sábado, 25 de abril de 2009

ANÁLISE-Netbooks 2.0: mais um abalo para o setor de PCs?

GABRIEL MADWAY - REUTERS
SAN FRANCISCO - Uma nova categoria de netbooks, microcomputadores portáteis menores e mais baratos, pode abalar a estrutura do setor de tecnologia da informação este ano, e tem o potencial de trazer novos concorrentes para um mercado já altamente competitivo.
A maior mudança nos computadores de tamanho reduzido estará naquilo que eles não terão: chips da Intel ou o sistema operacional Microsoft Windows, que dominam os atuais netbooks.
Os novos netbooks, que consomem menos energia, utilizarão a plataforma de processamento ARM, de baixo consumo, que hoje equipa nove em cada 10 celulares, em lugar do chip Intel Atom, que segue a arquitetura x86. A ARM Holdings licencia o uso de sua tecnologia para chips.
Até 10 modelos de netbooks equipados com chips ARM podem chegar ao mercado este ano, de acordo com a própria companhia, que se recusou a identificar os fabricantes específicos. Grandes fabricantes de computadores e os produtores terceirizados asiáticos estão igualmente interessados, disseram analistas.
Rob Enderle, analista do Enderle Group, classificou os novos netbooks como "profundamente incômodos" para a estrutura atual, afirmando que "esse é um mercado que coloca em risco a estrutura atual do setor de computadores pessoais".
Embora os analistas digam ainda não ser claro se os consumidores adotarão com entusiasmo as novas máquinas ARM, o seu interesse foi despertado pela ênfase em eficiência energética, por preços que começam em 200 dólares e pela promessa de computação a qualquer lugar e a qualquer hora, em máquinas pequenas o bastante para caber em uma bolsa.
O que termina sacrificado é a familiaridade dos usuários com as interfaces convencionais dos computadores pessoais e seu imenso poder de processamento. Os netbooks Atom atuais, vendidos por entre 300 e 400 dólares, servem principalmente para acesso à Internet e para aplicativos que não requeiram recursos gráficos sofisticados.
"Estamos bem no meio de uma imensa virada no mercado", disse Eric Openshaw, líder de tecnologia da Deloitte nos Estados Unidos.

Mobo 2060 vem com modem 3G, mas sem novidades na configuração


Exclusividade da Vivo, netbook da Positivo obteve bom desempenho na rede 3G, mas hardware é semelhante ao do Mobo 1050.
O mais novo netbook da Positivo Informática leva o nome de Mobo 3G 2060 que, como o próprio nome sugere, traz um modem 3G embutido (Ericsson F3507g). O slot do chip está localizado próximo ao conector da bateria, camuflado e protegido, igualmente a outros modelos de PCs portáteis que oferecem esse tipo de conexão.
Fora essa novidade, as características técnicas do 2060 não diferem do Mobo 1050: processador Atom N270 de 1,6 GHz; 1GB de memória padrão DDR2 667 (o pente não é soldado na placa, ou seja, é possível a expansão até 2 GB); HD Western Digital de 160 GB; e chip de vídeo Intel GMA 950 (integrado ao chipset Intel 945).
Quanto às conexões, no lado direito estão a entrada para linha discada, rede Ethernet 10/100, duas USBs e conectores de fone de ouvido e microfone. À esquerda estão uma saída VGA, uma USB e o leitor para cartões tipo SD, MMC, MS e MS Pro. A tela tem 10 polegadas e traz uma webcam de 1,3 megapixel integrada. O portátil oferece ainda conexão Wi-Fi padrão 802.11 b/g , mas não há bluetooth.
O design está um pouco melhor do que o do seu antecessor, com acabamento da tampa em plástico transparente que cobre o fundo em branco, mantendo 25, 8 centímetros de largura por 18,1 cm de profundidade e 3,5 cm de altura na parte mais alta. O peso é de 1,4 quilo.
O netbook vem com Windows XP Home Edition (já com SP3 instalado) e, como é costume da Positivo, traz o anti-írus Kaspersky e o dicionário online Aurélio instalados, ambos com licenças gratuitas por um ano.
Quanto ao desempenho não há novidades, já que a configuração de hardware é a mesma de muitos modelos do mercado.
Editores de texto e planilhas de cálculo, assim como apresentações em PowerPoint são executadas com tranquilidade, mesmo com arquivos grandes. Fizemos teste com arquivos de apresentações com mais de 10 MB, contendo fotos e vídeos, rodando em paralelo planilhas do Excel e textos do Word - mas com os aplicativos do BrOffice, que é gratuito e também já vem instalado no Mobo 2060. Não foi identificado problemas de travamento ou lentidão durante os testes.
Quanto à capacidade de assistir vídeos, reproduzimos um arquivo mpeg4, em formato HD com 720 linhas e também não houve problemas.
Para o teste de bateria, desligamos proteção de tela e estado de espera do Windows. Acessamos internet via modem 3G, com sites de teste e rodamos os softwares para escritório e player de vídeos, que necessitava de frequente acesso ao disco rígido. Nessas condições, a bateria levou três horas e 58 minutos para ser consumida, uma boa marca, considerando a exigência dos testes. Aliás, a conexão pelo modem 3G pela rede da Vivo foi excelente, atingindo taxas de 250 KB/seg. na região da Vila Olímpia, na capital paulista.
Demérito
O ponto negativo ficou por conta do teclado. A área reservada para o touchpad poderia ser um pouco menor e também há espaço nas laterais do teclado. Tais áreas poderiam ser melhor aproveitadas, tornando as teclas um pouco maiores e mais espaçadas. Considerando que um netbook não é direcionado para aplicações pesadas e sim para maior mobilidade, o Mobo 2060 não decepciona, rodando as aplicações básicas e acessando internet sem problemas e com uma boa duração de bateria.
O portátil da Positivo é vendido apenas pela Vivo, com uma promoção interessante: O cliente já sai com equipamento pronto para navegar com plano de dados ilimitado e gratuito por três meses. Após esse período, os planos de dados terão desconto de 50% por mais três meses. O modem 3G é bloqueado somente para operar pela Vivo mas, assim como os planos de portabilidade para celulares, o Mobo 3G 2060 também pode obter o desbloqueio para funcionar em qualquer operadora. René Ribeiro, analista de testes da PC WORLD

Gratuito, Photoshop on-line justifica seu nome famoso


A Adobe, famosa pelo editor de fotos Photoshop, tem um dos melhores aplicativos do tipo on-line. Depois de fazer o cadastro, o usuário pode editar as fotos ou decorá-las.
Um grande mérito do programa é a pré-visualização dos efeitos de edição. Basta escolher um dos efeitos para que, embaixo da figura, apareçam miniaturas com possíveis resultados finais. Passando o mouse por sobre as miniaturas, o usuário vê como a imagem ficará caso ele aplique aquela modificação.
Há também penduricalhos para as imagens, como narizes, óculos, balões de diálogo, animais e outras gracinhas.
Um bom recurso do programa é a integração com outros sites. Por exemplo, é possível acessar as fotos de uma conta do Picasa ou do Flickr e editá-las no Photoshop. As imagens são gravadas automaticamente no recurso de origem.
O aplicativo on-line também funciona como serviço de armazenamento de fotos e cria um endereço para que o usuário compartilhe seu conteúdo com amigos.
Na teoria, o Photoshop.com é só para internautas que estão nos EUA. Na prática, qualquer pessoa pode usar, já que o país é a única opção disponível no cadastro, e a origem da conexão não é identificada. GUSTAVO VILLAS BOAS da Folha de S.Paulo

Novo laptop terá painel de LCD no lugar de touchpad


A Sharp apresentou nesta terça-feira o novo laptop, modelo "Mebius", que tem um painel de LCD sensível ao toque no lugar do tradicional touchpad - que faz a função de mouse. O produto será lançado no mercado japonês em maio.
O sistema é semelhante à tecnologia de toque usada pela Apple no iPhone, de acordo com o Geek.com. A tela também pode operar como um visor secundário para determinados tipos de aplicativos que possibilitem essa função.
O computador não teve o preço anunciado de forma oficial. No entanto, rumores apontam que o laptop custará cerca de US$ 800 no Japão. Redação Terra

