sábado, 6 de fevereiro de 2010

Infoway Note W7410 sai com tela LED


Por Fernando Souza Filho
A Itautec lançou o Infoway Note W7410, equipamento completo que alia configuração robusta e boa relação custo-benefício. Ele conta com o software de criptografia CPA, que disponibiliza uma seção no HD da máquina protegida com senha de acesso para o usuário guardar informações importantes.
Equipado com o processador Pentium Dual Core T4300 de 2.1 GHz e 1MB de cache, possui 3 GB de memória RAM e HD de 320 GB e chega ao mercado com preço médio de R$ 1.999,00. Com tela LCD widescreen 16:9 de 14”, com backlight de LED – mais econômico - e design moderno com acabamento em Black Piano, o notebook traz teclado com design diferenciado, que garante mais conforto na digitação. O W7410 também conta com o sistema operacional Windows 7 Home Basic, gravador de CD e DVD, além de conectividade sem fio para dispositivos Bluetooth e redes WiFi, além de trazer leitor de cartões múltiplo.
Assim como todos os outros produtos da Itautec, o W7410 é um computador “verde”, que une as mais avançadas tecnologias de economia de energia e baixo consumo a uma forma de produção adequada à diretriz européia RoHS, que restringe a utilização de metais pesados e outros componentes nocivos na sua fabricação.

Empresa lança iTablet para concorrer com iPad


Fabricante inglesa X2 aproveitou nome rejeitado pela Apple para seu dispositivo, que virá com Windows 7 e terá dois tamanhos de tela: 10,2 ou 12,1 polegadas.
A empresa britânica de design industrial X2 apresentou nesta semana o iTablet (preço ainda não divulgado). Não, não estamos falando do tablet da Apple, mas de um tablet que aproveitou o nome de um dos rumores que o iPad ganhou em antes de seu lançamento.
O aparelho deve chegar às lojas a partir de abril e será configurado com Windows 7, processador Intel de 1,6 GHz, 250 GB de disco rígido, três portas USBs, webcam de 1,3 megapixel com flash, Wi-Fi e conexão 3G. A saída HDMI será opcional.
O iTablet terá dois tamanhos de tela: 10,2 ou 12,1 polegadas – ambas maiores que a do iPad, que tem 9,7 polegadas. O produto será vendido nas cortes preto, branco, azul, rosa, amarelo, vermelho e cinza.

Lula inaugura 1ª fábrica de chips da AL e fala de banda larga

abiana Leal
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve presente, nesta sexta-feira, à inauguração do centro de tecnologia eletrônica avançada Ceitec, a primeira fábrica de chips da América Latina, em Porto Alegre (RS). Na ocasião, afirmou que o governo vai liderar o processo de expansão do acesso à internet em banda larga no País.
Segundo ele, o governo quer fazer parcerias com empresas de todos os portes e está disposto a ouvir as demandas da sociedade - incluindo as mais de 100 mil lanhouses no País. Não deixará, no entanto, de levar adiante o Plano Nacional de Banda Larga, que deve ser anunciado neste mês.
O presidente afirmou que após o Carnaval irá reunir algumas instituições para discutir sobre as demandas que podem ser supridas pela Ceitec. "Precisamos agora, praticamente, enquadrar o governo e as instituições brasileiras para comprar o que a gente precisa aqui (na Ceitec)." Segundo o presidente, a casa da Moeda, o banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e a Previdência são potenciais clientes da empresa.
A Ceitec é uma empresa estatal com fins lucrativos, criada por decreto presidencial, em dezembro de 2008, e vinculada ao ministério da Ciência e Tecnologia - que investiu mais de R$ 400 milhões nessa indústria de semicondutores. O investimento feito na Ceitec tem como principal objetivo o desenvolvimento da indústria eletrônica brasileira por meio da implantação de uma base sólida no setor de semicondutores.
Banda larga para todos
"O governo vai assumir a responsabilidade de levar a banda larga para todos os rincões deste País", afirmou Lula em discurso durante inauguração do Ceitec. O governo estuda transformar a Telebrás em seu braço na iniciativa da banda larga.
O presidente rebateu as críticas de que seu governo quer estatizar setores da economia. Segundo ele, o Executivo deve mostrar "bala na agulha" para fazer com que o empresariado feche parcerias com o governo ou baixe seus preços. "Não queremos estatizar por estatizar".
Lula argumentou ainda que as empresas públicas devem buscar o lucro. Para ele, essa é a visão dos "comunistas modernos". "Tem que ser tudo superavitário, porque senão o Estado quebra, como quebraram." O presidente afirmou ainda que o Brasil precisa "sair da mania da pequenez" para entrar na mania da grandeza sem soberba.
Com informações da Reuters Redação Terra

Notebooks lindos pecam na potência


Felipe Zmoginski, de INFO Online
Dois notebooks de design precioso desfilaram pelo INFOLAB nas últimas semanas causando uma impressão visual superior ao que a frieza das planilhas de desempenho puderam registrar.
Tanto o Sony Vaio VGN-NW220AF e o Positivo Platinum são fininhos, bonitos e exibem ótimo acabamento – com ligeira vantagem para a Sony, que caprichou melhor nos detalhes.
Afinal, a máquina da Sony exibe textura em alto relevo e touchpad de acrílico que dão um toque sofisticado, a la MacBook Air, ao VGN-NW220AF.
Mas o micro não fica só nisso: tem teclado confortável e tela de 15,5 polegadas. Só não dá para perdoar o desempenho fraco de vídeo e a ausência do leitor de Blu-ray num laptop de 2.999 reais.
Quando se fala de usabilidade, não tem como reclamar desse Vaio. Além de ter todas as teclas no padrão ABNT-2, o teclado também está mais macio e confortável para digitar do que as versões anteriores. Os botões vazados são brancos (mais um toque MacBook) e também merecem destaque pela fácil leitura das letras.
Não fosse pelos tropeços com vídeo, o processador Dual Core de 2,2 GHz, os 4 GB de RAM e os 320 GB de HD fariam dessa máquina um notebook difícil de bater
Outro note que brilha no quesito design é o notebook Positivo Platinum, que, além de levinho (pesa só 1,7 kg), traz consigo um modem 3G embutido. Só não espere desse portátil um desempenho arrasador.
Nem seria justo, já que ele segue a receita dos laptops fininhos com telas de 13,3 polegadas, abrindo mão de uma configuração mais robusta em favor da leveza e um menor consumo de energia. Com um teclado confortável e apenas 2,5 centímetros de espessura, o Platinum quer tanto ser um MacBook Air que até no preço ele extrapolou um bocado. Está nas lojas por salgados 3.799 reais.
O teclado, parcialmente no padrão ABNT-2, possui as teclas bem espaçadas e macias, assim como nos famosos laptops da Apple. O touchpad, mesmo sendo multitoque, não agradou muito o pessoal aqui do INFOLAB. A sensibilidade não é das melhores e os botões são meio duros. No áudio, a potência dos alto-falantes é baixa, porém a qualidade de som é boa.
Registre-se que o Platinum não tem drive de disco óptico e, para conectar mais de um periférico USB, é preciso usar um adaptador na máquina.
Nas planilhas do INFOLAB, ambas máquinas ganharam nota 7,5 na relação custo/benefício. Convenhamos, nenhum dos dois notebooks é barato, embora tenham um design matador e uma configuração que segura a onda dos trabalhos no dia a dia.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Windows 7 reduz vida útil e pode danificar baterias de notes

Apesar das inúmeras vantagens trazidas aos usuários do sistema operacional da Microsoft, o Windows 7 aparentemente não economiza no uso de energia, consumindo rapidamente a bateria de notebooks e, segundo alguns usuários, pode chegar a danificá-las.
O problema, relatado em fórum oficial da Microsoft há meses, ainda não foi resolvido e, segundo o site ComputerWorld, a empresa afirma que está "investigando as causas do problema", devido ao elevado número de reclamações.
Em primeira análise, a Microsoft afirma que o problema está na ferramenta que fornece informações sobre a bateria, fazendo com que o Windows desligue automaticamete mesmo que ainda haja bastante carga. Entretanto, alguns usuários relatam que o sistema operacional teria efetivamente danificado baterias de notebooks, que passam a ter uma menor vida útil inclusive ao serem utilizadas com outros sistemas operacionais ¿ não seria portanto apenas um "engano" do Windows 7 mas um defeito real e que causa prejuízos.
Em comunicado ao site Ars Technica, um porta-voz da Microsoft explicou que a empresa está "investigando a questão em conjunto com seus parceiros de hardware". "Nós iremos atualizá-los com informações e maiores explicações assim que estas estiverem disponíveis", disse o porta-voz.
Até o momento, contudo, as explicações não foram dadas.

