Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Tablet da Archos vai rodar Android


Alguns posts abaixo, você viu o aparelho da foto acima, um tablet PC da Archos com Windows 7. Pois agora a mesma fabricante desse gadget aparentemente muito da hora anunciou que vai fazer um modelo com Android, o sistema operacional do Google.
A empresa revelou para o Inquirer que o aparelho, ainda sem nome e preço divulgado, chegará às lojas dos Estados Unidos no dia 15 de setembro. O Archos virá com um Android personalizado e alguns programas exclusivos.
Diferentemente do modelo Archos 9, com Windows 7 e tela de 9 polegadas, o equipamento com Android terá um display de apenas 5 polegadas, ficando mais parecido com um smartphone. Aliás, a fabricante também disse ao Inquirer que pretende entrar no mercado de celulares.Postado por - Marco Aurélio Zanni

Empresa anuncia notebook mais resistente do mundo


A Panasonic anunciou um notebook digno de envio para os campos de batalha. Com "cara" de tanque de guerra, o Toughbook CF-30 sobrevive a quedas de altura razoável, animais selvagens e tiros de armas de fogo.
O Toughbook CF-30 (o site oficial pode ser acessado pelo atalho tinyurl.com/b2eewr) é um dos vários laptops que se dizem "pau pra toda obra" encontrados no mercado. Equipado com um processador de 1.6 GHz, 1 GB de RAM e 80 GB de espaço em disco, ele não parece lá grande coisa. Mas não se deixe enganar pelos números, pois segundo a fabricante ele é o laptop mais resistente do mundo.
Quão resistente? Foi o que a equipe da Forbes decidiu descobrir. Os primeiros testes foram simples, mas suficientes para destruir qualquer outra máquina: derrubá-lo no chão, arremessá-lo pela sala como uma bola de boliche, encharcar o teclado com refrigerante, triturar Doritos entre o teclado e a tela, usá-la como alvo para dardos. E a máquina continuou funcionando como se nada tivesse acontecido.
Era hora de tentar algo mais "forte", então o repórter Brian Caulfield levou a máquina até o parque Six Flags Discovery Kingdom, na Califórnia, e com a ajuda do tratador a colocou dentro do cercado de um tigre branco siberiano, que rapidamente a adotou como seu mais novo brinquedo favorito.
Mas depois de patadas, lambidas e alguns tombos, ela continuou funcionando. Babada, mas funcionando. Se um tigre não adiantou, que tal um elefante de quatro toneladas e meia? Pois o bicho pisoteou o laptop, sapateou, o arremessou com a tromba e, de novo, nada aconteceu.
A última parada foi em uma galeria de tiro. Vários disparos foram feitos com uma pistola calibre 22 contra a máquina fechada. Uma das balas atravessou a tela, mas o micro continuou funcionando conectado a um monitor externo. Ele só "morreu" quando Caulfield, sem opções, decidiu apelar: um tiro direto de um rifle Springfield 1911 calibre 45 fez o serviço.
E para ter certeza que o notebook não iria voltar dos mortos, Caulfield ainda o atingiu com uma pistola Magnum calibre 44 e uma espingarda calibre 12. Um video com os testes pode ser assistido no site da Forbes pelo atalho tinyurl.com/mzo7zd.
Preço e venda O notebook "superfortinho", na configuração mostrada, custa US$ 3,7 mil e está à venda apenas nos Estados Unidos. Segundo a Panasonic, o produto poderá ser oferecido em países da Europa e Japão, mas não há planos de trazê-lo para o Brasil. Terra tecnologia

Roteador portátil tem formato de pendrive


Em formato de pendrive, o Windy31 é um roteador portátil para notebooks ou PCs que se conecta via USB e também tem funções de placa de rede e access point. O dispositivo permite, por exemplo, criar uma rede sem fio a partir de uma conexão com modem 3G de qualquer operadora de telefonia, compartilhando a internet de um computador para outros dispositivos. O desenvolvedor Tácito Viero testou o Windy31 para o Terra. Confira a seguir a análise do produto, que pode ser encontrado em lojas especializadas por um preço sugerido de R$ 200.

Pontos positivos
Portabilidade
A portabilidade é, sem dúvida, o grande diferencial do Windy 31. Ele é uma ótima opção tanto para quem pretende ter um roteador sem fio em casa, quanto quem precisa de uma rede em uma pequena empresa, e também para quem precisa acessar a internet em locais sem rede Wi-Fi. Usando o Windy 31 como conexão de ponte (Bridge Adapter), qualquer computador que receba internet se transforma em um emissor de rede sem fio, compartilhando a conexão.
Outro feito incrível dele é funcionar como um replicador de sinal, ou seja, conectado a um aparelho que receba wireless, o sinal é replicado para mais 31 computadores a partir deste, amplificando o sinal e aumentando o número máximo de computadores conectados à rede, além de aumentar a distância máxima em que outros aparelhos podem captar o sinal.
Desempenho
O Windy 31 tem desempenho próximo ou equivalente a muitos roteadores sem fio poderosos, podendo ser configurado a 54 Mbps - equivalente ao padrão 802.11g - correspondendo a boa parte dos aparelhos móveis que captam redes wireless atualmente. Um detalhe interessante é que poucos routers com conexão USB como este atingem velocidade acima de 11 Mbps - equivalente ao padrão 802.11b.
Segurança
Outro ponto importante na avaliação de sistemas de rede, a proteção é fornecida usando-se as criptografias mais avançadas, amplamente aceitas pelos aparelhos com dispositivos Wi-Fi integrados, como WEP/WPA/WPA2/TKIP. Há também a opção de filtragem pelo endereço MAC dos computadores, podendo liberá-los ou barrá-los na porta de conexão com a sua rede.
Compatibilidade
Apesar de testes realizados no novo Windows 7 - futuro sucessor do Windows Vista - terem falhado (tanto na versão Beta como a Final Release, sempre apresentando a feliz mensagem "Not supported OS." a cada update ), em sistemas operacionais como o amplamente usado Windows XP e o Windows Vista, o funcionamento ocorreu sem maiores problemas, até testarmos em um ambiente 64 bit dos mesmos, onde presenciamos uma boa série de "crashes" e pausas sucessivas a cada update da interface com o usuário.
Como os OS de 64bit já são uma realidade em alguns computadores, a compatibilidade do aparelho é parcial - a menos que, no atalho do programa, o usuário abra "Propriedades", "Compatibilidade" e selecione "Windows XP", terminando assim com os incômodos.

Pontos negativos
Opções
Apesar de seu programa de gerenciamento conter boa parte da configuração de qualquer roteador convencional, alguns atributos, como o QoS (Quality of Service) limitado e a ausência de configuração de firewall, deixam a desejar.
Sinal
Uma de suas maiores fraquezas é quanto ao sinal. Em uma casa, digamos que a amplitude deste pequeno aparelho seja cortada pela metade a cada parede atravessada, em um cenário onde o roteador conectado a um notebook ficou à mesma altura dos outros aparelhos. O resultado? A conexão com outros dispositivos fica limitada a um raio aproximado de 25 metros a partir do roteador, o que, perto de roteadores convencionais que chegam a 100 metros, não é lá grande coisa.
(Tácito Viero é estudante do 3º ano de Ciência da Computação na PUCRS e atua como desenvolvedor e gerente de testes na Microsoft Inovation Center, no TecnoPUC)
Redação Terra

Terça-feira, 30 de Junho de 2009

O pesadelo do laptop no avião


O número de notebooks (e agora também de netbooks) só cresce nos aviões. E isso é uma boa notícia. Ou deveria ser. Porque de vez em quando a gente depara com alguém que extrapola o bom senso... Já aconteceu com você? Veja alguns exemplos:
SOM PARA AS MASSAS
* Taí um dos capítulos mais delicados, o som do laptop. Ok, o passageiro estava só respondendo e-mails offline, mas não custava desabilitar o volume para não ficar compartilhando os alertas de sistema...
* Sim, tem gente que ouve música, joga e vê filmes sem fones. Mas esse tópico não precisa nem comentar, né?
* Fone no ouvido, som no vizinho. Pouca gente viaja com um fone super sofisticado, que realmente mantém o som só nos seus ouvidos. Então, nada de extrapolar no volume e infernizar o vizinho.
* Efeito karaokê. Com o fone no ouvido, o passageiro nem percebe que está cantando...
SOU ESPAÇOSO. E DAí?
* Espaço não é exatamente um bem em abundância no avião, então dependendo do tamanho do notebook do vizinho, acaba sobrando para você mesmo.
INSÔNIA ON-BOARD
* Está todo mundo dormindo no vôo, mas o passageiro do lado não. Ele trabalha empolgadamente no notebook. E ilumina a cabine. Será que daria para diminuir o brilho da tela?
OPS, INFORMAÇÃO CONFIDENCIAL
* Uma vez viajei do lado de um passageiro que estava trabalhando no plano de marketing da empresa, lotado de números... Já imaginou se eu fosse um concorrente dele? Nessas horas, vale a pena investir num filtro de tela para notebook. Ele bloqueia a visão de quem está do lado da tela (é como se o laptop estivesse desligado) e dá um reforço na privacidade.
E você, já passou por algum outro caso? Os comentários estão abertos. Crédito da foto: Flickr/mrkathika - Postado por - Débora Fortes - 29/06/2009

Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Nokia, Apple, RIM and others agree on micro-USB phone charger standard for Europe


Olha que boa noticia ! Carregadores iguais, náo importa o fabricante!