Baratos e ultraportáteis, netbooks conquistam viajantes


Laptops não são mais algo incomum em aviões, mas quando Heather Poole retirou seu computador em um vôo recente de Nova York para Los Angeles, se surpreendeu com a reação dos comissários de bordo que serviam bebidas.
"Eles pararam de servir - queriam segurá-lo, olhá-lo", disse Poole, 38, ela mesma uma comissária de bordo, que também escreve para o website de viagens Gadling.com.
O computador que atraiu toda essa atenção? O Aspire One, da Acer, um pequenino laptop que pesa apenas 1 quilo e tem um dos mais populares designs na categoria emergente dos netbooks - computadores portáteis cujo tamanho é tão pequeno quanto seu preço. Com processadores potentes, telas de 8 a 10 polegadas e teclados compactos, normalmente custam menos de US$ 500; alguns custam apenas US$ 200. No ano passado, um estimado de 14 milhões de unidades foram vendidas, de acordo com a empresa de pesquisa de mercado DisplaySearch.
Para viajantes que não precisam de muito, netbooks são uma bênção. Num minúsculo volume, você pode carregar quase um computador completo, normalmente sem necessidade de cabos de energia, já que muitos netbooks vêm com baterias multicélulas de longa duração.
"Quando podemos simplesmente carregar a bateria, deixar o carregador de lado e saber que temos cinco ou seis horas de funcionamento, é simplesmente ótimo", disse Guy Munsch, sócio da Zen Tara Tea, uma companhia de chá orgânico de Bethesda, Maryland, que carrega seu Wind, da MSI, que comprou há um ano, para plantações de chá na China e na Tailândia.
Nesse período, no entanto, ele também descobriu as limitações de seu netbook.
"Tiramos muitas fotos, então graficamente existem limitações de trabalho com a tela", disse. E há ainda o problema dos periféricos: a caixa da fonte de alimentação, um disco rígido externo e por aí vai. A solução, disse, é "se editar".
Para Joel Johnson, o editor do blog Boing Boing Gadgets - que tem dado cobertura obsessiva ao fenômeno dos netbooks -, o baixo preço de seu novo Inspiron Mini 9 da Dell (US$ 200) aplaca uma de suas grandes preocupações em viagens de negócios. "Sempre temo lá no fundo que vou quebrar meu laptop - e quebrar meu único computador", disse. "Queria algo que fosse barato o bastante para eu jogar na mala e, caso quebrasse, pudesse apenas dar de ombros e dizer, 'que pena'".
Johnson afirma também que os netbooks logo ficarão ainda mais baratos, enquanto fabricantes adicionam funcionalidade móvel 3G e empresas concessionárias como AT&T e Verizon oferecem os produtos com grandes descontos (e até mesmo de graça) quando o consumidor contrata o serviço com carência de dois anos. "É mais ou menos como conseguir um telefone celular subsidiado", disse. "Claro, você consegue barato", mas ainda tem uma conta mensal para pagar.
Este viajante que não precisa de muito resistiu por bastante tempo a comprar um netbook. Sou um usuário veterano de Mac, e a maioria dos netbooks roda Windows e, às vezes, Linux. O MacBook Air, a opção de tamanho reduzido da Apple, por sua vez, sai a partir de US$ 1.799. Mas no último outono americano, com a explosão da popularidade dos netbooks veio uma onda de modificações de software que permitiu que muitos deles rodassem o OS X, da Apple. Quando o Boing Boing Gadgets publicou uma lista com os modelos mais compatíveis, tomei a iniciativa e encomendei um Wind da MSI. Ele saiu por US$ 447,53, incluindo memória extra e frete. (Desde então, o preço caiu US$ 50.) Menos de uma hora após tirá-lo da caixa, tinha o OS X carregado e funcionando.
Nos últimos quatro meses, o MSI anda constantemente ao meu lado. Sim, o teclado é pequeno, mas também são os meus dedos. Gosto de saber que posso me manter conectado, trabalhar e não ficar sem milhares de dólares se esquecê-lo no bolso do assento do avião. E, honestamente, eu amo os olhares invejosos em cafés e filas de segurança em aeroportos - mas talvez eles estejam apenas contemplando o adesivo que colei na tampa: a etiqueta da Apple que veio com meu iPhone.
Carregar um laptop atraente não se trata apenas de vaidade. Ele pode transformar vidas, como bem sabe Poole, a comissária de bordo. Uma vez, durante um vôo, ela flertou com um passageiro só porque ele estava usando um computador legal. Sete anos mais tarde, ele é seu marido. Terra Tecnologia

Semp Toshiba também tem seu netbook, o STI Infinity IS 1091


A Semp Toshiba resolveu (também) tirar uma casquinha do sucesso que os netbooks vêm fazendo por aí. O STI Infinity IS 1091 é o seu minilaptop com tela de 10,2 polegadas.
Pesando 1,25 quilos, o netbook mede 25,4 por 18,9 por 3,9 centímetros. Ele vem com processador Intel Atom N270, de 1,6 GHz, 80 GB de disco rígido, 1 GB de memória RAM e webcam integrada de 1,3 MP.
O ponto negativo é a falta de Bluetooth. Mesmo assim, ele sai pelo preço de 1 799 reais. Postado por - Talita Abrantes Rodrigues

Custo do Kindle é metade do preço de mercado


O Kindle 2, da Amazon, vendido por 359 dólares, custa quase a metade do preço para ser fabricado, de acordo com a iSuppli.
Em um exame minucioso do novo modelo de leitor de e-books da marca, a iSuppli descobiu que os componentes do aparelho custam 176,83 dólares. Acrescentando gastos de manufatura e de bateria, o total sobe para 185,49 dólares.
Esse valor não inclui, entretanto, o custo de propriedades de direitos autorais, royalties e taxas de licenciamento, assim como despesas com desenvolvimento de software, entrega do produto e marketing.
Em fevereiro, chegou ao mercado o segundo modelo do Kindle, com novidades como maior capacidade de armazenamento e corpo mais fino do que a primeira versão, mas o preço do aparelho não sofreu nenhuma alteração.
Os componentes mais caros do Kindle são a tela, da E Ink, e a unidade de banda larga móvel, da Novatel Wireless.

Roubo de notebook custa mais de US$ 115 mil


Um notebook de funcionário roubado ou perdido pode dar um prejuízo de mais de US$ 115 mil à empresa, segundo um estudo encomendado pela Intel.
A pesquisa, feita pelo Ponemon Institute, calcula que notebooks perdidos ou roubados em aeroportos custam às empresas uma média de US$ 49.246, incluindo não só o valor do equipamento, mas dos dados armazenados nele.
O estudo analisou 138 casos de perda de notebooks e determinou o valor gasto com reposição, detecção, perícia forense, vazamento de dados, perda de propriedade intelectual, consultoria legal e despesas regulatórias. A perda de dados representa 80% do custo do incidente.
O levantamento mostra que o custo aumenta proporcionalmente ao tempo que a máquina fica perdida. Se o notebook é achado no mesmo dia, o custo é de US$ 8.950. Mas se demora mais de uma semana pra ser recuperado, o prejuízo sobre para até US$115.849.
Também faz diferença quem perdeu o notebook. Surpreendentemente, não é o computador do CEO que vale mais, mas sim o de um diretor ou gerente. O notebook de um executivo sênior custa à empresa US$ 28.449, enquanto o de um gerente ou diretor causa um prejuízo de US$ 60.781 e $61.040, respectivamente.
A criptografia reduz significativamente o custo do roubo: enquanto uma máquina com HD não criptografado custa US$56.165, uma criptografada sai por US$ 37.443. Por Daniela Moreira, de INFO Online

Dell é a marca de notebook preferida dos CIOs


SÃO PAULO – A Dell foi a marca mais votada na categoria notebooks na Pesquisa INFO de Marcas para empresas.
Entre 8 concorrentes, a Dell foi a preferida, com 509 votos, seguida da HP, com 496 votos. Em terceiro lugar, ficou a Sony, preferida por 253 executivos que responderam à pesquisa. A quarta posição foi da Lenovo, com 216 votos, seguida da Toshiba (103 votos) e Itautec (63 votos).
A procura por notebooks no mundo corporativo é crescente, afirma Ricardo Schacker, gerente de produtos da linha client corporativa Dell. “Atualmente, não são apenas os funcionários que trabalham fora do escritório que usam notebooks. Muitas empresas estão adotando notebooks como substitutos de desktops, para funcionários que participam muito de reuniões e se movimentam dentro da própria empresa”, diz Schacker.
A Dell compromete-se a oferecer um ciclo de vida longa aos seus modelos de notebook, para evitar que a empresa tenha variados modelos no seu parque de máquinas. “Quando chega um modelo sucessor no mercado, continuamos a vender por mais três meses o modelo anterior, para que as empresas terminem a aquisição de máquinas sem ter de adotar outro modelo”, explica.
TI Verde
Desde 2008, a Dell tem percebido um aumento da preocupação com o meio ambiente pelas empresas, diz Schacker. “Antes, dava-se importância apenas para a economia de energia, que refletia nos gastos da empresa. Atualmente, elas querem ter certeza que o produto não vai causar danos ao meio ambiente, se a máquina e a embalagem são feitas com produtos reciclados e também se preocupam com o descarte do material após o uso.”
Para descobrir quais são as marcas mais renomadas no mundo corporativo a INFO convidou CIOs de diversos setores, exceto para os das empresas de tecnologia. Foram recebidos 103 questionários válidos, preenchidos pelos executivos, para classificar as empresas de acordo com a sua confiabilidade.
Para ver a relação de empresas que participaram da 8ª Pesquisa INFO de Marcas vá ao endereço http://info.abril.com.br/marcas/2009/empresas.shl Kátia Arima, da INFO

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Netbook tem monitor destacável e custará US$ 150,00


Ainda são poucos os detalhes, mas parece que alguém chegou com uma boa novidade no recente (e já um pouco saturado) mercado de netbooks. A Aware Electronics, de Taiwan, apresentou no evento Global Sources um aparelho com a tela destacável. O que é uma idéia bem sacada, já que os minilaptops têm a missão de serem o mais maleáveis possível.
Outra boa surpresa do tal novo netbook é o preço de US$ 150,00, de acordo com site GadgetMix. E o melhor é que esse aparelho pode chegar aqui no Brasil, já que o alvo são os mercados emergentes. O lançamento seria "em breve".
Não há muitas informações sobre o minilaptop, mas ele deverá vir equipado com memória RAM de 512 MB, disco de 8 GB SSD e a livre escolha de sistema operacional entre o Linux e o Windows. Por Bruno do Amaral

