durou 5 horas e 29 minutos com o XP. Com o Windows 7, durou 3 minutos a menos, uma diferença de menos de 1%. Mas vale a ressalva de que a Asus não havia, ainda, liberado drivers para gerenciamento de energia no Windows 7. Quando esses drivers vierem, é possível que a autonomia melhore um pouco.

Um fato positivo é que não observamos nenhuma incompatibilidade. Foi possível usar o Windows 7 Ultimate no netbook mesmo com a interface gráfica Aero ativa. Isso sugere que, para quem tem um micro desse tipo, migrar para Windows 7 pode ser uma maneira viável de modernizar a máquina. Mas não recomendo isso para quem já acha seu netbook lento. A troca do XP pelo Windows 7 vai fazê-lo trabalhar ainda mais devagar, como ficou claro nos testes.

Acer faz recall de laptops Aspire

Felipe Zmoginski, de INFO Online
SÃO PAULO - A Acer anunciou um recall de centenas de unidades de seus laptops da linha Aspire produzidos antes de 15 de setembro deste ano.
O recall afeta apenas cinco lotes de computadores portáteis e donos de máquinas Acer Aspire devem checar se seu PC tem a marca dos seguintes lotes: AS3410, AS3810T, AS3810TG, AS3810TZ e AS3810TZG.
Segundo a companhia, uma falha de fabricação faz estes computadores apresentarem “risco de superaquecimento”.
O erro é percebido num cabo de microfone no laptop que, com o tempo, pode desgastar-se e permitir um aquecimento acima de um limite seguro.
Quem tiver uma máquina afetada pelo problema, deve procurar um representante da Acer para pedir o conserto.

Acer volta a fabricar notebooks no Brasil

JULIO WIZIACK da Folha de S.Paulo
Quinze anos após sua saída do Brasil, a taiwanesa Acer volta a se instalar no país. Conhecida por seus notebooks e netbooks, a fabricante já está produzindo seus equipamentos no país e fechou um acordo de distribuição com a americana Ingram Micro, líder nesse tipo de negócio no mercado brasileiro.
Agora, seus produtos poderão desfrutar dos benefícios fiscais concedidos aos demais concorrentes no Brasil e estarão presentes nos principais varejistas. Ao todo são 10 mil revendas associadas à Ingram Micro. Os pedidos já podem ser feitos e os produtos são os mesmos disponíveis no exterior.
O responsável pela empresa no país é o gerente-geral da Acer nos EUA, Mark Hill. Por enquanto, ele deve acumular funções até que a operação esteja devidamente consolidada.
O executivo Drew Goldman também está à frente da operação brasileira. A Folha tentou entrevistá-los, mas eles não responderam até o fechamento desta edição.
Fundada em 1976, a Acer se consolidou no mercado mundial ao adquirir a concorrente americana Gateway por US$ 710 milhões, em 2007. O negócio foi uma jogada estratégica porque a Gateway tinha preferência de compra na companhia americana Packard Bell, caso ela estivesse à venda. Naquele mesmo ano, a chinesa Lenovo fez uma proposta.
Resultado: por ter comprado a Gateway, a Acer acabou adquirindo 75% da Packard Bell e ultrapassou a Lenovo na venda de PCs e notebooks, em 2008. Hoje ela é a terceira maior do ramo, perdendo para HP e Dell.
No Brasil, a história da Acer é cercada de lendas e curiosidades. Uma delas é a de que a companhia teria deixado o Brasil, em meados da década de 1990, porque não conseguiu vender PCs em quantidade suficiente para receber incentivos fiscais do governo. Obrigada a pagar a diferença, ela teria decidido deixar o país. A Acer desmente essa versão e afirma que saiu do Brasil por motivos operacionais.
Desde sua saída, ela passou a atuar no país por meio de distribuidores regionais, que passaram a vender notebooks e netbooks importados. Em pouco tempo, a Acer despontou entre os líderes desse ramo.
No segundo trimestre de 2009, sua participação chegou a 8,3%, aproximando-se da HP, que possui fábrica e uma estrutura comercial de grande porte. Hoje a Acer possui apenas cinco distribuidores.
A Folha apurou que a entrada ilegal dos equipamentos da Acer no Brasil é o que explica esse resultado. Nos últimos anos, a Acer ganhou mercado porque revendedores no Paraguai importavam seus notebooks, que, depois, eram trazidos ao Brasil sem pagar os devidos impostos. Essa prática resultou em preços até 35% menores que os mais baixos do mercado. Com a política do governo Lula de redução de impostos sobre produtos de informática e a crescente oferta de crédito no país pelo varejo e por distribuidores, os computadores trazidos do Paraguai perderam competitividade.
"Mesmo em endereços conhecidos pela venda de artigos de origem duvidosa, já não se encontram produtos mais baratos que os das redes varejistas," diz José Martim Juacida, analista do IDC (International Data Corporation). "Produzir aqui ficou mais interessante."
Em parte, é isso o que explica a chegada da Acer ao Brasil. "Posso garantir que eles têm um plano sério, e não entraríamos nesse negócio se fosse diferente", diz Marcelo Medeiros, presidente da Ingram Micro no Brasil. Segundo Medeiros, o objetivo da Acer é conseguir ampliar seu volume de vendas, atingindo as principais redes varejistas do país.
Outro motivo é o próprio crescimento da economia brasileira e as perspectivas de venda de notebooks e netbooks. "Todos estudam vir para o Brasil", diz Ivair Rodrigues, da IT Data. Estima-se que em cinco anos, no máximo, eles ultrapassarão os PCs. Sinal desse vigor, a chinesa Lenovo tentou adquirir a líder nacional Positivo no final do ano passado.