While the free-market works pretty well when, uh, left alone to be free, sometimes it needs a push from a visible hand. Case in point, phone chargers; at the moment some 30 different types of chargers are used with handsets throughout Europe. Today, the European Commission received industry backing of its phone charger standard that relies on a micro-USB socket. The standard is now backed by all the majors (representing 90% of the European mobile market) including Nokia, Sony Ericsson, Motorola, Apple, LG, NEC, Qualcomm, Research in Motion, Samsung and Texas Instruments with compatible devices starting to appear in Europe next year. Or course, the micro-USB charger standard already has the blessings of CTIA, OMTP, and GSM Association which implies a broader adoption beyond Europe, someday. One charger for any mobile phone... where's the catch?

Carregador wireless para iPhone



Nem a profunda recessão norte-americana conseguiu derrubar o iPhone. A procura pelo novo modelo superou todas as expectativas, foram vendidos mais de um milhão de iphones 3G nos EUA apenas no final de semana de lançamento.
Mas a febre não termina por aí, o número de acessórios para iphones também não pára de crescer. Touchstone é o nome do carregador wireless para o iphone, lançado nos EUA pela WildCharge, e permite que a bateria do celular seja carregada sem fios através apenas de um condutor magnético.
Parece simples, mas para isso é necessário envolver o aparelho em uma capa com um gel que contém o condutor necessário para a eletricidade venha da base até o telefone.
Que coisa, hein? Será que não dá para ficar sem o iPhone nem para carregar a bateria?
Por Flavio Canuto

Vendas de PCs só se recuperam no último tri


STAMFORD - O Gartner prevê que os próximos meses serão mais positivos do que o mesmo período de 2008 para a indústria de PCs.
A temporada de férias no hemisfério norte é uma das época mais importantes do ano para as fabricantes de computadores. O quarto trimestre de 2008 foi o pior dos últimos seis anos para o setor. Porém o analista de mercado acredita que haverá um aumento nas vendas de computadores nos últimos três meses deste ano.
A vendas de PCs diminuíram cerca de 7% no primeiro trimestre de 2009 eo Gartner espera queda de aproximadamente 10% em relação aos resultados de 2008 nos próximos dois trimestres.
Para 2010, a expectativa é que as vendas aumentem 10% em comparação com as deste ano. Info Online

Brasileiro pesquisa na web e compra na loja


MACEIÓ ­- Um estudo da Intel mostra que 64% dos brasileiros que compram computadores fazem pesquisas antes da aquisição.
No estudo, foram ouvidos consumidores de 12 países. Entre eles, o país onde as pessoas mais se preocupam em informar-se antes da compra é a Alemanha. Lá, 80% dos compradores fazem pesquisas preliminares. O Brasil empatou com a França com o índice mais baixo de pessoas que buscam informações antes ao comprar, 64%. O resultado sugere que brasileiros e franceses estariam um pouco mais propensos a realizar compras por impulso ou por influência de amigos ou de vendedores. Esses dados foram apresentados durante um evento da Intel em Maceió (AL).
Outro dado levantado é que o brasileiro demora, em geral, de 6 a 21 dias para concluir a compra de um computador. O tempo médio é 15 dias. Além disso, o estudo da Intel diz que, entre os entrevistados, 75% das compras são feitas em lojas físicas e 19% na web. Os demais fazem sua encomenda por telefone e outros métodos.
Entre os brasileiros que fazem pesquisas antes da compra, 97% usam a internet para isso. O estudo também aponta que 45% dos compradores brasileiros buscam informações em mídias sociais. Nesse campo, o destaque é para os blogs. O percentual de compradores que procuram informações em blogs triplicou no último ano, indo de 6% para 18%. “Em mercados emergentes, as redes sociais são mais importantes. Isso também acontece em lugares como Índia, México e China”, diz Elber Mazaro, diretor de marketing da Intel no Brasil. Mauricio Grego.

Classmate PC Tablet chega em outubro de 2009



Intel Editor’s Day 2009 — Alan Markham, designer industrial e gerente de negócios e ecossistema da Intel, acabou de apresentar o Classmate PC Convertible e confirmou que o produto vai ser montado no Brasil e disponível em outubro de 2009, incluisive para o consumidor final.
De um certo modo, o Convertible é a versão tablet do atual Classmate 2.0 e incorpora novos recursos, de modo que ele custará um pouco mais que a versão 2.0 e que, por causa disso, não irá substituir este último.
Ele virá inicialmente com Windows (com uma versão do Linux para o mundo todo já no forno) e poderá vir com disco SSD ou HD. Segundo o executivo, seu preço deve ficar na faixa de um netbook do mercado, apesar de que, o preço final pode variar de acordo com o valor da licitação/concorrência pública.
Finalmente Alan revelou que além da CCE e Positivo, o novo Classmate será produzido para mais duas empresas que serão anunciadas na época do seu lançamento.
Uma das coisas que mais chama a atenção nesse produto é seu pacote de programas embarcados. Além dos tradicionais sistemas de segurança, comunicação, interação e acompanhamento de atividades, o convertible vem com um impressionante pacote de aplicações especialmente voltados para o uso do tablet.
Entretanto, a maior surpresa deste Classmate é que o mesmo vem equipado com um acelerômetro (ou sensor de movimento), capaz de interagir com os programas de modo a criar um novo nível de interação entre o aluno e o computador.Uol Tecnologia

Novo sensor permitirá gravar vídeos de alta definição no celular


Vídeos borrados, escuros e com resolução baixíssima gravados em celular estão com os dias contados. A companhia norte-americana OmniVision anunciou uma nova linha de sensores de imagem baseados na tecnologia CMOS para uso em câmeras digitais e telefones celulares.
O destaque da família OmniBSI é o OV5653, um sensor produzido com tecnologia de 1.75 Micron que tem sensibilidade à luz 40% superior aos modelos atuais, com menor ruído na imagem. Com resolução de 5 MP, o componente permitirá a um celular ou filmadora de bolso a gravação de vídeo em resolução HD (1280 x 720 pixels) a 60 quadros por segundo, ou Full HD (1980 x 1080 pixels) a 30 quadros por segundo.
Também faz parte da linha o OV2665, com resolução de 2 MP e projetado para uso em celulares para o mercado de massa. Segundo Per Rosdahl, diretor de marketing da OmniVision, os novos sensores "melhoram todos os aspectos da qualidade de imagem, incluindo sensibilidade à luz e ruído, o que resulta em cores mais vivas e imagens mais nítidas".
Os sensores de imagem OmniBSI devem chegar às mãos dos fabricantes na segunda metade de 2009.Terra Tecnologia

Windows 7 poderá ser vendido em pendrives

A Microsoft declarou guerra ao sistema operacional Linux, que ultimamente vinha fazendo muito sucesso nos portáteis netbooks, e pode estar planejando um xeque-mate no concorrente anunciando que irá comercializar seu novo sistema, o Windows 7 tanto por download como em pendrives.
Os netbooks, por seu tamanho diminuto e por seu preço reduzido, não possuem leitor de CD ou DVD, apenas entradas USB e leitores de cartões SD ou MS. Para instalar ou reinstalar qualquer sistema, o usuário precisa passar uma imagem de disco para um pen drive, e só então realizar o procedimento. Há muitos anos, várias versões de Linux já têm previsão de instalação via pen drive, algo impossível de se fazer no Windows até então.
Segundo o blog Beyond Binary do site CNET, em maio a Microsoft declarou que seu novo sistema operacional seria perfeito para netbooks. Então, para incentivar o upgrade dos usuários que compraram suas máquinas com o Windows XP e até mesmo com Linux, a empresa de Bill Gates teria pensado na venda do sistema já em flash drives, a fim de facilitar na hora da escolha e da instalação, noticiou o site Technologizer.
O pendrive também deixaria alguns compradores menos hesitantes. A Microsoft pretende usar o download como forma principal de venda. Entretanto, os usuários tradicionais de Windows podem não se sentir confortáveis com a ideia de baixar um sistema operacional (ao contrário dos usuários de Linux, que preferem fazer isso), portanto adquiri-lo em um suporte físico, mesmo sendo um pendrive, seria uma solução.
Ina Fried do CNET lembra que os executivos da Microsoft já tinham conhecimento de que realizar upgrades em netbooks representavam uma dificuldade para muitos, e que uma solução estava sendo pensada. Fried porém ressaltou que, em uma entrevista concedida esta semana, o vice presidente da empresa Bill Veghte disse que por enquanto não havia nada para anunciar sobre esse assunto.
A Microsoft ainda não se declarou oficialmente a respeito, embora os fortes rumores que circulam por tua a internet pareçam indicar que o fato seja mesmo verdade. De toda forma, não há qualquer informação oficial sobre preços ou data de lançamento desse produto.Terra Tecnologia