Caneta-espiã filma até 6 horas de vídeo


Assim como os agentes secretos dos filmes, essa caneta não é o que parece. Na realidade, ela é uma câmera espiã com capacidade de captar até 6 horas de vídeo, e também pode funcionar como pen drive com 2 GB de capacidade. Além disso ela também escreve.
A câmera fica localizada logo acima de seu clipe, e permite que a caneta possa ser colocada em camisas, paletós, pastas e fique a postos para pegar alguém com a mão na massa com toda discrição.
Sua resolução é de apenas 352x288 pixels a uma taxa de 15 frames por segundo – nenhuma maravilha, mas o suficiente quando se lembra que a idéia aqui não é filmar um sucesso de cinema - , seu microfone interno pode captar sons a uma distância de até 10 metros e a transferência dos vídeos para o computador, assim como o carregamento de sua bateria interna, são feitos via USB.
Aos James Bond de plantão, a caneta-espiã está à venda no Brasil, por R$ 599. Escrito por João Brunelli Moreno

Netbook da HP ganha um belo tapa no design


Quando esse negócio de netbook surgiu, cada fabricante correu atrás de fazer o seu, mas quase todos lançaram produtos semelhantes, por dentro e por fora. Foi a HP, com seu Mini-Note PC 2133, quem primeiro mostrou um modelo minimamente confortável e decente nas configurações. Agora que estão aparecendo vários minilaptops sofisticados, como o Sony Vaio P, a empresa sai na frente de novo com o Mini 1120BR, uma versão levíssima, com teclado espaçoso, design caprichado e processador Intel Atom. Sem exageros, é o melhor micrinho dessa enxurrada que já passou pelo INFOLAB.
É claro que a HP também aposta nos componentes de baixo custo, mas não priva a máquina de um acabamento estiloso, com tampa em black piano e desenhos de muito bom gosto. Parece mesmo um Pavilion em miniatura. Mas o grande mérito do netbook é possuir um teclado quase tão confortável quanto o de um laptop tradicional. Seu segredo é utilizar todo o espaço disponível na base. Assim, as únicas teclas mais apertadas são as laterais, como o Caps Lock e o Shift, além da fileira superior de funções. Você não demora mais de dez segundos para se acostumar e sair digitando sem olhar para as mãos.
Embora seja melhor que a média, o acabamento do teclado passa longe do visto num Pavilion, com plástico brilhante mais nobre. Aqui os botões são de um material fosco, sem aquele relevo entre uma tecla e outra, tradicional nos laptops da HP. Porém, no quesito ergonomia, a única reclamação vai para a base reta. Ela pode incomodar um pouco quando você digita por bastante tempo e deixa o punho apoiado sobre a quina. O efeito colateral do tecladão é um touchpad verticalmente estreito. Pelo menos é o suficiente para o cursor andar de um lado para outro, na diagonal, com somente uma passada de dedo.
Uma tela de babar
O Mini 1120BR também brilha, literalmente ou não, quando o assunto é sua tela de 10,1 polegadas. Ela tem resolução um pouco diferente da convencional, com 1 024 por 576 pixels, ou seja, é mais achatada. Porém, os aplicativos não ficam distorcidos e não causam nenhuma sensação de estranheza. No fim das contas, o formato só ajuda a deixar a máquina menor e mais fácil de carregar em qualquer bolsa ou pasta.
O display tem brilho e nitidez impressionantes, principalmente quando a máquina está ligada à tomada. Porém, ele mostra reflexos demais em ambientes muito iluminados. Aí é uma escolha da qualidade em detrimento da usabilidade. Em geral, costumamos criticar isso, pois o ideal em netbooks é a boa e velha tela fosca. Afinal, você geralmente usa essa máquina no colo, e não numa posição considerada ideal, bem à frente de seus olhos e com apoio sobre a mesa.
Olhando de longe, a tela parece até aquela usada nos MacBooks mais novos, com uma finura impressionante. Mas é claro que o material não tem a mesma qualidade do alumínio anodizado em peça única. Neste caso, trata-se de plástico comum na tampa, com cobertura em acrílico, em vez do vidro utilizado pela Apple. De qualquer forma, é o melhor acabamento já visto num minilaptop.
Configuração para o gasto
Se no quesito usabilidade o Mini 1120BR deixa os concorrentes comendo poeira, não podemos dizer o mesmo de seus componentes internos. No geral, a máquina teve uma melhora considerável de desempenho em relação à sua antecessora. Isso graças ao processador Intel Atom N270, de 1,6 GHz, que substitui o modelo da Via. Resultado: aumento de 2 066 para 3 345 pontos no teste de cálculos aritméticos do Sandra Lite.
O problema está na memória, de apenas 1 GB, e no disco rígido de 80 GB. Alguns concorrentes já estão equipados com 2 GB de RAM e a opção por 160 GB é praticamente unânime nos modelos que não usam SSD (Solid State Drive). Na prática, não sentimos lentidão ao rodar aplicativos de escritório, navegar pela internet e assistir clipes ao mesmo tempo. Muito disso por causa da escolha acertada da HP pelo Windows XP Home Edition, abandonando o Vista, muito pesado para um netbook com essa configuração.
Nos testes realizados pelo INFOLAB com vídeos, o resultado foi novamente um dos melhores da categoria. A máquina conseguiu 245 pontos no 3DMark05 e 92 pontos na versão 06 deste benchmark. Durante o uso, notamos que o brilho da tela diminuiu consideravelmente quando o notebook estava fora da tomada, embora o desempenho do processador tenha continuado o mesmo. Ainda no aspecto audiovisual, vale dizer que o som tem boa qualidade, sem distorção nos volumes mais altos, mas é baixo demais e quase não solta freqüências graves. Algumas versões gringas topo de linha dessa máquina vêm com alto-falantes melhores, fabricados pela Altec Lansing.
Cadê o 3G?
Alguns itens de conectividade fazem o Mini 1120BR perder pontos. O mais notável é a falta do suporte a chips 3G na versão testada pelo INFOLAB. Outro problema são as opções de rede, que usam padrões ultrapassados: a entrada para o cabo RJ45 é Fast Ethernet e a conexão sem fio é 802.11g. Também não deixa de ser estranha a presença de uma saída proprietária para vídeo. Se você quiser ligar um segundo monitor, vai precisar comprar um adaptador para VGA.
Um mal que vem para o bem é a baixa autonomia do netbook quando ele está longe da tomada. Explicando: sua bateria de apenas três células (metade do padrão em minilaptops) durou apenas 123 minutos sob uso intenso em nossos testes, enquanto alguns concorrentes alcançaram até 180 minutos. A vantagem dessa bateria pequena é que a carcaça do micro pesa somente 1 kg e mede 2,5 centímetros de espessura.
Sendo muito chato, ainda é possível apontar outros pontos negativos, como a presença de apenas duas portas USB e a falta de um pacote de programas caprichado, com sistema de inicialização rápida. Mesmo com todos os defeitos de configuração levantados, o preço de 1 999 reais (mais ou menos 300 reais acima da média) não pode ser considerado injusto. Os avanços no design e na usabilidade certamente fazem a máquina valer o quanto custa. Marco Aurélio Zanni, de INFO Online

Proteja dados privados com senha

Em 2005, Maria da Graça Mello levou seu notebook para conserto em uma loja de informática em Cachoeira do Sul (RS), sua cidade natal.
Armazenadas na máquina estavam fotos íntimas suas, tiradas por seu então namorado.
Os técnicos responsáveis pela manutenção, que eram menores de idade, descobriram as imagens e fizeram cópias delas, distribuindo-as entre amigos. Em poucos dias, as fotos começaram a circular intensamente na internet.
Formada em direito e, à época, funcionária de uma agência bancária, Graça Mello ficou transtornada com a história. Mais tarde, porém, decidiu investir na carreira de modelo --posou para o site ClicRBS e para a revista "VIP".
Procurada pela Folha, ela preferiu não comentar o caso.
Prevenção
Uma maneira de tentar evitar problemas semelhantes é usar programas que permitem proteger determinadas pastas ou arquivos com senha.
Uma opção gratuita para Windows é o AxCrypt (www.axantum.com/axcrypt). O programa é integrado ao Explorer, o gerenciador de arquivos do Windows.
Depois de instalá-lo, localize as pastas ou os arquivos que quer proteger. Clique neles com o botão direito do mouse e passe o mouse sobre o menu AxCrypt. Clicando em Encrypt, você define a senha que será necessária para ter acesso a esse conteúdo.
Certifique-se de criar uma palavra-chave complexa, que misture números, caracteres especiais e letras maiúsculas e minúsculas.
Alternativas
Outras alternativas gratuitas de softwares para proteger arquivos e pastas com senha no Windows são o dsCrypt (tinyurl.com/dscrypt) e o True-Crypt (www.truecrypt.org).
RAFAEL CAPANEMA da Folha de S.Paulo

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Lembranças do Zé Eduardo ( Fernandes Boaventura )


