terça-feira, 25 de agosto de 2009

Aneel aprova internet banda larga por meio da rede elétrica

LORENNA RODRIGUES da Folha Online, de Brasília
A diretoria da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou o regulamento para a transmissão de internet banda larga por meio da rede de energia elétrica, nesta terça-feira (25).
As redes também poderão ser utilizadas para levar televisão por assinatura aos consumidores. A regra também prevê que o uso da tecnologia PLC (Power Line Communications) não poderá prejudicar a qualidade da prestação do serviço de energia elétrica.
A legislação regulamenta ainda que as operadoras não vão oferecer diretamente a internet banda larga aos consumidores. Elas poderão, porém, criar uma empresa subsidiária para ofertar o serviço. As distribuidoras usarão a tecnologia para melhorar suas próprias atividades, utilizando a internet, por exemplo, para fazer medição eletrônica dos gastos de energia elétrica de seus consumidores, corte e religamento à distância e controle de perdas.
Além disso, parte dos ganhos das distribuidoras com a cessão de suas redes para o uso de internet serão computados durante os reajustes das tarifas de energia e poderão levar a uma redução no valor da conta de luz do consumidor.
Com o PLC, o consumidor poderá ter a internet banda larga diretamente na tomada. O uso da tecnologia deverá beneficiar principalmente localidades onde a internet de alta velocidade ainda não chega --já que as redes de energia elétrica estão em praticamente todo o país.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Smartphone + netbook = NVIDIA smartbook


A NVIDIA passou um ano dizendo que ainda havia muitas coisas entre netbooks e smartphones, então aí está: eis o primeiro smartbook baseado na plataforma Tegra. Mas, e aí, essa nova categoria de computadores é pura balela ou tem jeito de que vai ser a nova onda da internet móvel?
Mostrado ontem durante um evento da empresa em São Paulo, o equipamento da foto acima é o Mobinova Élan, com tela de 8,9 polegadas e design similar ao de um minilaptop – a única diferença, na verdade, é a articulação da bateria, que, quando puxada para baixo, deixa à mostra as duas portas USB e uma HDMI.
Agora, por dentro, o brinquedo não tem nada a ver com um netbook. Primeiro, porque usa o processador Tegra 600, de 650 MHz, que vem acompanhado por 256 MB de RAM e SSD de 16 GB. Tem Wi-Fi g, modem 3G embutido e Bluetooth. Segundo, porque o sistema operacional não é o Windows XP, e sim o velho CE (oras, por que não Android?).
Calma, não estamos voltando ao tempo dos handhelds. A interface que você vê parece com aqueles programas de início rápido usados em alguns netbooks. É uma boa para assistir vídeos, controlar o calendário e, principalmente, navegar na web. Pois é, a NVIDIA deu um passo agressivo rumo à nuvem.
Pelo menos ela tem dois bons argumentos: como consome pouca energia, a bateria de três células aguenta 10 dias rolando vídeos em 720p, 25 dias tocando músicas e dois meses hibernando, garante a fabricante. Ou seja, você poderia usar o produto como um celular, sempre ligado. A outra aposta está no preço baixo. A ideia é vender o smartbook no Brasil por 700 reais, desbloqueado, ou até de graça, no plano de alguma operadora.
O sonho da NVIDIA é trazer o brinquedo ao país antes do Natal e colocá-lo nas prateleiras das operadoras de celular. A empresa já está negociando com as quatro grandes do Brasil e também com integradores nacionais. Postado por - Marco Aurélio Zanni

Livros eletrônicos: saiba como baixar e ler no computador ou celular


Por Pedro Marques, do IDG Now!

Com mercado em expansão, editoras aumentam oferta títulos, que podem baixados e lidos diretamente no notebook ou celular.
O setor de livros eletrônicos ganhou fôlego neste mês com dois novos leitores apresentados pela Sony, companhia japonesa do setor de eletrônicos.
O modelo mais avançado tem tela sensível ao toque e pretende disputar o mercado com o Kindle, leitor da Amazon.com que tem como diferencial uma conexão permanente com a internet, para que os usuários possam comprar livros sem precisar deixar o computador.
Quem ganha com isso é o consumidor, que passa a ter uma opção maior não só de leitores, mas também de livros no formato digital. Com o mercado em expansão, as editoras passam a oferecer um volume maior de títulos - muitos deles gratuitos ou por preços inferiores aos das edições em papel.
Outra vantagem para os consumidores é que muitos livros digitais não dependem de um sistema leitor ou outro aparelho especial: é possível baixar o conteúdo e visualizá-lo em um notebook ou smartphone, por exemplo.
Abaixo, selecionamos vários sites para você baixar livros eletrônicos. E o melhor: algumas das opções são gratuitas.
Portal Domínio Público - Traz versões eletrônicas de títulos que já caíram em domínio público e são gratuitas, como a obra completa de Machado de Assis, e outros, como “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri, e livros de William Shakespeare traduzidos para o português.
eBookCult - Essa biblioteca digital tem versões gratuitas de livros como “Morte e Vida Severina”, de João Cabral de Mello Neto, “As Aventuras de Sherlock Holmes”, de sir Arthur Conan Doyle, e “Brida”, de Paulo Coelho.
eReader.com - É a livraria eletrônica da Barnes & Noble, uma das maiores redes dos Estados Unidos. Os livros são compatíveis com iPhone e iPod touch, celulares BlackBerry, micros de mão e computadores com sistemas operacionais Windows, da Microsoft, e Mac OS, da Apple. Muitos best-sellers são vendidos por apenas 10 dólares.
eBookMall - Outro site em inglês que oferece uma boa variedade de livros eletrônicos em diferentes formatos (Adobe eReader, Microsoft, Palm, HTML, Word, texto...) O catálogo traz clássicos como Moby Dick, de Herman Melville, e “O Conde de Monte Cristo”, de Alexandre Dumas, com preços a partir de 2 dólares.
MobiPocket - Empresa que desenvolve programas para ler livros em celulares equipados com os sistemas operacionais BlackBerry, Windows Mobile, Symbian e Palm, além do Windows. Também vende obras que rodam especialmente nesses programas.
EbooksLib.com - Loja que traz títulos em francês e inglês, como clássicos de Voltaire, Júlio Verne e Aldous Huxley. Muitos livros podem ser comprados por apenas 2dólares.
Littérature à emporter - Site que oferece livros eletrônicos gratuitos em francês. Tem clássicos como “Don Quixote”, de Miguel de Cervantes, “Madame Bovary”, de Gustave Flaubert, e obras de Charles Dickens
Audible.com - Loja da Amazon.com especializada em áudio livros. O catálogo conta com 60 mil livros (a maioria em inglês), que vão desde best sellers a livros exclusivos para o formato em áudio. Funciona por assinatura: um livro por mês custa15 dólares, enquanto dois títulos digitais saem por 23 dólares (11,5 dólares por livro).
Google Books - Graças a um acordo com várias editoras norte-americanas, o Google consegue exibir na web milhares de livros, na íntegra, nos computadores. É possível fazer buscas no conteúdo dos títulos, mas o internauta não pode imprimir as páginas para ler longe do PC.

DormVault Laptop Safe é uma boa ideia para proteger o seu notebook contra colegas de quarto


Este é para aqueles que moram em repúblicas/universidades ou simplesmente compartilham quarto com gente que gosta de aprontar de vez em quando. :-P O DormVault Laptop Safe é uma case que tranca o seu laptop e o protege contra bisbilhoteiros e até contra respingos de cerveja e otras cositas más.
A mala é feita de aço reforçado e prende-se a qualquer móvel de sua escolha. Os parafusos de anexação ficam inteligentemente dentro dela, então não dá nem pra alguém levar o computador fechado dentro da case.
O DormVault Laptop Safe pesa 4kg e suporta notebooks de até 17 polegadas, com espaço para acessórios e até mesmo um ou dois drives portáteis. No ThinkGeek, ele sai por US$60. por Rafael Fischmann

Museu do Computador exibe peças raras em evento no RJ


Daniel Gonçalves Direto do Rio de Janeiro

O Circuito de Informática e Tecnologia 2009, realizado na Marina da Glória, zona sul do Rio de Janeiro, traz um estande para matar a curiosidade de quem quer saber como foram os primórdios da computação. Logo na entrada, o público tem a oportunidade de ver algumas peças raras, integrantes do acervo do Museu do Computador. Entre as que mais chamam a atenção está o HD do B500 da Burrougs, do ano de 1964, com capacidade de apenas 100kb, espaço insuficiente para armazenar um simples arquivo de texto com mais de 15 páginas. Para formatá-lo era preciso dois dias e sua unidade de controle era do tamanho de um guarda-roupa.
Também na exposição está o CP500 (de 1982), um dos primeiros microcomputadores nacionais e que, na época de seu lançamento, teve relativo sucesso de vendas. O primeiro mouse (de 1964), criado por Douglas Eglebart, no Instituto de Pesquisa de Stanford, chama a atenção por ser todo feito de madeira.
Entre as outras peças à mostra estão o primeiro Macintoch (de 1984); o primeiro disquete (de 1971) com tamanho de oito polegadas, e a memória de Ferriti (de 1950), que armazenava apenas 1bit.
Museu precisa de ajuda
O presidente-curador do Museu, José Carlos Valle, explica que há onze anos vem tentando criar um espaço com pelo menos 25 metros quadrados para exibir as cerca de 15 mil peças que possui. Infelizmente, não consegue apoio financeiro para isso. "Falta uma equipe para arrecadar fundos", explica.
Valle conta com a ajuda de amigos e de algumas empresas que de vez em quando doam alguma verba. "Eu tenho um galpão grande lá em Itapecerica da Serra, em São Paulo, e uma empresa que paga o aluguel. Tenho o galpão de um amigo que ajuda também, porque são muitas peças, algumas tão grandes que nem pude trazer para cá", contou. Especial para Terra

netbook com TV digital integrada


O primeiro netbook com receptor de TV digital integrado 1-seg chega às lojas ainda este mês. É o LG X120 Scarlet, que também terá uma versão com conectividade 3G integrada.
Os modelos, com configurações semelhantes, usam processador Intel Atom N270, rodam Windows XP, vêm com tela de 10,1", 1 GB de RAM, 160 GB de disco rígido e pesam apenas 1,27 kg.
A diferença entre os dois está na cor: o modelo em branco e vermelho tem o receptor de TV digital, e o preto e vermelho traz um modem 3G integrado desbloqueado para uso em qualquer operadora de celular. O design colorido se baseia na linha de TVs Scarlet, da fabricante coreana.
Os dois novos netbooks X120 serão vendidos pelo preço sugerido de R$ 1.999 (modelo com TV digital 1-seg) e R$ 2.099 (com 3G). Na semana passada, a Dell informou também que avalia a adoção de receptores 1-seg de TV digital em seus netbooks da linha Mini 10. Zumo Notícias