Acer ultrapassa Dell e vendas de PCs crescem

SAN FRANCISCO - A Acer, de Taiwan, ultrapassou a Dell e se tornou a segunda maior fabricante mundial de computadores no terceiro trimestre, enquanto as vendas mundiais do setor se provaram surpreendentemente fortes, alimentando as esperanças de que a demanda esteja se recuperando.
As vendas mundiais de computadores pessoais cresceram em 2,3 por cento no terceiro trimestre, para 78,1 milhões de unidades, enquanto o setor continuava sua gradual recuperação, com todas as regiões, exceto o Japão, atingindo ou superando as expectativas de vendas, de acordo com o grupo de pesquisa IDC.
A IDC havia previsto uma queda de 2,9 por cento no volume.
Os analistas afirmam que a política de preços agressiva adotada pela Acer e pela maior fabricante mundial de computadores, a Hewlett-Packard, e a boa demanda dos consumidores ajudaram as duas empresas a conquistar mercado, enquanto a Dell, dependente da demanda empresarial, continuou a cair no ranking mundial.
As vendas da HP cresceram em 9,3 por cento, segundo a IDC, e elevaram sua participação no setor a 20,2 por cento. A HP ultrapassou a Dell e passou a liderar o mercado em 2006, e vem ampliando sua participação durante toda a crise.
A Acer se beneficiou da popularidade dos netbooks, laptops baratos e sem luxos cuja função básica é navegar na Web. O grupo manteve sua ascensão meteórica, com alta de 25,6 por cento nas vendas, o que o conduziu ao segundo lugar com fatia de mercado de 14 por cento.
A Acer, fundada nos anos 1980 por Stan Shih, um empresário de Taiwan, começou a operar como fornecedora de componentes eletrônicos e cimentou sua entrada no segmento de computadores ao adquirir a divisão de computadores portáteis da Texas Instrumentos, no final dos anos 90.
Nos últimos anos, a Acer adquiriu as fabricantes de computadores Gateway e Packard-Bell, expandindo dramaticamente sua presença no mercado dos Estados Unidos e reduzindo a distância que a separa da HP e da Dell.

Caderno, livro e Notebook

Maurício Moraes, da INFO
SÃO PAULO - Como a tecnologia está mudando o jeito de aprender dentro (e fora) das salas de aula.
Começa mais uma aula no laboratório de biologia do Colégio Bandeirantes, em São Paulo. Estudantes do ensino médio observam lâminas com pedaços de pele em microscópios digitais conectados a laptops. A professora fala sobre as estruturas celulares que são exibidas em um telão. Dá zoom nos pontos que pretende destacar e pede para os alunos mudarem de lente para observar mais detalhes. É com os computadores que cada grupo grava as imagens do microscópio para poder estudar melhor depois. Dos notebooks na sala de aula aos microscópios superavançados, a tecnologia está cada vez mais presente nas escolas brasileiras, particulares ou públicas. E não é apenas porque as instituições querem tornar as aulas mais high-tech: a demanda também parte dos próprios alunos, uma geração cada vez mais multitarefa. No Bandeirantes, por exemplo, antes de os novos aparelhos serem adquiridos para os laboratórios, os alunos já tomavam a iniciativa de bater fotos ou gravar vídeos daquilo que viam — em seus celulares, claro. Tanto professores como alunos vivem um momento de transição. Os recursos digitais disponíveis hoje ainda não foram totalmente explorados e há um mundo de possibilidades. Aos poucos, as experiências se multiplicam por todo o país. “Existe um potencial gigantesco e há muito mais benefícios do que riscos”, diz Roseli de Deus Lopes, professora do Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e especialista no uso de tecnologia aplicada à educação.
Como um dos principais papéis da escola é o de ensinar a pensar, quanto maior o número de ferramentas disponíveis, melhor pode ser o estímulo. “Quando usam a tecnologia, eles vão longe”, diz Roseli. Ela cita como exemplo o projeto de um grupo de estudantes do Centro Educacional Sigma, de Brasília, premiado na 4ª Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace). Com a ajuda de um site de uma universidade portuguesa, os adolescentes desenvolveram um modelo de trem de levitação magnética.
Uma das tendências que começam a ganhar força nos colégios é a distribuição de um computador para cada estudante. Os netbooks são uma escolha frequente, mas nem sempre é essa a regra. Cada um dos cerca de 200 alunos do ensino médio do D’Incao Instituto de Ensino, em Bauru, carrega um MacBook na mochila. Os laptops, que podem ser levados para casa, serão dos adolescentes quando eles se formarem. Para isso, os pais pagam à escola uma taxa de manutenção mensal. “Usar Mac saiu caro no início”, diz Pedro D’Incao, diretor pedagógico do colégio. “Mas foi a solução mais econômica. Não temos problemas com vírus e a manutenção é baixíssima.”

Vendas globais de netbooks crescem 264%

da Folha de S.Paulo
A receita com as vendas globais de netbooks cresceu para US$ 3 bilhões no segundo trimestre de 2009.
Isso representa um aumento de 264% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo a DisplaySearch.
Os pequenos laptops hoje representam 11,7% do mercado de computadores portáteis, segundo a empresa.
Já os notebooks tradicionais registraram uma queda de receita de 14% --de US$ 27 bilhões para US$ 23,2 bilhões-- em relação ao segundo trimestre do ano passado.

Booklet 3G da Nokia custará US$ 300 nos EUA

da Efe, em Nova York
A empresa finlandesa Nokia, o maior fabricante mundial de telefones celulares, anunciou hoje que o Booklet 3G, o primeiro minilaptop que lançará nos Estados Unidos, poderá ser comprado por US$ 300 a partir da semana que vem.
O Booklet 3G, que pesa apenas 1,25 kg e tem o novo sistema operacional da Microsoft, o Windows 7, poderá se comprado a partir de 22 de outubro nas lojas Best Buy. Os aparelhos, entretanto, só estarão disponíveis em meados de novembro.
No preço do novo aparelho, com o qual a firma finlandesa pretende entrar no mercado dos computadores pessoais, está incluído um contrato de dois anos com a companhia de telecomunicações AT&T, que oferece conexão sem fio à internet nos Estados Unidos.
"Combinando o elegante desenho do Booklet, suas impressionantes características e um preço competitivo com o novo sistema operacional da Microsoft, a rede 3G da AT&T e a marca sem igual da Best Buy, apresentamos uma combinação ganhadora aos consumidores americanos", disse o presidente e diretor-executivo da Nokia, Olli-Pekka Kallasvuo, em comunicado.
O Booklet 3G possui espessura de pouco mais de dois centímetros, e conta também com uma bateria de longa duração (até 12 horas), revestimento de alumínio e várias entradas, como o leitor de cartões SD e uma saída HDMI de vídeo de alta definição.
Além disso, inclui câmara web, Bluetooth integrado e tela de alta definição de dez polegadas, e integra os serviços da Ovi, loja virtual, na qual a Nokia vende música, jogos e mapas para telefones celulares, entre outros aplicativos.
"Ficamos entusiasmados com a decisão da Nokia de lançar seu primeiro computador pessoal com o Windows 7. Graças à simplicidade do sistema e à mobilidade oferecidas pelo Nokia Booklet 3G, podemos oferecer novas e valiosas experiências a nossos clientes", disse o diretor-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, em comunicado.
Segundo a Nokia, o Booklet 3G oferecerá a oportunidade a seus usuários de estarem conectados "praticamente a qualquer momento e em qualquer lugar". Folha Online