Para os saudosistas, segue mensagem do Zé Eduardo

" Ayres, lembra que quando o cara era muito mole, vc o chamava de Z80 ? "

Microprocessador Z80Microprocessador de 8-bit, datado de 1976, e que equipou uma vasta agama de computadores pessoais, incluindo o Radio Shack TRS-80, Osborne 1 e muitos outros. Também estava dentro dos games PAC-Man e dos consoles ColecoVision. Mas em 1981 o progresso começou, com a chegada dos PCs IBM que exigiam uma CPU de 16-bit. O Z80, fabricado pela Zilog, ainda está em dispositivos eletrônicos e de escritório, mas já em versões atuais.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Fabricantes prometem computadores pequenos e ultrafinos


Prepare-se para a próxima etapa na revolução da computação pessoal: computadores ultrafinos e muito baratos. A AT&T anunciou na última terça-feira que seus clientes em Atlanta poderiam adquirir uma espécie de computador pessoal compacto, conhecido como netbook, por apenas US$ 50, caso assinassem com a operadora de telefonia como provedora de internet - e essa oferta pode ser estendida a outros mercados depois do período de teste.
Este ano, ao menos uma operadora de telefonia móvel nos Estados Unidos deve oferecer netbooks gratuitamente para quem assinar planos de dados, copiando programas semelhantes criados no Japão, de acordo com especialistas setoriais.
Mas essa revolução não envolve apenas uma queda de preços. Os computadores pessoais - e as empresas que produzem seus componentes essenciais - estão a ponto de passar pela virada mais séria do mercado desde que surgiu o laptop. Pelo final deste ano, os consumidores provavelmente estarão vendo laptops do tamanho de livros de bolso finos, capazes de operar o dia todo com uma única carga e equipados com telas de toque ou teclados deslizantes.
O setor estava em polvorosa esta semana com relação a esses aparelhos, em uma conferência de telecomunicações realizada em Las Vegas, e os consumidores verão as primeiras máquinas nas lojas provavelmente a partir de junho, oferecidas pelas pioneiras dos netbooks, Asustek e Acer.
"A era do computador perfeito para a internet a preço de US$ 99 começará este ano", disse Jen-Hsun Huang, presidente-executivo da Nvidia, fabricante de placas gráficas para computadores pessoais que está tentando se adaptar à nova ordem tecnológica. "O computador primário que conhecemos hoje é o computador pessoal básico, e é necessário que seja reinventado".
Um grupo inesperado de empresas surgiu para promover essa transformação. Companhias como Qualcomm, Freescale Semiconductor e Samsung Electronics, que fabricam os chips baratos e de baixo consumo de energia usados em celulares, e que agora estão aplicando esses conhecimentos aos computadores pessoais.
Como em qualquer revolução, os atuais senhores do reino - Intel e Microsoft, produtores dos chips e software que acionam a maioria dos computadores - enfrentarão um desafio sem precedentes ao seu domínio. A Microsoft está especialmente vulnerável, porque muitos dos novos netbooks utilizam software Linux e não Windows.
"Uma virada ampla no mercado de consumo rumo aos computadores de baixo preço certamente pressionaria a receita de quase todos os integrantes da cadeia de valor, dos fornecedores de componentes aos varejistas", escreveu A. M. Sacconaghi, analista financeiro na Sanford C. Bernstein & Co., em relatório publicado no mês passado. "No entanto, acreditamos que o impacto seria especialmente negativo para a Intel e a Microsoft, que hoje desfrutam de posições quase monopolistas em seus respectivos mercados".
Até agora, os netbooks atraíram audiência relativamente pequena. Alguns deles parecem mais brinquedos ou celulares superdimensionados do que computadores com plenas capacidades. Mas representam a grande história de sucesso no setor de computação, com previsão de que as vendas devem dobrar este ano, enquanto as dos computadores em geral caem em 12%, de acordo com o grupo de pesquisa Gartner. Pelo final de 2009, os netbooks devem responder por cerca de 10% do mercado geral de computadores, uma alta espantosa em um período tão curto.
Os netbooks enfrentam problemas para executar software como videogames e programas de edição fotográfica. Atendem em lugar disso às pessoas que passam a maior parte de seu tempo envolvidas com serviços online e desejam um aparelho barato e leve que possam usar em qualquer lugar.
Nova geração
A maior parte dos netbooks hoje vendidos opera com um chip da Intel chamado Atom, uma versão de custo mais baixo e menor potência dos chips padrões da empresa para laptops. E cerca de 80% deles usam o Windows XP, versão mais antiga do principal software da Microsoft.
A mais nova geração de netbooks foi concebida com base em componentes usados em celulares.
Usando a arquitetura ARM, da ARM Holdings, no Reino Unido, os chips de celulares consomem muito menos energia que os chips Atom, e combinam muitas funções em uma mesma peça. Com custo de cerca de US$ 20, são muito mais baratos para os fabricantes de computadores do que um chip Atom e seus componentes associados.
Mas os chips ARM sofrem de uma séria deficiência: não podem operar as versões principais do Windows e os populares softwares que as acompanham. Por isso, os fabricantes de netbooks se voltaram ao Linux, um sistema de fonte aberta que custa US$ 3, e não os US$ 25 que a Microsoft usualmente cobra pelo Windows XP.
Também estão explorando a possibilidade de usar o sistema operacional Google Android, originalmente desenvolvido para celulares. (Empresas como a Acer, Dell e Hewlett-Packard já vendem alguns netbooks com Atom e Linux.)
Mas os fabricantes de chips para celulares argumentam que a combinação ARM-Linux basta para um computador cuja função seja operar com e-mail, Facebook, vídeos online e documentos acessíveis via web.
Huang, da Nvidia, diz que o setor de computadores está em um ponto de inflexão. "As perturbações virão de baixo e mudarão o mercado para sempre". Terra Tecnologia

Gizmodo compara os preços de 16 notebooks vendidos no Brasil

Taxa Apple é um termo que se refere ao preço excessivo dos produtos da empresa, que seriam mais caros do que os equivalentes de outras marcas, principalmente em computadores - ou seja, micros Mac seriam mais caros do que PCs com configurações semelhantes (ou até superiores). O Gizmodo pesquisou o mercado de notebooks, fazendo uma análise comparativa que procura se restringir ao hardware mais essencial dos laptops, aos componentes que fazem maior diferença no uso e no desempenho do computador. São 16 notebooks, Macs e PCs, oficialmente à venda no Brasil e colocados na balança pelo Gizmodo.

» Leia a resenha completa e veja a tabela comparativa no Gizmodo

http://gizmodo.com.br/conteudo/taxa-apple-no-brasil

Janelas de publicidade invadem netbook 3G


As dimensões reduzidas de um netbook e a conveniência de uma conexão móvel de banda larga têm tudo para formar um casamento harmonioso.
Nesta semana, a Positivo lançou o Mobo 3G 2060, juntando-se a LG e Dell entre as marcas que oferecem laptops ultraportáteis com modem 3G embutido no país.
Se comprada em lojas da Vivo, a R$ 1.699, a máquina vem com 90 dias gratuitos de conexão 3G --às custas, porém, de intrusivas janelas popup que surgem na tela, com promoções da operadora.
Em diferentes regiões de São Paulo, onde a Folha testou o netbook, a velocidade média foi de 1 Mbps --baixar uma música em MP3 de 5 Mbytes levou cerca de um minuto. Em geral, a conexão se manteve estável, mas houve quedas.
As configurações não trazem grandes surpresas: processador Intel Atom de 1,6 GHz, 1 Gbyte de memória e disco rígido de 160 Gbytes.
Sob Windows XP Home, ações como fazer pequenas edições em imagens e assistir a vídeos no YouTube ocorrem sem sobressaltos.
Uma adição importante é a bolsa de transporte, que protege a máquina de riscos e de sua vulnerável brancura.
Diminuto, o teclado é o maior ponto fraco --e há espaço de sobra para aumentar o tamanho das teclas.
Com 1,4 kg, ele é mais leve do que um laptop tradicional, mas um pouco mais pesado do que se espera de um netbook. A contrapartida do peso extra é a boa duração da bateria, que fica em cerca de 3h30. RAFAEL CAPANEMA da Folha de S.Paulo

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Mercado de netbooks deve crescer 66% neste ano


Este deve ser um ano difícil para a indústria de computadores como um todo, mas o mercado de netbooks segue em alta e vai crescer 66% em relação a 2008, previu nesta quarta-feira a DisplaySearch.
Segundo a consultoria, o resultado pode ser explicado, em parte, pela crise financeira mundial.
Os consumidores estariam diminuindo seus gastos e optando pelos ultraportáteis em substituição aos notebooks, cuja venda deve ter um acréscimo de apenas 3%.
“Uma parte do crescimento acontece em função da canibalização dos laptops de entrada, mas os principais fatores que ajudaram a impulsionar a categoria (preço baixo e funcionalidades básicas) continuam a estimular o crescimento”, diz um comunicado da consultoria.
Passada a crise, os usuários devem retomar seus hábitos de consumo, optando por computadores portáteis mais potentes e caros, acredita a DisplaySearch.
Em termos numéricos, a venda de ultraportáteis em 2009 deve chegar a 27 milhões de unidades. Uol Tecnologia