Netbook Semp Toshiba aguenta o tranco


Infinity IS 1091 tem carcaça forte e bom acabamento, mas é pesadão
Marco Aurélio Zanni e Renan Frizzo, de INFO Online

Para sobreviver ao vai-e-vem na mochila, o netbook Infinity IS 1091 dispensa o visual sofisticado em nome de uma construção robusta. Sua carcaça é feita com plástico rígido, dobradiças fortes e teclado firme – no ponto para quem precisa levar o bichinho pra todo lado, mas não se preocupa em carregar uns gramas a mais nas costas.
Esse minilaptop de 1 850 reais (!) lembra os primeiros modelos de Eee PC com tela de 10,2 polegadas. Seu acabamento externo em grafite brilhante não é dos piores, mas lembra os modelos de uma geração anterior. Culpa da espessura de 3,9 centímetros e do peso de 1,3 quilo, o limite do aceitável para essa categoria. Ou seja, por fora nada justifica o preço.
Uma escolha estranha da Semp Toshiba foi privilegiar o touchpad em prejuízo do teclado. Para navegar na internet pilotando o cursor, sobra espaço. Mas quem digita bastante fica descontente com o tamanho do teclado. Além de possuir botões pequenos, ele fica sobre uma base com apoio alto demais para os pulsos, o que chega a incomodar depois de uma hora usando o netbook.
Para completar a lista de mancadas, a tela do minilaptop, com resolução de 1 024 por 600 pixels, segue a moda dos displays brilhantes. Como já cansamos de falar, o melhor nesse tipo de produto é sempre a boa e velha tela fosca. Isso porque, na maioria das vezes, um netbook fica no seu colo, e não apoiado sobre a mesa, longe dos reflexos.
Desempenho na média
O Semp Toshiba IS 1091 possui aquela configuração que você já decorou: processador Atom N270, de 1,6 GHz, 1 GB de memória RAM e 160 GB no disco rígido. Tudo isso rodando com Windows XP Home Edition. Nos testes do INFOLAB, o desempenho da máquina foi bom para rodar aplicativos de escritório, navegar e editar umas fotinhos.
Nos benchmarks, o micro teve um desempenho apenas razoável. No Sandra Lite XII, ele anotou 3 338 MOPS em cálculos aritméticos, o pior resultado entre os modelos aqui comparados. Já no 3DMark05, fez 237 pontos. Para converter um arquivo WMV de 81 MB para MP4 em 320 por 240 pixels, levou 265 segundos
Faltou o Bluetooth
A ausência mais sentida no netbook da Semp Toshiba é a do Bluetooth, afinal essa interface é sempre uma boa para transferir fotos e músicas diretamente do celular para o minilaptop. Em compensação, esse micro possui três portas USB 2.0, Wi-Fi no padrão 802.11g e interface de rede Fast Ethernet. Também traz slot Express Card 34 e leitor para cartões de memória SD, MS e MMC.
A autonomia da bateria também não é excepcional. Nos testes do INFOLAB, rodamos o programa Battery Eater 05 e deixamos o Wi-Fi ligado para consumir mais energia. Resultado: o brinquedo ficou firme por apenas 110 minutos, melhor somente do que o Lenovo S10, entre os modelos comparados.

Nettop da Lenovo terá plataforma Ion


A Lenovo lança em setembro nos Estados Unidos uma nova linha de "nettops" (versões de mesa dos netbooks) com um modelo capaz de reproduzir vídeos em alta definição. Além dos destkops focados em acesso à internet, a companhia também vai começar a vender um PC doméstico que funciona como uma central de mídia para toda a casa.
Os nettops Q100 e Q110 têm apenas 1,78 cm de espessura, podendo ser montados na parte de trás de um monitor e vêm com processador Intel Atom. O diferencial do Q110 é o fato de ser um dos primeiros modelos a vir com os recursos de vídeo Ion, da Nvidia, capaz de reproduzir vídeo em alta definição (1080p) de modo similar a desktops convencionais, sendo compatível também com games 3D com DirecX10 - algo um tanto impensável para um dispositivo que foi pensado como apenas para acesso à web, edição de documentos e downloads.
O Q100, de acordo com a Lenovo, será vendido pelo preço sugerido de US$ 249. O Q110 será comercializado por US$ 349. A Lenovo já havia adotado a plataforma Ion em um netbook, o S12, lançado no mês passado.
Já o IdeaCentre D400 é uma máquina para entusiastas que querem montar uma rede doméstica e compartilhar conteúdo entre diversos PCs. O D400 aceita até 8 terabytes de armazenamento em disco rígido com troca de discos mesmo com o equipamento ligado, tem cinco portas USB e uma eSata para transferência de dados em maior velocidade com equipamentos externos. O D400 atua também como servidor de backups e permite acessar seus dados pela internet de qualquer lugar. O PC será vendido nos EUA por uma média de US$ 499, segundo a fabricante. Zumo Notícias

Netbook Itautec tem tecladão confortável


Modelo InfoWay W7010 é prático para digitar e navegar, mas pesa na mochila
ComenteRenata Leal e Renan Frizzo, da INFO

Com o InfoWay W7010, a Itautec resolveu um problema recorrente nos netbooks: o tamanho do teclado. E nem precisou fazer mágica. Bastou aumentar alguns botões-chave, ocupar toda a área da base e encher o bichinho de atalhos. O efeito colateral foi deixar a máquina com 3,5 centímetros de espessura e 1,3 quilo – será que a relação entre peso e conforto compensa o investimento de 1 599 reais? Vejamos.
Para quem digita bastante no editor de textos, enquanto navega pela web, o modelo é uma boa opção. As teclas são mais largas que o normal, incluindo Enter e Shift. Três botões no canto direito servem como atalhos para e-mail, home page e câmera. A tela de 10,1 polegadas fosca é a escolha certa, pois evita reflexos. Não fosse o touchpad pequeno e uma quina incômoda na frente, ganharia nota 10 na usabilidade.
A espessura acima da média também se deve ao grande número de conexões na lateral. O micrinho tem duas portas USB 2.0 e um leitor de cartões. Também fazem parte da lista Gigabit Ethernet, slot Express Card, Bluetooth e Wi-Fi padrão 802.11g. Mesmo não sendo fininho, o design do netbook não é dos piores. Segue o padrão black piano por fora e tem acabamento fosco por dentro, como os primeiros Eee PCs.
Desempenho forte
Dentro do InfoWay W7010, está aquela configuração que você já conhece: processador Intel Atom N270, de 1,6 GHz, HD de 160 GB e memória RAM de 1 GB no padrão DDR2. O destaque fica para o barramento da memória de 800 MHz, que melhora a performance da máquina com múltiplas tarefas. Trabalhando com Windows XP Home Edition, o netbook até que se saiu bem nos benchmarks do INFOLAB.
No Sandra Lite XII, o minilaptop anotou 3 893 MOPS em cálculos aritméticos. Já para converter um arquivo WMV de 81 MB para MP4, em 320 por 240 pixels, levou 298 segundos, ficando atrás apenas do modelo Eee PC 1008HA, da Asus. Porém, nos testes de vídeo com AquaMark e 3DMark, o W7010 não obteve nenhum resultado, pois tem apenas 64 MB de memória compartilhada para essa função
Faltou fôlego
No teste de autonomia realizado pelo INFOLAB com o Infoway W7010, o micrinho ficou um pouco abaixo da média para a categoria. Com Wi-Fi e Bluetooth ligados para consumir mais bateria, o netbook aguentou apenas 107 minutos rodando o programa Battery Eater 05. Entre os concorrentes aqui citados, ele só foi melhor do que o Lenovo S10, que suportou apenas 103 minutos.

Netbook Neutron da Suzuki (?) tem touchscreen



Não, meus amigos, vocês não clicaram, por engano, em outro canal. Apesar de homônima, a Suzuki dona do netbook Neutron 701 MNI não é a mesma que rotula a moto que você guarda em casa. Mas, isso não tira o valor do produtinho. Graciosamente, ele vem com tela sensível ao toque de 7,1 polegadas.
Talvez para seguir o exemplo de sua xará, conhecida por modelos ultrapotentes, a Suzuki de Cingapura recheou o Neutron com um processador Atom Z520 e 4 GB de memória RAM. Ele vem com uma webcam de 1,3 MP, três portas USB e uma porta VGA.
Com dimensões de 22,7 por 17 por 2,9 centímetros, ele tem Wi-Fi, Bluetooth e, pasmem, um modem de 56k. Seguindo o exemplo da HP e da Lenovo, ele traz um entrada para Expresscard.
Por enquanto, nenhuma palavra sobre lançamento e preço. Mas, provavelmente, chegará a tempo da chegada do Windows 7 (e seus recursos touchscreen) ao mercado.Postado por - Talita Abrantes Rodrigues

Um carregador de parede para três USBs


A iLuv mostrou um desses gadgets que não prima pela estética, nem é o mais esperado de todos, mas que cada cidadão gostaria de ter por questão de praticidade. Um carregador de parede para três gadgets que usam USB é bom demais, não?
A novidade não requer prática, nem tampouco habilidade, e é praticamente autoexplicativa. Em vez de um mar de cabos na sua mesa do computador, um carregador na parede faz as vezes das suas portas USB e completa qualquer gadget que seja.
O gadget feito para gadgets já está à venda nos EUA por 20 dólares. Postado por - Leonardo Martins

InSight, um HD externo com LCD


O novo HD externo da Verbatim, batizado de inSight, é um daqueles gadgets com design fora dos padrões, o que costuma ser discutível. Mas o que mais chama atenção é seu visor de LCD, indiscutivelmente prático.
Falando do formato, ele segue a linha futurista-brilhante-em-black-piano e tem uma curva cheia de estilo na parte da frente. Mas o que chamou nossa atenção mesmo foi o visor de LCD, que avisa quanto espaço há livre no disco, mesmo sem estar conectado ao PC.
Eles estão disponíveis em 320 e 500 GB, ambos rodando em Windows e Mac com estilo. Os InSight já estão à venda nos EUA por 120 e 150 dólares, respectivamente. Postado por - Leonardo Martins