Acer lidera ascensão de Taiwan na indústria de tecnologia

Há cerca de três meses, Gianfranco Lanci aterrissou no aeroporto internacional de São Francisco, saiu do avião e se dirigiu às estações de checagem de passaporte. Enquanto pegava seus documentos, o agente de passaportes imediatamente o reconheceu como sendo o presidente-executivo da Acer.
Lanci pode precisar começar a lidar com seu status cada vez maior de celebridade. Afinal, ele transformou a Acer, uma vendedora de computadores pessoais com sede em Taiwan, em uma organização primorosamente afinada que está apagando algumas das tradições mais antigas do setor e liderando a ascensão de Taiwan na cadeia alimentar tecnológica.
Este ano, a Acer parece estar pronta para ultrapassar a Dell e se tornar a segunda maior vendedora de computadores pessoais do mundo, o que arrasaria uma das histórias de negócios favoritas da América sobre um império surgido a partir de um dormitório universitário. E se isso acontecer, a Acer seguirá atrás apenas da Hewlett-Packard; nenhuma empresa de computadores com sede fora dos Estados Unidos subiu tão alto.
"Isso é uma grande conquista e eles venceram o improvável", diz Roger L. Kay, analista da indústria de PCs e presidente da Endpoint Technologies Associates, uma consultoria. "A Acer é realmente promissora."
Gigantes como Foxconn e Quanta transformaram essa ilha em um eixo industrial, fabricando a maioria dos players de música, videogames, celulares e computadores comprados por consumidores e empresas. Mas as companhias que vendem esses produtos - HP, Dell, Apple e outras - têm colocado uma pressão imensa sobre esses fabricantes para manter os preços baixos.
Por isso, líderes empresariais e o governo taiwanês estão pedindo às empresas locais que pensem mais alto. Como resultado, muitas têm se preparado para se tornarem nomes conhecidos ao redor do mundo, fomentando seus negócios de softwares e obtendo mais propriedade intelectual vital em áreas do setor tecnológico que crescem rapidamente.
"A maioria das empresas em Taiwan é escrava de ciclos de crescimento e queda", afirma Tien-haw Peng, diretor de planejamento estratégico da Prime View International, uma empresa em Hsinchu, Taiwan, que fabrica monitores para aparelhos de computação. "Existe o objetivo de estabilizar as coisas encontrando um lugar melhor na cadeia de valores."
Nenhuma empresa taiwanesa fez isso tão rápido, ou com mais eficácia, do que a Acer.
Para atingir a posição número três no mercado global de computadores, a Acer passou por uma reinvenção corporativa que oferece suporte para estudos de caso de escolas de negócios.
Durante quase 15 anos, a Acer sofreu de personalidade dupla. Uma parte da empresa fabricava computadores para outras vendedoras de PCs que, então, colocavam o nome de suas marcas nas máquinas. Outra parte da Acer vendia computadores muito similares sob a própria marca da empresa.
O arranjo criava conflitos óbvios, dizem os executivos da Acer, sendo que o grupo responsável pelos produtos da marca Acer competia com os clientes do braço industrial da empresa.
Em 2000, a Acer começou a desmembrar sua divisão industrial. Um ano depois, uma empresa independente chamada Wistron se formou para lidar com tais operações. Uma Acer menor e mais sagaz surgiu, com um novo logotipo e altas aspirações globais.
Com um novo começo, a Acer tomou decisões aparentemente contraintuitivas. A empresa decidiu se focar em laptops para consumidores e vendê-los através de parceiros e varejistas, evitando qualquer tipo de venda direta.
Essa abordagem colocou a Acer em uma direção nitidamente oposta à da Dell, que era a maior história de sucesso do setor de PCs em 2000. A Dell estremeceu antigos rivais como Compaq, IBM e HP através de um modelo de venda direta ultraenxuto que dependia muito do mercado de computadores desktop para grandes empresas.
Nos anos seguintes, entretanto, a venda varejista de computadores passou por uma mudança que favoreceu a Acer. Hoje, consumidores compram mais computadores do que empresas e esses compradores tendem a preferir laptops a desktops. As vantagens que a Dell tirava da mistura e combinação de componentes para consumidores em suas fábricas desapareceram, com tais consumidores migrando para lojas em busca de máquinas pré-configuradas.
"Quando nos desmembramos, acreditávamos que, com o PC se transformando mais em uma commodity, os consumidores acabariam sendo a maior parte do negócio", disse Lanci, que se tornou presidente-executivo no ano passado. "A venda direta não parecia ser o modelo certo para isso. Após oito ou nove anos, parece que tomamos uma boa decisão."
A ascensão da Acer se intensificou durante o desaquecimento econômico global. A empresa fez uma entrada agressiva no mercado de netbooks - os pequenos laptops de baixo custo que foram um ponto brilhante raro durante a pior queda já enfrentada pelo setor de PCs. A Dell, que depende muito mais da venda de PCs a empresas, tem tido dificuldades, com empresas evitando a compra de novos computadores.
No ano passado, a fatia de mercado da Acer cresceu três pontos percentuais, chegando a 10,9%, enquanto a Dell ganhou apenas 0,1%, ficando com 15%, segundo a empresa de pesquisa IDC. A Acer continuou a diminuir essa diferença este ano, chegando a conquistar 11,6% do mercado contra 13,6% da Dell ao longo do primeiro trimestre.
Lanci acredita que a Acer pode continuar a crescer, especialmente nos Estados Unidos e na China - as duas regiões mais valorizadas para vendedores de PCs. Além disso, ele está direcionando a Acer para o mercado de celulares e defende que as semelhanças crescentes entre smartphones e laptops favorecem diretamente os pontos fortes da Acer.
"Acredito que temos know-how e que esses dois mundos vão se fundir", ele afirma.
Enquanto isso, a Acer abocanhou o manto de operadora ágil e enxuta da Dell. Seja em relação à tecnologia wireless ou aos laptops superfinos com bateria de duração mais longa, a Acer frequentemente fornece computadores com novos atributos antes de qualquer outro fabricante de PCs. E ao reconhecer uma tendência promissora iniciada por outra empresa - netbooks, por exemplo, foram uma invenção da Asustek, outra empresa taiwanesa - a Acer acompanha com vigor, bombardeando o mercado com produtos de baixo custo.
Paul S. Otellini, presidente-executivo da Intel, dá crédito a Acer por abraçar seu papel de azarão e por assumir grandes riscos para romper o status quo. "Eles têm feito um trabalho espetacular", ele diz.
Mas é claro que a jornada da Acer vem com desafios. Sua estrutura operacional de baixo custo não deixa muito dinheiro para pesquisa e desenvolvimento. A HP critica a Acer por sua gama limitada de produtos e carência de atributos originais que podem comandar preços mais altos. E a Dell se mudou para o varejo, território da Acer, lançando ao mesmo tempo uma enxurrada de novos designs atraentes para seduzir os consumidores.
"Acredito que a Acer seja apenas mais um concorrente que não se foca em nada além de relações públicas para ganhar espaço no mercado", disse Todd Bradley, chefe do negócio de computadores da HP.
Tais comentários, no entanto, vêm num momento em que a receita do negócio de PCs da HP sofreu uma queda de 19% em cada um dos últimos dois trimestres. O declínio da Dell tem sido ainda mais grave, com as vendas de desktops caindo cerca de 30% em cada trimestre. A receita geral da Acer também caiu, mas apenas 7% e 8%, respectivamente.
"Ainda somos capazes de contornar as coisas mesmo durante épocas difíceis", Lanci diz. "Não acredito que os concorrentes serão capazes de se equiparar a nós."
Diferente de seus rivais mais diversificados, a Acer concentra toda a sua atenção em um objetivo: vender computadores. Tal foco ajudou a Acer a estabelecer o que analistas consideram ser a estrutura de mais baixo custo do setor.
A empresa pode livremente escolher entre seus fabricantes para obter os menores preços e se orgulha de praticamente não ter estoque.
"Coletamos o pedido do cliente, encomendamos ao fabricante e eles realizam o envio", Lanci diz. "Não lidamos com as mercadorias."
No ano passado, a Acer contou com cerca de seis mil funcionários para atingir US$ 16,6 bilhões em receita e um lucro de US$ 358 milhões. Embora a empresa provavelmente produza mais receita por funcionário do que seus rivais, isso é feito com produtos menos lucrativos. Sua margem operacional de 2% é cerca da metade das margens da HP e da Dell, o que a coloca em uma categoria de lucro abaixo até mesmo de alguns varejistas, disse A.M. Sacconaghi, analista de valores da Sanford C. Bernstein & Co.
"Existe uma permuta entre crescimento e lucratividade no setor de PCs", Sacconaghi explica.
A estratégia da Acer teve êxito durante o desaquecimento do setor de PCs, com computadores mais baratos se tornando mais populares. A empresa tem se mostrado disposta a agarrar a maior fatia possível desse negócio, enquanto a Dell se retirou das vendas que depreciariam seus lucros.
Segundo Lanci, a Dell, que se recusou a comentar para este artigo, poderia reduzir seus custos apenas se estivesse disposta a tomar medidas drásticas. "Seriam necessárias grandes demissões em massa", ele disse.
Esses comentários contundentes saem de sua boca de forma branda e natural.
O despretensioso Lanci, nascido em Turim, Itália, viaja entre sua residência em Milão e os escritórios europeus da Acer em Lugao, Suíça. Uma vez por mês, ele se hospeda em um hotel em Taiwan para reuniões, conduzidas em inglês, na sede da Acer.
Os predecessores de Lanci, incluindo o fundador da Acer, Stan Shih, e seu presidente J.T. Wang, projetaram a maior parte da ambiciosa mudança estratégica da empresa. Mas observadores de longa data da empresa defendem que o domínio de Lanci do mercado europeu fomentou a crença de que a Acer poderia crescer para se tornar uma marca global de sucesso.
Após se juntar à empresa em 1997, como diretor executivo da Itália, Lanci transformou a Acer na vendedora líder de laptops no país em alguns meses. Três anos depois, ele foi posto no comando dos negócios da Acer na Europa e começou a executar uma estratégia familiar. Ele deu atenção generosa tanto a parceiros menores quanto a grandes varejistas, garantindo que os computadores da Acer aparecessem em quase todas as lojas possíveis.
E sem qualquer plano de vendas diretas, a Acer agradou aos varejistas - ao invés de competir com eles.
Outras empresas taiwanesas estão copiando a estratégia da Acer. A Asustek é uma das marcas de PC de mais rápido crescimento na Europa. A HTC costumava fabricar telefones celulares para outras empresas, mas reservou um pouco da atenção para si própria, lançando o primeiro aparelho a utilizar o software para telefones do Google. E a BenQ, que se desmembrou da Acer, teve grande sucesso na China com pequenos projetores e monitores atraentes.
Muitas dessas empresas injetaram dinheiro em fabricantes de softwares iniciantes nos Estados Unidos, na esperança de adicionar um destaque como o iPhone a seus produtos e gerar lucros maiores. Os grandes fabricantes fizeram o mesmo, incrementando suas divisões de software, enquanto o governo taiwanês despejou dinheiro no desenvolvimento de softwares, esperando criar uma onda de empresas iniciantes com programas direcionados à web e a aparelhos móveis. Tradução: Amy Traduções The New York Times