Tablet Samsung: do PC para o TV sem complicar

Primeiro foi a Toshiba, que inovou ao exibir na Europa o Touch Journe, um tablet com tela de 7” capaz de reproduzir conteúdo do PC, acessar redes sociais e se integrar a outros equipamentos. Agora, a Samsung também aderiu ao conceito com o LED Couple, uma combinação de TV e tablet.
Pela tela touchscreen de 7” do produto, o usuário consegue interagir com o TV e até com o computador. Para melhor exercer suas funções, o tablet se comunica via WiFi com outros equipamentos. O pequeno painel oferece o guia de programação das emissoras e pode exibir imagens dos programas de TV, além de acessar conteúdos armazenados no computador. Dá até para transferir os arquivos para a tela do televisor.
Outro atrativo interessante é a possibilidade de transmitir TV ao vivo e imagens dos discos Blu-ray para o tablet, permitindo deslocamentos pela casa sem perder nenhuma cena do filme ou gol do seu time. A empresa não disse quando o produto será lançado comercialmente. Uol Tecnologia

Filtro 3M Gold acaba com festa de bisbilhoteiros


Para manter nossos arquivos protegidos de hackers, recheamos nossos computadores com os mais cabulosos programas de segurança. Mas, você já parou para pensar no quanto a pessoa que está sentada aí do seu lado tem acesso às informações confidenciais do seu computador? A 3M pensou.
E, pensando exatamente nos olhares bisbilhoteiros, desenvolveu o filtro de segurança para telas 3M Gold. Com ele, a tela do seu notebook será vista, por quem está ao seu lado, como uma estrutura brilhante reflexiva. No entanto, quando vista de frente, a tela será normal. Veja as fotos acima.
Os preços do filtro da 3M variam de 50 a 100 dólares.Uol Tecnologia

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Com foco renovado em design, laptops chegam à maturidade


da Reuters, em San Francisco
Pode se despedir do laptop "tijolo preto". A era dos computadores pessoais simples e caretas chegou oficialmente ao fim.
Com o lançamento de novos notebooks e netbooks para a temporada de festas de fim de ano, os fabricantes estão definitivamente concentrando suas atenções em máquinas bonitas, coloridas e ultrafinas, e designs atraentes se tornaram um traço dominante em uma gama de escolhas cada vez mais ampla.
A chance de que Hewlett-Packard e Dell ressaltem a textura sutil do revestimento ou o artista famoso responsável pelo design é maior que a de que se concentrem em aspectos técnicos como velocidade, os quais costumavam ser o tema principal dos fabricantes de computadores em uma disputa pela superioridade tecnológica.
Não muitos anos atrás, a maioria dos laptops representava alguma variação de uma caixa em tom cinzento ou preto, excetuadas as máquinas da Apple, que já produzia laptops com estilo nos anos 1990.
Agora, o design ganhou importância inédita no mercado de computadores pessoais, já que as máquinas se tornaram cada vez mais parecidas em termos técnicos, o que deixa poucos fatores de diferenciação de desempenho e faz do estilo uma das poucas áreas restantes em que se pode haver concorrência.
Nike
Ed Boyd, vice-presidente de design de produtos de consumo na Dell, a segunda maior fabricante de computadores pessoais, chegou à empresa cerca de dois anos atrás, vindo da Nike. Ele afirma que o mercado de computadores pessoais está passando pela mesma transformação vista no mercado de calçados esportivos.
A Nike "tomou um produto sem diferenciação, os tênis, e fez dele algo moderno, atraente e relevante", disse. "O que estamos testemunhando é a mesma transformação no mercado de computadores... e esse fenômeno está afetando tanto o mercado empresarial quanto o mercado ao consumidor."
À medida que os computadores pessoais se tornam mais leves e portáteis, consumidores e empresas vêm destacando a aparência de máquinas usadas fora de casa ou do escritório.
No início da era dos computadores pessoais, no começo da década de 1980, os primeiros PCs "portáteis" surgiram de empresas como Tandy, Osborne, NEC, Epson e outras. Muitos modelos iniciais se pareciam com uma placa bege de plástico e eram maiores que modelos desktop de hoje.
Vaio
Já no início da década de 1990, a indústria viu a Apple lançando a linha PowerBook de notebooks, que ajudou a criar um padrão de design no segmento, junto com os ThinkPads da IBM. Depois, surgiram os notebooks Vaio, da Sony, no final da década, junto com a colorida linha iBook, da Apple.
Com os componentes se tornando cada vez mais baratos e leves, os fabricantes encontraram mais espaço para explorar o lado criativo, optando por novos materiais e acabamentos e prestando mais atenção a detalhes de design que atraem o olho dos compradores.
Atualmente, fino e liso é uma das tendências mais quentes da indústria, e a categoria está mais cada vez mais competitiva com os MacBook Air, da Apple; Adamo, da Dell; e Envy, da HP.
Um comprador pode escolher entre uma série grande de cores, texturas e designs. Personalização é a palavra de ordem do dia, por exemplo, a Dell oferece mais de 200 designs de exteriores para suas máquinas.
O analista da empresa de pesquisa de mercado IDC Richard Shim afirma que o mercado começou a mudar por volta de 2005, com a queda nos preços dos PCs. "Os consumidores começaram a ganhar voz no setor e o que eles estavam dizendo era: 'Já temos bastante performance para o que precisamos fazer...mas o que queremos é uma máquina que não seja igual a de todo mundo'."