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Sony planeja leitor de livros digitais de US$ 199


A Sony começará a vender este mês o mais barato dos leitores eletrônicos de livros dos Estados Unidos, o que deve causar aquecimento da competição contra a Amazon.com no mercado, pequeno mas crescente, de aparelhos de leitura eletrônica.
A Sony planeja começar a vender o Reader Pocket Edition, dotado de tela de cinco polegadas, por US$ 199 e uma versão com tela sensível a toques de maior dimensão, por US$ 299, em redes norte-americanas de varejo, como Wal-Mart e Best Buy.
Para atrair demanda, a empresa planeja reduzir o preço atual de download de best sellers e novos lançamentos de US$ 11,99 para US$ 9,99, o que alinhará seus preços com os da Amazon.
Os analistas dizem que consumidores que estão hesitando em gastar em meio a uma recessão podem se sentir tentados a experimentar os leitores eletrônicos com a oferta da Sony.
"Atingir o preço de US$ 199, acreditamos, expande dramaticamente o mercado", diz Steve Haber, presidente da divisão de leitura digital da Sony. "Você pode carregar o aparelho na bolsa para onde for, e isso também nos permitiu definir um preço mais acessível", disse.
A notícia é a mais recente salva na batalha entre leitores digitais na qual a Sony, que chegou primeiro ao mercado, a Amazon e outras empresas lutam por se estabelecer.
Em julho, a Amazon reduziu em 17% o preço de seu leitor eletrônico padrão Kindle, para US$ 299. Uma versão do Kindle com tela maior está à venda por US$ 489.
Haber espera que o mercado de leitores eletrônicos exceda os dois milhões de unidades este ano nos Estados Unidos. A Forrester Research estima que o Kindle e o Sony Reader tenham atingido cada qual a marca do milhão de unidades vendidas nos Estados Unidos pelo final de 2008, e prevê que atinjam os dois milhões de unidades em 2009. Uol Tecnologia

Híbrido, smartbook deve chegar ao consumidor no fim do ano


Uma nova classe de laptops se propõe a oferecer ainda mais portabilidade aos usuários. São os smartbooks, híbridos de smartphone e netbook.
O nome foi adotado por empresas que trabalham com a ARM (Advanced RISC Machines), que desenvolveu o processador usado pela maioria dos smartphones.
Na feira Computex, realizada em junho em Taipei, a Qualcomm apresentou uma versão do Eee PC, netbook da Asus, equipada com seu processador Snapdragon e um versão do Android, sistema operacional do Google para celulares inteligentes.
O aparelho tem tela de dez polegadas, webcam e modem 3G com suporte a várias redes em atividade no mundo. A empresa não disse quanto ele vai custar, mas os primeiros modelos devem chegar ao mercado até o fim deste ano.
A Microsoft afirmou durante a Computex que não vai oferecer uma versão específica do Windows para os smartbooks. Isso pode contribuir para que diferentes distribuições de Linux, até o Android, sejam usadas nessas máquinas.
Vantagens
"O smartbook é um netbook com menor capacidade de memória. É mais leve, mais portátil, conecta-se à internet de maneira mais fácil e tem bateria que dura mais", resume Renato Frias, engenheiro de aplicações da Freescale Semiconductor, que fornece processadores para diversos fabricantes.
Em post recente, o "Guardian" destacou por que os smartbooks devem se sair bem. Em primeiro lugar, porque têm apelo para pessoas que usam smartphones, mas sentem falta de uma tela e de um teclado maiores.
Alem disso, eles devem ser aceitáveis para os fornecedores de telefonia móvel que já suportam smartphones. E, não menos importante, oferecem uma bateria com vida útil mais duradoura. E, por fim, por serem mais baratos do que os netbooks -a ideia é que eles custem cerca de US$ 199.
"Sempre pensei que a convergência estava próxima. O smartphone é muito pouca configuração para o que um usuário de netbook precisa. E o netbook é muita configuração para quem quer só um smartphone", diz José Martin, analista de mercado da IDC Brasil, que calcula que EUA e Europa sejam os primeiros lugares a adotar a nova tecnologia. DANIELA ARRAIS da Folha de S.Paulo

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Novo netbook da Dell vem com modem 3G


Dell lança esta semana no mercado brasileiro seu novo netbook, o Mini 10, com tela de 10,1 polegadas. O modelo complementa a família de netbooks da fabricante, que já conta com o Mini 9 (com tela de 9″) no Brasil e o Mini 12 (tela de 12″), à venda apenas nos Estados Unidos.
O Mini 10 vem com uma configuração básica com processador Intel Atom Z530 de 1,6 GHz, 160 GB de disco rígido, 1 GB de RAM, sistema operacional Windows XP, três portas USB, webcam de 1,3 megapixel, leitor de cartões de memória 4-em-1 e uma saída HDMI para conectar o portátil a televisores de tela plana. A tela widescreen de 10,1″ tem resolução máxima de 1.024 x 768 pontos (padrão 16:9) e, como é comum nos netbooks, não há drive óptico interno.
A conectividade do Mini 10 ocorre pela porta Ethernet, Wi-Fi, Bluetooth e um dos modelos permite configuração com modem 3G embutido. O Mini 10 pesa 1,2 kg com uma bateria de três células, segundo a fabricante.
Diferente do mercado norte-americano, onde o Mini 10 é vendido em diversas cores, o netbook sai no Brasil apenas em preto ou branco. A versão em branco é exclusiva para o modelo com modem 3G.
O Mini 10 está sendo vendido pelo site da Dell a partir desta semana pelo preço sugerido de R$ 1.699. A versão com modem 3G sai pelo preço sugerido por R$ 1.899.
Zumo Notícias

Notebook ultrafino de 13 polegadas chega ao mercado


A MSI Computer anunciou nesta segunda-feira o lançamento de um novo modelo de notebook 13 polegadas, considerado o mais fino e leve no mercado. O notebook X340, novo produto da linha X-Slim Series, com espessura de 6mm (nas bordas) a 19,8mm (no centro) e 1,3 Kg de peso, chega à lojas brasileiras a partir de setembro com preços entre R$ 2.499,00 e R$ 2.699,00.
O novo modelo utiliza processador Intel Core2 Solo ULV e Chipset Intel GS45 + ICH9M-SFF, que proporcionam maior tempo de vida útil para a bateria e melhor desempenho de processamento, segundo a fabricante.
O X340 possui também um exclusivo sistema de gerenciamento de energia ECO Engine, tecnologia da própria fabricante do modelo, que permite ao usuário selecionar entre cinco diferentes modos o mais adequado.
Com display de LCD de 13", em substituição aos de 12" ou menores da fabricante, o novo lançamento une maior conforto para leitura e operação, ao mesmo tempo em que diminui as restrições impostas pelo peso dos modelos de 14". Outra novidade do modelo é a confecção em liga de magnésio, que proporciona maior leveza e durabilidade em relação aos notebooks tradicionais, que são de plástico/ABS.
O MSI X340 é o primeiro notebook slim fabricado em Taiwan a receber certificação do WiMAX Forum por suas opções em comunicação wireless. O WiMAX Forum é a mais importante organização em promoção e padronização da tecnologia WiMAX no mundo. Criado em 2001, o fórum possui mais de 500 membros, incluindo a maioria das operadoras de telecom e fornecedoras de sistemas e equipamentos do mercado.
O modelo vem com 2 GB de memória RAM, HD de 320 GB, WiMAX Wireless opcional, webcam de alta-resolução e opção de Wireless lan com Bluetooth. Redação Terra

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

E-mail no celular: qual o melhor aparelho para fazer isso


René de Almeida, da PC World
Saiba mais em http://pcworld.uol.com.br/reviews/2009/08/01/

A princípio, pode-se pensar que um celular bom para acessar a internet tenha o mesmo nível de desempenho para uso como cliente de e-mail. Engana-se. Tamanho da tela, facilidade de configuração de diferentes contas de correio eletrônico e teclado são algumas características que pesam mais para quem precisa enviar e receber mensagens por meio de um telefone móvel.
Para o usuário que exige mobilidade, faz uso massivo do correio eletrônico e quer ter acesso a ele por meio do celular, descobrir que modelo melhor atende suas necessidades é um trabalho e tanto. Afinal, uma boa parcela dos celulares vendidos atualmente “oferece recursos de acesso ao e-mail”.
PC World comparou os modelos que, na opinião dos próprios fabricantes, são o que há de melhor no acesso ao e-mail. Foram testados seis aparelhos: E71 (Nokia); Arena (LG); Centro (Palm); iPhone 3G (Apple); Touch Diamond (HTC); e W995 (Sony Ericsson).
De todas as categorias testadas, a que avaliou o acesso do correio eletrônico foi a que apresentou os resultados mais equilibrados, e menos de um ponto separa o Best Buy, o E71, do último colocado.
O celular da Nokia ganhou destaque logo de cara pela facilidade de uso. Seu teclado QWERTY tem botões confortáveis e digitar neles é muito fácil. A interface do aparelho e os menus são simples e fáceis de entender e usar. Sua tela de 2,6 polegadas não é a maior dentre os modelos avaliados (a do iPhone 3G, por exemplo, tem generosas 3,5 polegadas) e nem ao menos é sensível ao toque. Mas é confortável o suficiente para ler e digitar e-mails.
O E71 (1.499 reais) pode ser configurado para acessar os tipos de mais comuns de contas de e-mail e também funciona com Exchange – bom para quem pretende usá-lo para ter acesso aos e-mails da empresa. No restante, basta fornecer o endereço de recebimento (pop3) e de envio (SMTP) do seu provedor de e-mail, nome de usuário e senha.
O usuário tem a opção de configurar o equipamento para baixar anexos automaticamente ou fazer isso manualmente (alternativa para não lotar a memória do telefone – aliás, ele não vem acompanhado de cartão de memória). Até dez contas podem ser configuradas e elas ficam identificadas na primeira tela. Ao clicar sobre o ícone da arroba (@), os nomes das contas são exibidas em formato de pastas; clique em qualquer delas para abrir. Os e-mails são mostrados em forma de lista e o sistema de buscas por mensagens é rápido e eficiente. O E71 é uma ótima opção para quem deseja comprar o primeiro smartphone e não quer complicação.
Duas características fundamentais deram pontos extras ao Centro: facilidade de configurar contas de e-mails e o teclado físico, ótimo para digitar com agilidade. Aliás, dos modelos avaliados, foi o único a vir com teclado físico e também com tela sensível ao toque. Assim, selecionar, copiar e colar textos são operações fáceis e o celular permite download de anexos (manual ou automático). Equipado com o velho Palm OS, sua interface está longe de se parecer com sistemas mais modernos e os usuários menos experientes vão precisar de um tempo para entender sua lógica. O modo de exibição dos e-mails é pobre e é fácil se ‘perder’ em meio às mensagens. Mas o preço – 799 reais –compensa tais deficiências
Com uma tela maior e mais confortável, o LG Arena (1.799 reais) possui um teclado virtual bem preciso. Contudo, a sensibilidade da tela touch não é tão boa e mais de uma vez rolar a lista de mensagens exigiu certo esforço, sendo necessário repetir o procedimento algumas vezes para que ela funcionasse adequadamente. O software de sincronização que acompanha o celular da LG é lento e só conseguimos sincronizar os contatos depois de baixar uma atualização do software PC Suite III. Com um cartão de memória de generosos 8 gigabytes (GB) pode-se optar pelo download automático de anexos sem medo de ficar sem espaço. A organização das mensagens por pastas é bem útil e ainda é possível criar novas pastas apenas clicando e mantendo a pressão na tela.
O teclado semi-QWERTY do W995 (cada tecla representa duas letras) é um dos formatos mais difíceis de acostumar e também não é nada confortável de usar. Fácil de ser configurado, o telefone da Sony Ericsson (1.599 reais) tem um defeito grave: não é compatível com o Outlook. Seus menus são bem estruturados e rápidos, e também vem acompanhado cartão de memória de 8GB, ótimo para lidar com anexos
Pelo fato de usar o sistema operacional Windows Mobile, o Touch Diamond é, talvez, o celular cuja sincronia com o Outlook é mais fácil. O sistema de toque não é preciso, quer para rolar a tela, quer para digitar – os botões do teclado virtual são pequenos demais e para melhor precisão ao digitar só mesmo usando a caneta stylus que vem no aparelho. O celular da HTC organiza os e-mails por pastas e é fácil de visualizar e criar novas pastas. Com 4GB de memória, é o mais caro dos celulares testados (2.899 reais).
Apesar de toda facilidade que a grande tela touch de 3,5 polegadas oferece, o iPhone 3G (1.789 reais) ficou na lanterna no quesito e-mail. Primeiro as coisas boas: com sistema operacional 3.0, o teclado virtual funciona na posição retrato ou paisagem e tem ótima precisão; permite visualização de anexos do Office; faz zoom usando dois dedos em pinça; lida bem com anexo (para receber). Agora a parte ruim: não permite criar pastas para organizar as mensagens; não tem opção anexar (pode-se fazer isso copiando e colando o conteúdo para o corpo da mensagem, mas isso é um quebra-galho); função push automático para baixar mensagens consome muita bateria; e as teclas multifunções podem confundir o usuário iniciante.