Dell adere ao modelo SaaS no Brasil


Kátia Arima, da INFO
A Dell anunciou a oferta de dois serviços no modelo SaaS (Software as a Service) para empresas em 12 países da América Latina, incluído o Brasil.
A Dell afirma que tem 5 mil clientes dos serviços SaaS. Os novos serviços abrangem duas áreas de gestão de infraestrutura de TI.
Um dos serviços é o Gestão de Dispositivo de Cliente, para gerenciar ambientes com desktops e notebooks. Apresenta módulos como gestão de ativos, gestão de patches, distribuição de software, gestão de antivírus, encriptação de dados de notebooks, backup online e restauração e inventário de software. “Cada cliente poderá montar sua solução, escolhendo os módulos de acordo com sua necessidade”, diz Diego Puerta, diretor de serviços e soluções da Dell. Na opinião dele, empresas que têm filiais espalhadas pelo país terão interesse em adotar a solução. “É uma boa estratégia de redução da complexidade de ter vários ambientes”, diz.
Outro serviço que passa a ser oferecido no modelo SaaS é a Gestão de Conformidade de Continuidade, com módulos como continuidade de e-mail, arquivamento de e-mail, segurança de e-mail, notificação emergencial e colaboração de incidentes. “O correio eletrônico é um serviço que afeta a todos dentro de uma empresa. Nosso serviço garante que o sistema de e-mail não caia, pois ele tem redundância na nuvem”, diz Puerta.
No modelo SaaS, a cobrança é feita conforme o número de usuários, por mês – na Dell, o contrato deve ser de, no mínimo, 3 meses. “A empresa tem acesso a um serviço, sem se preocupar com com servidores, com a implementação, licenças”, diz.

Michael Dell revela tablet Dell Mini 5 em vídeo


Para fazer frente ao iPad, da Apple, a Dell, em breve, vai lançar seu tablet. É o que afirmou Michael Dell, CEO da empresa, em vídeo gravado para o blog TechCruch, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça.
Segundo o presidente da Dell, o Dell Mini 5, como será chamado, terá câmera de 5MP e suporte a rede 3G. Ele deve chegar ao mercado nos próximos meses.
Essa não é a primeira aparição do tablet da empresa. Durante a CES (Consumer Eletronics Show), o fabricante apresentou um protótipo do Mini 5 com sistema operacional Android e tela sensível ao toque de 5 polegadas.
Por enquanto, o preço e a data precisa do lançamento do Dell Mini 5 não foram divulgados.

Um computador por R$ 9 mensais

Ex-catador de latas e garrafas, Jair Martinkovic aprendeu no lixo como poderia fazer um computador para estudantes em 24 parcelas de R$ 9, com acesso a internet e garantia de um ano. E, mesmo assim, ganhar dinheiro. O valor à vista é de R$ 199.
Essa é mais daquelas inovações que mostram como se pode, em educação, fazer muito com pouco --o detalhamento da história está no www.catracalivre.com.br.
Ele convenceu grandes empresas a lhe dar os computadores velhos que iriam ficar jogados em um depósito. Com todo esse material, montou uma empresa de remanufatura --ou seja, o computador saiu dali recauchutado. Apesar das limitações, dá para entrar na internet e serve para estudo.
Convenceu então uma universidade privada a comprar as máquinas e revendê-las a seus alunos em 24 prestações --e, depois, poderia até comprá-las de volta.
Essa é daquelas pequenas e grandes soluções. Os computadores não vão para lixo, ou seja, contaminam menos o ambiente e, ao mesmo tempo, os estudantes poder aprimorar seus estudos e tirar benefício da internet. Afinal a tendência é a banda larga se disseminar pelas classes mais pobres. Folha Online.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Relembre os principais lançamentos da Apple desde sua fundação

Vale a pena ver.
Acesse Folha Online http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u685428.shtml

Projetor portátil MPro120, da 3M, pesa apenas 154 gramas


René Ribeiro, da PC WORLD 27-01-2010 - Uol Tecnologia
Para quem viaja muito a trabalho realizando reuniões com várias apresentações em PowerPoint ficaria muito feliz se pudesse carregar o projetor onde quer que fosse.
O projetor MPro120 pode ser uma solução. Fabricado pela 3M, o produto pesa apenas 154 gramas e tem dimensões de 11,9 centímetros de comprimento por 6,1 cm de largura e 2,3 cm de altura.
É alimentado por uma bateria de 2200 mAh, um pouco maior e com mais capacidade do que uma bateria de Smartphone. O produto acompanha um cabo para conexão VGA a um desktop ou notebook.
Além desse cabo, há três adaptadores RCA, que podem ser ligados a Smartphones. Dessa forma a solução fica mais portátil ainda. Para fixar e ajustar a posição do projetor, um pequeno tripé de câmera fotográfica digital acompanha o pacote.
Em nossos testes, o Mpro120 obteve uma imagem com boa definição em uma projeção com 58 polegadas de diâmetro. Foi o máximo de tamanho que conseguimos em uma sala bem escura.
Como a empresa informa que o produto foi dimensionado para projetar telas de 8 a 50 polegadas, consideramos que foi um bom resultado. A bateria suportou duas horas com o projetor ligado ininterruptamente com o brilho máximo. A resolução máxima é de 1280por 800 pontos.
Apenas para ter uma ideia, a 3M havia lançado no ano de 2009, o modelo MPro110, que oferece luminosidade máxima de 7 Lúmens. O modelo MPro120 oferece 12 Lúmens.
Diferente dos projetores tradicionais que usam lâmpada, o MPro120 utiliza LED, bem mais barato e com vida longa muito maior, com cerca de 20 mil horas uso.
Também possui dois minúsculos alto-falantes, mas com potência tão ínfima que serve apenas para testar o som de alguma apresentação.
Os principais atrativos do Mpro120 são a mobilidade e a capacidade para se conectar a smartphones. É ideal para quem faz apresentações em salas. Em auditórios o brilho não é suficiente. O que não ajuda muito é o preço: o pequeno projetor da 3M custa em média 1.900 reais
MPro120
Fabricante: 3M
Para que serve: Projetor para apresentações
Pontos fortes: - Mobilidade;
- conecta-se a Smartphones que tenham saída de vídeo
Pontos fracos: - preço alto;
- alto-falantes são dispensáveis
Preço: R$ 1.900,00
Onde encontrar: www.fnac.com.br

Caneta digitaliza arquivos enquanto escreve


Guardar cadernos é um problema: as folhas se deterioram, ocupam um espaço e principalmente: não são indexáveis. Para achar um trecho é preciso checar todas as páginas, e às vezes nem assim encontra-se o que queria. Com uma caneta digital, a situação seria diferente: enquanto você escreve - escreve mesmo, com carga normal e substituível, encontrada em papelarias - um receptor reconhece a posição das letras no papel e armazena o texto em uma imagem digitalizada.
E para saber se já dá para trocar sua Bic por uma dessas, testamos a caneta digital da Maxprint. Ela vem num estojinho de metal junto com um receptor recarregável - com capacidade para armazenar até 100 páginas A4 - e um cabo USB, para transferência das imagens digitalizadas.
O uso é bem simples: basta posicionar o receptor no topo da página e utilizar a caneta normalmente. Um software de reconhecimento de escrita (OCR) para PC acompanha o kit, e possibilita a conversão da imagem da folha manuscrita em texto digital. Funciona até para letras garranchadas, mas falha em alguns casos, como ao escrever fórmulas matemáticas.
A caneta também tem uma interessante função "mouse": enquanto o receptor estiver conectado ao PC, é possível usar a caneta como em um tablet, sem necessariamente precisar de uma superfície de apoio - estranhamente, é possível usar a caneta "no ar". Funciona em Windows 2000, XP ou Vista. Terra Tecnologia.

Apple finalmente apresenta seu tablet iPad


SÃO FRANCISCO - O CEO da Apple, Steve Jobs, apresentou nesta 4a. feira o tablet "iPad", em uma estratégia de tentar estabelecer uma nova categoria de aparelho sem fio para games, vídeos e todos os tipos de mídia.
Jobs, que voltou ao comando da Apple no final do ano passado após um transplante de fígado, está apostando que sua empresa terá sucesso em conquistar consumidores para seu tablet, o que muitas companhias de tecnologia não tiveram sucesso em fazer até o momento com produtos similares.
O iPad é o maior lançamento da Apple desde o iPhone três anos atrás. O tablet é uma prancheta eletrônica maior que um smartphone e menor que um netbook.
O aparelho, batizado de "iPad", é o maior lançamento da companhia desde a introdução do iPhone, três anos atrás.
Veja a seguir as principais características do produto:
- Tela sensível a toque de 9,7 polegadas;
- Versão de 16 gigabytes custará 499 dólares nos Estados Unidos, de 32 GB sairá por 599 dólares, e de 64 GB por 699 dólares;
- Capacidade sem fio 3G custará valor adicional de 130 dólares;
- A operadora AT&T terá um plano de transmissão de dados com preço mensal de 14,99 dólares por 250 MB, outro de 29 dólares para acesso ilimitado;
- Bateria tem duração de 10 horas e de 1 mês em "standby";
- Espessura de 1,3 centímetro, peso de 680 gramas;
- Conexão WiFi e Bluetooth, permite visualizar informações na tela nos modos horizontal e vertical;
- Opera com um sistema operacional que é uma variação do software do iPhone. Segundo a Apple, todos os aplicativos do iPhone funcionam no iPad;
- Suporta o iWork, pacote de aplicativos da Apple que compete com o Office da Microsoft;
- Equipado com chip A4 de 1GHz da Apple;
- Modelos com WiFi começarão a ser vendidos no final de março e aparelhos com 3G em abril.