Pendrives seguros para manter seus dados protegidos


NILSON MURAYAMA | Para o UOL Tecnologia
Se você costuma carregar o pendrive com todos os documentos e programas portáteis que precisa diariamente para todos os cantos, já se assustou ao pensar em perder o "pequeno companheiro" com todas as informações lá contidas —algumas confidenciais. Por falta de tempo, ou descuido mesmo, muitas vezes esquecemos de fazer o backup desses arquivos.
Então, o que acha de ter um pendrive resistente aos bisbilhoteiros de plantão e, inclusive, a condições adversas, como água, poeira? O UOL Tecnologia testou alguns pendrives justamente com esses recursos. Foram testados os modelos Kingston DataTraveler 410, o Transcend JF220 e os Corsair Voyager GT e Survivor. Os dois primeiros prezam pela confidencialidade dos dados, enquanto que o dois últimos pela resistência do pendrive aos descuidos do dia a dia do usuário.
Dados em sigilo
O Kingston DataTraveler 410 é um pendrive com a opção de proteger os dados por senha. Nele é possível configurar uma área, que pode variar de tamanho, para ter os dados gravados só para o usuário ter acesso. O pendrive então cria duas zonas, uma pública e uma privada. Na zona pública, qualquer usuário tem acesso, é só conectar o pendrive na porta USB e usar. Na zona privada, é necessário fazer o login.
O Transcend JF220 funciona da mesma forma que o concorrente, criando duas zonas. A diferença é que a proteção inclui a função biométrica. Para acessar os dados da zona privada, é necessário que o usuário faça a leitura da sua impressão digital. O JF220 vêm ainda com opções de bloqueio de arquivos, que só são liberados com a conexão do pendrive ao computador, e criptografia de dados.
Existem alguns softwares específicos para criptografar dados ou proteger os arquivos com senha no próprio pendrive. Esses programas resolveriam o problema de arquivos confidenciais carregados em pendrives comuns.
Como manter o pendrive fisicamente intacto
Os modelos da Corsair são feitos para resistir aos usuários descuidados que podem quebrar o pendrive e perder os dados acidentalmente. O Voyager GT é um pendrive emborrachado a prova de choques e resistente a água.
Já o Survivor, é um pendrive feito em metal resistente a choques e a 200 metros de profundidade na água. São voltados para usuários que precisam manter seus dados intactos, mas não se preocupam com a fragilidade do pendrive.
Testes de leitura e gravação
Para fazer um teste prático, gravamos 2 GB de dados, incluindo músicas, documentos e imagens do PC para o computador e vice-versa. O Corsair Flash Voyager GT foi o mais rápido em leitura e gravação dos dados. Do outro lado, o Transcend JF220 foi o mais lento para gravação, levando 12 minutos e 2 segundos para copiar os 2 GB de dados. O Kingston foi o mais lento para transferir os dados do pendrive ao computador.
Os dois modelos que contam com opções de segurança dos dados utilizam softwares baseados em Windows. Isso significa que não é possível proteger os arquivos com senha ou com a impressão digital em sistemas Mac OS e Linux. Ao conectar os pendrives em Mac OS, o sistema operacional reconhece apenas as áreas públicas do pendrive, deixando oculta as áreas privadas.
O melhor dos testes
O Kingston DataTraveler 410 se saiu bem nos testes. Apesar de ele não contar com a leitura biométrica, sua proteção por senha funciona bem. Após 5 tentativas com senhas incorretas, o pendrive automaticamente desconecta do computador e precisa ser reconectado. Caso a senha seja perdida, é necessário formatar o pendrive, garantindo o sigilo dos dados. Além disso, sua carcaça metálica protege melhor que a proteção de plástico do Transcend JF220, apesar de ser menos eficiente que o Survivor e o Voyager da Corsair. Quanto a velocidade de gravação e leitura, ele é um pouco mais lento que o Corsair Flash Voyager, o melhor nesse quesito no teste.
O lanterna do comparativo
O Corsair Survivor ficou na lanterna do comparativo. Apesar de ser o mais resistente entre todos, é tão lento quanto o Transcend JF220 e não conta com nenhum tipo de proteção para dados sensíveis. Seu preço também é bem superior ao Corsair Voyager GT, que apesar de não resistir a 200 metros de profundidade na água, resiste a pequenas poças de água e acidentes comuns do dia a dia.

Eee PC 1005HA é o Highlander dos netbooks


Marco Aurélio Zanni, de INFO Online
O quase imortal Asus Eee PC 1005HA é, de longe, o minilaptop com melhor duração de bateria que já passou pelo INFOLAB, entre os modelos com tela de 10,5 polegadas. Com exatas 5 horas e 29 minutos de autonomia, ele colocou no bolso seu irmão mais velho, o modelo 1000H, detentor do antigo recorde. E deixou nada menos que 2 horas e 16 minutos de lambuja. Melhor: o netbook segue aquele design de concha do mar, tem um tecladão confortável e não custa uma fortuna: 1 299 reais.
A versão testada tinha acabamento preto brilhante (aquele que fica todo melequento, cheio de impressões digitais) e cantos arredondados, como os primeiros micros Seashell da Asus. Porém vários detalhes foram limados para baratear o produto, como as conexões escondidas e a tinta brilhante na parte de baixo. A proeza: mesmo assim, a máquina manteve a espessura (2,5 centímetros), embora tenha ganhado 100 gramas. Talvez por causa da bateria, feita de lítio comum, e não de polímero. Isso torna a façanha da autonomia ainda mais inacreditável.
Confortável de usar
Felizmente as mudanças não impactaram a usabilidade do Eee PC 1005HA. Assim como o modelo topo de linha 1008HA, ele tem um teclado grande para os padrões de um netbook, ocupando todo o espaço disponível na base. Também mantém a proporção original de teclas como o Shift. Os únicos botões que realmente são menores do que gostaríamos são os da fileira de funções e as setas direcionais para cima e para baixo, mas isso não traz grande prejuízo.
A máquina testada ainda estava com o teclado no padrão americano (embora a Asus garanta que trará ao Brasil, nas próximas semanas, o netbook falando português, com cedilha e acentos nos seus devidos lugares). Vale destacar as teclas de atalho, que facilitam muito a vida. Veja alguns exemplos:
Fn + F9: é um jeito mais fácil de chamar o famoso Ctrl + Alt + Del.
Fn + F8: quando você tem um monitor extra ligado ao notebook, o comando permite alternar entre ele e a tela principal.
Fn + F7: apaga o display, mas não deixa a máquina hibernando. Serve para quando você estiver ouvindo música, por exemplo.
Fn + Barra de espaço: seleciona o perfil de bateria, entre modo econômico e alta performance.
Se o teclado é cheio de coisas legais, o touchpad não deixa a desejar. Ele não fica numa área de baixo relevo, como é padrão nessas máquinas. Para identificá-lo, existem apenas bolinhas que formam um retângulo. Embora seja bastante sensível aos comandos com o dedo, possui um botão único de metal, que aceita cliques nos dois lados. O ideal seria dividir essa tecla em duas, para melhorar sua precisão.
Eee PC com algo a mais
Mesmo sendo um modelo que aposta mais no custo/benefício do que na sofisticação, o Asus Eee PC 1005HA não deixa a desejar no quesito desempenho. Ele usa o processador Intel Atom N280, de 1,7 GHz (o padrão nos netbooks é o N270, de 1,6 GHz), memória RAM de 1 GB e 160 GB de disco rígido. Vem com Windows XP Home Edition. O micro separa 224 MB de memória para vídeo, quase o dobro do básico exigido para rodar filmes decentemente. A resolução máxima da tela é de 1 024 por 600 pixels.
Nas conexões, fica faltando apenas modem 3G e rede Gigabit Ethernet. São três portas USB, Wi-Fi no padrão 802.11n e leitor de cartões. Nos benchmarks que rodamos no INFOLAB, a performance do micro ficou acima do verificado nos principais concorrentes. Ele marcou 3 756 MOPS no teste de cálculos aritméticos do Sandra Lite, demorou 280 segundos para converter um vídeo de WMV para MP4 e fez 118 pontos no 3Dmark06.