Sexta-feira, 19 de Junho de 2009

Novo notebook Vaio NW, da Sony, vem com Blu-ray


A Sony acaba de aumentar a sua prole de notebooks da série Vaio. Batizado de NW, o caçula empacota Blu-ray e uma tela de 15,5 polegadas.
O bonitão vem com processador Intel Core 2 Duo P7350, de 2 GHz, 4 GB de memória RAM e 400 GB de disco rígido. Ele tem Wi-Fi, três portas USB e entrada HDMI. Além disso, o Vaio NW tem um modo de inicialização rápido, sem a necessidade de entrar no Windows Vista. De acordo com o fabricante, a bateria do modelo dura até 5 horas longe da tomada.
O preço por esse pacote? 880 dólares. Agora, se você não quiser o Blu-ray player as etiquetas ficam 80 dólares mais baratas e sai por 800 dólares. Vale ressaltar que esses preços são encontrados fora do Brasil.Postado por - Talita Abrantes Rodrigues

Netbook de US$ 200 funciona com oito pilhas AA


A empresa tailandesa NohrTec está colocando no mercado o Edubook, um netbook voltado ao mercado educacional que tem uma característica curiosa: em vez de uma bateria, como em um portátil tradicional, ele pode funcionar usando oito pilhas pequenas (AA) recarregáveis, com autonomia de até 4 horas. As pilhas são recarregadas quando a máquina é plugada na tomada.
Além do baixo custo da solução (um pacote com quatro pilhas AA recarregáveis de qualidade não custa mais do que R$ 30 no Brasil), há o aspecto da praticidade: quando as pilhas deixarem de reter a carga, como acontece com qualquer bateria depois de um certo tempo de uso, basta trocá-las por um novo conjunto comprado em qualquer loja da vizinhança. Nada de correr atrás de modelos específicos que geralmente custam caro demais ou, pior, saem de linha após alguns anos.
A configuração é bastante modesta, com um monitor LCD de 8.9 polegadas e 1024 x 600 pixels, entre 256 MB e 1 GB de RAM (dependendo do modelo) e um processador x86 de 1 GHz produzido pela desconhecida Xcore86. Segundo a empresa, seu chip é o processador x86 mais eficiente do mundo, consumindo apenas 1.2 watts e capaz de rodar "frio", sem um ventilador para ajudar na dissipação de calor. Não há detalhes sobre o desempenho.
O Edubook tem outros detalhes interessantes: processador e RAM ficam em um módulo removível, o que torna possível fazer upgrades no netbook conforme necessário. A fonte de alimentação é interna, então só é preciso levar um cabo de força junto com a máquina, o que reduz o peso. A máquina vem com o Ubuntu Netbook Remix, mas segundo a Norhtec pode rodar o Windows XP se necessário.
Os preços começam em US$ 200 para a configuração básica, com pedidos em quantidade diretamente do fabricante. Mais informações estão disponíveis no site oficial do produto, acessível pelo atalho http://tinyurl.com/3ddp9w.- Terra Tecnologia

Banda larga 3G: conheça as ofertas de portáteis com modem embutido

Por Evelin Ribeiro, repórter do IDG Now!
Há algum tempo os modems 3G começaram a tomar lugar das placas PCMCIA para a conexão móvel de notebooks à internet. Mas o dispositivo que fica “pendurado” no computador portátil, ou mesmo conectado à entrada USB como um pen drive, também está evoluindo. A tendência é vermos cada vez mais laptops oferecidos com o modem embarcado.
O analista de telecomunicações da consultoria IDC Brasil, Vinicius Caetano, acredita que o modem 3G já embutido no laptop vai se popularizar ainda mais no Brasil, e não apenas sendo comercializado pelas operadoras como ocorre atualmente. “Os fabricantes, no futuro, começarão a fazer todos os seus computadores portáteis com modems embutidos”, afirmou o especialista. “Esses computadores já existem no varejo. No começo serão modelos mais caros do que os portáteis sem modem, mas serão barateados aos poucos”, acrescentou.
Caetano explica que, assim como hoje temos uma entrada USB, os computadores terão entrada para o sim card (cartão com chip) da operadora, como se fosse um celular - você pode comprar o aparelho com o fabricante e o chip com a operadora de telefonia.
Por enquanto, apenas duas operadoras no Brasil oferecem notebooks e netbooks - pequenos notebooks com capacidade de acessar a internet e usar aplicativos básicos - com o modem 3G embutido.
A Tim mantém uma parceria com a HP pela qual oferece três modelos de notebook. O Pavilion dv4 1130 e o Pavilion dv4 1150, para o consumidor final, e o Compaq 6710b, apenas para clientes corporativos da operadora.
Para os dois modelos do varejo, a Tim oferece desconto de 500 reais na compra do notebook atrelado ao plano de internet móvel 3G com velocidade de 1 Megabits por segundo (Mbps). Com isso, o modelo 1130 sai por 2.999 reais. Em outros planos, ele custaria 3.499 reais. Já o modelo 1150 custa, com o plano, 3.499 reais. Sem o plano, fica em 3.999 reais.
O modelo corporativo Compaq 6710b não recebe desconto e custa 2.999.
A Vivo comercializa dois modelos de netbook com modem embarcado. O primeiro é o Mobo 3G, da Positivo, que custa 1.699 reais, independentemente do plano contratado. Já o LG X110 possui um preço diferente para cada plano contratado.
Todos os notebooks ou netbooks oferecidos pelas operadoras com modem 3G embarcado são bloqueados, mas o desbloqueio segue as mesmas regras dos aparelhos de celular.
O fator preço
Apesar dos subsídios oferecidos pelas operadoras para a compra dos portáteis com modem embarcado, o preço dos computadores (à vista) tem o acréscimo do valor do modem 3G. O LG X110, por exemplo, sem o modem 3G, custa nas lojas do varejo 1.849 reais, segundo a fabricante. O preço do modelo com modem oferecido pela Vivo pode variar de 1.799 reais, subsidiado pelo plano de 119,90 reais por mês, a 2.599 reais.
Já a HP afirma que todos os modelos vendidos em parceria com a Tim também estão no mercado, mas não há a opção sem modem como no caso do netbook LG X110. O que o cliente pode fazer é optar por usar ou não o chip da operadora. Mesmo assim, os preços são um pouco mais baixos que o oferecido pela Tim, quando não considerados os descontos do plano contratado.
O HP Pavilion 1130, por exemplo, custa 3.199 reais (com a Tim ele pode chegar a 3.499 reais) e o modelo 1150 custa 3.599 reais (pela Tim, o equipamento sai por 3.999 reais). Com os subsídios, em todos os casos acima, o portátil fica mais barato sendo comprado atrelado à operadora que avulso no mercado.
A Positivo afirma que o preço de seu Mobo 3G é o mesmo - 1.699 reais - tanto na compra pela Vivo quanto em varejistas.
Vantagens e desvantagens
O analista da IDC Brasil aponta que uma das desvantagens do modem 3G embarcado é a impossibilidade de usar a internet em diferentes computadores. “O mesmo modem que o usuário coloca no netbook quando está na rua pode ser usado no desktop quando ele chega em casa”, lembra.
Mas, para quem estiver decidido que a conexão será realmente apenas para o computador portátil, o modem embutido elimina o empecilho de precisar carregar mais um dispositivo pendurado no laptop. “É óbvio que a conexão móvel nunca será tão confiável quanto a fixa, mas é a melhor opção para quem precisa de mobilidade”, lembrou.
Caetano finaliza dizendo que a navegação na internet móvel é grande tendência no Brasil e a rede 3G realmente está chegando mais para os computadores portáteis que para o celular. “É a necessidade de cada usuário que vai determinar se o modem 3G embutido é vantajoso ou não”, finaliza.