Haja beleza no Sony Vaio NW220AF


Renan Frizzo e André Cardozo, da INFO - Foto Marcelo Kura
primeira coisa que chama a atenção no Sony Vaio VGN-NW220AF é o visual sofisticado. A textura em alto relevo e o touchpad de acrílico do notebook são realmente de babar. Mas o micro não fica só nisso: substitui bem o desktop, por causa do teclado confortável e da tela de 15,5 polegadas. Só não dá para perdoar o desempenho fraco de vídeo e a ausência do leitor de Blu-ray num laptop de 2.999 reais.
Quando se fala de usabilidade, não tem como reclamar desse Vaio. Além de ter todas as teclas no padrão ABNT-2, ele também está mais macio e confortável para digitar do que as versões anteriores. Os botões vazados, ao estilo MacBook, são brancos e também merecem destaque pela fácil leitura das letras.
O touchpad de acrílico traz bonita textura e ótima sensibilidade. Na área destinada ao apoio dos pulsos, a base é pouco mais alta do que o teclado, uma beleza para digitar quando o micro está sobre a mesa. No quesito áudio, o volume alto e a distorção praticamente imperceptível são vantagens difíceis de se encontrar num notebook.
Nas conexões, esse modelo não vai muito além do necessário. São três portas USB, uma iLink (o nome dado pela Sony a uma conexão FireWire com entrada menor), rede Gigabit Ethernet, Wi-Fi no padrão 802.11n e dois leitores de cartão, sendo um para SD e outro para Memory Stick. As interfaces de vídeo são VGA e HDMI. Ficou faltando uma entrada eSATA e um leitor de Blu-ray, já que o laptop vem apenas com um gravador de DVD.
A potência deixa a desejar
Em linhas gerais, a configuração do Sony Vaio VGN-NW220AF pode ser considerada boa. O processador Dual Core T4400, de 2,2 GHz, vem acompanhado por 4 GB de memória RAM no padrão DDR2 e 320 GB de disco rígido. É o suficiente para rodar aplicativos numa boa no Windows 7 Home Premium de 64 bits. A grande mancada, para um micro desse preço, é não ter placa de vídeo dedicada. Aqui o controlador gráfico é o GMA 4500MHD, com 128 MB de memória.
Nos benchmarks, o notebook teve desempenho apenas razoável nos testes do INFOLAB. Com Índice de Experiência 3,4, ele marcou 3.589 pontos no PCMark Vantage. No 3DMark06, que mede o desempenho da máquina com gráficos em terceira dimenção, anotou 960 pontos. Já o resultado da autonomia da bateria é de dar vergonha – ela resistiu 67 minutos sob trabalho árduo.

Dell 'Mini 5' tablet prototype shows up as M01M in Shenzhen black market


Who's got some love for prototype gadgets, eh? Apparently someone does in Shenzhen (surprise of the day?). PC Online managed to cuddle up with a black Dell Streak / Mini 5 prototype, which has "Model M01M" marked under the battery cover -- something not seen in the earlier teardown, and is probably the most official name to date. Spec-wise the M01M sums up what's been speculated all along -- 5-inch 800x480 touchscreen, Android 1.6, 1GHz CPU (presumably Snapdragon, as revealed by the teardown), WiFi, Bluetooth, 3G of some sort, 5 megapixel camera with dual-LED flash, front-facing camera, and the same 1530mAh battery as the one in the teardown. The price? ¥7,500, which converts to a whopping $1,098 in US cash, but bear in mind that this doesn't reflect the M01M's actual retail price for whenever it might launch.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Na mão: Ferrari One, o notebook veloz da Acer


por Leonardo Martins
Chegou ao INFOLAB uma dessas máquinas que chamam a atenção em qualquer lugar. No caso desse notebook, isso tem a ver com sua cor rubra e o brasão de uma certa escuderia famosa… Com vocês, o Acer Ferrari One.
Começando por fora, o Ferrari One tem um acabamento de primeira. Além da tampa vermelha com os cavalos no brasão amarelo, o notebook mostra firmeza e dá a sensação de bem resistente. Ao ser aberto, é fácil reparar que o teclado da máquina é bem espaçoso, tornando fácil a digitação até para quem tem mãos grandes, como eu. O estranho é seu touchpad em forma de trapézio, mas que não atrapalha na hora de usar.
A tela de 11,6 polegadas do notebook tem uma bela imagem, efeito de sua retroiluminação por LED e a resolução de 1.366 por 768 pixels. Por dentro, a máquina que será vendida no Brasil conta com Processador dual core X2 L310 de 1,2, da AMD, 2 GB de memória no padrão DDR2, HD de 320 GB e Windows 7.
Para os interessados na novidade, a Acer, que pelo visto deve voltar com força ao Brasil, começará a vender a máquina em breve, por 1.999 reais.

Positivo Aureum é bonitão e compacto


Renata Leal e Renan Frizzo, da INFO - Foto Marcelo Kura
Por fora, o tom marrom-claro e os grafismos dão uma aparência sofisticada ao Positivo Aureum 4400. Por dentro, o desempenho do processador de baixa voltagem fica devendo. Mas o modelo compensa com um disco rígido de 500 GB e memória de 4 GB. O resultado é um notebook bonito e com performance decente para as situações do dia-a-dia. Destaque para o desenho fininho e para o teclado grande. Ele está nas lojas por 2.399 reais.
Começando pela usabilidade, a máquina é confortável para digitar, com teclas espaçadas e macias. Acima do teclado, ficam os controles multimídia sensíveis ao toque, que não são tão sensíveis assim. O mesmo vale para o touchpad – ele tem bom tamanho, mas incomoda um pouco no deslizar dos dedos. O micro é bom de áudio, com potência satisfatória, mas graves que não roubam a cena.
Prezando pela finura, esse modelo da Positivo não vem com drive óptico. Aliás, ele não empolga nada no quesito conectividade – traz slot para Express Card 34, três portas USB 2.0, rede Fast Ethernet e saída VGA. Também estão presentes Bluetooth e Wi-Fi no padrão 802.11n. Os grafismos da tampa passam um ar classudo ao notebook, que possui apenas três centímetros de espessura. Além de caber bem numa pasta, ele não exige muito exercício na hora de carregar, já que pesa apenas 1,68 quilo.
Cumpre bem o básico
Para quem está à procura de alto desempenho, com certeza esse não é o modelo ideal. Mas o Positivo Aureum 4400 vai bem nas tarefas simples, como navegar pela internet e utilizar aplicativos de escritório. A configuração dele é a de um notebook ultracompacto. Seu processador é um Intel Pentium Mobile U2700, de 1,3 GHz, um modelo de baixa voltagem. Ele ainda vem com 4 GB de RAM e 500 GB de disco rígido no padrão SATA III, com velocidade de 5.400 RPM.
Nos benchmarks, esse laptop se saiu melhor do que alguns concorrentes, mas obteve resultados apenas modestos. Com Windows 7 Home Premium e Índice de Experiência de apenas 2,9, marcou 1.619 pontos no PCMark Vantage, que mede o desempenho geral da máquina. No 3DMark06, anotou 698 pontos. Sua bateria resistiu por 81 minutos sob trabalho árduo – resultado um pouco abaixo do esperado para um modelo compacto.

Centro de reciclagem de lixo eletrônico da USP será aberto à população

da Folha Online
Com o objetivo de garantir que todo material eletroeletrônico descartado seja totalmente reciclado, já está em funcionamento o Centro de Descarte e Reúso de Resíduos de Informática, na USP (Universidade de São Paulo).
No local, equipamentos como computadores, teclados, impressoras, mouses, hard disks e drives, entre outros, poderão ser reaproveitados, segundo Tereza Cristina Melo de Brito Carvalho, diretora do CCE-USP (Centro de Computação Eletrônica da USP).
Por enquanto, o centro prioriza o tratamento dos materiais da própria USP. A intenção é que o atendimento à população seja iniciado no dia 1º de fevereiro. As pessoas que tiverem equipamentos eletrônicos obsoletos poderão agendar o descarte ou obter informações pelo e-mail: cedir.cce@usp.br.
"Você traz o seu computador para esse centro e nós vamos testá-lo. Pode ser que uma, duas placas estejam funcionando. Se eu conseguir ter um micro reaproveitável, nós vamos encaminhar para projetos sociais", explica a diretora.
A reciclagem dos eletroeletrônicos também contribui para que eles não abasteçam o comércio paralelo, ressalta Carvalho. Segundo ela, muitas peças acabam retornando para o mercado, e o consumidor pode ser lesado ao adquirir um equipamento novo.
De rápida substituição, o consumo desse tipo de equipamento aumenta a quantidade do lixo. Descartados em locais impróprios, pode causar sérios danos à saúde. Isto porque eles liberam no ambiente várias substâncias, como mercúrio, ferro e chumbo.
A exposição em excesso a esses agentes químicos pode contribuir para o desenvolvimento de doenças neurológicas, anemia e até câncer, segundo o médico Luis Augusto Bianchi, professor da disciplina de Clínica Médica Geral e Emergência Clínica da Faculdade de Medicina da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Botucatu.
"Quem entra em contato com o cádmio, que é uma substância carcinogênica, deve ter uma exposição longa para manifestar a doença. Já o mercúrio, por exemplo, se for inalado ou mesmo ingerido, a manifestação será aguda. A pessoa demonstra sinais da intoxicação rapidamente", explica o médico.