Os handhelds vão substituir os laptops?

Muitas vezes, transportar um laptop pode ser um problema. O equipamento transforma-se em um inconveniente durante um almoço de negócios ou ainda no momento de passar pela segurança do aeroporto. E, por mais que os fabricantes lancem equipamentos cada vez mais finos e leves, eles exigem o transporte de bolsas e malas avulsas, o que representa um problema para os executivos.
Uma das alternativas para resolver isso é aproveitar a sofisticação dos smartphones (celulares com funcionalidades avançadas), os quais hoje permitem acessar os mais diferentes conteúdos. Para Ken Dulaney, analista da consultoria norte-americana Gartner - especializada no mercado de TI -, assim como o laptop substituiu uma parte do parque instalado de desktops, o telefone móvel pode absorver tarefas realizadas hoje em notebooks.
Executivo aposentado de um banco de investimentos nos Estados Unidos, Don MacRae considera-se um ávido usuário do seu laptop, mas pretende trocar o equipamento – que já está velho – por um desktop de baixo custo e transferir as demais funções para seu handheld.
“Uma das razões para eu tomar essa decisão é o fato de os handhelds agora rodarem aplicativos críticos que estavam no meu laptop”, afirma MacRae, que também comprou um teclado sem fio para facilitar as tarefas em seu telefone móvel. “Mas para quem precisa verificar números no Excel (programa de planilha eletrônica da Microsoft) ou escreve documentos o tempo todo essa pode não ser uma alternativa interessante”, contrapõe o executivo.
O próprio MacRae admite que está preocupado com a possibilidade de um dia precisar de um documento ou um e-mail que não esteja arquivado em seu handheld. Outra possibilidade é não conseguir modificar arquivos.
Problemas de compatibilidade e de performance
Para Dulaney, os problemas enxergados pelo executivo aposentado são apenas a ponta do iceberg. O Gartner recomenda que as corporações não sigam nessa rota de migração do laptop por um telefone celular, em parte porque os usuários podem fugir das políticas de TI e por conta dos problemas de compatibilidade e de performance dos handhelds.
De acordo com a consultoria, muitas vezes os sistemas instalados no handheld não permitem converter arquivos anexados no e-mail de forma adequada. Ao mesmo tempo, esse tipo de aparelho tem problemas para realizar coisas mais sofisticadas como uma apresentação.
“O usuário vai precisar de um teclado, um cabo de energia e uma tela maior para conseguir executar muitas tarefas. Mas qual a vantagem, então, de trocar o laptop?”, pergunta Dulaney. “É muito mais vantajoso manter o equipamento ou usar um netbook (laptop com menos funcionalidades e, portanto, mais leve e fino)”, acrescenta.
O analista, no entanto, acredita que a combinação do smartphone com o desktop pode funcionar em alguns casos, como o dos profissionais que viajam muito e podem acessar a internet em computadores públicos.Tom Kanehige, da CIO EUA - Uol Tecnologia

Veja dicas para a aquisição de uma capa para notebook

Veja a reportagem completa em http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u603430.shtml

O primeiro passo de quem compra um notebook é pensar na conservação do produto, para que ele dure ao menos até o final das parcelas de pagamento. Mas, na hora da compra, a quantidade de tamanhos, modelos e materiais pode confundir o consumidor.
Segundo a coordenadora de compras da loja Fnac, Ana Paula Biasotti Neves, "existe uma grande preocupação com a estética". Ela conta que, ao comprar uma capa, as pessoas pensam mais na proteção e na beleza do produto.
Já para o gerente de produtos da Leadership, Bruno Lima, preço e benefícios é que são determinantes na hora da compra. Ele explica que a campeã de vendas da sua marca se destaca por ser três funções em um produto só. Allan Robson, da Belkin, levanta outro fator: a exclusividade. Para ele, isso leva as pessoas a trocar seus acessórios com frequência.
Materiais
Um fator determinante na proteção do seu computador é o material do qual a "roupinha" será feita. Os executivos de empresas produtoras procurados pela Folha escolheram quatro principais: náilon, neoprene, couro sintético e poliéster.
Segundo Lima, o náilon é mais leve flexível e resistente, enquanto o neoprene se destaca pela impermeabilidade.
Já Lyssa Cavinato, da Clone, defende o couro e o poliéster e afirma que a tendência é mesmo a proteção contra líquidos.
Com um outro ponto de vista, a equipe da agência Cherry Plus conta que algumas marcas "mais ecológicas preferem tecidos como o feltro ou algodão."
Avanços
Fora do país, o mercado está em outro patamar. A empresa Voltaic Systems, por exemplo, vende bolsas e malas com placas de captação de energia solar. A carga armazenada na exposição ao sol pode ser usada para recarregar o computador. Veja alguns modelos em www.voltaicsystems.com.
Guia
Os modelos mais vendidos nas lojas são as mochilas e os cases, segundo Neves, da Fnac. Mas, de acordo com ela, uma tendência na área é a bolsa estilo carteira.
Entre tantos modelos, você precisa definir seu perfil para fazer a escolha exata.
Se a ideia é levar o computador e os respectivos acessórios a todos os lugares, prefira uma mochila.
Já os cases são voltados a quem usa o notebook para o entretenimento e anda menos com ele, mas não deixa de se preocupar com proteção. De acordo com Robson, da Belkin, o público feminino é maioria nesse produto.
Por fim, a mala é para profissionais que costumam fazer viagens de negócios e precisam levar outros dispositivos de trabalho junto com o notebook. Por AMANDA DEMETRIO da Folha de S.Paulo

Leitor de e-book 100% brasileiro chega ao mercado em 2010


Mix Leitor-D promete ser o primeiro leitor de livros eletrônicos com tecnologia 100% nacional. Desenvolvido em Pernambuco pela Mix Tecnologia, o aparelho ainda é um protótipo e pode chegar ao mercado em 2010.
Segundo a Mix, o Leitor-D terá ao menos dois modelos com tela de 6 polegadas, em uma versão básica e outra "premium". A capacidade de armazenamento dos aparelhos deve variar entre 1 GB e 4 GB de dados, que daria para guardar até 1.500 livros. O aparelho deve custar entre R$ 650 e R$ 1.100, dependendo da versão.
A desenvolvedora já entrou com pedido de patente para o Leitor-D no escritório de patentes europeu e outros órgãos similares. A Carpe Diem Edições e Produções será uma das parcerias de conteúdo para o livro eletrônico e negocia conteúdo local com editoras, mas será possível, de acordo com as empresas, ler livros baixados em formatos abertos na internet.
O Leitor-D também poderá ser usado como plataforma educacional graças ao recurso Interquiz, ferramenta de perguntas e respostas sobre o tema em consulta no e-book.
Em junho, a fabricante de eletrônicos Braview anunciou um leitor de e-books com componentes importados que deve ser lançado ainda em setembro.Terra Tecnologia

quinta-feira, 30 de julho de 2009

E se o tablet da Apple fosse assim?