Economize utilizando netbooks em sua empresa


Não está considerando netbooks em seu negócio? Bem, você deveria. Fabricantes de PC como a Dell, HP, Lenovo e Toshiba, que tem grandes linhas de laptops corporativos, devem estar suando frio agora. Até pouco tempo, netbooks eram considerados como laptops secundários e como miniaturas portáteis que eram diminuídas e fraquejadas.
Agora, com empresas norte-americanas lutando para conseguir lucro em meio à recessão, muitas firmas estão pensando em alternativas para os tradicionais notebooks de negócios. Por isso mesmo, uma grande leva de netbooks são uma proposta forte para pequenas e médias empresas.
Ultimamente temos ouvido alguns jeitos ridículos de utilizar netbooks - como um iPod gigante ou um videogame com overclock e até mesmo um leitor de e-books. Enquanto parece engraçado substituir um Kindle 2, do Amazon, por um netbook, a idéia de ter um negócio inteiro rodando com netbooks não é assunto para risos. Eis o porquê.
O preço é definitivamente a maior razão do porque empresas deveriam utilizar netbooks. O Acer Aspire One (de 10 polegadas) está sendo vendido por volta de R$ 1.000,00, enquanto um ASUS EeePC 1000 HE pode ser encontrado por um pouco mais. Você pode também comprar e jogar fora vários deles antes de igualar o custo de um laptop corporativo completo, como o um Lenovo ThinkPad T400. Além disso, a maioria dos netbooks rodam com plataforma Windows XP Home, então são compatíveis com uma gama de aplicativos de segurança, VPN e clientes de e-mail, assim como inúmeros hardwares periféricos como impressoras, scanners e dispositivos armazenamento anexos em rede (NAS).
Claro, o Windows XP Home Edition não tem algumas coisas avançadas de segurança e de rede que podem ser encontrados na versão Professional. Por exemplo, ele não pode entrar em um domínio corporativo ou se aproveitar do Active Directory da Microsoft para reduzir os custos de manutenção e de suporte.
Mas isso é um ponto irrelevante, já que instalar um XP Professional e fazê-lo funcionar em um netbook já é algo comum - e funciona. Muitas empresas até utilizam seus próprios sistemas personalizados, então mexer no OS do aparelho para atender às necessidades é um procedimento padrão.
É verdade que a tela e o teclado de um netbook são muito pequenos para fazer um trabalho de verdade, mas uma solução muito fácil de docking pode consertar isso. Qualquer netbook do mercado vem com uma porta VGA, que pode ser conectada para uma tela externa quando você estiver na sua mesa. Várias portas USB permitem aos usuários que plugem um mouse externo e um teclado de desktop. Enquanto isso, empregas como Kensington e Targus vendem replicadores de porta USB (com suporte VGA), para que o netbook possa ter todas as extensões gastando somente uma porta USB. E se você for chamado para uma reunião fora do escritório, poucos sistemas são tão portáteis quanto um netbook.
Outro engano comum é pensar que netbooks são famintos por acessórios. A maioria dos aparelhos possui uma média de três portas USB, uma Ethernet e conectividade Wi-Fi, o que é mais do que o suficiente para um profissional de negócios comum. A falta de um drive óptico é provavelmente a única coisa que uma empresa vai sentir falta (embora a ASUS já esteja lançando o Eee PC com isso). Precisa de tecnologias sem fio atuais? Alguns aparelhos já estão vindo com suporte à redes 3G.
Se você não acha que um netbook possa atualmente rodar um Microsoft Office, um programa de segurança, um navegador da web com várias abas e o iTunes rodando de fundo, você está enganado. Netbooks não são tão fraquinhos como você pode pensar. Eles são provavelmente tão potentes quanto alguns desses laptops de quatro anos de idade que estão na sua empresa agora. Além disso, fabricantes de netbooks estão facilitando para que o suporte técnico mais inexperiente coloque um upgrade de memória ou de disco rígido.
Foi um longo caminho desde o original Acer Aspire One, que precisava remover 50 parafusos e erguer a placa mãe para poder mudar a memória ou atualizar o HD. Remover três parafusos é tudo o que é preciso para adicionar 1 GB de memória extra e atualizar o disco rígido para 250 GB em um novo modelo do Aspire. Com preços de memória e de HD baixando a níveis históricos, fazer essas melhorias não é exatamente tão complicado.
Então, nossa pergunta é: por que sua empresa ainda está pagando R$ 5.000,00 por um laptop corporativo quando pode ter cinco ou seis netbooks pelo mesmo preço?
Por Editorial PC Magazine por Cisco Cheng

Notebook na sala de aula é esperança para setor de PCs

A disseminação do uso de notebooks nas salas de aula de escolas públicas e privadas está garantindo o otimismo dos fabricantes de PCs, mesmo em um ano em que os institutos de pesquisa já admitem que o crescimento das vendas será menor que em 2008
A licitação do Ministério da Educação pelos primeiros 150 mil notebooks educacionais é só a ponta do iceberg de um segmento que anima os fabricantes. De tela menor que um notebook tradicional e com alguns softwares educacionais instalados, os equipamentos ¿ também conhecidos por netbooks ¿ são vistos por entusiastas como o substituto do material didático.
A Positivo Informática, por exemplo, empresa que mais vende PCs no varejo brasileiro, já fornece notebooks educacionais para 39 escolas particulares, duas instituições de ensino superior (particulares) e três municípios (Indaiatuba, Jundiaí e Manaus) do País.
A brasileira Comsat Tecnologia, vencedora do pregão do governo federal com preço de R$ 550 por equipamento, ainda não assinou o contrato, mas já deu início à produção local porque negocia a entrega de outros lotes do equipamento para prefeituras, escolas particulares e universidades.
"Iniciamos a produção independente do pregão porque estamos envolvidos em vários outros projetos", afirmou Jakson Alexandre Sosa, presidente da Comsat, em entrevista à Reuters.
A empresa licenciou o modelo portátil Mobilis da indiana Encore e passou a produzir o equipamento em Porto Alegre (RS) onde, além de ter uma unidade própria dentro do parque de tecnologia da PUC-RS, contrata produção terceirizada da Teicon.
Segundo Sosa, os planos da Comsat prevêem uma produção mensal de 35 mil equipamentos, mas ele afirma que as duas unidades fabris têm capacidade para mais de 200 mil equipamentos, se for preciso. "O notebook educacional pode garantir uma janela importante no mercado de PCs", afirma o executivo.
Segundo ele, os portáteis de telas entre 7 e 9 polegadas têm vantagens como menor custo, baixo consumo de energia, facilidade de uso e conectividade que podem pesar na escolha do consumidor. Além disso, se usados na sala de aula, "o índice de repetência cai violentamente, o aluno se integra digitalmente e traz a família para o ambiente", afirma.
Momento de transição
Marcel Campos, gerente de marketing da taiwanesa Asus no Brasil, acredita que o País vive um momento de transição no que se refere ao modelo educacional, seja entre os alunos, mas principalmente entre os professores.
A companhia se notabilizou por lançar no varejo de Taiwan em 2007 o modelo EeePC, cujas três letras "E" referem-se a "easy to work, easy to study, easy to play" (em português, fácil para trabalhar, fácil para estudar e para brincar, respectivamente).
Segundo Campos, "a tecnologia está invadindo (a sala de aula) não só pelo custo, como pelas facilidades". A empresa, que desembarcou no Brasil recentemente e passou a fabricar dois de seus modelos de netbooks no País em janeiro, afirma estar em negociações com "um dos grandes grupos educacionais do país" para levar seus modelos portáteis às escolas. Este é seu primeiro contrato na área educacional no Brasil.
O modelo envolve subsídio por parte da escola privada. Por isso, ela paga parte do custo e o aluno a outra parte. De acordo com o executivo, a Asus também negocia com outras redes de escolas para adotar um modelo em que o equipamento seja propriedade da instituição e o aluno possa usar durante o curso, mas não terá a posse do equipamento. "Será um uso consignado", explicou.
Custo ainda é barreira
Para o vice-presidente de tecnologia educacional da Positivo, André Caldeira, o conceito de um computador por aluno "ainda esbarra na barreira do custo" em diversas regiões do país.
Mesmo assim, a companhia tem conseguido contratos com escolas onde grupos de alunos compartilham um mesmo notebook e muitas vezes saem com ele para desenvolver pesquisas.
"Os professores também têm mostrado bastante interesse", afirmou o executivo à Reuters. Segundo ele, enquanto as crianças têm muita facilidade no uso dos microcomputadores, os professores nem tanto. "As crianças são nativos digitais, mas os professores são imigrantes digitais", comparou. Por isso, a fabricante desenvolveu programas com condições especiais de prazo e preço para facilitar a aquisição dos equipamentos pela classe docente.
A fabricante chinesa de computadores Lenovo, que se prepara para estrear no varejo brasileiro em maio, também aposta nos netbooks e anunciou na semana passada a chegada dos primeiros modelos ao Brasil.
Segundo Luciano Beraldo, gerente de portáteis da companhia no País, os modelos são indicados tanto para uso em empresas como em escolas. "A Lenovo não entrou nesse segmento (de notebook educacional) logo na primeira onda, mas há pesquisas que mostram o grande potencial desse mercado", afirmou Beraldo.
Ele citou dados da consultoria IDC que estimam que a venda de netbooks cresça de 430 mil unidades em 2007 para 9,2 milhões em 2012 no mundo, dos quais a maior parte deve ser para uso no setor de educação, disse ele.
Segundo a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), o mercado de computadores pessoais no Brasil em 2009 não deve crescer, apresentando as mesmas vendas de 12 milhões de máquinas de 2008.
Porém, isoladamente, as vendas de notebooks devem disparar 40%, para 6 milhões de unidades, enquanto as de computadores de mesa devem recuar 22%, também para 6 milhões de unidades. Taís Fuoco