De olho na Apple, Amazon abre Kindle para aplicativos


A Amazon anunciou que vai permitir que programadores criem aquilo que é chamado de "conteúdo ativo" --similar a aplicativos-- para o Kindle, segundo informa o jornal norte-americano "The New York Times" nesta quinta-feira (21). Ainda segundo o jornal, a companhia vai ficar com 70% do valor de cada venda para pagamento de custos de wireless.
Vai oferecer a escritores e editoras uma parcela maior dos ganhos obtidos com livros baratos vendidos para seu popular aparelho de leitura Kindle.
Sob o novo programa, que entra em vigor em 30 de junho, autores e editoras terão direito a receber 70% do preço de um livro, líquido dos custos com entregas. O plano é limitado aos livros cujos preços de tabela estejam entre US$ 2,99 e US$ 9,99.
O programa maior de royalties também é restrito a livros cujos preços de lista estejam pelo menos 20% abaixo do menor preço de um livro de papel, afirmou a Amazon.
O Kindle, lançado em 2007, é um dos produtos mais vendidos da Amazon. Mas, mais recentemente, o aparelho passou a sofrer concorrência de rivais desenvolvidos por empresas como Barnes & Noble e Sony.
Escritores normalmente recebem entre 7% e 15% do preço de lista de livros tradicionais, de papel, ou 25% das receitas que editores recebem por seus livros digitais, afirmou o vice-presidente para conteúdo do Kindle, Russ Grandinetti, em comunicado.
A nota não especificou qual é o nível atual de pagamento de royalties dos livros que são alvo do novo programa da Amazon.
Para o site especializado em mídias sociais Marshable, a razão pela qual a Amazon fez um acordo generoso é simples: uma semana antes do tablet da Apple ser anunciado, a companhia do Kindle dá aos parceiros um acordo melhor, que os faz pensar em caso de estarem planejando em desmanchar a parceria.

Made in Taiwan

porTatiana de Mello Dias
Qual a sua reação quando você ouve falar que um produto é de Taiwan? Pois é. No início dos anos 90, o país já tinha indústria e economia fortes, mas a imagem de que produzia mercadorias baratas e cópias malfeitas permanecia. O governo, então, adotou planos de incentivo à excelência, competência em design e intensificação da marca. As medidas incentivaram, principalmente, o forte do país – a tecnologia.
O plano teve três fases: primeiro, se esforçou para mudar a imagem negativa de Taiwan; depois, criou o conceito de “Innovalue” (uma mistura de inovação, com valor agregado, em inglês). E, nos anos 2000, começou a terceira fase: a projeção disso tudo para o mundo. O programa Branding Taiwan, criado em 2006, reúne grandes e pequenas empresas para mostrar o que é que o país tem. Eles estão presentes em feiras internacionais e, para mostrar o seu tamanho, lançam um ranking anual das empresas mais valiosas daquele país. As marcas da área de tecnologia ganham disparado, mas há também representantes de outros setores. Veja algumas destas marcas.
Acer
Valor: US$ 1.241 bilhão
Além de ser a marca mais valiosa de Taiwan, e a Acer é também a maior fabricante mundial de notebooks. Com a missão de “romper a barreira entre as pessoas e a tecnologia”, a empresa fabrica desde 1987 desktops e notebooks acessíveis para o grande público. Hoje, o carro-chefe é a linha de notebooks e netbooks AspirE – em especial o netbook Aspire One, lançado em 2008.
Asus
Valor: US$ 1.226 bilhão
A Asus foi criada em 1990. Inovação atrás de inovação, a empresa foi conquistando prêmios e a mídia internacional – grande parte chamando atenção para suas boas práticas ambientais e a boa qualidade se seus produtos. Ela passou por mudanças recentes para tornar-se mais ágil na tomada de decisões e na reação às mudanças do mercado.
Trend Micro
Valor: US$ 1.235 bilhão
Surgiu em 1988 desenvolvendo programas antipirataria. Hoje está entre as líderes mundiais em softwares para segurança. Atua principalmente com antivírus e filtros de conteúdo. Com a crise, as vendas para o mercado corporativo caíram, mas softwares direcionados ao consumidor final continuaram vendendo – especialmente os produtos voltados para a nuvem.
HTC
Valor: US$ 1.203 bilhão
Ela começou copiando celulares e smartphones alheios, mas ganhou o mundo quando resolveu investir na própria marca. Em apenas seis meses, foram vendidos dois milhões de celulares do modelo HTC Touch Diamond. A empresa também foi a primeira a lançar um smartphone equipado com Android, o HTC Magic, e foi a escolhida do Google para fabricar o Nexus One.
Master Kong
Valor: US$ 903 milhões
A Master Kong é a maior empresa de alimentos do país – principalmente de noodles, massa oriental, e bebidas – e foi listada pela revista Forbes em 2008 como uma das 50melhores empresas da Ásia.
Want Want
Valor: US$ 421 milhões
Também do ramo de alimentos, a Wang Wang é conhecidíssima em Taiwan e também na China, seu principal mercado. Ela vende alimentos à base de arroz e bebidas em embalagens inovadoras.
Maxxis
Valor: US$ 903 milhões
A fabricante de pneus se deu bem com o boom automobilístico na China. É a décima maior fabricante do mundo, fornece para 160 países e emprega 20 mil pessoas.

Notebook ultrafino tem até quatro discos SSD que somam 256 GB


A Sony anunciou o lançamento novo notebook ultraportátil da linha Z, com quatro discos SSD configurados para acesso rápido às informações. O modelo é construído com corpo em fibra de carbono e alumínio e pesa apenas 1,45 kg.
Segundo a fabricante, os dois novos modelos da série Vaio Z (VPCZ11Z9E e VPCZ11X9E) têm até 6 GB de memória RAM e até quatro discos em estado sólido (SSD) somando 128 GB ou 256 GB de armazenamento.
Em comparação a um disco rígido convencional, essa configuração quádrupla permite realizar operações até 6,2 vezes mais velozes que um HD de 5.400 rpm.
O Vaio Z tem ainda tela de 13,1 polegadas com retroiluminação por LED, processador Intel Core i7 (2,66 GHz ou 2,4 GHz) e placa de vídeo integrada Nvidia GeForce GT330M com 1 GB de memória para reprodução de vídeo em alta resolução. As máquinas rodam Windows 7 Professional 64 bits.
Os modelos chegam ao mercado europeu a partir de março, e o preço não foi informado pela Sony. Uma versão anterior do Vaio Z (VGN-Z870AB) está à venda no Brasil pelo preço sugerido de R$ 8.999.Zumo Notícias. Terra Tecnologia.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

LG desenvolve tela flexível de 19 polegadas para e-readers


IDG News Service (Martyn Williams)
A LG Display desenvolveu uma tela de papel eletrônico flexível que é quase do tamanho de um jornal tabloide, divulgou a empresa nesta quinta-feira (14/1).

A tela possui 19 polegadas e 0,3 milímetros de espessura, podendo ser dobrada. A LG fez ela flexível usando uma folha de metal no lugar do substrato de vidro tradicional. A empresa sul-coreana disse que é a maior tela flexível já produzida.

Papel eletrônico está sendo usado em e-readers como o Kindle, da Amazon. Ele tem um bom contraste para facilitar a leitura e usa a luz ambiente para não causar danos à vista do usuário que usa o aparelho por muito tempo.

Desenvolvedores estão de olho em telas de papel eletrônico flexíveis como base para jornais do futuro. Os jornais poderiam ser atualizados regularmente com as últimas notícias, não precisariam ser impressos nem distribuídos como um jornal físico, além de poder contar com vídeos.

A LG Display disse que planeja começar a produção em massa de uma tela de 11,5 polegadas flexível no primeiro semestre do ano. Detalhes sobre preços da nova tela não foram anunciados.

Semp Toshiba vai investir R$ 150 milhões no Brasil em 2010

A fabricante de computadores, eletrônicos e celulares Semp Toshiba anunciou nesta quinta-feira (14/1) que investirá este ano no Brasil cerca de 150 milhões de reais, 76% a mais dos que os 85 milhões de reais investidos ao longo 2009.

Segundo o presidente da empresa, Afonso Hennel, os recursos se destinam à ampliação da capacidade produtiva das unidades de negócios de computadores (Semp Toshiba Informática – STI) e entretenimento (principalmente no segmento de televisores).

“A década que começa agora se apresenta com uma excelente perspectiva e estamos confiantes nos fundamentos que balizam a economia do País, no controle absoluto da inflação e na estabilidade política, que hoje se mostra totalmente apartidária”, afirma Hennel.

A STI irá receber 25 milhões de reais para a implantação de uma nova fábrica de computadores em Salvador (BA). Além disso, serão investidos outros 8 milhões de reais em equipamentos que irão garantir à empresa ampliar a capacidade de produção. “Estamos finalizando as negociações com o governo da Bahia para a ampliação dos incentivos que já temos. Esperamos que a nova fábrica fique pronta ainda em 2010”, frisa o executivo. A nova unidade deve somar 150 novos funcionários aos 570 que hoje trabalham na STI.