Leitores eletrônicos já fazem parte das filas de autógrafos


Andrew Adam Newman
Em eventos literários, os bibliófilos usualmente esperam em fila para pedir autógrafos aos escritores, mas o uso cada vez mais intenso de aparelhos eletrônicos de leitura, como o Kindle, suscita questões sobre a evolução das noites de autógrafos.
Uma recente leitura pelo escritor David Sedaris, que estava lançando seu When You Are Engulfed in Flames na livraria Strand, em Manhattan, permitiu um vislumbre do futuro quando um comprador chamado Marty, que estava na fila, apresentou seu Kindle a Sedaris para o autógrafo. (O escritor fez uma cara de falso horror, virou o aparelho e escreveu "o fim está próximo").
Uma porta-voz da Amazon.com, a empresa de varejo online que vende o Kindle, respondeu que não sabia se a prática de pedir autógrafos no aparelho é comum, mas outras fontes informam que isso vem acontecendo, ainda que de maneira intermitente, já há cerca de um ano.
Em maio de 2008, por exemplo, Holly West foi a uma noite de autógrafos da romancista Jennifer Weiner, e pediu a ela que autografasse o Kindle com o qual estava lendo seu livro, Certain Girls.
"Fiquei sem graça, como se estivesse fazendo algo de errado", disse West. "Uma noite de autógrafos é uma oportunidade de promoção para o autor e a loja, e se você pede um autógrafo no Kindle, está tirando a livraria do processo". West, que também usou o Kindle para pedir o autógrafo da escritora Harley Jane Kozak, diz que só o fez porque já tinha comprado livros das duas.
Sedaris revelou em e-mail recente que já assinou "pelo menos" cinco Kindles, e "um bom número de iPods, também, no caso dos compradores de audiobooks". O autor, conhecido por escrever sobre suas excentricidades pessoais, muitas vezes fica exposto às idiossincrasias de seus leitores em suas noites de autógrafo.
"A coisa mais estranha que já autografei foi a perna artificial de uma leitora", ele afirmou. "No ano passado, autografei uma perna real, e a dona transformou minha assinatura em tatuagem. Um dia antes, uma mãe que estava amamentando me ofereceu uma mamadeira contendo seu leite, e eu aceitei a oferta". Tradução: Paulo Migliacci ME The New York Times

Segunda-feira, 8 de Junho de 2009

Chega da China notebook de 33 mm de espessura


Por Fernando Souza Filho
A VIA Technologies anuncia que a Tongfong adota a plataforma de processadores VIA Nano para a sua nova série de notebooks extrafinos e muito leves Tongfong S30A 13.3” de apenas 33 mm de espessura.
Os notebooks Tongfong S30A passam a apresentar o processador VIA Nano U2250 com arquitetura 64-bit, de 1.3GHz+, que trabalham em alta performance e consomem menos energia que os similares.
O VIA Nano vem acoplado com o chipset VIA VX800 MSP integrado que se responsabiliza por processamento gráfico também de alto desempenho, além da unidade gráfica Chrome 435 ULP (desenvolvido pela S3 Graphics) para reproduções de vídeo sofisticadas e de alta definição (HD) e que viabilizam a certificação Notebook para padrão de imagens DirectX 10.1.
O Tongfong S30A apresenta uma tela de 13,3” muito brilhante e teclado completo ambientados num produto projetado para pesar apenas 1,4 quilo e uma espessura de somente 33mm. Seu sistema Storage (memória) prevê HD S-ATA de 2,5” e DVD Super Multi-Drive.
O trabalho em networking é realizado no padrão Ethernet 10/100Mbps Ethernet ou Wireless de 802.11b/g. Apresenta também leitora de cartões que trabalha com quatro padrões em apenas um componente; slot express card; e duas portas USB2.0.
O notebook usa o processador VIA Nano de 1.3+GHz, além do chipset integrado “media system” VIA VX800 e a unidade gráfica Chrome 435 ULP da S3 Graphics dedicada a processamento de imagens em sistemas de memória DDR2 de 2GB. O Tongfong S30A também suporta uma nova tela (display) adicional e independente configurada ou através da porta VGA ou da HDMI. O Tongfong S30A está disponível tanto para sistemas operacionais Microsoft Windows Vista ou Windows XP Home.

Intel quer que baterias de netbooks com chip Atom durem o dia todo

Por IDG News Service/Taiwan
Desenvolvimento da plataforma Atom, para netbooks, de maneira que reduza o consumo de energia pelo PC é um dos alvos da Intel.
A capacidade de usar um netbook o dia todo com uma única carga na bateria é um dos objetivos que a Intel mira com o desenvolvimento de sua plataforma Atom.
"Estamos tentando reduzir a energia, ter discos mais inteligentes e sistemas mais leves para aumentar a vida útil da bateria", disse o líder da divisão de plataformas móveis da Intel, Mooly Eden, durante o evento Computex, em Taiwan, nesta quarta-feira (03/06).
> Baterias recarregáveis: pequenos avanços
"A ideia é entregar um produto que durará todo o dia. O usuário poderá sair com seu netbook sem precisar levar o fonte para carregar a bateria", completou.
A maioria dos netbooks oferecem entre três e cinco horas de duração em baterias de três células e aproximadamente o dobro em baterias de seis células. Mas baterias com maior vida útil são mais pesadas e maiores - o efeito oposto ao buscado por quem comrpa um netbook.
"Precisaremos mais que uma bateria de três células ou algum tipo de bateria que não seja necessariamente de célula, ou ainda esperar até que químicos e físicos melhorem as atuais baterias para obter uma maior densidade de energia”, disse Eden.
Densidade de energia é uma medida da quantidade de energia que pode ser acumulada em uma bateria em relação ao seu volume. Aumentar a densidade resultaria num aumento de energia na bateria, sem que ela aumentasse o tamanho.
A vida útil de uma bateria pode ser extendida ao reduzir a quantidade de energia consumida pelos componentes de um PC. A Intel vem desenvolvendo sucessivas versões do Atom - seu processador de baixo-consumo voltado a netbooks - que consumam menos energia. Além disso, os chips “Pine Tail”, recém-lançados pela companhia, consolidam a plataforma Atom, que antes usava três chips, para apenas dois chips, o que ajudará a reduzir o consumo de energia. Martyn Williams, editor do IDG News Service, de Taiwan

E-reader mais barato pode chegar em breve ao mercado


Mary Lou Jepsen, uma celebridade do OLPC, tem uma nova tela que pode tornar o e-reader um gadget mais viável, desejável e até relativamente barato.
É basicamente um LCD com dois modos: um para uso típico e outro "reflexivo" que requer muito menos energia e é mais amigável aos olhos. Josh Quittner, da Time, conferiu um display da Pixel Qi e ficou impressionado.
Ele afirma que as cores são praticamente tão vibrantes quanto as de um LCD comum e que o vídeo rodou "de modo perfeitamente liso". Em um e-reader, a duração da bateria seria de cerca de 40 horas - não chega ao nível do Kindle, mas é bem longa de qualquer maneira.
O melhor de tudo é que Jepsen diz que a tecnologia está pronta para ser produzida, a um preço relativamente barato: por volta de US$ 200 - ou cerca de R$ 400 -, para uma tela de 10 polegadas. Essa pode ser a tecnologia que finalmente levará os e-readers a atingir o seu potencial. Gizmodo - Terra Tecnologia

Intel aposta no segmento de notebooks ultrafinos

A Intel informou nesta quarta-feira que vê vendas globais sólidas de notebooks e espera que seus novos processadores a coloquem em boa posição para um boom previsto no segmento de máquinas ultrafinas.
"A tendência geral no universo do consumidor continua sendo razoavelmente positiva", disse Navin Shenoy, gerente geral da Intel na região da Ásia-Pacífico, à Reuters, durante a Computex, segunda maior feira de computadores do mundo.
"Se você olhar as vendas de notebooks agora, elas continuam sendo sólidas. O mercado de varejo é um pouco mais desafiador."
A companhia lançou na segunda-feira um microprocessador mais leve e com baixo consumo de energia planejado para uso em notebooks ultrafinos. A iniciativa pretende fortalecer a liderança da empresa no setor de computadores móveis.
"Nos próximos seis meses, eu acho que a força (de crescimento) será particularmente forte no segmento de notebooks ultrafinos", disse Shenoy, encarregado das vendas e do marketing de produtos da Intel na região, excluindo o Japão e a China. Reuters

Microsoft vai excluir netbooks equipados com ARM do Windows 7

O novo sistema operacional Windows 7, da Microsoft, não poderá ser usado em netbooks acionados por chips ARM, anunciou a Microsoft na quarta-feira, o que representa um revés para as esperanças da empresa britânica de se tornar participante importante do setor.
A informação surge dias depois que a ARM anunciou planos de conquistar uma posição no crescente mercado de netbooks este ano, e que pretendia responder por 30% do mercado no ano que vem.
A empresa havia anunciado anteriormente que os netbooks equipados com os seus chipsets seriam acionados por um sistema operacional baseado no Linux, que ela afirma preferir pelo baixo custo e porque os programadores podem adaptá-lo às suas necessidades.
"Para as pessoas que desejam um computador pessoal, ainda que com chipset diferente, não acreditamos que isso venha a funcionar muito bem", disse Steve Guggenheimer, vice-presidente corporativo para fabricantes de equipamento original na Microsoft, em entrevista à Reuters na feira de computação Computex.
"Aprendemos, no passado, que se o aparelho parece um computador pessoal e funciona como um computador pessoal, as pessoas desejam os recursos e benefícios de um computador pessoal", afirmou. A ARM não comentou de imediato.
Guggenheimer também disse acreditar que os consumidores não começarão a optar pelo sistema operacional Android, do Google, em vez dos produtos Microsoft. Ele citou possíveis questões de compatibilidade, o uso do Linux como base e a falta de softwares compatíveis.
Os comentários dele surgiram um dia depois que a Acer se tornou a primeira empresa a anunciar que venderá um computador pessoal acionado pelo Android, uma decisão que pode ameaçar o domínio da Microsoft sobre o mercado de sistemas operacionais para computadores.
"Estou razoavelmente cético quanto aos consumidores começarem a optar pelo Android imediatamente. Eles vão querer que suas impressoras funcionem com a máquina, que o seu software funcione", disse Guggenheimer.
"Não existe um ecossistema completo em torno do Android", acrescentou. Reuters

Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

Leitor eletrônico rival do Kindle é inspirado no iPod


David Pogue
Muitas vezes na vida, a realidade não confirma o marketing; todo mundo termina apanhado pelas exceções em letrinhas miúdas. Os panfletos de complexos de turismo mostram praias e piscinas reluzentes, bem iluminadas e vazias. Os trailers de cinema conseguem extrair 45 segundos de risadas até mesmo dos piores fiascos. E quanto aos perfis em sites de encontros - bem, vocês sabem.
Da mesma maneira, quando se lê uma descrição do novo leitor eletrônico Cool-er, da companhia britânica Interead, a atenção é despertada. O aparelho vendido por US$ 250 supostamente faz tudo que o Amazon Kindle faz, e é menor, mais leve, mais fino e US$ 110 mais barato.
O Cool-er dispõe de memória suficiente para 700 livros, mas vem com uma porta para cartão de memória capaz de acomodar mais 2,8 mil títulos, o que mais ou menos deve bastar para sua próxima viagem aérea.
Ao contrário do atual Kindle, o Cool-er tem uma bateria removível. A empresa diz que em breve colocará baterias adicionais à venda ao preço de US$ 5. E uma bateria basta para ler oito mil páginas, o que representa capacidade superior à do Kindle ou à do Sony Reader.
(Sim, é estranho medir a capacidade da bateria pelo número de páginas viradas, mas a tecnologia E Ink tem dessas coisas. As notáveis telas da empresa, utilizadas no Kindle, Sony Reader e Cool-er, parecem quase exatamente com tinta impressa sobre o papel. São espetacularmente legíveis, desde que haja luz suficiente, porque não oferecem iluminação interna. E a E Ink não gasta energia enquanto uma página está em uso; os pontos de tinta ficam "congelados" no lugar até que você "vire a página", e é esse o único momento em que o aparelho gasta muita energia.)
O Cool-er também oferece uma loja online própria, que tem 275 mil títulos à venda. De acordo com a Interead, eles são anunciados como menos dispendiosos do que os livros vendidos pela Amazon ou pela Sony para seus leitores eletrônicos.
Acima de tudo, os livros do Cool-er contam com proteções bem menos severas do que as adotadas pela Amazon e Sony. Para começar, é possível lê-los em um computador pessoal. De acordo com a Interead, antes do final deste ano será possível vender livros que você tenha escrito na Coolerbooks.com, e o autor fica com 50% da receita.
E, o mais interessante, é que você pode "emprestar" um livro comprado da Cool-er a quatro outras pessoas - por exemplo, parentes, amigos ou o seu grupo de leitura.
É uma vantagem muito importante, porque representa um passo na direção de corrigir o último dos grandes problemas que restam para os leitores eletrônicos: não há como passar para frente os livros comprados. No Kindle, por exemplo, não se pode dar, emprestar, vender ou nem mesmo doar um livro a uma biblioteca.
O Cool-er, que tem comprimento de 18 centímetros e largura de 11,5 centímetros, com pouco mais de um centímetro espessura, é de fato menor que o Kindle original, em cerca de 2,5 centímetros em cada dimensão, e bem mais leve e fino do que o Sony Reader. Na verdade, caberia em um bolso interno de paletó, o que pode ser muito conveniente.
Mas assim que o usuário tem o aparelho nas mãos, as letrinhas miúdas começam a atingi-lo com a força de um martelo pneumático.
O Cool-er vem em oito cores metálicas que lembram o iPod, mas é feito de plástico. Parece oco, pouco substancioso; o plástico literalmente range quando os botões são premidos, o que não inspira grande confiança. E será que a empresa realmente precisava gravar tantos símbolos de marca registrada no aparelho? Para não falar de seu slogan -"we make reading cool"?
A inspiração oferecida pelo projeto do iPod continua perceptível no controle circular branco, que na verdade não gira e funciona como uma espécie de bússola que se pode apertar nos quatro pontos cardeais. Esse controle, como os botões na borda do aparelho, é rígido e difícil de acionar.
Mesmo que você tenha recebido uma mensagem na tela que confirma que conseguiu acionar o botão de "próxima página", a transição pode demorar diversos segundos. Assim, o leitor passa o tempo incerto quanto a ter ou não conseguido virar a página. Não é o sistema ideal para uma leitura atenta.
Os quatro pequenos botões na borda esquerda não têm identificação, exceto por algumas estranhas e misteriosas ranhuras. O superior abre o "menu multimídia", que só oferece duas opções: executar um arquivo MP3 ou um jogo de sudoku. O segundo gira a imagem da página. O terceiro é o botão de retorno. O mais baixo abre a tela de ajustes.
Não só essa disposição de controles é bizarra - o botão do sudoku deveria realmente estar no alto do aparelho? - como não existe botão de tela inicial. Para chegar à lista completa de livros, é preciso premir o botão de rotação por três segundos. (E por que o botão de rotação e não o de retorno?)
Há oito tamanhos de fonte à escolha. Infelizmente, mudar um tamanho de fonte requer -não estou brincando - 16 comandos, cada um dos quais necessita de muque considerável.
Tenha em mente, além disso, que os Cool-ers não dispõem de muitos dos pequenos confortos que fazem com que o Kindle pareça tão completo. O maior deles, claro, é a conexão de celular que permite baixar livros para o aparelho sem fio. O Cool-er requer que você compre livros com seu computador e depois os transfira ao leitor por meio de uma conexão USB. Para isso, é necessário um programa gratuito chamado Adobe Digital Editions que administra os livros protegidos contra cópia. Instalar e aprender como usar o programa é problema do usuário.
É possível transferir arquivos em .PDF ou de texto ao aparelho dessa maneira, mas o processo não é garantido. Alguns de meus arquivos em .PDF não abriram. Um deles travou a máquina. Os demais muitas vezes aparecem com fontes tão pequenas que seria preciso ler com um microscópio - e não, essa fonte não pode ser alterada.
O Cool-er tampouco lê livros em voz alta para o usuário. Não faz uma cópia de segurança automática do livro. Não executa audiobooks. Não traz um dicionário integrado. Por não ter teclado, não permite que você faça anotações ou faça buscas nos textos. Todos esses recursos são padrão no Kindle.
E a loja do Cool-er também é complicada. A empresa diz que em breve assinará um acordo com um grande distribuidor que elevará seu catálogo a 750 mil títulos, três vezes mais que a Amazon. Seria bom, porque no momento o catálogo tem mais buracos que produtos.
Meu conselho é que você não compre esse esforço inicial, mas que fique atento aos sucessores. Os ideais que inspiraram o Cool-er são importantes e válidos, especialmente a possibilidade de emprestar livros e publicar escritos próprios.
Tradução: Paulo Migliacci ME

The New York Times

Gigante dos chips, Intel faz software rápido para netbooks


RAFAEL CAPANEMA da Folha de S.Paulo

Se você já espiou as especificações da maioria dos netbooks, deve ter notado dois itens quase onipresentes: o processador Atom e o sistema operacional Windows XP.
Quando a categoria surgiu, em 2007, com o lançamento do Asus Eee PC, o sistema dominante nessas maquininhas era o Linux, de código aberto.
Em meados de 2008, porém, a situação se inverteu: o sistema da Microsoft vinha instalado em 96% dos laptops ultraportáteis de baixo custo, segundo a consultoria NPD.
Mas os sistemas baseados em Linux para netbooks tentam se reerguer no mercado. A tacada mais recente é da própria Intel, que fabrica os processadores Atom: na semana passada, a empresa lançou a versão 2.0 beta do Moblin, disponível para download gratuito em www.moblin.org.
Com interface atraente, o sistema traz, no topo da tela, uma série de ícones que representam "zonas" (como internet, mídia e programas), o que o Ars Technica chamou de "incomum paradigma de gerenciamento de tarefas".
Teste
A Folha testou o Moblin em um netbook HP Mini 1000, com processador Atom.
Uma das características mais impressionantes é o carregamento rápido --em menos de 30segundos, o sistema está pronto para usar.
Mas há ainda muitas arestas a serem aparadas. Alguns recursos ainda não funcionam, mensagens de erro são constantes e o suporte a hardware é fraco --as placas de rede para conexão com e sem fio, por exemplo, não foram detectadas pelo sistema.
Como netbooks, em sua maioria, não contam com leitor de CD e DVD, o Moblin pode ser testado e instalado por meio de um pendrive --o site ensina o procedimento passo a passo para Windows, Mac OS X e Linux.