Brasil sedia primeiro campeonato de arremesso de laptop


MARINA LANG da Folha Online
Notebook velho. Usado. Trava demais. Preço de mercado: irrisório. Esse não chega a ser um bom anúncio de venda, mas é sem dúvida o perfil ideal para a competição que acontece no próximo sábado (3), em Foz do Iguaçu. A cidade paranaense recebe o 1º Campeonato Mundial de Arremesso de Notebook.
O torneio carrega uma mensagem ecológica. "A ideia é fazer com que a população se pergunte: para onde vai? É um lixo rico. De cada tonelada de placas de computador, é possível tirar de 200 a 300 gramas de ouro", diz o assistente de segurança e organizador dos campeonatos, Gabriel Antonio de Campos Neto.
Neto destaca que o Brasil não possui uma política para destinação desse tipo de produto quando ele se torna obsoleto para o usuário. "São 11 toneladas só de baterias dispensadas por ano no mundo."
A competição não vai restringir marca, modelo ou peso. "São categorias livres", explica o organizador. Até o momento em que conversou com a reportagem, havia uma dezena de inscritos. Os treinos para a competição já estão ocorrendo na cidade, e os notebooks estão viajando algo entre 25 metros e 30 metros.
Paralelo aos arremessos de notebooks, ocorrerá também o 2º Campeonato Sul-Americano de Arremesso de Celular. "Para o celular, já existe política de reciclagem. O usuário deve levar ao fabricante, que dá a destinação correta', diz Campos.
Nessa categoria, a distância em que o arremesso chega é maior --o recorde brasileiro da edição do ano passado é de 87,23 metros e pertence a Ricardo Pires Garcia, que deixou para trás outros 122 participantes. O recorde mundial é do finlandês Mikko Lampi, cujo arremesso chegou a 94,97 metros em 2005.
As premiações da competição brasileira incluem três celulares W233 da Motorola, feito de garrafas plásticas recicláveis e com tecnologia Carbon-Free (sem emissões de dióxido de carbono), bolsas de estudo, passeios de helicóptero sobre a cidade, jantar em barcos e estadias em hotéis. A inscrição será feita apenas no dia do evento, e o competidor deve levar 2 kg de alimentos não-perecíveis. Tanto os alimentos quanto os aparelhos eletrônicos serão doados a instituições.
1º. Mundial de Arremesso de Notebook e Campeonato Sul-Americano de Arremesso de Celular
Endereço: Gramadão da Vila A - Rua Guará, s/n. Foz do Iguaçu (PR)
Telefone: (45) 3520-5223
http://www.arremessocelular.com.br

Conheça o Courier, o tablet secreto da Microsoft


Parece que o mundo inteiro está ansioso para ver o tablet da Apple. Mas talvez nós estivemos esse tempo todo sonhando com o gadget errado. Apresentamos o Courier, a sensacional ideia que a Microsoft tem de como deve ser um tablet.
O Courier é um gadget real, e ouvimos que está em um estágio de desenvolvimento avançado, nos últimos protótipos. Não é um tablet, é um booklet, onde você pode ver as duas páginas ao mesmo tempo. As duas telas de 7'' (ou algo próximo) são multitouch e projetadas para que se escreva, desenhe ou clique com uma stylus, além dos dedos. As duas telas são conectadas por uma dobradiça que traz o único botão, como o "home" do iPhone. As informações fundamentais, como o sinal de Wi-Fi e a carga da bateria aparecem ao longo da moldura de uma das telas. Na "contracapa" há uma câmera, e ele poderá talvez ser recarregado sem tocar na base, como o touchstone do Palm Pre.
Até bem recentemente, o Courier era um projeto bem secreto, conhecido apenas por alguns poucos engenheiros e executivos que trabalham nele - entre esses algumas das mais brilhantes pessoas que trabalham na Microsoft, como o chefe de tecnologia de Entretenimento & Dispositivos: o mago J. Allard, que capitaneia o projeto. Hoje, o Courier parece estar em um estágio em que a Microsoft está desenvolvendo a interface e experiência do usuário e mostrando os conceitos de design para agências externas.
A Microsoft tem uma história de colaboração com outras empresas e estúdios de design, especialmente na divisão de Entretenimento & Dispositivos: tanto o Zune quanto o Xbox passaram por processos similares. (E planos para uma Microsoft store vazadas de uma agência terceirizada foram confirmadas como protótipos e conceitos genuinos.) Esse vídeo tem a marca do Pioneer Studios, uma subdivisão da Microsft E&D que é especializada nesse tipo de trabalho, em parceria com outra agência que é uma antiga colaboradora da Microsoft em projetos confidenciais.
A experiência do usuário apresentada aqui é quase que o exato oposto do que todo mundo espera que um tablet da Apple tenha; em kung fu, é um estilo Garra de Águia contra o estilo Tigre da Apple: duas telas, uma mistura de interface dominada pela canetinha com vários tipos de gestos multitouch possíveis, e múltiplos modos, aplicações e temas graficamente complexos. (Nosso pedaço de interface favorito? A dobradiça fazendo o papel de "bolso" para armazenar itens que você queira mover de uma página para outra.) A linhagem da Microsoft é mais orientada para a tinta digital (em contraponto ao e-paper, monocromático), e essa interface, apesar de não ser nada parecido com qualquer coisa que tenhamos visto antes, claramente bebe dessa fonte, do trabalho da MS com o Surface e até do Zune HD.
Nos próximos dias nós vamos mergulhar mais e mais fundo no que é o Courier, então fiquem ligados. Gizmodo.