Hennel diz que os números iniciais do IDC e da IT Data apontam que o mercado brasileiro de PCs pode ter encolhido até 5% no ano passado. “Crescemos 42% em volume de vendas de computadores no período, para cerca de 600 mil unidades – só em notebooks foram 270 mil unidades, quase o dobro do ano anterior - e aumentamos nosso faturamento no segmento em 25%, para 700 milhões de reais em 2009”.

Mantidas as condições atuais, a STI acredita que pode repetir o mesmo desempenho do ano passado, em termos de crescimento em volume de vendas. “Falar em faturamento é mais complicado, porque é difícil prever como os preços irão se comportar. Mas vale ressaltar que nossa operação foi e continuará ser sempre positiva, sem canibalizar o mercado”, afirma Hennel.

O presidente da Semp Toshiba diz que o negócio de informática ainda não responde pela maior parte da receita de empresa e deve permanecer assim.

De acordo com Hennel, o faturamento da Semp Toshiba proveniente de TV (CRT e LCD) foi de 1,190 bilhão de reais, praticamente o mesmo resultado obtido em 2008 (1,2 bilhão de reais). “Apesar de um primeiro trimestre horroroso, conseguimos manter os negócios no setor estáveis, mesmo porque o último trimestre de 2008 também foi impactado pela crise que se estendeu pelos primeiros três meses de 2009”.

Mercado de TVs
De olho na Copa do Mundo 2010, a Semp Toshiba vai investir cerca de 20 milhões de reais na ampliação da fábrica existente em Manaus (AM) e outros 10 milhões de reais na aquisição de equipamentos novos. Com isso, devem ser criados 350 novos postos de trabalho, elevando o número de funcionários para pouco mais de 2.600.

Hennel diz que o mercado nacional deve comprar, em 2010, 12 milhões de televisores (o mesmo registrado em 2006) e que, pela primeira vez, o número de TVs LCD deve se igualar ao de CRT (tubo) em volume de vendas.

O presidente da Semp Toshiba diz que o mercado de LCDs cresceu mais de 50% em 2009 em volume de vendas, mas a receita não avançou no mesmo ritmo, fruto de uma “verdadeira carnificina no mercado” que fez com que os preços ficassem cada vez mais baixos. “Preferimos nos resguardar, não compramos mercado, que era a necessidade de dois grandes fabricantes [ele não citou os nomes] para se estabelecer no Brasil, e sem se preocupar se suas unidades iriam dar lucro ou não”, afirma Hennel, frisando que a empresa tem a preocupação de se manter saudável financeiramente.

P&D e Marketing
A Semp Toshiba planeja lançar este ano, 64 novos produtos (em 2008 foram 58 lançamentos), 21 somente no segmento de informática e 4 novos celulares. Para isso, conta com um volume expressivo de recursos - 55 milhões (22% a mais que em 2009) - que serão aplicados na área de marketing, propaganda e promoção em pontos de venda.

Está previsto ainda um aumento de quase 50% nos recursos destinados a pesquisa e desenvolvimento (P&D) na área de informática, totalizando 14 milhões de reais este ano.

"Essa é a medida da expectativa favorável que a empresa tem na economia. Temos absoluta certeza de que os próximos anos serão extramamentes positivos para o País", diz Hennel.
Nando Rodrigues, da PC World

O notebook ideal para cada tamanho


Marco Aurélio Zanni, de INFO Online
Está a fim de um netbook para carregar por aí na mochila? Ou está precisando mesmo é de um belo substituto de desktop, com tela gigante? Entre os mais de 80 modelos de todos os tamanhos que passaram pelo INFOLAB no último ano, escolhemos sete que mandaram muito bem em suas categorias. Confira nossa lista.
Netbook Sony Vaio W160 –
O minilaptop com design mais bonito também é fera nas configurações: tem processador Intel Atom N280, disco rígido de 250 GB, memória de 2 GB e roda Windows 7 (na versão Starter, é verdade). No quesito usabilidade, não é tão confortável quanto um Asus Eee PC, mas resolve bem o problema de quem digita pouco e navega muito. 1.999 reais.
HP EliteBook 2530p, de 12,1” – Parceiro ideal para levar na mala em viagens de negócios, o micro é todo pensado para consumir pouca energia, incluindo três componentes fundamentais: chip Core 2 Duo ULV, disco rígido de 1,8 polegada (menor que o usado em laptops convencionais) e LCD iluminado por LED. Em nossos testes, ele sobreviveu 101 minutos longe da tomada. 6.799 reais.
Apple MacBook Pro, de 13,3” –
Lá se foi um ano desde que a Apple resolveu fazer notebooks alumínio. E, até agora, não apareceu um concorrente à altura de sua elegância. Então o negócio foi deixar tudo como estava, pelo menos por fora, e providenciar um belo upgrade nas configurações do MacBook Pro de 13,3 polegadas. Agora o brinquedo tem processador de 2,5 GHz e memória de 4 GB, mas ainda fica devendo o drive de Blu-ray. 4.899 reais.
Samsung X420, de 14” –
O primeiro notebook da Samsung no Brasil vem para brigar num segmento promissor – o de ultraportáteis mais leves do que você achava que era possível fazer, antes do MacBook Air. Esse modelo de 14 polegadas é para quem precisa de portabilidade, mas não dispensa performance decente e o conforto de um teclado em tamanho normal. 3.599 reais.
Asus G51J, de 15,5” –
Você ambém acha que a tecnologia 3D é a maior candidata a fenômeno de 2010? Então a Asus acaba de dar uma bola dentro com o lançamento do primeiro notebook disponível no Brasil capaz de exibir jogos e filmes em terceira dimensão. O modelo vem com óculos da NVIDIA, tela com taxa de atualização de 120 Hz e placa de vídeo GeForce GTX 260M – o kit básico para quem deseja curtir o efeito do 3D Vision. O laptop ainda tem processador Core i7, design legal e vem com uma mochila. 6.999 reais.
Dell Alienware M17x, de 17” –
Um alienígena aterrissou no INFOLAB para uma autópsia, digo, uma extensa bateria de testes. Preto, mas cheio de luzes coloridas, o Dell Alienware M17x não veio à Terra para destruir a raça humana, mas para trazer alegria aos gamers maníacos. Trata-se apenas de um notebook, mas tem a robustez e a configuração necessárias para encarar jogatina pesada. 8.999 reais.
Sony Vaio AW180AU, de 18,4” –
A onda agora são os minilaptops, mas se você curte notebooks como os americanos gostam de carros, o negócio é investir num substituto de desktop, como o Vaio AW180AU. É um modelo para você realmente não sentir falta de um micro de mesa. Apoiado numa base adequada, ele não perde nada em conforto, por causa do teclado espaçoso e do display com resolução de 1 920 por 1 080 pixels. É o parceiro ideal para o leitor e gravador de Blu-ray que vem na máquina. 12.999 reais.

HP libera primeiro notebook com USB 3.0


O USB 3.0 é o futuro, e é para lá que a HP vai. Apesar de já existirem várias empresas com periféricos USB 3.0 prontos para o mercado, os micros que dão suporte a ele, como o Envy 15, ainda estão começando a sair das fábricas.
O Envy 15 é o primogênito da HP a receber a tecnologia, que promete uma velocidade de transferência de 5 GBps. Se transferir arquivos fica bem mais rápido, os periféricos acoplados ao computador também podem ter maior desempenho. A entrada 3.0 puxa mais energia para rodar HDs externos, usar SSDs maiores e fornece uma velocidade maior de sincronia com smartphones/celulares conectados ao PC.
Ainda não existe previsão de preço para os notes, mas a HP anunciou que a próxima linha a receber as entradas será a dos EliteBooks. No início é bem provável que a tecnologia seja cara, mas é questão de ter paciência: a tendência é que o 3.0 vire tão camarada nosso quanto o 2.0. por Priscila Jordão.