O mockup a seguir foi concebido pelo usuário do Flickr ThePerfectPixel e está circulando em alguns sites. Nesta ideia do que poderia ser a futura tablet da Apple, o autor busca dar a ela um pouco da identidade visual do iPod touch, adicionando alguns recursos Mac-like como a câmera iSight e o uso de aplicativos como o iChat.
Segundo ele, esse modelo teria uma tela multi-touch e, pelas características apresentadas, rodaria Mac OS X. Ele imaginou que o hardware da tablet seria um processador Intel Atom de 1,6GHz, com 512MB de RAM (com expansão para 1GB), 64GB de armazenamento em SSD, Bluetooth e Wi-Fi. A meu ver, pareceu interessante… ;-) por Silvio Sousa Cabral

HP Pavilion dv2 ressuscita laptops de 12''


Com a febre dos netbooks, todo mundo se esqueceu daqueles micros leves, potentes e caríssimos com tela de 12,1 polegadas. Ou, talvez, os fabricantes tenham percebido que nem sempre portabilidade precisa vir acompanhada por desempenho fenomenal. O HP Pavilion dv2-1110br promete dar um gás nesse segmento, porém de um jeito acessível. Em vez de configuração poderosa e preço acima dos 5 mil reais, o modelo aposta numa plataforma básica, com carcaça fininha e que não pesa na mochila, custando 2 699 reais.
A feliz ideia da HP é oferecer uma máquina fácil de transportar, mas com poder de fogo bem maior que o dos minilaptops. O gabinete tem apenas 1,7 quilo e 2,7 centímetros de espessura – ou seja, até menos que os 3,3 centímetros informados pelo manual e pelo release do produto. Infelizmente, para ter essas medidas de modelo, ele dispensa o drive óptico, assim como o MacBook Air e o Dell Adamo, que também têm foco no design bonitão e componentes internos modestos (embora custem uma pequena fortuna).
Para quem ainda não enjoou, o acabamento em preto brilhante é legal, com grafismos na parte de dentro e reforço cromado nas laterais. Mas a máquina poderia vir com uma flanelinha junto, de tantas impressões digitais que ficam espalhadas pela tampa e pela base. A tela também incomoda por ser brilhante demais. Quem merece destaque é o teclado. Ele é confortável, com botões grandes e côncavos, bem ao estilo do netbook Mini 1120BR. Diferentemente dos modelos mais avançados da marca, o dv2 não possui aquela fileira de comandos multimídia sensíveis ao toque. Aqui, esses recursos foram incorporados aos botões entre F6 e F12.
Configuração de ultrafino
A plataforma AMD que vem no Pavilion dv2-1110br aguenta tranquilamente as atividades do dia a dia, como navegar pela internet, assistir vídeos e fazer pequenas edições gráficas. Só não é fera nos recursos de multimídia por causa do som de baixa qualidade, que distorce bastante nos volumes altos e também é abafado. O micro é equipado com o novo processador Athlon Neo MV-40, de 1,6 GHz, feito especialmente para notebooks ultrafinos. A controladora gráfica é a ATI Radeon x1250, uma das melhores integradas para essa categoria. E o disco rígido é de 250 GB, o que não é um latifúndio para arquivos, mas também não é pouquinho.
O grande problema desse conjunto é a frequência do pente com 2 GB de RAM, no padrão DDR2. Originalmente, ele trabalha a 800 MHz, porém o processador só consegue alcançar 533 MHz. E essa nem é uma limitação do barramento frontal (ou Front Side Bus), pois o chip acessa a memória diretamente, assim como o Intel Core i7. A outra limitação da configuração está no sistema operacional Windows Vista Home Basic. Esse laptop ganhou nota 3,1 no Índice de Experiência do Vista, fez 1 460 pontos no PCMark Vantage e apenas 299 no 3DMark06, resultados abaixo da média para a categoria.
Faltou o 3G
Um ponto positivo desse micro é o fácil acesso aos componentes, como HD e memória. Há tampas na parte debaixo da máquina, que podem ser desparafusadas. Fizemos isso e registramos numa das fotos da galeria acima. Um detalhe interessante é ver como as plaquinhas de Wi-Fi estão ficando cada vez menores – até as de netbooks costumam ser maiores que a desse laptop. Ah, e os fios soltos no canto superior esquerdo da imagem servem para ligar um modem 3G, que integrará as próximas versões do modelo.
Ao tirar a bateria, percebemos que, além de Wi-Fi padrão 802.11g e Bluetooth, o micro já tem uma entrada para SIM card. Ou seja, assim que sair a parceria da HP com a TIM para o modelo (dentro de poucos meses, como a fabricante promete), ele estará pronto para se conectar à rede celular. Em relação aos concorrentes, o desempenho da bateria foi excepcional. Ela aguentou 115 minutos enquanto o micro estava sob uso intenso, enquanto os modelos de 13 polegadas, como o MacBook Air, chegam a cerca de 90 minutos. Marco Aurélio Zanni, de INFO Online

Pico, o pen drive do tamanho de moeda


A Super Talent mostrou ao mundo seus novos pen drives batizados de Pico, mas foi necessário chegar muito perto para ver. Com poucos milímetros e muito espaço, ele quer virar seu companheiro de bolso.
O tamanho do Pico C (prateado) e do Pico E (dourado) assustam. Eles têm 31 por 12 milímetros e chega aos 30 MB por segundo na leitura de arquivos. Para completar, como as moedas comuns, os pen drives são resistentes à água. E se você acha que nesse espacinho vai pouco arquivo, se enganou. Eles têm 32 GB de espaço interno.
Os pequeninos estão à venda nos EUA por 85 dólares. Os compradores só terão que ter muito cuidado para não perdê-los no próprio bolso. Postado por - Leonardo Martins

Na mão: N97, o novo monstro da Nokia


Chegou ao INFOLAB o novo smartphone da Nokia, o N97. E foi só colocar as mãos no celular para saber que eles não estão para brincadeira: ele é potente em muitos aspectos e vem com força para a guerra dos smartphones.
Após pegar a ponte aérea Finlândia-Brasil, o N97 chegou até nós em uma caixa preta. Há quem diga que o momento lembrou a cena de 2001 – Uma Odisséia no Espaço. Nós éramos os macacos e a caixa, o monolito. Fantasias à parte, o celular agradou demais tanto por dentro quanto por fora.
Por fora, o N97 é o primeiro smartphone da Nokia a apostar na combinação teclado QWERTY deslizante e tela sensível ao toque. Seu acabamento é impecável e as peças que fazem a tela deslizar são resistentes. O teclado físico tem um acabamento emborrachado de primeira. A tela, de 3,5 polegadas, tem bom brilho e resolução de 640 por 360 pixels. Ele não é tão fino como um iPhone, mas cabe no bolso sem muito esforço.
A configuração do N97 impressiona. Ele tem 32 GB de memória interna, conexão Wi-Fi, 3G, A-GPS, Bluetooth 2.0 e câmera de 5.4 megapixels com lentes da Carl Zeiss, com auto-foco e flash. O processador tem 424 MHz, o que não o coloca entre os mais rápidos da categoria.
O sistema operacional é o Symbian S60, que parece um pouco ultrapassado para um celular dessa grandeza. A tela sensível ao toque tem boa resposta, porém os pequenos ícones necessitam de uma canetinha stylus para quem tem mãos grandes. Ou seja, não espere uma tela tão intuitiva quanto a do iPhone ou do Arena.
Mesmo assim, o N97 oferece facilidades e conexões com redes sociais, a grande moda do momento. Widgets e aplicativos o colocam no Facebook, Amazon, AccuWeather e outras redes em dois cliques.
Para quem já está babando, avisamos: você terá de esperar um pouco para conhecer pessoalmente o N97. Ele deverá chegar no segundo semestre, porém sem data ou preço confirmados. Mas para os mais curiosos, o preço médio do novo monstro da Nokia no Mercado Livre é 1 900 reais. Postado por - Leonardo Martins

Plástico reciclado vira papel


SÃO PAULO – Sacolinhas plásticas, embalagens de iogurte e biscoitos e sobras industriais de plástico agora têm um destino mais nobre. Depois de reciclados, eles são transformados em papel.
O processo que consegue produzir papel a partir de qualquer tipo de plástico foi desenvolvido pelo Departamento de Engenharia de Materiais da Universidade Federal de São Carlos em uma parceria com a empresa Vitopel, e contou com o apoio da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo.
O produto usa a tecnologia dos filmes de polipropileno biorientado, material usado em rótulos, embalagens de biscoitos, salgadinhos e na indústria gráfica. O resultado é uma lâmina de plastico resistente, bem parecida com o papel couché, comumente usado em revistas, catálogos e adesivos.
“É uma forma de dar um destino nobre aos produtos aparentemente indesejados. Qualquer tipo de plástico pode ser transformado: pacotes de biscoito, de chocolate, de iogurte. Até as sacolinhas plásticas ou sobras industriais”, explica José Ricardo Roriz Coelho, presidente da Vitopel.
De acordo com Roriz Coelho, o papel feito desse material tem muitas vantagens sobre o papel comum, feito a partir de celulose. “Ele é impermeável, tem uma durabilidade maior e é infinitamente reciclável”, explica. “Ele também é cerca de 40% mais leve que o papel comum”.
O produto final, chamado de Vitopaper, demorou cerca de dois anos para ser desenvolvido e teve um investimento total de cerca de 4 milhões de reais. A patente mundial foi registrada no ano passado e o lançamento oficial do produto aconteceu em março. Agora, alguns livros, banners e folders já começam a ser impressos com o papel de plástico.
Na época do lançamento, o Vitopaper foi criticado pela Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel, que o considerou “uma lâmina de plástico, já que o papel é feito a partir de fibra de celulose". Mas Roriz Coelho afirma que não entrará em uma discussão inútil. “Nós entendemos como papel aquele produto em que você escreve, imprime, desenha. Isso é possível no Vitopaper. E não é preciso nenhuma tinta ou caneta especial”, afirma o presidente da Vitopel.
O produto, no entanto, ainda não tem data definida para entrar ser comercializado no varejo. “O que estamos fazendo é uma produção mais industrial. Hoje vendemos apenas para o mercado gráfico, editorial, promocional, de embalagens e de etiquetas”, afirma.
Mas já há planos de exportação. “Exportaremos, sem dúvida, o produto ou a tecnologia, por meio de alianças no exterior”.
O preço dependerá da demanda. “Por enquanto está mais alto que o papel comum. Mas a matéria prima é barata e a tecnologia é nossa. Assim que a procura aumentar, o preço cai”, diz. Mariana Amaro, de INFO Online

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Samsung lança leitor de livros eletrônicos na Coreia do Sul