Terça-feira, 26 de Maio de 2009

Netbooks poderão ter tela de até 10 polegadas, diz Microsoft


A festa do aumento do tamanho das telas dos netbooks deverá chegar ao final por conta a atuação da – quem diria – Microsoft.
Ao anunciar ontem as versões mais baratas do Windows 7, desenvolvidas para máquinas de baixo custo e desempenho modesto, a empresa de Redmond limitou as licenças a computadores que tenham tela de no máximo 10.2 polegadas.
A medida deixaria alguns netbooks grandes, como o Dell Mini 12.1 (não disponível no Brasil) e o Acer Aspire One Pro, de 11.6 polegadas incapazes de receber qualquer uma das versões mais em conta do novo sistema operacional.
Quando o segmento foi criado, no final de 2007, as máquinas tinham tela de 7 polegadas, passaram por 9 e atualmente estão na marca das 10.2 polegadas.
Será que a Microsoft conseguirá manter essa resolução por muito tempo? Escrito por João Brunelli Moreno

Clevo anuncia lançamento do netbook TN70M com GPS integrado


A fabricante de computadores Clevo anunciou o lançamento do netbook TN70M, que inclui GPS, dentre outras características.
Além do navegador, o equipamento possui tela touchscreen de 7 polegadas com 800 x 480 pixels de resolução, 1.33GHz Atom Z520 CPU, Wi-Fi, Bluetooth e um módulo opcional WLAN.
Outras características incluem um acelerômetro, 1 GB de RAM, par de portas USB 2.0. Os clientes podem incluir um leitor de impressões digitais e/ou uma webcam na hora da compra.
O modelo será lançado nos Estados Unidos por um valor de 623 dólares sem os opcionais. A fabricante não divulgou data para lançamento em outros países. Uol Tecnologia

Mercado corporativo é desafio para laptops de baixo preço

As marcas de computadores esperam reproduzir seu sucesso com os laptops de baixo preço junto aos clientes corporativos, mas a aceitação por esse exigente segmento pode ser mais difícil. Os netbooks - laptops básicos com acesso à internet - decolaram com força depois de seu lançamento em 2007, e seus embarques devem dobrar para 21 milhões de unidades este ano, em meio a um mercado de computadores no geral estagnado ou em queda.
O novo chip CULV (sigla para consumer ultra-low voltage), da Intel, pretende cobrir a lacuna entre os chips baratos para notebooks e os chips mais poderosos e dispendiosos usados nos computadores tradicionais.
No entanto, os laptops CULV podem, na verdade, prejudicar a receita do setor de computadores como um todo, se mais consumidores abandonarem os laptops tradicionais, mais caros, e optarem pelos novos modelos, mais baratos, incentivados por uma promessa de desempenho relativamente boa das máquinas.
A incapacidade desses pequenos laptops leves de executar software sofisticado manteve os clientes corporativos afastados, já que a falta de segurança dos dispositivos poderia tornar essas máquinas mais vulneráveis a vírus.
O objetivo das fabricantes é desenvolver netbooks de baixo custo que sejam aceitáveis para os clientes corporativos, que respondem por metade das aquisições de computadores.
"Se a pessoa pode ter máquinas leves e finas, com mais potência e pelo preço regular, quem rejeitaria?", disse J. T. Wang, presidente do conselho da Acer, terceira maior fabricante mundial de computadores, quando do lançamento do primeiro laptop com um chip CULV, no mês passado.
Ele prevê que os laptops equipados com o CULV respondam por 15% da receita da Acer até o final do ano.
A Asustek, uma rival menor da Acer e pioneira nos netbooks, deve lançar a sua primeira máquina equipada com o CULV ainda este mês. Wang e os demais proponentes do CULV dizem que seus computadores ocuparão um nicho importante para compradores que querem alto desempenho, mas que também são sensíveis a preços. Terra Tecnologia

Laptop LG P310 é leve como um netbook


Se o apelo irresistível dos notebooks de 13 polegadas é misturar potência, portabilidade e design sofisticado como ninguém, imagine tudo isso numa carcaça quase tão leve quanto um netbook. Essa é justamente a proeza do LG P310, um modelo com mísero 1,6 quilo, configuração para deixar muito desktop no chinelo e, assim como todos os laptops da marca, um teclado super confortável para digitar. Ele pode não ser lindão como um MacBook ou Sony Vaio, mas é quem melhor equilibra as virtudes dos ultraportáteis, sem custar um preço exorbitante.
Deixando o finíssimo MacBook Air de lado, a máquina da LG é a mais leve da categoria já avaliada pelo INFOLAB. Isso mesmo, ela ganha até mesmo do Dell Adamo, que pesa 1,8 quilo. Para ficar assim, o notebook abdicou do drive óptico – na verdade, ele já vem com um externo, pronto para ser ligado à porta USB. Numa olhada rápida, o hardware até parece mais fino do que realmente é. Mas ele tem 3,5 centímetros de altura, com a tampa totalmente fechada. Nada fora do comum nesse tipo de equipamento, principalmente levando em conta que a tela usa tecnologia LED, oferecendo ótima qualidade sem ocupar muito espaço.
Para quem torceu o nariz ao ler que o notebook não possui gravador de disco interno, a LG encontrou um jeito inteligente de suprir essa carência. O micro vem com uma função chamada Smart Link, para compartilhar arquivos diretamente com outros computadores usando a porta miniUSB. Quando o cabo está ligado, a outra máquina é mapeada, como se fosse um pen drive, permitindo fazer a sincronia de informações por meio de um software pré-instalado. Também dá para usar o drive óptico do outro PC com extrema facilidade.
Se não é cheio das frescuras no design, o P310 dá um show quando o assunto é conforto. O teclado possui botões macios e grandes, tornando a digitação agradável, até mesmo quando você trabalha por várias horas seguidas. Infelizmente, a disposição dos botões não segue completamente o padrão ABNT2, pois alguns caracteres, como a barra e o ponto de interrogação, exigem aquela chata combinação das teclas Ctrl + Alt.
Existem dois botões personalizáveis na parte de cima, os quais você pode configurar para abrir rapidamente os aplicativos ou pastas mais utilizados. Também há uma tecla para mostrar informações simplificadas do sistema, como os modelos do processador e do chip gráfico, a porcentagem de uso de memória e disco, além de um gráfico em pizza mostrando quanto tempo a bateria ainda vai durar. Outra função alterna entre os modos Normal e Silencioso, aliviando um pouco a ventoinha, quando for necessário.
Embora não tenha nada de espetacular, o acabamento também não apresenta nenhuma falha. A tampa é toda em preto brilhante, aquela cor da moda que deixa a máquina toda melecada com suas impressões digitais. Por dentro, a base é cinza, num plástico com estilo de aço escovado, e as bordas da tela são pretas e foscas. Mais simples, impossível. Vale ressaltar a qualidade do projeto e dos materiais escolhidos na construção do notebook, resultando numa refrigeração eficiente. Mesmo após bastante tempo de uso, você não sente calor excessivo no teclado e no apoio dos pulsos.
Baseado no processador Core 2 Duo P8600, de 2,4 GHz, o laptop não deixa a desejar em nenhum aspecto da configuração. Ele possui 320 GB de disco rígido e 3 GB de RAM. E não precisaria de mais que isso mesmo, pois o sistema operacional é o Windows Vista Home Premium de 32, e não de 64 bits. A parte legal é que a memória é DDR3 de 1 066 MHz, combinando com o barramento da placa-mãe. Para completar, o P310 vem com a placa de vídeo NVIDIA GeForce 9300M GS, com 512 MB de memória dedicada. Esse é um dos chips gráficos mais utilizados nesses modelos de 13 polegadas.
O Windows Vista deu ao conjunto nota 4,4 no Índice de Experiência, valor acima do alcançado por concorrentes como o HP dv3508br. Nos benchmarks com gráficos, os resultados também foram muito bons – o notebook conseguiu 2 279 pontos no 3DMark06, enquanto o laptop da HP, com a mesma placa de vídeo, fez 1 861 pontos. Traduzindo, é até possível rodar um joguinho ou outro, mas pegando bem leve.
No pacote de conexões do micro, figuram três portas USB 2.0 (sem contar a miniUSB), uma saída HDMI, Bluetooth e leitor de cartões. Fica faltando o Wi-Fi n. Entre outros recursos, o P310 possui webcam de 2 MP e um sistema de equalização. É possível alternar entre SRS WOW HD e TruSurround XT. O primeiro é melhor para assistir filmes na máquina, enquanto o segundo se dá melhor com música, por comprimir um pouco as frequências. Isso é particularmente interessante em laptops, que costumam distorcer demais o som quando há exagero de graves ou agudos. Marco Aurélio Zanni e Airton Lopes, da INFO

Computador-celular chega no 2º semestre ao Brasil

Fabricantes de chips 3G já estão produzindo uma nova safra de dispositivos que transformarão um computador em um celular conectado à internet móvel.
Hoje notebooks e netbooks (notebooks menores e mais baratos feitos para a conexão à web) levam dois chips: um do computador e outro da operadora de celular para o acesso à internet. O novo dispositivo 3G combina as duas funções já na linha de montagem dos fabricantes de computador.
Duas operadoras lançarão netbooks com o novo chip. Elas utilizarão o dispositivo da Qualcomm batizado de Gobi. A fabricante não quis revelar o nome das operadoras.
Na prática, será possível usar o computador para fazer chamadas telefônicas, acessar a internet e outras funcionalidades, como localização por GPS. Para isso, o usuário precisa ter habilitado um pacote de dados na operadora.
Os preços dos netbooks com esse novo chip ficarão entre R$ 1.500 e R$ 2.000, valor de um smartphone de última geração. Hoje um notebook na operadora custa cerca de R$ 3.500. As teles apostam no crescimento desse mercado porque já fizeram pesquisas avaliando a disposição dos consumidores em comprar computadores em suas lojas.
Estima-se que, até 2011, 50% dos computadores serão vendidos atrelados a planos de acesso à banda larga móvel.
Os consumidores já começam a mudar seus hábitos. É o caso do consultor contábil Fabio Sebastian da Silva. Ele queria comprar um notebook em lojas de informática e só depois conectá-lo usando uma operadora. Acabou comprando tudo em uma loja da TIM em São Paulo. Motivo: ela cobrava o mesmo que as lojas tradicionais pelo equipamento, mas parcelava o pagamento em mais vezes.
Essa situação deverá ser mais comum a partir do segundo semestre deste ano, quando as operadoras começarem a vender em larga escala notebooks e netbooks em suas lojas. A novidade será o netbook com o chip da Qualcomm, mas também haverá notebooks com dois chips embutidos. JULIO WIZIACK da Folha de S.Paulo