Toshiba vende o 1º notebook para cachorro


Dos produtos deste 1º de abril anunciados pela internet, o que mais chama a atenção é o ‘Petbook’, o primeiro notebook para animais.
A ‘pegadinha’ dos japoneses da Toshiba, à primeira vista, pode até convencer alguns usuários mais desatentos, em especial, por ter design e descrição fiéis aos outros produtos da página.
Os recursos para o ‘cãoputador’ (perdão pelo péssimo trocadilho) são verdadeiras piadas, como um leitor de patas para vira-latas não invadirem arquivos pessoais, uma carcaça robusta feita para roer e uma doggycam com microfone que serve tanto para alimentar o narcisismo do cachorro, como também para captar os latidos dos animais – que seriam, obviamente, captados pelo software ´bark2txt,´ que transforma sons de cães em e-mails compreensíveis aos humanos.
Este inovador conversor de latidos em textos, aliás, segundo a Toshiba, pode “mandar mensagens e criar documentos três vezes mais rápido do que a maioria dos cachorros pode digitar, com mais de 99% de precisão”. Uma revolução tecnológica da mentira.
De nome K9, em homenagem ao pastor alemão da polícia, o invento vem com três versões, de US$ 330, US$ 370 e US$ 400. Para dar mais naturalidade ou graça ao lançamento, o ‘Petbook’ já possui depoimentos de compradores humanos satisfeitos com o produto, já que se sentem mais próximos do animal de estimação com a peça.
Quando se clica para saber mais sobre qualquer um dos modelos, para surpresa geral, a página não é encontrada. Na hora de comprar a peça, a Toshiba revela sua tática de marketing, com a mensagem do dia da mentira, “April Fools”.Guilherme Pavarin, de INFO Online

E-books são esperança de fabricantes de LCD


Pergunte a C. T. Liu sobre as futuras fontes de crescimento de sua empresa, a fabricante de LCD AU Optronics, e ele mostrará seu leitor de livros digitais Kindle, como resposta.
A forte recepção ao Kindle, concebido pelo grupo de varejo eletrônico Amazon.com, está atraindo crescente número de programadores interessados em explorar o interesse em aparelhos que permitem que os usuários leiam jornais, revistas e livros em formato digital.
A Sony entrou para o movimento da leitura sem papel com leitores eletrônicos próprios, e formou parceria com o Google para oferecer livros que estão em domínio público e não mais contam com a proteção de direitos autorais.
Outros dos interessados nesse primeiro estágio da era sem papel incluem a Netronix, de Taiwan, que está produzindo modelos semelhantes dotados de telas sensíveis a toques, e a holandesa Polymer Vision, que deve em breve lançar um leitor eletrônico portátil com tela que pode ser enrolada.
Nós consideramos que esse seja um novo setor", disse Liu, vice-presidente sênior da AU, a terceira maior fabricante mundial de telas de cristal líquido (LCD) e fornecedora de painéis à Dell, Hewlett-Packard e Apple, para seus computadores, bem como à Sony, para televisores LCD.
"Eles substituem o papel, a impressão, as editoras, os livros didáticos, e assim por diante", disse Liu, que supervisiona a divisão de telas ao consumidor da AU.
O crescente número de modelos pode ajudar a derrubar os preços e promover as vendas, tornando esses leitores portáteis a nova geração de aparelhos eletrônicos de compra obrigatória.
Com peso inferior a um livro de bolso comum, os leitores eletrônicos utilizam uma nova geração de telas leves, flexíveis e interativas, também conhecidas como "epaper". Quando o aparelho é desligado, as imagens ficam inalteradas na tela, porque ele não necessita de fonte de luz adicional para permitir leitura.
Por não requererem iluminação de tela, ao contrário do LCD convencional, os leitores eletrônicos necessitam de muito menos energia. Um Kindle típico pode ser lido por dias sem ser recarregado.

Netbooks podem trocar Windows por Android


Desde que a HP iniciou testes com o sistema operacional apoiado pelo Google, o Android, para sua linha de netbooks, uma luz amarela acendeu na Microsoft.
Atualmente, a fabricante do Windows surfa a onda dos computadores ultracompactos sem seu principal produto, o Windows Vista.
Como o Vista é pesado demais para o hardware enxuto dos netbooks, a Microsoft adaptou o antigo XP para atender esta crescente demanda.O uso do XP em netbooks é uma solução emergencial.
Até janeiro, quando devem chegar ao varejo as primeiras cópias do Windows 7, uma versão simplificada do novo sistema operacional deve finalmente levar às novidades da Microsoft para segmento de netbooks.
A ideia é que o Windows 7 Starter cumpra essa função e enterre de vez o XP, que sobrevive a contragosto de sua fabricante.
A estreia do Android em netbooks, no entanto, tem potencial para causar grandes estragos aos planos da Microsoft para seu vindouro Windows 7 Starter.
A força da marca Google e a imagem de criador de produtos fáceis de usar devem conferir ao Android uma simpatia do usuário leigo que mesmo as distribuições mais amigáveis de Linux, como Fedora e Ubuntu, não conseguiram.
É improvável que o gratuito Android mate o Windows 7 em netbooks, mas se os testes da HP se espraiarem por outros integradores, é muito provável que a Microsoft seja forçada a vender seu sistema para netbooks por preços muito menores do que gostaria.
Mais do que em outros mercados, o preço final tem peso fortíssimo na decisão de compra de um netbook.
Afinal, a comparação que a maior parte dos usuários faz é com os laptops mais poderosos. Se for para desembolsar muito dinheiro, então é melhor comprar logo um notebook parrudo, reza a lógica. Felipe Zmoginski, de INFO Online

domingo, 22 de março de 2009

BestBuy do Cerrado prepara sua invasão


Com um plano ambicioso e um orçamento de respeito, a rede de serviços de tecnologia CTIS, que nasceu no Centro-Oeste do país, prepara sua entrada nos mercados do Rio de Janeiro e São Paulo com megalojas inspiradas no modelo da norte-americana Best Buy.
O nome pode soar estranho aos nossos ouvidos, mas a CTIS não é nenhuma iniciante. No mercado de tecnologia desde 1983, a companhia faturou nada menos que R$ 457 milhões em 2008 e pretende chegar a R$ 610 milhões de receita neste ano, passando imune à crise.
Parte do crescimento virá de uma ofensiva da rede no Sudeste. Com um investimento de R$ 110 milhões, a CTIS pretende inaugurar 11 lojas ao longo dos próximos dois anos. Nada parecido com aquela lojinha de informática do seu bairro ou com as pouco vistosas gôndolas de computadores dos hipermercados.
Assim como as redes norte-americanas de eletrônicos e informática, a CTIS aposta no modelo de megastores. São lojas amplas, com visual moderno e em pontos comerciais visados, como o Barra Shopping, no Rio, e o novo Shopping Vila Olímpia, em São Paulo.
A rede já possui seis lojas neste padrão em Brasília e Goiânia. O plano de expansão prevê a inauguração de seis lojas ainda em 2009, a partir do mês de março. Além de uma nova loja em Brasília, serão duas novas lojas no Rio de Janeiro e duas no interior de São Paulo – em Campinas e Ribeirão Preto.
“O objetivo é ir primeiro ao interior para tornar a marca conhecida e preparar a chegada a São Paulo”, explica Avaldir Oliveira, presidente da CTIS. A primeira loja na capital será inaugurada em novembro, no novo Shopping Vila Olímpia, que ainda está em construção. Outras cinco lojas devem ser inauguradas em 2010.
Com mais de 4 mil itens no portfólio, as lojas vão priorizar artigos de informática e vida digital, como celulares, GPSs e telas de LCD. Para se diferenciar dos grandes magazines, que se conquistam o consumidor com preços competitivos e parcelamentos sedutores, a rede vai apostar ainda em serviços agregados.