Microsoft e HP criam parceria para "computação em nuvem"

da Reuters, em Seattle (EUA)
A Microsoft e a HP anunciaram uma parceria nesta quarta-feira (13) para integrar sua oferta de softwares e hardware para empresas que buscam colocar seus aplicativos e dados on-line, tendência conhecida como "cloud computing" ou "computação em nuvem".
A maior fabricante de softwares e a maior fabricante de PCs do mundo, que já cooperam no setor há algum tempo, disseram que vão investir US$ 250 milhões ao longo dos próximos três anos para manter e fazer o marketing do novo empreendimento.
As duas empresas esperam que a iniciativa em conjunto torne mais fácil e menos custoso para empresas comprarem e operarem servidores de sistemas, essencialmente unindo o hardware da HP e o software da Microsoft.
"A [computação em] nuvem é um ponto decisivo em como nossos clientes desenvolverão seus aplicativos de agora em diante", disse o chefe da unidade de servidores e ferramentas da Microsoft, Bob Muglia, em entrevista por telefone.
"Nós [Microsoft e HP], decidimos nos curvar e nos comprometer com a criação de uma nova arquitetura de última geração", disse Muglia.
A "computação em nuvem" --a prática de armazenar informações e operar programas de computador em centrais de dados remotas que podem ser acessadas pela "nuvem" da internet-- é há tempos a grande aposta para revolucionar a computação corporativa, mas sua aplicação pelas empresas é ainda gradual. Folha Online

IBM encabeça lista de empresas com mais patentes nos EUA em 2009

da Reuters, em Washington
A IBM registrou mais patentes nos Estados Unidos do que qualquer outra empresa em 2009, um total de 4.843, segundo relatório preparado pela unidade de propriedade intelectual da Thomson Reuters.
A Samsung Electronics ficou em segundo lugar, com 4.049; e a Microsoft, com 3.157, de acordo com o levantamento.
Em 2008, foi a Samsung que encabeçou a lista, com 4.244 patentes; seguida pela IBM, com 4.177; e a Microsoft, com 2.304.
Os números são indicações dos investimentos das empresas em pesquisa e uma estratégia de licenciamento de tecnologia, afirmou Todd Dickinson, ex-chefe do cartório de patentes dos Estados Unidos, agora presidente da American Intellectual Property Law Association.
O Google e a Apple não estão na lista apesar de sua reputação em inovação, disse Dickinson, mas logo podem estar.
"Eles são um pouco menores do que a IBM e as Microsofts do mundo" em termos de patentes, disse Todd.
Um levantamento em separado feito pelo IFI Patent Intelligence colocou a IBM com 4.914 registros em 2009, a Samsung com 3.611 e a Microsoft com 2.906, segundo nota divulgada pela IBM.
Fechando a lista da Thomson Reuters estão a Canon em quarto lugar, a Panasonic em quinto, a Toshiba em sexto, seguidas por Sony, Intel, Hitachi e a Fujitsu.

Padrão único de plugues e tomadas promete mais segurança ao consumidor


Neste ano, todos os equipamentos importados ou fabricados no país precisarão ter plugues com dois ou três pinos redondos, em concordância com um novo padrão criado pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).
Segundo o Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial), a mudança tem como objetivo dar mais comodidade e segurança aos usuários. Além disso, a padronização facilita a vida do consumidor e evita gastos desnecessários.
"Que venha a padronização também para outros produtos, como carregadores de celulares", comenta Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Pro Teste, colunista da Folha e responsável por um blog da Folha Online.
Aparelhos como geladeira, máquina de lavar roupa e micro-ondas, que precisam de um condutor-terra, deverão contar com plugue de três pinos. Nesses casos, o consumidor precisará trocar suas tomadas. da Folha Online

Com laptops baratos, vendas de PCs no mundo crescem 15,2% no 4º trimestre

RITSUKO ANDO e GABRIEL MADWAY da Reuters, em Nova York e San Francisco

As vendas globais de computadores dispararam no quarto trimestre, ajudadas pelas fortes vendas de laptops de baixo custo no final de 2009 nos Estados Unidos.
Os resultados coroaram um ano em estilo montanha russa para o mercado de computadores, que começou mal, mas mostrou melhoras firmes e conseguiu registrar crescimento ante 2008.
De acordo com uma pesquisa trimestral divulgada nesta quarta-feira (13) pelo grupo de pesquisa IDC, o mercado de computadores pessoais subiu 15,2% no período de outubro a dezembro, para 85,8 milhões de unidades.
O grupo de pesquisa Gartner registrou avanço ainda maior, de 22,1%, no período. Grandes fabricantes de computadores como Hewlett-Packard, Acer e Lenovo Group registraram fortes altas.
As empresas de pesquisa afirmaram que as vendas fortes e continuadas de laptops e netbooks de baixo custo no último trimestre de 2009 e a grande contração nas vendas um ano antes contribuíram para o forte avanço nos embarques de computadores em relação a 2008.
Jay Chou, analista da IDC, destacou o forte crescimento no mercado dos Estados Unidos, alimentado, segundo ele, por cortes de preços que começaram ainda mais cedo que no ano anterior.
Mais baratos
Chou afirmou que os consumidores continuam a gravitar na direção de máquinas de menor custo. "Por US$ 400 ou 500, elas não representam porção elevada da renda pessoal, mesmo em uma economia como a atual", disse.
As vendas de computadores pessoais subiram 25% nos EUA, resultado forte mas que ficou atrás do crescimento visto na Ásia. O crescimento das vendas também retornou na Europa, que vinha mostrando resultados fracos durante o ano todo.
Mikako Kitagawa, analista do Gartner, disse que os resultados indicam "a recuperação do mercado de computadores em nível mundial". As vendas subiram 2,3% em 2009, de acordo com a IDC; já para o Gartner, a alta anual foi de 5,2%.
HP líder
A HP solidificou a liderança mundial em PCs no quarto trimestre, com crescimento de sua participação global para 21% e aumento de 23% nas vendas unitárias em relação há um ano antes, segundo a IDC.
A Acer elevou sua fatia para 13,4%, com expansão nas vendas de 28%.
O terceiro lugar ficou para a Dell, voltando a perder mercado. A participação da empresa caiu a 12,4%, apesar de um modesto aumento de 5% nas vendas.
Lenovo e Toshiba ficaram em quarto e quinto lugares. As vendas da chinesa dispararam 42% e as do grupo japonês avançaram 30%.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Fujitsu lança notebook LifeBook UH900 que integra receptor GPS


Fujitsu revelou vários novos notebooks durante a CES 2010. Um desses foi o novo Fujitsu LifeBook UH900 que inclui um receptor GPS integrado.
O equipamento mede 20 centímetros de comprimento, tem tela de 5,6 polegadas, conectividade Wi-Fi, 3G e 3.5G de banda larga móvel. Além disso roda o sistema operacional Windows 7 e possui um drive de 62 Gb.
O GPS integrado é complementado com o software móvel de navegação GPS da Garmin. O equipamento estará disponível no mercado em fevereiro pelo valor de mil dólares.
Uol Tecnologia / Imagem: Divulgação

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Tablet conceito da Dell roda Android



O clima da CES 2010 já dá indícios de que a guerra dos sistemas operacionais começará a ganhar corpo também entre os novos tablets (ou slates, como estão sendo chamados em Las Vegas). Ontem foi a vez da Dell mostrar o protótipo de seu tablet que (tchanran!) roda Android.
As fotos (ou desenhos) oficiais do produto foram divulgadas exatamente um dia depois do próprio Steve Ballmer, CEO da Microsoft, revelar o tablet filhote do casamento da HP com a Microsoft.
Bem, como era de se esperar de um produto conceito, a Dell não apresentou todas as suas especificações. Mas, sabe-se que ele terá tela sensível ao toque de 5 polegada e provavelmente, será batizado de Streak.
Agora, enquanto essas gigantes do hardware ficam brigando para chamar a atenção com suas principais tendências na CES, a Apple (sempre ela) patenteou um sistema que pode estar na próxima geração de telas sensíveis ao toque.
A tecnologia, divulgada ontem pelo governo americano, permitiria o desenvolvimento de dispositivos, como tablets, ainda mais finos. Se isso sair do papel, a discussão logo, logo será outra. Dedos cruzados, minha gente!da redação Info Online.

Alienware revela notebook de 11″ mais potente do mundo


por Leonardo Martins
A Alienware, como sempre, fará muitos gamers babarem. E esqueça aquelas máquinas enormes e pesadas. O M11X é o primeiro notebook da marca com cara de portátil, que pode ser até confundido com um netbook.
Para quem já viu ao vivo um M17X ou talvez um desktop como o Area-51, sabe que a empresa nunca tinha prezado muito pelo prático e fácil de carregar. Mas o novo M11X é diferente. Na mão dos executivos, ele mostrou-se fácil de usar, muito mais magro que seus irmãos mais velhos M17X e M15X, mas sempre mantendo o design extraterrestre da marca.
A grande questão é que, em um notebook de 11,6 polegadas, você não espera uma configuração fora do comum, mas algo um pouco melhor que um netbook. Mas, mesmo sem dar muitas especificações, já sabemos que o brinquedo conta com nada mais nada menos que uma placa de vídeo da NVIDIA 335M, com 1 GB. E, como era de se esperar, ele terá opções de Core 2 Duo para configurar.
A tela, mesmo sendo de plástico, parece bem interessante. A resolução não é full HD, mas 1 466 por 768 em uma tela de 11,6″ é um ótimo valor, e rola assistir a filmes em HD sem problemas. E, querendo fugir um pouco da imagem de marca muito cara, a Dell, que controla a Alienware, já avisou que nos EUA ele custará menos de 1.000 dólares. E por aqui? Infelizmente nenhuma previsão de chegada.