Venda de PCs no Brasil cai 47,7% desde o início da crise

Levantamento da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) mostra uma queda de 47,7% na venda de computadores desde o terceiro trimestre de 2008, quando a crise se agravou, até março de 2009. Comparando o primeiro trimestre deste ano com o mesmo período do ano anterior, a queda é de 12%.
"Não voltaremos aos patamares de antes da crise", diz Ivair Rodrigues, diretor da IT Data, consultoria responsável pelo estudo para a associação.
No terceiro trimestre de 2008, as vendas de computadores (PCs e notebooks) foram de 3,276 milhões de unidades. Esse número vinha caindo consecutivamente e, em março passado, fechou em 2,217 milhões.
A primeira explicação é a alta de preços. Estima-se que, na média, os computadores ficaram entre 20% e 25% mais caros entre setembro de 2008 e março passado. Isso porque seus componentes, a maior parte importados, sofreram alta com a variação cambial (o dólar ficou mais caro).
A desvalorização cambial afetou o setor, mas o principal impacto da alta dos preços foi a falta de peças no mercado. "Em 2008, os fornecedores de insumos registraram prejuízos e cortaram a oferta. Isso pressionou os preços dos equipamentos", diz Rodrigues. Com a queda nas vendas, a indústria de computadores diminuiu as encomendas. Resultado: para se protegerem, os fornecedores cortaram a produção.
Hugo Valério, diretor de Informática da Abinee, diz não acreditar que esse problema tenha afetado o Brasil. "Não faltaram insumos", diz. "Talvez para alguma empresa que já estava em dificuldades na hora de negociar contratos, devido à escassez de crédito na praça."
"Já estamos assistindo a uma retomada. Devemos fechar 2009 com 12 milhões de unidades vendidas", diz. Para o IT Data, a conta fechará em 10,7 milhões de computadores comercializados, em 2009, contra 11,7 milhões, em 2008. JULIO WIZIACK
da Folha de S.Paulo

Mercado brasileiro se prepara para leitores eletrônicos


Anunciado no início deste mês, o Kindle DX (pronuncia-se "quindou"), o mais novo leitor eletrônico de livros e jornais da Amazon, é mais um passo numa esperada revolução na forma de armazenar, transferir e consumir livros, algo talvez comparável ao que aconteceu com a indústria da música e os aparelhos como os tocadores de MP3, na década de 90, e o iPod, que surgiu em 2001.
Embora os aparelhos e livros digitais ainda sejam limitados aos EUA e não tenham previsão de chegar ao Brasil, o assunto já está na pauta das principais editoras do mercado e também das grandes livrarias. Por exemplo, a maioria dos contratos assinados nos últimos três anos, quando surgiram os primeiros leitores Kindle e Reader (da Sony), já inclui o direito à distribuição na forma digital. E as editoras, de um modo geral, afirmam poder produzir rapidamente as versões e-books de seu catálogo.
"Temos arquivos digitais de tudo, estamos muito preparados para distribuir 100% do nosso catálogo principal", diz Mauro Palermo, diretor-executivo da Nova Fronteira. "A adesão do leitor será rápida porque a plataforma é irresistível. Inicialmente, a distribuição continuará sendo feita pelos parceiros livreiros. E ganharão muito os que têm uma boa loja.com."
Marcílio D'Amico Pousada, diretor-presidente da Livraria Saraiva, que acaba de lançar um serviço de aluguel e compra de filmes via download pelo site, acredita que o "negócio do livro digital vai evoluir".
"A internet já representa 33% do faturamento da Saraiva. As experiências com livros digitais ainda não são definitivas, mas já estão avançadas. Quando a fotocópia apareceu, nos anos 60, achavam que o livro iria acabar. Mas há um convívio até hoje. O livro físico é difícil de ser 100% substituído, mas, em parte, sim."
A compra e download de livros digitais ainda é exclusiva para o território americano, seja via conexão à internet por meio de um computador (caso do Sony Reader) ou por uma rede sem fio exclusiva, caso do Kindle (Amazon). Porém, os editores brasileiros já vêm testando os aparelhos com textos em formato PDF ou versões digitais de livros já em domínio público, disponíveis no Google.
As avaliações são diversas. Luciana Villas-Boas, diretora-editorial da Record, tem um Sony Reader, cuja tela ainda considera "muito fosca". A editora também acha improvável uma grande adesão a um aparelho caro que vai "sujar ou enferrujar" se levado à praia.
Paulo Roberto Pires, da editora Agir (grupo Ediouro), que já utiliza o aplicativo gratuito Stanza para ler livros digitais ou arquivos PDF em seu iPhone, considera uma "bobagem" a discussão de que não se pode ler bem numa tela. "Os aparelhos não substituem o livro, mas dá para ler na tela, sim."
Menos entusiasmada com os aparelhos de leitura disponíveis, a diretora de produção da Companhia das Letras, Elisa Braga, diz que, em termos de visualização, o Kindle é o melhor, "tem menos reflexo na tela". Mas ressalva: "São pouco práticos. E mais, um aparelho somente para leitura, por quase 500 dólares, é algo que não vai pegar no Brasil. Só vai funcionar quando houver um dispositivo que integre tudo, como um celular com tela dobrável".
Sergio Herz, diretor de operações da Livraria Cultura, também aponta problemas com os aparelhos. Com os custos de importação, se eles chegassem ao Brasil hoje, não sairiam por menos de US$ 600 ou 700, cerca de R$ 1,5 mil. E mais: "Quem viaja, a trabalho ou em férias, vai querer carregar notebook, celular e ainda um e-reader? Com os respectivos cabos e carregadores? O quanto estamos dispostos a ter e carregar tantos cacarecos?", questiona.
Futurologia
Ponderado, Roberto Feith, diretor-presidente da editora Objetiva, arrisca o que chama de "exercício de futurologia" para estabelecer algumas etapas para a chegada dos aparelhos e adesão aos livros digitais.
Para Feith, a primeira etapa será de downloads para leitura em celulares avançados, já existentes no mercado. A segunda deve acontecer com a chegada dos primeiros Sony Readers importados e com custo alto.
"Devem ser usados mais como ferramenta de trabalho para pessoas que precisam carregar com frequência grandes volumes de texto, como advogados, jornalistas e editores", diz.
A quarta etapa, afirma o editor, começará quando houver aparelhos de leitura e redes de distribuição sem fio.
"Esta é a imensa diferença entre o Kindle e os demais dispositivos de leitura, como o Sony Reader", diz Feith. "O Kindle é o único que funciona sem fio, permitindo a compra, por impulso ou não, de qualquer conteúdo digital a partir de quaisquer lugar e hora. Ou seja, o Kindle não oferece apenas uma alternativa equivalente de leitura. Ele oferece uma importante vantagem em comparação com a compra e leitura de livros impressos, que é a compra instantânea, de qualquer texto, em qualquer lugar." EDUARDO SIMÕES da Folha de S.Paulo

Brasil tem 56 milhões de computadores em uso, afirma estudo


O Brasil chegou a um total de 56 milhões de computadores em uso, contabilizados a partir da base instalada. Apenas no ano de 2008 até maio de 2009, as vendas unitárias chegaram a 12 milhões. Os dados estão na 20ª Pesquisa Anual do Uso de TI, conduzida pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), e divulgada nesta terça-feira (26).
A previsão da FGV é que o número chegue a 100 milhões de máquinas ao longo de 2012. Segundo a instituição, 86% dos computadores em uso são modelo Pentium 4 ou mais.
"Em fevereiro de 2007, tínhamos uma máquina para cada cinco habitantes, ou um per capita de 20%. Em maio do ano passado, atingimos um per capita de 25%, ou uma máquina para cada quatro habitantes. Hoje, estamos com um per capita com mais de 30%, ou seja, uma máquina para cada três habitantes", disse, em entrevista coletiva, o diretor da FGV, Fernando Meirelles. Durante 2012, afirma ele, a previsão é a de que seja uma máquina a cada dois habitantes.
O Brasil está acima do índice per capita mundial, cujo número é de um equipamento para cada quatro habitantes, de acordo com o estudo. Contudo, quando colocado em comparação com o índice per capita dos Estados Unidos, ainda há muito a crescer, diz Meirelles. No país norte-americano, há um per capita de 95%, ou quase um equipamento para cada habitante.
O preço do computador padrão também teve redução de 4% no valor por cada equipamento durante o ano de 2008. Em um período de seis anos, entretanto, a redução foi apenas de 5%. O histórico de 20 anos mostrou uma queda de 12% no custo de uma máquina padrão.
Em 20 anos, houve uma aproximação na relação entre usuários e uso de computadores: se em 1988 eram três pessoas para cada micro, hoje essa proporção fica em 1,1 para cada equipamento.
Em termos de software, a pesquisa informou que 92% do uso é do pacote Office, sistema operacional Windows que, por sua vez, tem 97% de participação empresarial. Nos servidores, mais de 65% são baseados em Windows, enquanto 32% são correspondentes ao Linux e Unix.
Celulares
Outro índice apontado pela instituição foi o de que, pela primeira vez na história do Brasil, em maio de 2009, registrou-se um aparelho telefônico, na contabilidade de linhas fixas e celulares, para cada brasileiro. São 150 milhões de celulares e 40 milhões de fixos. da Folha Online