Vaio W é novo netbook no mercado brasileiro


A Sony também entrou na briga pelos netbooks no mercado brasileiro, com o lançamento do modelo Vaio VPC-W150XB (série W). O portátil, que pesa 1,19 kg, começa a ser vendido ainda este mês na cor branca.
O Vaio W tem como principal diferencial a tela de alta definição, com 1.366 x 768 pontos, contra 1.024 x 600 pontos de definição na maioria dos netbooks com tela de 10,1 polegadas.
Segundo a Sony, sua bateria dura de duas a três horas e a máquina tem configuração com processador Intel Atom de 1,66 GHz, 1 GB de memória, 160 GB de disco, Wi-Fi, Bluetooth e roda Windows XP Home Edition. Seu preço sugerido é de R$ 1.999.
A fabricante já vende um ultraportátil no país, da série Vaio P, mas nem o considera um netbook graças ao tamanho reduzido da tela (8 polegadas widescreen) e seu preço mais elevado (R$ 3.999). Terra Tecnologia.

Intel mostra protótipo de notebook com quatro telas


Em vez de apenas uma, por que não quatro telas, sendo uma principal e três intermediárias na carcaça do notebook? Na visão da Intel, isso é possível, de acordo com um protótipo demonstrado esta semana no IDF, encontro anual de desenvolvedores da fabricante de chips, em San Francisco.
As telas menores, localizadas acima do teclado, organizam informações secundárias (media player, e-mail e outros aplicativos) e podem ter suas informações arrastadas de uma área para outra e até mesmo para a tela principal, já que são sensíveis ao toque.
A Intel chama o conceito de "Ultimate Multi-Tasking Concept PC", ou "o melhor PC conceito multitarefa". Agora, depende dos fabricantes de computadores adotarem ou não esse novo formato para o notebook.Terra Tecnologia.

Tsunami do Google Wave chega na quarta-feira


por Mauricio Moraes
Demorou, mas o maremoto está prestes a começar. O Google Wave será aberto oficialmente na quarta-feira (30) para 100 mil internautas em todo o planeta.
Ninguém sabe ainda qual será o critério adotado pelo Google para distribuir os convites. Pode ser que os desenvolvedores com acesso à ferramenta recebam autorização para chamar os amigos, como ocorreu nos primórdios do Gmail e do orkut. Outra teoria é que a empresa dê uma chance apenas para quem se cadastrou no site do serviço ou participou de algum evento relacionado (veja algumas dicas em um post anterior do blog).
As ondas também estão cercadas por outro mistério. Qual será a cara do Wave que vai estrear nesta semana? Por enquanto, o Google Wave Sandbox, liberado para desenvolvedores, é ao mesmo tempo promissor e incompleto. Muitos dos botões que aparecem na interface não estão implementados ainda. Faltam também funções importantes e básicas, como a possibilidade de excluir uma pessoa de uma wave.
Existe um outro grave problema no sistema de comunicação. Quando a troca de mensagens inclui muitos participantes e toma a forma de chat, fica quase impossível para a pessoa que chegar depois acompanhar todas as intervenções. Pior ainda quando alguém resolve responder a uma mensagem que está no meio da discussão – por mais que seja possível pressionar o botão “play”, quem tem paciência de clicar mais de 200 vezes para ver tudo na ordem correta?
Mesmo com esses empecilhos, há uma multidão desesperada para experimentar a ferramenta. Na semana passada, o Google deu um golpe de mestre para ajudá-las. A criação do Chrome Frame, que roda dentro do Internet Explorer, vai permitir que a maioria dos internautas e empresas use o serviço – até mesmo dentro do odiado IE6.
Engraçado dizer isso, mas, em certo sentido, o Google Wave lembra muito o território inóspito que era a web no seu início. Logo saberemos o real tamanho do tsunami e como os surfistas vão reagir a ele.Foto: tylerdurden1/Flickr

Amazon PC entra em recuperação judicial

Mariana Amaro, de INFO Online
SÃO PAULO – O pedido de recuperação judicial da fabricante de computadores, Amazon PC, foi aprovado pela 1ª Vara de Falências de São Paulo.
Com o pedido aprovado, a Amazon PC deverá apresentar um plano para quitação de suas dívidas no prazo máximo de 180 dias.
Fundada em 1997, a companhia começou suas operações como uma pequena fábrica de componentes de informática na Zona Franca de Manaus. Hoje, a empresa é controlada pelo Grupo MDC/Amazon PC que tem, além da fábrica de microcomputadores, a MCD Distribuidora, que produz componentes para o atacado e a MDC Indústria, fabricante de placas-mãe.
A empresa tem hoje cerca de 200 funcionários e conta com escritórios em São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife.
A Amazon PC sofreu com a valorização do dólar no segundo semestre do ano passado, e precisou dispensar 200 funcionários que estavam em treinamento.
A administradora do plano de recuperação da empresa é Deloitte Touche Tohmatsu.

Positivo anuncia nova linha de computadores

A fabricante de computadores Positivo fez o anúncio de sua nova linha de computadores nesta terça-feira (22). Dentre as novidades anunciadas, estão notebooks ultrafinos Aureum e Platinum, além de netbooks coloridos.
De acordo com um comunicado da empresa, "99% dos modelos das novas linhas já saem de fábrica com o sistema operacional Windows 7, que será lançado pela Microsoft em 22 de outubro."
Cada um dos modelos ultrafinos pretende atingir um tipo de público. Enquanto o Platinum foi projetado para consumidores já entrosados com tecnologia (o preço sugerido é R$ 3.799), o modelo Aureum quer popularizar o formato, com preços a partir de R$ 1.699.
Já a linha de netbooks Mobo vêm no modelo Red, com design ultrafino, e Black, com quatro configurações (duas delas trazem modem 3G embutido e bateria extra, com até seis horas de autonomia). Os preços sugeridos são R$ 1.499 e entre R$ 1.099 a R$ 1.699 (dependendo do modelo), respectivamente.
Outras novidades anunciadas pela empresa foram na linha Union, que traz três tamanhos diferentes de tela (15,6, 18,4 e 21,5 polegadas), e sete configurações diferentes. O modelo mais tecnológico da linha é o Union Touch 2200, com tela multitoque no maior tamanho e sistema operacional Windows 7 Premium. Os preços variam entre R$ 999 a R$ 3.799. Folha Online