Analistas mostram ceticismo quanto a tablets


LAS VEGAS - Não importa que o nome usado seja "slate" ou "tablet", o mundo da tecnologia está subitamente repleto de aparelhos portáteis de uma nova categoria em formato de prancheta, que tentam conquistar atenção antes do lançamento pela Apple de um aguardado produto no final deste mês.
Hewlett-Packard, Microsoft, Dell, Motorola e Lenovo Group estão entre as empresas que demonstraram aparelhos multimídia estreitos e equipados com telas sensíveis a toque, na Consumer Electronics Show, esta semana em Las Vegas.
O amplo pavilhão de exposições se mostrou repleto de protótipos e modelos conceituais, de diversos tamanhos, enquanto os fornecedores testam um mercado ainda inexplorado. Esses aparelhos sem fio podem receber vídeos stream, baixar música, navegar pela Web e executar jogos, e seu objetivo é conquistar usuários ao preencher uma suposta lacuna existente entre os celulares inteligentes e os laptops.
Todos eles disputam atenção antes do muito aguardado anúncio pela Apple de um tablet com tela de 10 a 11 polegadas, no final de janeiro. O novo aparelho pode redefinir a categoria, da mesma maneira que o iPhone fez entre os celulares.
Mas alguns analistas duvidavam que os tablets ou slates atraiam o interesse dos consumidores, porque estarão chegando a um mercado já lotado de netbooks, leitores de livros eletrônicos, celulares inteligentes e laptops, de todas as configurações.
Van Baker, analista do Gartner, está cético quanto à categoria como um todo, afirmando não compreender que funcionalidade os tablets poderiam oferecer para convencer consumidores a pagar centenas de dólares por um deles.
"A Apple talvez consiga", disse Baker, apontando, no entanto, que iPhone, iPod e Macbook já são vendidos por preços mais elevados que a média de seus categorias, o que pode ajudar a empresa a persuadir os consumidores a adquirir um tablet com preço de entre 500 e 800 dólares.
A maioria dos fornecedores de produtos tecnológicos que exibiram protótipos na CES manteve a discrição sobre preços e potenciais datas de lançamento. A Apple mesma ainda não discutiu em público o seu possível tablet.
Mas a HP, maior fabricante mundial de computadores, confirmou na quinta-feira que lançará um tablet ainda este ano, com tela sensível a toques, sistema operacional Windows 7 e conexões WiFi e 3G. O presidente-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, demonstrou o aparelho em sua palestra na CES, quarta-feira.
TABLET OU SLATE?
A distinção entre um "tablet" ("prancheta") e um slate ("lousa") parece ser apenas semântica, no momento.
O co-presidente executivo da Motorola, Sanjay Jha, disse que a empresa estava estudando produzir um tablet. Outro executivo da empresa, Dan Schoch, demonstrou um protótipo de um "tablet de mídia", com tela de sete polegadas e acionado pelo sistema operacional Google Android, modem Motorola e chip da Nvidia.
Schoch declarou que o tablet seria vendido por cerca de 300 dólares e estaria pronto para comercialização no quarto trimestre, mas que sua chegada ao mercado depende de fatores como a implementação bem sucedida de uma rede avançada de telefonia móvel pela Verizon Wireless.
A Dell demonstrou um possível slate com tela de cinco polegadas que parece um celular inteligente ampliado, e disse que estava estudando diferentes tamanhos de tela. Jen Hsen-Huang, presidente-executivo da Nvidia, disse que diversos aparelhos novos equipados com o chip Tegra, de sua empresa, serão lançados, e definiu 2010 como o ano da "revolução dos tablets".
Doug Reid, analista da Thomas Weisel Partners, estimou que o mercado geral de tablets em 2010 ficará entre 3,5 bilhões e 5,3 bilhões de dólares, crescendo a 30 bilhões de dólares em 2014, impulsionado pela Apple. Mas ele disse que os tablets poderiam roubar vendas de netbooks e laptops, e estimou preço médio de venda de 700 dólares para um produto dessa categoria.
Por enquanto, os tablets parecem estar separados de leitores eletrônicos como o Kindle, da Amazon.com, cujo uso principal é a leitura de livros e periódicos digitais, sem grandes funções multimídia. Os leitores eletrônicos também estão ganhando popularidade, com diversos modelos novos exibidos na CES. Info Online / Reuters

Microsoft pode comprar Blackberry


por Mauricio Grego
Algumas previsões indicam que a Microsoft vai comprar a RIM, fabricante do Blackberry, já neste semestre.
A ideia de que a Microsoft teria seu próprio smartphone ressurgiu com força agora que o Google apresentou o Nexus One, o “Google Phone”. Um boato persistente é que a turma de Redmond já teria desenvolvido um aparelho, conhecido pelo codinome Pink. Mas os softies sempre negam. Dizem que o negócio deles, nessa área, é fornecer software. Afirmam que vender também o hardware atrapalharia as relações com os outros fabricantes de celulares. Seria dar um tiro no próprio pé.
No entanto, há quem pense diferente. A decadência do Windows Mobile é conhecida. O sistema operacional para celulares da Microsoft já teve mais de 30% do mercado mundial. Hoje, tem cerca de 7%, segundo o Gartner Group. Apesar de ter feito vários lançamentos em 2009, a Microsoft continua apanhando da Apple, da RIM, e, mais recentemente, da turma do Android. Comprar a RIM, fabricante do Blackberry, seria uma maneira de virar o jogo, dizem alguns.
Uma pessoa que defende essa ideia é Ken Sonenclar, diretor do banco de investimento americano DeSilva + Phillips. Para ele, a Microsoft deve comprar a RIM, e logo. Ele argumenta que a empresa quase gastou 45 bilhões de dólares, em 2008, para adquirir o Yahoo!, um negócio que não se concretizou. O valor de mercado atual da RIM é de menos de 40 bilhões de dólares. É um preço viável para a Microsoft. E ela ganharia um produto vencedor, ao menos nos Estados Unidos. Lá, até o presidente Obama não vive sem um Blackberry.
Os argumentos de Sonenclar acabaram levando a publicação especializada Industry Standard a incluir a compra da RIM entre suas previsões para este ano. O palpite deles é que o negócio deve ser fechado já neste semestre. Meu palpite, porém, é outro. Acho que esse negócio não vai acontecer, ao menos em 2010. Seria uma mudança radical no modelo de negócios da Microsoft na área de celulares. E a turma de Redmond costuma evitar essas mudanças drásticas. É mais provável que apostem no Windows Mobile 7, que chega neste ano, para tentar reverter a queda no mercado.

Lenovo U1 Hybrid é meio notebook, meio tablet


por Marco Zanni
Estamos tentando, mas ainda não conseguimos encontrar uma palavra menos genérica do que “híbrido” para definir o que é essa novidade apresentada pela Lenovo na CES 2010. Pelo jeito, a fabricante também não, pois o brinquedo da foto acima chama-se IdeaPad U1 Hybrid.
Olha só a idéia genial: quando está acoplada à tampa do notebook, a tela de 11,6 polegadas multitoque ganha um teclado aparentemente bem confortável e um processador Core 2 Duo CULV, aquela série de baixo consumo, além de um SSD de 128 GB e sistema operacional Windows 7 Home Premium.
Porém, quando o display está separado do restante da carcaça, ele vira um tablet, com o software Skylight, baseado em Linux, e um processador Qualcomm Snapdragon de 1 GHz, um modelo usado em smartphones parrudos, como o Google Nexus One. Isso aí, dois sistemas e dois chips numa só máquina, com operações completamente independentes.
O modelo que está se exibindo na CES esta semana ainda está longe de ser um produto final, mas dá uma ideia do que a fabricante promete trazer em junho. Nos Estados Unidos, ele vai custar 999 dólares.

Paulistano terá local para lixo eletrônico


Paula Rothman, de INFO Online
Muito em breve os moradores da cidade de São Paulo terão um local para descarte do lixo eletrônico.
Baterias de celular, placas velhas, mouses quebrados: tudo pode ser depositado no Cedir, o Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática.
Criado pelo Centro de Computação Eletrônica da USP, o local está instalando dentro da própria Cidade Universitária, em um galpão de 400 m2 com capacidade para destinação de 500 a 1000 equipamentos por mês.
Desde a sua inauguração, no mês passado, o Cedir vem recebendo materiais de informática e telecomunicações que ficaram obsoletos no próprio CCE e em outras escolas, faculdades e institutos da Universidade de São Paulo.
Até meados de janeiro, no entanto, a organização do centro deve anunciar a data a partir da qual serão aceitos resíduos de qualquer um com visita agendada.
O Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática – CEDIR, fica na Av. Prof. Lucio Martins Rodrigues, travessa 4, n. 399, Bloco 27, Cidade Universitária.
Informações: cedir.cce@usp.br

Picoprojetores são a próxima tendência?