Serviços diferenciados
Além de itens já comuns em outros varejos, como garantia estendida ou seguro parcelamento, a CTIS montou pacotes de serviços para se diferenciar da concorrência. São três linhas principais: webconferência, back-up online e help desk. Os serviços devem custar entre R$ 300 e R$ 500 anuais e estréiam entre maio e agosto deste ano. No longo prazo, eles deverão ser responsáveis por 20% do faturamento das lojas, segundo o presidente.
O plano soa audacioso – talvez até demais para um momento de crise. Nos Estados Unidos, a rede Circuit City, que atuou no mesmíssimo modelo por 60 anos, acaba de fechar as portas. No final de 2008, a rede pediu concordata e, sem conseguir um acordo com seus credores, fechou suas 567 lojas no território norte-americano.
Mas, segundo Oliveria, o plano de expansão da CTIS é cauteloso e já foi redimensionado em função da crise. A meta inicial era expandir a rede para 50 lojas nos próximos quatros anos, mas já foi revista para 26 unidades no mesmo período.
Em conseqüência dos investimentos, o varejo deve crescer em participação no faturamento da companhia, passando a responder por 50% da receita até 2012. Hoje, 70% dos negócios do grupo estão concentrados na unidade de serviços de TI, que engloba fábrica de software, outsourcing de recursos humanos e de impressão, service desk, help desk e venda de licenças e implementação de soluções de parceiros como Microsoft, Oracle e Sybase. Nesta frente, a CTIS já possui operações em São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.
A área corporativa também foi reforçada, com a recente aquisição de uma empresa especializada em soluções para mainframes, a FourBears. A CTIS pagou 6 milhões de reais por 60% da companhia e deve comprar os 40% restantes dentro de quatro anos.
Daniela Moreira, de INFO Online

Testamos o Vaio P, o netbook de grife da Sony


A Asus investiu num negócio chamado netbook, que dá para levar embaixo do braço e não pesa no bolso. Todo mundo foi atrás e a coisa virou febre. Para fazer diferente (e fazer bonito), a Sony deixou de lado a economia e ficou só com o minimalismo. Aí saiu o brinquedo chamado Vaio P530A. E, sem nenhum exagero, nessa máquina o pessoal da engenharia fez uma verdadeira obra de arte. O design dela é muito legal, num formato ultra widescreen, que dá pra carregar com uma mão e colocar no bolso do paletó.
Sofisticado em todos os cantos, o produto é tão diferente da enxurrada de minilaptops que a gente tem visto por aí que é até sacanagem colocá-lo na mesma categoria. Ele mede 12 centímetros de largura e tem 2 centímetros de espessura, resultando numa carcaça de apenas 620 gramas. Para você ter uma ideia, os netbooks comuns têm cerca de 1 kg (e, acredite, 380 gramas fazem uma tremenda diferença quando estão na sua mochila).
O mais impressionante nesse micrinho é a tela de 8 polegadas, e não apenas pelo formato diferente, mas também pela altíssima resolução de 1 600 por 768 pixels. Isso tem dois efeitos colaterais, um positivo e outro negativo. A parte boa é que a exibição de imagens e vídeos é espetacular. O display é de ótima qualidade e tem nitidez bem acima da média, mesmo não sendo brilhante, o mais recomendável em máquinas multimídia. O lado ruim está na hora de fazer atividades mais simples, como navegar na internet, pois tudo fica muito pequeno. Você precisa ter visão de lince e rolar a página várias vezes. E nem pense em mudar a resolução, pois tudo fica esticado ou apertado demais.

Entre smartphone e netbook
Pode inventar o nome que você quiser para a categoria criada pela Sony (afinal, o fresco PocketStyle PC não deve pegar, ou você curtiu?). O fato é que o pequeno computador é direcionado para quem não está satisfeito com apenas um smartphone na hora de digitar e-mails e adiantar alguma coisa para o trabalho quando estiver na rua. Para essas tarefas rápidas, ele é mesmo uma mão na roda, principalmente porque seu teclado é bem razoável, proporcionando um certo conforto.
Para conseguir encaixar teclas de um tamanho decente nessa base, a Sony não fez nenhum milagre. Simplesmente abdicou do touchpad, colocando uma trackball em seu lugar. Você provavelmente odeia essa bolinha, mas ela é bem sensível, melhor que a usada naqueles notebooks corporativos. No fim das contas, o touch faz falta, mas pilotar a máquina com agilidade é uma questão de costume.
No mais, não há muitas coisas para reclamar nesse quesito, a não ser da proximidade entre os botões do cursor e a barra de espaço. Ao bater na barra com o polegar, quando você está escrevendo alguma coisa rapidamente, é comum esbarrar nos comandos errados. Ah, e tem a velha chatice dos notebooks da Sony: para digitar caracteres como barra e ponto de interrogação, é necessário usar uma combinação de teclas.

Produtividade Real
Você vê que uma máquina é bem pensada quando ela está cheia de recursos inovadores para facilitar sua vida na hora do aperto. Uma coisa difícil de comandar quando você não tem um touchpad é a disposição das janelas. E a Sony resolveu isso de uma forma inteligente – colocou um botão de organização rápida, para montar um mosaico aleatório com os programas abertos. Exagerando muito, dá até para trabalhar com três páginas ao mesmo tempo.
Também existe um recurso interessante para abrir aplicativos rapidamente, quando o micro estiver desligado. Em cerca de 20 segundos, sem carregar o Windows, você abre uma espécie de sistema operacional simplificado, com aplicações como player de músicas e vídeos, mensageiro instantâneo e navegador. Tudo isso numa interface simples e bonita, lembrando a do Media Center. O programa funciona com certa lentidão, mas quebra o galho.
Enquanto a maioria dos minilaptops encontrados no mercado usa Windows XP ou alguma distribuição de Linux, o Vaio P exagera ao vir com o Windows Vista, na versão Home Premium. Todo tipo de software roda com lerdeza, e não há justificativa para o fato de uma máquina de quase 4 mil reais te deixar nervoso na hora de abrir um simples editor de texto.

Sofisticado por fora, mas por dentro...
A Sony poderia ter caprichado na configuração com o mesmo empenho mostrado na hora de criar o design do notebook. Em geral, a configuração dele é mais fraca que a dos minilaptops comuns, principalmente por causa do processador Intel Atom Z530, de 1,3 GHz. O disco rígido é de apenas 60 GB, e o único componente que merece destaque é a memória RAM de 2 GB. A versão testada é a única vendida no Brasil, mas no exterior é o modelo basicão.
O resultado, como já havia ficado claro no teste de usabilidade, é um desempenho abaixo das expectativas. Seu Índice de Experiência no Vista é de 2,7, sendo o maior gargalo o processador. No PCMark05, a máquina atingiu 628 pontos, enquanto o normal para os netbooks é superar os 1 000 pontos. Já no 3DMark06, que avalia o desempenho do conjunto com gráficos em 3D, a pontuação foi 86, ficando dentro da média. Outro resultado problemático veio no teste de bateria. O PC aguentou apenas 108 minutos durante uso intenso. Pior: demorou mais de três horas para carregar completamente.
No quesito conectividade, também não há nada além do esperado. O Vaio P possui Bluetooth, wireless no padrão 802.11n e duas portas USB. Outra coisa legal é a câmera com Motion Eye (ou seja, ela acompanha o seu olhar). Mas várias coisas ficam faltando, como GPS e suporte a chips 3G, recursos presentes nas séries mais avançadas desse micrinho lá fora.
Marco Aurélio Zanni, de INFO Online

Empresa japonesa lança e-book colorido


da France Presse, em Tóquio
A empresa japonesa Fujitsu colocou à venda no país o primeiro modelo de livro eletrônico com textos e imagens a cores.
O aparelho --cujas medidas são 24 cm de altura por 16 de largura, 1,25 cm de espessura, e peso de 385 gramas-- tem uma paleta de 260 mil cores. O livro funciona 40 horas com a bateria carregada, segundo a configuração, e só consome energia quando se vira a página.
O Flepia tem tecnologias de telecomunicação (Wi-Fi e Bluetooth 2.0), uma entrada USB para conectar o aparelho ao computador e permitir o download de obras literárias, até mesmo com um telefone celular conectado à internet.
O Japão tem sites que oferecem livros digitais para telefones portáteis e outros terminais. As livrarias on-line oferecem 20 mil obras de diferentes gêneros e preços, em dois formatos de livro eletrônico reconhecidos pelo Flepia.
Segundo a Fujitsu, um cartão de memória de quatro Gbytes pode armazenar quase 5.000 obras digitais de 300 páginas.
O aparelho está a venda por um valor equivalente a US$ 1 mil. Também pode ser usado como "biblioteca de bolso".
O Flepia também serve para ler e-mails e trabalhos com documentos pessoais e profissionais (apresentações, relatórios, tabelas).