A Samsung lançou nesta segunda-feira (27/7) na Coreia do Sul seu primeiro leitor de livros eletrônicos . O conteúdo é oferecido por uma livraria local chamada Kyobo, que já oferece versões digitais de cerca de 2.500 títulos.
O equipamento, um modelo SNE-50K, custará 339 wons coreanos (270 dólares) e tem tela de cinco polegadas sensível ao toque, informou o Wall Street Journal.
Com memória interna de 512 MB, o aparelho tem preço similar ao do leitor eletrônico da Sony e inferior ao da versão de entrada do Kindle, da Amazon, que é vendido por 299 dólares.
Como a companhia pretende apresentar novos protótipos para o produto só em janeiro de 2010, a novidade não deve desembarcar no Brasil neste ano. Até o início do ano que vem, a Samsung vai negociar pacotes de conteúdo com editoras e varejistas internacionais.
O primeiro leitor eletrônico da Samsung não tem suporte para downloads ou navegação na internet sem fio. Por enquanto, os usuários precisam baixar o livro no computador e então passá-lo para o dispositivo. A fabricante afirma que o equipamento é capaz de ler arquivos feitos nos aplicativos de produtividade do Office, da Microsoft, e em formato PDF, da Adobe.Publicado por Evelin Ribeiro

Reserva de mercado de volta

É um verdadeiro déja-vu para quem viveu a patética e famigerada Reserva de Mercado dos anos 80 e início dos anos 90: no último dia 22 de julho, o Diário Oficial da União informou que, através da Solução de Divergência Nº 6, a Receita Federal enquadrou as placas de vídeo no código 8471.80.00 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), que classifica diversos tipos de mercadorias nos países integrantes do bloco econômico.
A NCM serve como base para a tributação de uma mercadoria, de acordo com o código em que ela esteja enquadrada. E essa nova classificação das placas de vídeo representa um aumento nos impostos cobrados sobre elas, o que resultará no aumento do preço do produto no mercado nacional.
As placas de vídeo, que antes se enquadravam na categoria “placa de microprocessamento com dissipador de calor”, tinham 0% de imposto sobre importação e 2% de IPI (imposto sobre produtos industrializados). Com a nova classificação, enquandrando-as como “outras unidades de máquinas automáticas para processamento de dados”, as placas de vídeo passam a ter 15% de imposto sobre importação e 16% de IPI, somando um aumento inicial de 31% no preço do produto. No entanto, é possível esperar um aumento final de cerca de 50%, pois há mais impostos que são calculados a partir desses dois iniciais. Uol Tecnologia

Novo pendrive tem capacidade de 10 discos Blu-Ray

Uma boa notícia para quem julga crucial poder levar toda sua vida digital no bolso, sem abrir mão de um bit sequer. Pouco mais de um mês depois de anunciar um pendrive com capacidade de 128 GB, a Kingston anuncia uma nova linha, a Data Traveler 300, que chega a 256 GB de espaço ¿em disco¿, em um dispositivo que mede 7 x 2 x 1,6 cm.
Colocando em perspectiva, o pendrive tem capacidade equivalente a 10 discos Blu-Ray (25 GB por disco), 54 DVDs de camada simples (4.7 GB por disco) ou 365 CDs (700 MB por disco). Segundo a Kingston, é espaço suficiente para mais de 51 mil fotos em 10 MP cada, ou mais de 48 mil músicas, ou o equivalente a mais de 296 horas de vídeo digital considerando-se um tamanho de arquivo de 1.5 Megabits por segundo.
Com taxa de transferênca de cerca de 20 MB por segundo, os pendrives Data Traveler 300 tem garantia de 5 anos, e o preço estimado pelo fabricante no Reino Unido é de cerca de US$ 900 (no Brasil, com impostos, cerca de R$ 2.200) por unidade.
Quando os primeiros pendrives chegaram ao mercado no final de 2000 vendidos pela IBM e pela Taiwanesa Trek Systems, tinham capacidade de 8 MB. Vemos hoje um aumento de 32.768 vezes no espaço disponível em um período de cerca de oito anos e meio. Neste ritmo, até 2018 estaremos carregando pendrives de 8 PB (8 Petabytes, ou 8 bilhões de megabytes) no bolso. E, provavelmente, ainda reclamando da falta de espaço. Terra Tecnologia

Wal-Mart tenta conquistar compradores de laptops

O varejista norte-americano Wal-Mart expandiu em 40 por cento sua seleção de laptops e adotará políticas de preço agressivas para os computadores e acessórios que os acompanham, com o objetivo de tentar conquistar vendas nos Estados Unidos junto aos frugais consumidores da temporada de volta às aulas.
A partir de domingo, o Wal-Mart começará a oferecer um modelo exclusivo de notebook Compaq Presario em suas lojas nos EUA, que desenvolveu em parceria com a HP, por 298 dólares. Uma unidade semelhante está à venda por 548 dólares, no momento.
"Acreditamos que isso represente valor evidente", disse o vice-presidente sênior de entretenimento doméstico do Wal-Mart nos EUA, Gary Severson, em entrevista. "Vocês nos verão fortemente concentrados não apenas em preços baixos como em oferecer o melhor valor a esses preços", acrescentou.
O notebook Presario estará sendo vendido a um preço que normalmente só permitiria a compra de um netbook, de menor capacidade.
Os grupos de varejo dos EUA deram início à temporada de volta às aulas em um momento de incerteza, já que os consumidores parecem pouco dispostos a gastar em qualquer coisa que não os produtos básicos.
De acordo com uma pesquisa da National Retail Federation, a família norte-americana média com crianças em idade do pré-primário ao final do secundário, planeja gastar 7,7 por cento a menos em material escolar este ano do que em 2008.
O único ponto positivo da pesquisa foi no segmento de bens eletrônicos de consumo, no qual os estudantes planejam gastar mais. Além disso, mais de 75 por cento dos entrevistados declararam que pretendem recorrer a redes de varejo de baixo preço para suas novas compras escolares.
O Wal-Mart está tomando a temporada de volta às aulas como oportunidade para exibir sua seleção mais ampla de notebooks e netbooks, e Severson afirmou que os laptops estão se tornando um produto básico para estudantes de todas as idades.
"Acreditamos que este ano seja uma verdadeira oportunidade de nos estabelecermos de vez nos laptops", declarou.
Para conquistar a liderança, o Wal-Mart está usando as táticas que empregou para se tornar um concorrente de ponta no mercado de televisores de tela plana: expandir sua seleção de marcas enquanto tenta derrotar os concorrentes no preço. Terra Tecnologia

Tablet da Apple deve ser lançado este ano, diz jornal

A Apple deve lançar um tablet com tela de até 10 polegadas sensível ao toque ainda neste semestre. A informação, não confirmada pela companhia, foi dada pelo jornal Financial Times nesta segunda-feira.
Além do computador portátil, o jornal diz que a companhia de Steve Jobs está costurando acordos com as quatro maiores gravadoras para inserir novos encartes com recursos interativos para acompanhar as músicas vendidas na loja online iTunes Store.
Esse projeto tem o codinome de "Cocktail" e está sendo feito com as gravadoras Sony Music, EMI, Warner Music e Universal Music Group, de acordo com quatro fontes do FT.
Segundo o Financial Times, o novo tablet faz parte desse acordo com as gravadoras. "O dispositivo poderá ser lançado com novos acordos de conteúdo, incluindo alguns focados para estimular a venda de CDs completos", diz fonte ligada ao projeto.
O jornal diz ainda que o tablet da Apple deve chegar às lojas a tempo das vendas de final de ano. O dispositivo deve ter conexão à internet como o iPod touch e acesso à loja online da Apple.Zumo Notícias

Conheça o novo serviço Terra Assistência Técnica


O Terra lançou um novo serviço que vai permitir a você aproveitar o seu computador, com a certeza de poder contar com ajuda especializada sempre que precisar. É o Terra Assistência Técnica, disponível mediante assinatura mensal, e que garante a rápida resolução em reparos de informática. Solução de dúvidas, suporte e resolução de problemas serão feitos por analistas via telefone, internet ou com visitas técnicas.
O serviço pode ser contratado em duas modalidades, Plano Básico ou Plus. Ambos garantem a rápida resolução de problemas e efetuação de reparos com analistas especializados, instalação e configuração de softwares licenciados, expansão de memória, diagnóstico, limpeza e solução de problemas ligados a vírus, realização de backup (com mídia fornecida pelo cliente) e orientação sobre outros serviços do Terra. O Plano Plus agrega, às vantagens já citadas, as visitas técnicas ilimitadas.
O novo serviço é uma parceria com a TecTotal, empresa do grupo Telefônica presente em 450 cidades de todo o País, com técnicos especializados e capacitados para trabalhar com todos os tipos de equipamentos. A empresa tem índice de satisfação dos clientes superiores a 95%, operando com pessoal próprio nas principais localidades brasileiras.
Segundo Iano Lopes, diretor comercial do Terra "a parceria com a TecTotal faz parte da estratégia do Terra de oferecer soluções completas a seus clientes. O novo serviço vai tornar mais fácil resolver problemas de forma rápida e com profissionais qualificados com preços acessíveis".
"Sempre que precisar, o cliente sabe que pode contar com a garantia de qualidade de atendimento", explica Moyses Rodrigues, presidente do Conselho da TecTotal. A Central de Atendimento funciona de segunda a segunda, incluindo feriados. Das 8h às 22h atendentes estão disponíveis para resolver seus problemas e tirar suas dúvidas. As visitas técnicas são realizadas de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, com agendamento prévio em até 48 horas após o registro da chamada.
Para ter toda essa tranquilidade e a certeza de contar com assistência de qualidade, o assinante pode optar pelo Plano Básico, no valor de R$ 14,90 por mês. O Plano Plus, que inclui todos os serviços do Plano Básico mais a alternativa de receber visitar técnicas ilimitadas, tem assinatura no valor de R$ 18,90 ao mês. Redação Terra

Scorpio Blue, o HD de 1 TB em 2,5 polegadas


A Western Digital mostrou ao mundo mais uma novidade, o primeiro HD de 2,5 polegadas com 1 TB, o Scorpio Blue. Isso mesmo, um terabyte em um pequeno espaço por um preço não tão astronômico.
Enquanto os SSDs continuam custando uma fortuna, a WD aposta nos HDs potentes. Depois de encher os olhos dos fanáticos por espaço com o Caviar Green de 2 TB, a ideia do Scorpio Blue é te dar muito espaço em poucas polegadas. O problema é que ele é construído em 12,5 milímetros e os slots da maioria dos laptops têm 9,5 milímetros. Coisas da vida.
Além disso, o Scorpio Blue chega ao mercado americano com um preço mais aceitável que o comum. Por 1 TB, você paga 250 dólares. Por 750 GB, 190 dólares. Encara? Postado por Leonardo Martins