LAS VEGAS, Estados Unidos (Reuters) - Os grandes televisores de tela plana foram uma das maiores atrações da Consumer Electronics Show, mas empresas como a Macrovision estão apostando em imagens exibidas em escala muito menor, por aparelhos pequenos como um celular.
Embora os produtos comerciais equipados com os chamados picoprojetores sejam ainda raros, a Microvision e rivais como a Texas Instrumentos e a 3M fizeram promessas ambiciosas sobre a tecnologia na feira de eletrônica encerrada domingo em Las Vegas.
A Microvision mostrou um projetor autônomo do tamanho de um sabonete grande, e projetou imagens límpidas usando tecnologia a laser. Sua grande esperança é que a tecnologia desenvolvida pela empresa seja incorporada a bens eletrônicos de consumo como câmeras e celulares.
"Minha sensação é que em última análise os celulares representam a maior oportunidade", disse Matt Nichols, diretor de comunicação da Microvision, acrescentando que sua empresa estava conversando com dezenas de potenciais clientes, entre os quais fabricantes de celulares.
Nichols considera que os primeiros protótipos de aparelhos com picoprojetores da Microvision incorporados devem chegar ao mercado ainda este ano, e espera que produtos comerciais estejam disponíveis a partir do ano que vem.
Depois disso, ele espera uma explosão do mercado, da mesma maneira que câmeras se tornaram componente obrigatório dos celulares.
"Acreditamos, em uma previsão para prazo de cinco anos, que todos os celulares terão projetores", disse Nichols à Reuters.
A Texas Instruments, grande fornecedora de chips para aplicativos em celulares, já incorporou seus picoprojetores a diversos aparelhos que estão à venda, entre os quais dois miniprojetores autônomos e dois celulares da Samsung Electronics, o último dos quais demonstrado na CES.
"Todo mundo está completamente entusiasmado" com os picoprojetores, disse Frank Monzio, gerente da divisão de picoprojetores da Texas Instruments. "Não sei como isso se traduzirá em termos de volume. Nossas esperanças são de que seja elevado."
Uma vez que os celulares já contam com muitos recursos, tais como telas sensíveis a toques, câmeras e players de música e vídeo, alguns analistas não veem espaço para acrescentar componentes.
Mas Jonathan Yarmis, da Ovum, diz que a tecnologia de picoprojetores tem grande potencial, por resolver o problema de assistir a vídeos na pequena tela de um celular.
"Quando assistir se dissocia do aparelho, a experiência pode ser mais profunda", disse o analista, quanto questionado sobre as próximas grandes tendências dos celulares.

Acer anuncia recall de 22 mil notebooks

Marco Aurélio Zanni, de INFO Online
A fabricante taiwanesa Acer vai recolher e consertar 22 mil laptops vendidos em 2009. Os equipamentos têm um possível problema num microfone interno, que pode aquecer demais os circuitos e até pegar fogo.
O incidente é notado, principalmente, quando as máquinas recebem uma pressão forte do pulso esquerdo apoiado sobre a base, deformam levemente o plástico e afetam a construção interna. Três usuários relataram situação parecida, mas não sofreram queimaduras.
Os modelos incluídos na lista são os de 13,3 polegadas comercializados entre junho e outubro do ano passado sob os seguintes códigos: AS3410, AS3410T, AS3810T, AS3810TG, AS3810TZ e AS3810TZG.
A empresa já havia feito um recall em outubro do ano passado com alguns desses aparelhos por causa do mesmo defeito. Mas agora existem novos lotes e equipamentos chamados à assistência técnica. Quem possuir um desses notebooks deve entrar em contato com um representante da Acer para solucionar o problema.

Computador de "bolso" procura seu lugar no mercado

Fernando Mexía da Efe, em Los Angeles (EUA)
O futuro imediato da informática passa pelos computadores de "bolso", um nicho de mercado a meio caminho entre o telefone celular e o portátil no qual uma gama de "tablets", "e-readers" e "netbooks" competem para atrair um mesmo tipo de consumidor.
Sem novidades revolucionárias em questões de software, as empresas de tecnologia começaram a buscar um novo produto que reúna tamanho reduzido e alta funcionalidade, uma luta ainda sem vencedor travada no campo de batalha da maior feira do setor, a Consumer Electronics Show (CES), realizada em Las Vegas (Nevada).
Se 2009 foi o ano dos "netbooks", minicomputadores de baixo custo, lançados para contentar a quem considerava que os portáteis normais eram sofisticados demais, a mudança de ano constatou que em 2010 vão se popularizar os leitores de livros digitais ou "e-readers" que, à margem de sua função literária, trazem outras funcionalidades próprias de um computador para uso diário.
A fronteira entre o computador e o leitor digital ficou definitivamente tênue na semana passada com o desembarque dos anunciados "tablets" ou "slates", espécies de lousas com tela tátil e de dimensões similares a seus primos "netbooks" e "e-readers" que lembram os antigos PDAs, mas equipados para se transformar em uma plataforma multimídia de bolso e com acesso à internet.
A primeira a disparar nesta direção foi a Microsoft que revelou seu "tablet" fabricado pela Hewlett-Packard, um protótipo lançado na apresentação realizada na quarta-feira passada pelo CEO, Steve Ballmer, na inauguração desta edição da CES.
Ballmer não entrou em detalhes sobre o dispositivo, embora tenha mostrado suas 10 polegadas de tela tátil e explicou que contava com sistema operacional Windows7 e serviria como "e-reader", reprodutor de vídeo e com acesso à web.
Outras versões de "tablets" exibidas sem data de lançamento no mercado foram o Ultra do fabricante ICD, e a proposta da Dell, embora seus dispositivos tenham apontado na direção de uma ferramenta de conexão à internet mais do que na do conceito exposto pela Microsoft, o mesmo acontecendo no caso da Sony, que mostrou seu modelo ao qual qualificou de "visualizador pessoal de internet".
Os analistas do setor acreditam que a Apple vá dissipar a confusão diante de tantos aparelhos parecidos quando realizar sua primeira apresentação anual prevista para o próximo dia 26 em San Francisco.
Tudo indica que a vanguardista empresa californiana, criadora do Macintosh, do iPhone e do iPod, poderia revelar o que já veio a ser denominado de "iSlate", um quadro-negro digital sobre o qual não cessam os rumores e que se espera reúna a funcionalidade do "e-reader" e dos serviços do "netbook".
Nesse rio revolto de computadores portáteis algumas empresas exibiram na CES apostas interessantes de sinergia entre os diferentes formatos em disputa.
Tal é o caso do enTourage edge, um "e-reader" anunciado como o primeiro "livro dual" por seus criadores por constar de duas telas simétricas, uma para ler e outra para navegar pela internet e que ao ser fechado tem o aspecto de um "netbook"; ou o Alex, o "e-reader" da Spring Designs com sistema operacional Android do Google, que integra uma minitela para navegar pela web e permite ver vídeo e escutar música.
A Lenovo, por sua vez, escolheu uma aproximação ao conceito "tablet" a partir da perspectiva de "netbook", e desenvolveu o IdeaPad U1 Hybrid um computador do qual se pode retirar a tela para trabalhar com ela como dispositivo independente, tendo seu próprio processador e acesso à internet.

Grupo Multi, dono da Wizard, adquire SOS Computadores

JULIO WIZIACK da Folha de S.Paulo
O Grupo Multi, dono das redes de idiomas Wizard e Skill, anuncia hoje a compra da SOS Computadores, franquia de escolas profissionalizantes de informática. O valor não foi informado. O antigo proprietário da SOS, Palmiro Filippini, será o presidente da rede e seguirá como sócio, com 20% do capital.
"Nosso objetivo é a liderança entre as franquias educacionais e profissionalizantes", diz Carlos Wizard Martins, presidente e fundador do Grupo Multi. Para isso, ele pretende chegar a 650 unidades no país, ultrapassando a Microlins. Com a SOS, o Multi passa a ter 300 unidades em funcionamento.
Fundado em 1987, o grupo é uma multinacional brasileira com 2.000 escolas no Brasil, EUA, Europa e América Latina, oferecendo cursos de idiomas e profissionalizantes (informática, administração, eletrônica etc). No ano passado, o faturamento foi de R$ 1,1 bilhão.
A SOS foi criada há 27 anos e possui 150 unidades, em 17 Estados, com 100 mil alunos matriculados. Em 2009, seu faturamento foi de R$ 60 milhões.
Com a aquisição, o Grupo Multi pretende ter receita de R$ 1,35 bilhão já em 2010.
"Parte desse aumento virá da SOS", diz Martins. Segundo ele, a rede terá a meta de crescer 10% ao ano -hoje, mantém uma taxa de 4%. "O restante virá de uma nova aquisição que devemos fechar até o final do primeiro trimestre." Martins afirma que mantém cinco novas negociações em andamento, mas não revela as empresas.
Para ele, esse é um setor que está se concentrando. "Existem só seis grandes franquias. As demais redes são empresas regionais, cujo porte não permitirá competir nesse cenário", diz.
Primeiro emprego
As franquias educacionais e profissionalizantes vêm registrando taxas de crescimento acima de 10% há cerca de cinco anos. O desempenho desse segmento está atrelado ao aumento do poder aquisitivo das classes C e D. Para elas, matricular os filhos nesses cursos técnicos é uma forma de capacitá-los para o primeiro emprego. Só depois, quando já frequentam o ensino superior pagando os estudos com o salário, é que eles passam a estudar idiomas.
O ensino de idiomas é o carro-chefe do Grupo Multi, mas, nos últimos anos, as receitas dos cursos profissionalizantes vêm crescendo acima da média e já representam 7% do total. Percebendo esse potencial, Martins passou a firmar convênios com empresas nos diversos Estados em que atua. "Com isso, nossos alunos passaram a ter chance de fazer, pelo menos, um estágio", diz. "E com alguma experiência fica mais fácil conseguir emprego depois."
Segundo ele, dois terços dos formados empregaram-se após o estágio. Deste total, 20% voltaram para cursar idiomas, interessados em empregos que exigem mais qualificação.