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Primeira câmera digital com projetor do mundo chega às lojas em setembro


Nikon CoolPix S1000pj tem 12MP e será vendida nos EUA por US$ 430.
Modelo permite fazer projeções de fotos e vídeos em qualquer lugar.
Primeira câmera digital do mercado a trazer projetor embutido, a Coolpix S1000pj, da Nikon, tem 12 megapixels e zoom ótico de 5x.
O lançamento da Nikon virá com um controle remoto e um suporte para a câmera-projetor, para que o usuário possa curtir com mais conforto a experiência de slideshow.
Os usuários poderão fazer projeções de suas fotos e vídeos em qualquer lugar, com tamanho de até 40 polegadas.
Capaz de gravar até uma hora de vídeo, a Coolpix S1000pj chega ao mercado norte-americano em setembro, por US$ 430. Saiba mais em http://www.nikonusa.com/Find-Your-Nikon/Product/Digital-Camera/26186/COOLPIX-S1000pj.html

Projetores usam LEDs como fonte de luz e estão cada vez mais leves e integrados



AMANDA DEMETRIO da *Folha de S. Paulo
Os projetores estão se tornando cada vez menores e mais portáteis. E vão continuar nessa trilha, na opinião de executivos de empresas fabricantes ouvidos pela Folha. Exemplos disso são lançamentos como o Mpro110, da 3M, e o M109S, da Dell.
De acordo com Valter Godoy, diretor de negócios da divisão display e comunicação gráfica da 3M, o mercado de projetores portáteis ainda é muito novo. "Mas podemos dizer que usuários de notebooks, netbooks e celulares são nossos possíveis compradores."
Apesar da tendência, ainda existe uma limitação tecnológica à portabilidade, diz Gabriel Gonçalves, gerente de produtos responsável pelos projetores da Epson. Segundo ele, o uso do LED (diodos emissores de luz) facilita a criação dos projetores de bolso, mas eles ainda são pouco potentes.
Sergio Bentim, gerente de produtos de software e periféricos da Dell, diz que o uso dos LEDs no lugar das lâmpadas também faz com que o produto consuma menos energia e tenha menor necessidade de manutenção e ventilação.
Outra tendência apontada foi a de projetores embutidos em outros aparelhos. Exemplo disso é a Nikon Coolpix S1000pj, câmera fotográfica que projeta imagens.
Bentim conta que existe um movimento de integração de projetores menos potentes com vários equipamentos, "mas esse tipo de projeção não atende todas as necessidades".
Cultura de projeção
Para Gonçalves, da Epson, o brasileiro não tem a cultura de trazer um projetor para dentro de casa, "ainda mais diante da onda de TVs de LCD e plasma". Mas a projeção tem suas vantagens, como a possibilidade de ter imagens de 100 polegadas.
Uma das limitações na hora de decidir por um projetor é o tamanho da sala. Mesmo um aparelho menor como M109S da Dell precisa de 2,4 metros de distância entre a parede e o aparelho para gerar uma imagem de 60 polegadas. Além disso, é necessária uma parede branca --ou será preciso comprar uma tela, que não sai por menos de R$ 300.
A potência dos aparelhos é medida em lumens e um projetor comum tem cerca de 2.000. Se o produto tem dez ou menos, a imagem não será tão forte e ficará difícil ver filmes. Você também deve pensar que mais iluminação no ambiente pede mais potência do projetor.
Já o contraste deve estar sempre superior a 500:1, segundo o Guia de Projetores da Dell. Em testes feitos pela Folha, aparelhos com mais de 800:1 se saíram melhor.

Sites que disponibilizam toques gratuitos

Para ter um toque engraçado no seu celular, é preciso vasculhar a web atrás de sites que disponibilizem os arquivos para serem baixados gratuitamente.
Existem sites que oferecem áudios como aplausos, risadas, sons de animais e outros ruídos engraçados. Você também pode encontrar na web sites que já transformaram as músicas em arquivos MIDI para toques polifônicos.
Confira uma relação de sites para baixar ringtones gratuitamente:
Ringtones Grátis - site brasileiro, com uma grande variedade de toques polifônicos de efeitos sonoros em formato ZIP
Cool Free Ringtones - banco de dados de toques divididos por gêneros musicais (em ordem alfabética) e efeitos sonoros
Find Ringtones - site com truetones musicais, com trechos já cortados em MP3. Se você morar nos Estados Unidos, pode fazer o download direto para seu celular, de acordo com a operadora
Ringtones4All - site tem toques monofônicos, polifônicos e truetones.
Uol Tecnologia

Você quer um teclado físico no seu iPhone?



O iPhone é um celular descolado, bacana, intuitivo, tem uma tela sensível ao toque bacana. E daí? Tem quem goste daquele tecladinho QWERTY físico. Para juntar esses dois mundos, iTwinge no iPhone.
Os amantes do iPhone mais radicais já devem estar com ódio só de olhar para a foto. “Ultraje! Queimem! Queimem o teclado bruxo!”, dizem. Acalmem-se, nobres amigos. Além de alguns cidadãos preferirem um teclado físico àquele apertadinho virtual do iPhone, a Mobile Mechatronics, produtora do iTwinge, jura que o tecladinho aumenta a velocidade de escrita em até 40% e reduz os erros em até 70%. Tentador, não?
Além disso, ele pesa apenas 28 gramas. Não dá para sentir tanto a diferença após conectar o iTwinge, certo? Ou seja, se você curte um BlackBerry, um Nokia, mas quer porque quer um iPhone, dá para dar um truque com esse tecladinho de 30 dólares. Postado por - Leonardo Martins.