Na mão: TouchSmart tx2, o notebook contorcionista


Chegou no INFOLAB um notebook cheio de habilidades. O TouchSmart tx2, mais um filho da linha com tela sensível ao toque da HP, veio recheado de movimentos novos e arrancou aplausos de todos.
Para deixar o melhor para o final, comecemos por dentro. O tx2 tem processador AMD Turion X2 Dual Core RM-74 de 2,2 GHz, memória RAM de 3 GB em DDR2 e HD de 250 GB. Ele pesa 2 quilos, não sendo o mais portátil dos notebooks de 12,1 polegadas que já vimos.
Já por fora, o Touchsmart é cheio de truques. Ele é uma simbiose entre o desktop TouchSmart de 22 polegadas e o notebook Pavilion TX2075BR. Ou seja, além da tela sensível ao toque, ele tem rotação de 180 graus. Dá para se divertir com a combinação.
O acabamento do tx2 é muito bom, com um teclado confortável e aquelas grafias na parte de cima, já famosas nos produtos da HP. A resposta da tela sensível é boa, mas em 12,1 polegadas meus dedos sofreram em alguns momentos.
Para quem quer abusar das habilidades do notebook, o tx2 já está à venda nas lojas especializadas com o preço sugerido de 3 999 reais.Postado por Leonardo Martins

Eletricidade sem fio é quase uma realidade


Empresa americana está próxima de tornar a eletricidade sem fio uma tecnologia presente no dia a dia.
Durante a última conferência TED Global, em Oxford, o CEO da Witricity explicou como seria possível realizar o feito em alguns smartphones. Eric Giler usou como exemplo o G1 da HTC, rodando o sistema Android, e o iPhone.
A transferência da eletricidade sem fio é possível graças à ressonância eletromagnética. É o mesmo princípio que faz o vidro rachar quando a nota musical certa é tocada no tom exato. O fenômeno funciona com objetos que possuam a mesma freqüência de ressonância e que, por isso, podem transferir energia entre si sem interferir em objetos próximos.
O sistema Witricity usa duas bobinas que compartilham a mesma freqüência para transferir energia: uma está conectada à fonte de energia e a outra é colocada no aparelho. A energia flui entre as duas e a voltagem começa a aumentar na bobina do equipamento, carregando sua bateria ou alimentando seu funcionamento.
A tecnologia poderia ser aplicada às mais diversas áreas, do uso pessoal á equipamentos médicos. Como exemplo, a empresa cita a comodidade de se ter uma estação de trabalho, com PC, impressora e fax, funcionando sem a necessidade de fios. Ou então o uso em marca passos, desfibriladores, ou outros devices que necessitam de carga para as baterias.
Isso significa que, muito em breve, você poderá perambular com seu laptop pela casa ou escritório enquanto a bateria estiver sendo carregada – claro, desde que mantida uma distância mínima da fonte de energia.Paula Rothman, de INFO Online

Saiba como descobrir tudo o que está instalado no computador

possível que o usuário desconheça tudo o que está instalado no computador. Para solucionar este problema, o programa Belarc Adivisor, disponível para download no site http://www.belarc.com/free_download.html é possível fazer inventários de todo o hardware e software instalado no computador. Depois de fazer a análise, ele apresenta uma lista completa em uma página no formato HTML. A relação inclui itens do hardware instalados, com respectivas características dos discos rígidos, chipset da placa-mãe, memórias instaladas, etc. Folha Online

Doação é o melhor destino para os cabos sem uso, dizem especialistas


AMANDA DEMETRIO da Folha de S.Paulo

Enquanto fabricantes e lojas ainda não têm a obrigação de receber de volta seus cabos e carregadores antigos, o melhor caminho é a doação. Uma lei federal, que poderia regulamentar o assunto, tramita desde 1991 na Câmara dos Deputados. Em São Paulo, lei sancionada no início deste mês trata do destino do lixo tecnológico.
O ecólogo Felipe Andueza, 26, alerta sobre o descarte desse material em lixo comum. "Todos os plásticos eletrônicos são cobertos por um polímero tóxico, usado para que o material não superaqueça", diz. Ele conta que esse material pode chegar aos rios e ter grande impacto negativo no ambiente.
Entre cabos e carregadores de celular, o produtor audiovisual Thiago André já junta mais de 20 conectores em sua casa
O armazenamento também não é a solução mais segura. "Se deixar no sol, calor, umidade ou mesmo ao ar livre, o material vai se degradando e soltando pedaços. Dessa maneira, o polímero também é liberado no ambiente", explica.
Para descartar o material eletrônico usado, o primeiro passo, diz Andueza, é "pressionar o fabricante" para que ele receba o produto de volta e, se isso não for possível, o melhor é procurar algum lugar que receba doações. O consumidor deve ficar atento porque, em São Paulo, as lojas e empresas que não aceitarem o material de volta respondem a penas previstas na Lei de Crimes Ambientais.
Redes como a Metareciclagem recebem doações e distribuem o material para projetos de reaproveitamento em todo o país. Veja uma lista com agentes que recebem este material em bit.ly/VKOOk.
Entre o final de agosto agosto e o início de setembro, um centro especializado em lixo eletrônico será inaugurado na USP (Universidade de São Paulo). A responsável pelo projeto, Tereza Cristina Melo de Brito Carvalho, diz que os interessados devem ficar atentos ao site cce.usp.br para mais informações.
A Política Nacional de Resíduos Sólidos deve regulamentar o assunto em todo o país. Segundo o deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP), que coordena o grupo de trabalho do projeto na Câmara dos Deputados, o descarte de responsabilidade do fabricante "está na proposta e é definitivo".
Como o projeto tramita desde 1991, Jardim diz que já mantém um diálogo com os senadores para "encurtar o caminho" da aprovação do projeto.
Colecionador de cabos
O produtor audiovisual Thiago André, 28, é apontado pelos amigos como colecionador de cabos e carregadores de celular. Ele estima que tenha entre 20 e 25 desses conectores em casa.
Os itens são colecionados desde os tempos do seu primeiro Atari e, com o trabalho, "o número só aumentou".
Apesar da grande quantidade, ele diz que não tem dificuldade para usar tudo, "mas é ruim ter que estar sempre com o cabo certo. E, quando um dá problema, não adianta ter outros 20", conta.
A falta de padronização também traz gastos a André. "Se um cabo some, ou tem problema, tem que comprar daquele tipo, não tem adaptador, não tem conversa", diz. O produtor sonha com o adaptador ideal: "Ele detectaria sozinho o que eu estivesse ligando nele".
Apesar da confusão, André afirma que não consegue jogar tudo fora tão rápido. "Sempre fica aquela esperança de que um dia eu possa precisar daquele cabo", diz.
Sobre a padronização de carregadores de celular, ele acredita que a "comodidade do cliente" será colocada em primeiro lugar e não apenas os "interesses das empresas".

Dell diz que demanda continua fraca

Gabriel Madway - Reuters
AUSTIN, EUA - A Dell ainda está vendo uma demanda muito fraca de pequenas e grandes empresas e considera que enfrenta um desafio muito grande em seus negócios com hardware, onde os preços de PCs em queda pressionam suas margens.
As ações da companhia, segunda maior fabricante de computadores do mundo, desabavam mais de 7 por cento após o comentário do vice-presidente financeiro da empresa. O movimento acontece também depois que a empresa informou na véspera que espera margens brutas menores no trimestre de julho por causa de custos maiores com componentes, ambiente de preços competitivo e mix de produtos desfavorável.
O vice-presidente financeiro da Dell, Brian Gladden, afirmou em reunião com analistas nesta terça-feira que a companhia espera que a unidade de hardware cresça 10 por cento ou mais a partir do ano fiscal de 2010 até 2012, mas prevê um crescimento de zero a cinco por cento na receita.
"Quando você olha a dinâmica projetada do mercado que enfrentamos nesses negócios, verá um crescimento forte de 10 por cento ou mais, mas também preços em queda e margem pressionada", afirmou.
"A grande empresa e o mercado de pequenas e médias ainda estão muito fracos e veremos uma queda nas taxas de crescimento anual semelhante a que vimos no primeiro trimestre", afirmou Gladden. "Eles não parecem estar deteriorando...mas não estão muito melhores."
O presidente-executivo da empresa, Michael Dell, afirmou que a companhia vai buscar mudar sua base de produtos para ter ofertas com margens mais altas e recorrer a fontes de receita por meio de parcerias e portfólio de aquisições.
A dell disse que continua focada "em conquistar os segmentos mais lucrativos" em vez de correr atrás de participação de mercado.

Vendas de PCs superam expectativas no 2º trimestre

Clare Baldwin - Reuters
SÃO FRANCISCO, EUA - As vendas mundiais de computadores pessoais caíram menos do que o esperado no segundo trimestre, o que estimula o otimismo deflagrado esta semana pelos resultados da Intel.
A Acer, de Taiwan, continuou a se aproximar da Dell, que reconquistou a posição de maior vendedora de computadores nos Estados Unidos, mas perdeu mercado para rivais em outras regiões, de acordo com o grupo de pesquisa de mercado IDC.
As vendas mundiais de computadores caíram cerca de 3% ante os números do mesmo trimestre de 2008, o que foi melhor que a projeção de queda de mais de 6%, segundo a IDC.
O Gartner Group, que também acompanha esses números, estimou que as vendas de computadores caíram 5% no segundo trimestre, ante o mesmo período de 2008, ante uma expectativa de queda de quase 10%.
A Intel, cujos processadores acionam mais de três quartos dos computadores pessoais mundiais, publicou resultados para o segundo trimestre superiores às expectativas de Wall Street, na terça-feira, alimentando esperanças de uma recuperação no combalido setor de PCs.
"Os resultados superiores aos esperados podem ser interpretados como pequeno sinal de uma recuperação no mercado de computadores pessoais em termos de volume de equipamentos, em algumas regiões", afirmou Miyako Kitagawa, analista do Gartner, em comunicado.
"Quando concluímos o primeiro trimestre... havia certa dúvida quanto ao volume de embarques estar relacionado a uma reposição de estoques ou se o fim da queda havia de fato chegado", disse Loren Loverde, analista da IDC. "O crescimento teve base ampla em múltiplas regiões. Essencialmente, todas as regiões se saíram melhor do que o esperado, o que é muito positivo", acrescentou.
Loverde disse que os embarques de computadores podem retomar o crescimento no quarto trimestre, graças à força no segmento de notebooks.
"Também será bom no sentido de potencial adicional devido à recuperação no mercado comercial", disse.