HP Mini 1120BR X Asus Eee PC 1008HA


Marco Aurélio Zanni, de INFO Online
Hoje tem batalha de pequenos gigantes no ringue de INFO Online. Com vocês, os netbooks mais legais que existem no Brasil: os pesos Mini-Mosca da Asus e da HP.
No canto esquerdo, pesando 1,08 quilo, um cara cheio dos truques para ficar mais esbelto. Depois da dieta de emagrecimento, aí vem ele: Asus “Conchinha do Mar” Eee PC 1008HA. No canto direito, pesando 1,06 quilo, o rei da elegância, o mestre do estilo. Recebam com toda pompa e circunstância o HP Mini 1120BR.
Quer ver a ficha completa de cada um? Entre em Reviews, pois a luta aqui vai começar.
Round 1: Configuração – E a briga começa com o pupilo da Asus partindo para a ignorância: processador Atom N280, de 1,7 GHz, contra o já batido N270 da HP. O dobro de disco rígido – 160 GB, em vez de 80 GB. Empate na memória, com 1 GB. E o placar é 7,9 a 7,4.
Round 2: Design – Mesmo tomando um vareio, o HP Mini não perde a pose. E reage com golpes cheios de uma plasticidade única. A tampa com grafismos no capricho ganha da carcaça finíssima do Eee PC: 8,7 a 8,5.
Round 3: Usabilidade – Luta equilibrada, e o HP Mini volta cheio de moral. E com esse teclado grandão não tem história. Botões macios e confortáveis, teclas em português (enquanto o Asus fica devendo o cedilha) e vitória fácil por 8,8 a 7,8.
Round 4: Bateria – O polímero é o combustível perfeito para aumentar o gás do Eee PC. A matemática diz tudo: 186 minutos de autonomia contra 123 do HP Mini. Em notas, 8,1 a 7,3.
Round 5: Vídeo – Aqui a competição é acirrada. Telas de 10,1 polegadas e memórias de 128 MB para vídeo. Tudo igual até nos benchmarks. 8,3 a 8,3.
Round 6: Áudio – No último período, a luta ainda faz barulho. Alto-falante de netbook é quase tudo igual, mas o Asus ganha pela definição e pelo volume mais alto. 7,1 a 7,0.
E o vencedor é: HP Mini 1120BR!
Não entendeu essa conta? Então veja nossos critérios e pesos: 35% para configuração, 5% para vídeo, 5% para áudio, 15% para usabilidade, 20% para design e 20% para bateria. Ah, e a HP ganha 0,2 ponto na média final pela Pesquisa INFO de Marcas.

Com tela maior que o comum, netbook se destaca pela bateria de nove horas


RAFAEL CAPANEMA da Folha de S. Paulo

O netbook cresceu. A característica mais marcante do Eee PC 1101HA, da Asus, é sua tela de 11,6 polegadas, em contraste com as dez polegadas que a indústria parece ter adotado como padrão para esses laptops ultraportáteis.
Com processador Intel Atom de 1,33 GHz, o 1101HA tem memória de 1 Gbyte e disco rígido de 160 Gbytes, complementados com 10 Gbytes em um serviço de armazenamento on-line gratuito da Asus.
As polegadas extras tornam o 1101HA consideravelmente maior do que os modelos tradicionais, mas sem grandes prejuízos para a portabilidade: ele pesa apenas 1,38 kg.
Além de a tela ser maior, sua resolução é mais alta do que a dos netbooks comuns: são 1.366x768 pixels, ante os 1.024x600 que costumam preencher as telas menores. A vantagem da resolução mais alta fica clara ao visitar sites repletos de conteúdo horizontal.
Brilho
De LED (diodo emissor de luz), a tela tem ótimo brilho e contraste e reproduz cores de maneira vibrante. Por ela ser refletiva demais, porém, fica prejudicado o uso ao ar livre em dias ensolarados e em ambientes repletos de lâmpadas.
O teclado tem dimensões adequadas, embora o posicionamento e o tamanho de algumas teclas, como o Shift direito, sejam incômodos -o que surpreende, já que essa questão está mais bem resolvida em outros modelos da própria Asus, como o Eee PC 1008HA, com tela de dez polegadas.
Uma das características mais louváveis do netbook é a duração da bateria. Nos testes da Folha, com Wi-Fi ligado e tela com brilho máximo, ela durou cerca de nove horas --tempo suficiente para um dia inteiro de trabalho.
O sistema operacional é o vetusto Windows XP Home, lançado em 2001. Em breve, ele deve ser substituído como padrão para netbooks pelo Windows 7, o novo sistema da Microsoft, com lançamento marcado para 22 de outubro.
A performance do 1101HA fica dentro daquilo que se espera de um netbook --suficiente para tarefas comuns, como navegação na internet, processamento de texto e edição simples de imagem.
Com lançamento no Brasil prometido pela Asus para esta semana, o 1101HA terá preço sugerido de R$ 1.649.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Que venha logo o USB SuperSpeed!


Por Alex dos Santos - Uol Tecnologia
Desde 2007, um grupo de empresas formado por Intel, HP, Microsoft, NEC, NXP e Texas Instruments trabalham para desenvolver a terceira geração da conexão USB – também chamada de SuperSpeed. Recentemente, a Intel comunicou a conclusão das especificações do USB 3.0, que tem como grande benefício a capacidade de trafegar dados a 4,8Gbps. Isto equivale a uma velocidade dez vezes maior em relação ao USB 2.0 tão comum nos equipamentos de hoje.
Todos os pen drive e cabos 2.0 atuais poderão ser utilizados com o novo conector, porém, eles não serão compatíveis com a altíssima transmissão de dados. A transferência de um arquivo de 16Gb, que no USB 2.0 é feita em 9m, no USB 3.0 irá levar apenas 53s, dependendo do poder de processamento do PC.
Ontem, durante os testes do plasma ultrafino da Samsung, conseguimos reproduzir arquivos WMV HD, DivX HD e DivX7 (MKV) contidos em um pen drive diretamente na porta USB 2.0 do aparelho, porém, com alguns congelamentos na imagem. Acredito que os problemas ocorreram devido à limitação da interface USB 2.0 para formatos HD.
Em tempos de gigantescos arquivos digitais com conteúdos HD, o USB 3.0 será mais do que bem-vindo. Você concorda?

Empresa lança gravatas com bolso para iPod


Para quem usa condução para ir trabalhar e se incomoda com bolsos cheios, uma empresa de camisetas criou a solução perfeita: uma gravata com um bolso oculto para iPod.
Thomas Pink, uma companhia britânica de camisetas, está lançando a Gravata do Viajante Urbano como parte de sua principal linha outono/inverno.
O acessório é de seda com um pequeno bolso do lado de trás que comporta um iPod nano ou um tocador de mp3. "O mp3 é colocado dentro do bolso para evitar ter aparelhos caros à mostra ou estragar o visual do paletó", disse a empresa em um comunicado. Terra Tecnologia.