Parecidos no tamanho, opostos na tecnologia

segunda-feira, 27 de julho de 2009 17:18 por Filipe Serrano e Bruno Galo, de O Estado de S. Paulo

Netbooks, repare, são os computadores mais simples possíveis que podem ser fabricados e vendidos hoje em dia. Já os smartphones, não. São celulares que estão no topo da cadeia evolutiva da telefonia móvel, ou seja, trazem as tecnologias avançadas que viram referência para o futuro dos telefones.
Enquanto no mercado de PCs, a maior tendência hoje é a miniaturização – o que significa também uma menor capacidade de processamento –, os celulares continuam agregando novas tecnologias numa velocidade que até pouco tempo era vista só no desenvolvimento de computadores desktops.
Na árvore genealógica da computação pessoal, os netbooks estão em um galho que se separou dos notebooks e começa a se misturar com os ramos da árvore ao lado, em que estão os smartphones.Mas a verdade é que os netbooks também inauguraram um novo mercado. Apesar de ser um computador mais simples, daqui para frente o netbook também vai ganhar maior capacidade, mantendo o tamanho pequeno ou até menor.
A Palm é a empresa que melhor representa a evolução no mercado de portáteis. Começou fabricando “computadores de mão” até que o dia em que estes aparelhos não faziam mais sentido, pois que os celulares começaram a ficar parecidos com os gadgets por ela fabricados. E se viu forçada a mudar radicalmente.
Por enquanto, telefones com recursos de PC são o foco da empresa. Mas, se daqui para frente surgir um aparelho intermediário entre netbooks e smartphones, ela pode até voltar a trabalhar no mercado em que começou. “Neste momento parece que dar um passo atrás é andar para frente”, diz Marcelo Zenga, diretor de marketing da Palm no Brasil.
Outro fabricante que também se vê em um embate atualmente é a Research In Motion (RIM), que produz o Blackberry, smartphone bastante adotados por executivos. Ela ainda não despontou para o mercado de PCs portáteis. Para Alex Zago, gerente de inteligência de mercado da empresa, o futuro será feito de uma variedade de tipos, tamanhos e tecnologias em aparelhos diferentes em vez de um único equipamento.
“A taxa de evolução dos computadores está muito mais lenta que a dos telefones. Ainda vai demorar muito para ocorrer essa comodidade tecnológica com os smartphones. Ele está agregando tanta coisa em um terminal que eu não sei onde vai parar”, afirma Zago.
Celular tornará tudo obsoleto?
Da câmera fotográfica ao radinho de pilha, todos os aparelhos foram aos poucos sendo assimilados pelos telefones celulares. Se o computador também será, ninguém sabe, mas a história de outros aparelhos ajudam a apontar a resposta. Algumas coisas já são tão populares nos telefones que praticamente não faz sentido que existam fora do aparelho. Por exemplo, o rádio portátil. Por que alguém precisa de um aparelhinho desses se todos os telefones servem para sintonizar qualquer estação? A mesma coisa vale para o MP3 player. Já a câmera fotográfica ainda é usada em situações especiais, como viagens. Mas não é difícil de imaginar que câmeras basiquinhas vão deixar de existir quando todos os celulares tiverem lentes boas com resolução de 5 megapixels. Até os GPS automotivos terão de se reinventar para não serem substituídos pelo telefone. Parece impossível, mas e se um dia for tão fácil usar o telefone para digitar textos, trabalhar e navegar?

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Tablet da Archos vai rodar Android


Alguns posts abaixo, você viu o aparelho da foto acima, um tablet PC da Archos com Windows 7. Pois agora a mesma fabricante desse gadget aparentemente muito da hora anunciou que vai fazer um modelo com Android, o sistema operacional do Google.
A empresa revelou para o Inquirer que o aparelho, ainda sem nome e preço divulgado, chegará às lojas dos Estados Unidos no dia 15 de setembro. O Archos virá com um Android personalizado e alguns programas exclusivos.
Diferentemente do modelo Archos 9, com Windows 7 e tela de 9 polegadas, o equipamento com Android terá um display de apenas 5 polegadas, ficando mais parecido com um smartphone. Aliás, a fabricante também disse ao Inquirer que pretende entrar no mercado de celulares.Postado por - Marco Aurélio Zanni

Empresa anuncia notebook mais resistente do mundo


A Panasonic anunciou um notebook digno de envio para os campos de batalha. Com "cara" de tanque de guerra, o Toughbook CF-30 sobrevive a quedas de altura razoável, animais selvagens e tiros de armas de fogo.
O Toughbook CF-30 (o site oficial pode ser acessado pelo atalho tinyurl.com/b2eewr) é um dos vários laptops que se dizem "pau pra toda obra" encontrados no mercado. Equipado com um processador de 1.6 GHz, 1 GB de RAM e 80 GB de espaço em disco, ele não parece lá grande coisa. Mas não se deixe enganar pelos números, pois segundo a fabricante ele é o laptop mais resistente do mundo.
Quão resistente? Foi o que a equipe da Forbes decidiu descobrir. Os primeiros testes foram simples, mas suficientes para destruir qualquer outra máquina: derrubá-lo no chão, arremessá-lo pela sala como uma bola de boliche, encharcar o teclado com refrigerante, triturar Doritos entre o teclado e a tela, usá-la como alvo para dardos. E a máquina continuou funcionando como se nada tivesse acontecido.
Era hora de tentar algo mais "forte", então o repórter Brian Caulfield levou a máquina até o parque Six Flags Discovery Kingdom, na Califórnia, e com a ajuda do tratador a colocou dentro do cercado de um tigre branco siberiano, que rapidamente a adotou como seu mais novo brinquedo favorito.
Mas depois de patadas, lambidas e alguns tombos, ela continuou funcionando. Babada, mas funcionando. Se um tigre não adiantou, que tal um elefante de quatro toneladas e meia? Pois o bicho pisoteou o laptop, sapateou, o arremessou com a tromba e, de novo, nada aconteceu.
A última parada foi em uma galeria de tiro. Vários disparos foram feitos com uma pistola calibre 22 contra a máquina fechada. Uma das balas atravessou a tela, mas o micro continuou funcionando conectado a um monitor externo. Ele só "morreu" quando Caulfield, sem opções, decidiu apelar: um tiro direto de um rifle Springfield 1911 calibre 45 fez o serviço.
E para ter certeza que o notebook não iria voltar dos mortos, Caulfield ainda o atingiu com uma pistola Magnum calibre 44 e uma espingarda calibre 12. Um video com os testes pode ser assistido no site da Forbes pelo atalho tinyurl.com/mzo7zd.
Preço e venda O notebook "superfortinho", na configuração mostrada, custa US$ 3,7 mil e está à venda apenas nos Estados Unidos. Segundo a Panasonic, o produto poderá ser oferecido em países da Europa e Japão, mas não há planos de trazê-lo para o Brasil. Terra tecnologia

Roteador portátil tem formato de pendrive


Em formato de pendrive, o Windy31 é um roteador portátil para notebooks ou PCs que se conecta via USB e também tem funções de placa de rede e access point. O dispositivo permite, por exemplo, criar uma rede sem fio a partir de uma conexão com modem 3G de qualquer operadora de telefonia, compartilhando a internet de um computador para outros dispositivos. O desenvolvedor Tácito Viero testou o Windy31 para o Terra. Confira a seguir a análise do produto, que pode ser encontrado em lojas especializadas por um preço sugerido de R$ 200.

Pontos positivos
Portabilidade
A portabilidade é, sem dúvida, o grande diferencial do Windy 31. Ele é uma ótima opção tanto para quem pretende ter um roteador sem fio em casa, quanto quem precisa de uma rede em uma pequena empresa, e também para quem precisa acessar a internet em locais sem rede Wi-Fi. Usando o Windy 31 como conexão de ponte (Bridge Adapter), qualquer computador que receba internet se transforma em um emissor de rede sem fio, compartilhando a conexão.
Outro feito incrível dele é funcionar como um replicador de sinal, ou seja, conectado a um aparelho que receba wireless, o sinal é replicado para mais 31 computadores a partir deste, amplificando o sinal e aumentando o número máximo de computadores conectados à rede, além de aumentar a distância máxima em que outros aparelhos podem captar o sinal.
Desempenho
O Windy 31 tem desempenho próximo ou equivalente a muitos roteadores sem fio poderosos, podendo ser configurado a 54 Mbps - equivalente ao padrão 802.11g - correspondendo a boa parte dos aparelhos móveis que captam redes wireless atualmente. Um detalhe interessante é que poucos routers com conexão USB como este atingem velocidade acima de 11 Mbps - equivalente ao padrão 802.11b.
Segurança
Outro ponto importante na avaliação de sistemas de rede, a proteção é fornecida usando-se as criptografias mais avançadas, amplamente aceitas pelos aparelhos com dispositivos Wi-Fi integrados, como WEP/WPA/WPA2/TKIP. Há também a opção de filtragem pelo endereço MAC dos computadores, podendo liberá-los ou barrá-los na porta de conexão com a sua rede.
Compatibilidade
Apesar de testes realizados no novo Windows 7 - futuro sucessor do Windows Vista - terem falhado (tanto na versão Beta como a Final Release, sempre apresentando a feliz mensagem "Not supported OS." a cada update ), em sistemas operacionais como o amplamente usado Windows XP e o Windows Vista, o funcionamento ocorreu sem maiores problemas, até testarmos em um ambiente 64 bit dos mesmos, onde presenciamos uma boa série de "crashes" e pausas sucessivas a cada update da interface com o usuário.
Como os OS de 64bit já são uma realidade em alguns computadores, a compatibilidade do aparelho é parcial - a menos que, no atalho do programa, o usuário abra "Propriedades", "Compatibilidade" e selecione "Windows XP", terminando assim com os incômodos.

Pontos negativos
Opções
Apesar de seu programa de gerenciamento conter boa parte da configuração de qualquer roteador convencional, alguns atributos, como o QoS (Quality of Service) limitado e a ausência de configuração de firewall, deixam a desejar.
Sinal
Uma de suas maiores fraquezas é quanto ao sinal. Em uma casa, digamos que a amplitude deste pequeno aparelho seja cortada pela metade a cada parede atravessada, em um cenário onde o roteador conectado a um notebook ficou à mesma altura dos outros aparelhos. O resultado? A conexão com outros dispositivos fica limitada a um raio aproximado de 25 metros a partir do roteador, o que, perto de roteadores convencionais que chegam a 100 metros, não é lá grande coisa.
(Tácito Viero é estudante do 3º ano de Ciência da Computação na PUCRS e atua como desenvolvedor e gerente de testes na Microsoft Inovation Center, no TecnoPUC)
Redação Terra