Dell lança laptop mais fino do mundo


Adamo, portátil de luxo, vai competir com MacBook Air, da Apple porGabriel Madway - Reuters
SÃO FRANCISCO - A Dell revelou nesta terça-feira seu laptop "de luxo", o Adamo, chamando-o como o mais fino notebook do mundo em um esforço para competir no mercado de computadores ultraportáteis de topo de linha definido pelo MacBook Air, da Apple.
A máquina revestida de alumínio tem espessura de 1,65 centímetros e vem com tela de 13,4 polegadas e drive de memória sólida de 128 gigabytes.
Com preço inicial de 1.999 dólares, o Adamo está posicionado como a nova marca mais cara da Dell. Uma configuração diferente será vendida por 2.699 dólares. No Brasil, segundo o site da Dell, o preço é de cerca de 9.000 reais.
O Adamo tem por objetivo "declarar alguma coisa em termos de design, surpreender as pessoas por ser um Dell", disse John New, executivo de marketing do grupo. "O aparelho se destina ao consumidor de gosto exigente e disposto a pagar um pouco mais por isso."
A Dell vem trabalhando para gerar interesse pelo Adamo, cujo nome vem da expressão latina para "se apaixonar por". Informações sobre o novo modelo começaram a vazar no final do ano passado, e a empresa realizou um evento em janeiro, em Las Vegas, onde ofereceu um vislumbre passageiro do laptop, nas mãos de uma modelo.
A Apple ajudou a lançar a categoria dita ultraportátil, no ano passado, com o MacBook Air, que tem 1,9 centímetros de espessura e era até agora o mais fino laptop do mundo.
O Adamo, com peso de 1,8 quilo, é mais pesado que o Air, com 1,36 quilo. O modelo da Apple tem preço inicial de 1.799 dólares.
A maioria dos fabricantes de computadores pessoais, incluindo o Lenovo Group, Hewlett Packard e Sony vende ultraportáteis.
A Dell tem tentando revigorar sua marca junto aos consumidores, em meio a esforços para diversificar base de receita. Clientes empresariais respondem por cerca de 80 por cento do faturamento da companhia, e os computadores pessoais por 60 por cento.
Na semana passada, a Dell lançou o Studio One 19, por 799 dólares, um PC com tela sensível a toques que pode ser usado na cozinha ou na sala de estar. O produto será disponibilizado inicialmente no Japão e depois irá para outros países.
As ações da Dell recuaram 13 por cento desde o início deste ano, enquanto os papéis da Apple saltaram 12 por cento. A Dell, entretanto, tem apresentado performance melhor que a HP, cujas ações despencaram 20 por cento desde o início de 2009.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Livro ensina público leigo a produzir artesanato high-tech


ANDREA MURTA da Folha de S.Paulo, em Nova York
Um travesseiro que funciona como telefone. Uma bolsa que brilha quando o celular toca.
Um chapéu que esconde em bordados os controles de um iPod Shuffle. Não só esses artigos estão disponíveis, mas podem ser feitos por qualquer pessoa --mesmo quem fugia da aula de ciências e acha que 'circuito fechado' é a rota de festas dos ricos e famosos.
É a promessa de Alison Lewis, autora de "Switch Craft: Battery-Powered Crafts to Make and Sew" (Switch Craft: artigos à bateria para fazer e costurar), lançado recentemente nos Estados Unidos.
O livro, com a colaboração da artista Fang-Yu Lin, reúne os dois amores de Lewis, moda e eletrônica, com a intenção de atrair uma plateia até hoje reticente ao mundo da tecnologia.
"Eu escrevi para quem nunca tocou em eletrônicos na vida" disse ela à Folha, por telefone, da Filadélfia. "Pensei em pessoas que costuram, como eu, ou fazem trabalhos manuais. Baseei os projetos em habilidades que elas já têm e no que podem fazer se superarem o medo."
O trabalho vai na onda de dois movimentos crescentes nos EUA: a personalização na moda e a eletrônica no estilo "faça você mesmo", cultuados em revistas especializadas e comunidades virtuais como a Craftster.org.
Sobre o tema, Lewis também mantém um blog (iheartswitch.com) e apresenta, na rede, o programa 'Switch'. A ideia é fugir dos estereótipos dos aficionados por eletrônica, assim como fez a própria autora: sem cara de nerd, a loira de 34 anos estudou arte e parece ser tão habilidosa na maquiagem quanto na fiação.
Com linguagem mais próxima da costura e ilustrações detalhadas dos 20 projetos sugeridos, as elocubrações do livro não exigem nenhum conhecimento em programação.
E a autora diz que mesmo o leitor que nunca pregou um botão é capaz de fazer, por exemplo, a sacola para laptop que é a primeira a saber quando há Wi-Fi na área, com o apoio das seções com moldes para tecidos e noções básicas de eletrônica.
Mas há limitações para o uso de alguns projetos. Não é sempre que dá para sair de casa com uma saia perpassada por fios iluminados ou uma bolsinha que acende letras na face exterior ao ser aberta.
'Para ser sincera, nem sempre é uma boa ideia usar roupas com tecnologia. Ainda temos muitas barreiras tecnológicas, como a questão da bateria. É muito chato ter que carregar as roupas antes de usá-las.'
Caminho da moda
Lewis diz que não é só o mundo do design de moda que está afastado da eletrônica: o contrário também é verdadeiro. "Há uma séria falta de comunicação. A mágica está na tecnologia, mas o design é fundamental."
Ainda assim, ela acredita que o futuro da moda está nesta fusão. "Para inovar nesta área hoje, é preciso pensar em termos de materiais tecnológicos, porque o resto já foi feito."
No futuro, afirma, a veia utilitária poderá falar mais forte, como em jaquetas que se aquecem quando a temperatura cai. Mas a estética também será contemplada, por exemplo, com tecidos que mudam de cor.
"Switch Craft: Battery-Powered Crafts to Make and Sew", por Alison Lewis e Fang-Yu Lin
Potter Craft, 2008
144 páginas
Sem tradução para o português
US$ 16,47 na Amazon

Apple touch-screen netbook in Q3?



Boom: Apple netbook in Q3 -- that's the rumor being spread by the Commercial Times / DigiTimes tag-team of electronics tattlers. Apparently, Wintek will supply the touch-panels to Quanta computer who'll be tasked with assembling Apple's netbook. Take this one with a grain of salt though -- while these two Taiwan-based magazines tend to be accurate with insider info related to Taiwan-based companies like Acer and ASUS, they can often be wide of the mark with rumors related to foreign companies. Unless of course we missed the launch of the Blu-ray Xbox 360 and G5 PowerBooks. Image courtesy of Frunny]Engadget
Mais
According to a report by Commercial Times (passed along by DigiTimes), an Apple netbook can be expected in Q3 of this year. Yes, the rumors have returned.
Their information comes from Wintek, the company slated to provide the touch panels for the device—the netbook itself will be made by Quanta Computer.
So can the rumors be believed? The Commercial Times did spill the beans on the original iPhone. But they've been wrong about plenty of other stuff in their time, too.
Also, who is saying that Apple is creating a "netbook" by general standards? Would such a device look anything like Asus' netbook, especially if it's to feature a touchscreen? [DigiTimes]. Gizmodo

sábado, 7 de março de 2009

Netbooks ganham 3G e portáteis multimídia impressionam na Cebit


Os netbooks —laptops ultraportáteis— podem ser uma explosão no mundo de TI, mas na Cebit, maior feira de tecnologia do mundo, o brilho dos nanicos foi pequeno este ano. É mais fácil tropeçar em um porta-retrato digital do que em um modelo que salte aos olhos.
A Asus foi a única fabricante que chamou a atenção ao reapresentar um novo modelo da linha EeePC. O T91 tem tela sensível ao toque de 8,9 polegadas e já tinha sido mostrado na CES, feira de eletrônicos que aconteceu em janeiro, em Las Vegas. A empresa também mostrou o ultrafino EeePC 1008HA, com suporte para redes WiMAX e 3G.
Aliás, o 3G foi o diferencial nos nanicos. A LG também trouxe o X110, com suporte à rede, HD de 160 GB e tela de 10 polegadas. A MSI, veio com o Wind U120, pesando 1,2 quilos e com 160 GB de HD. Pena que a função não é novidade. No Brasil, a Vivo já oferece modelos com a função.
Gigantões na Cebit
Ao lado dos netbooks, as empresas também apresentaram portáteis multimídia gigantes, com telas de até 18,4 polegadas e peso de mais de 4 quilos, como o N90SV, da Asus, dual HDD de 1 TB, leitor de Blu-ray e processador Intel Pentium Dual-Core.
A Acer veio com o super notebook Aspire 8930, com tela de 18.4 polegadas, leitor de Blu-ray, processador Intel Core 2 Duo, HDMI, TV tuner e controle multimídia sensível ao toque. A máquina custa, aproximadamente 1,7 mil euros. Cintia Baio Do UOL Tecnologia Em Hannover, na Alemanha

O limite de espessura em notebooks


Parece brincadeira, mas os notebooks chegaram a um limite de espessura que o ganho de alguns milímetros é o suficiente para um fabricante alardear o feito em campanhas publicitárias. Temos visto verdadeiras guerras de informação entre os “mais finos do mundo”. Quando a Apple anunciou o seu modelo com 1,93 cm, não tardaram a surgir outros fabricantes divulgando medidas como 1,8 e 1,7 cm. A redução, no entanto, tem um limite. E, por mais estranho que pareça não são as placas de circuito, teclados ou dispositivos de armazenamento que estão limitando a evolução. Fabricantes destes produtos estão reduzindo seus tamanhos para equipar os mais finos. O verdadeiro problema são os Chips e os seus sistemas de resfriamento que, teoricamente haviam chegado a um limite técnico.
A Intel, no entanto está anunciando uma nova família de Chips para equipar os notebooks “ulta-finos”. Tratam-se dos modelos SU9600 Core 2 Duo de 1,6GHz e SU3500 Core Duo de 1,4 GHz. A empresa ainda não divulgou a imagem ou as dimensões dos novos produtos, mas com certeza trarão um novo patamar de espessura para os notebooks.Por Daniel Serrano

Asus lança netbook ultrafino com Wimax


Quem veio para a Cebit com expectativa de encontrar netbooks —laptops com tamanho reduzido—com novas funções, se decepcionou. Nos pavilhões da maior feira do mundo, é bem mais fácil encontrar modelos de porta-retratos digitais.
Pelos corredores, o que se via eram modelos bem parecidos com o que temos atualmente, a maioria com telas de 10 polegadas e configurações que não ultrapassam 1GB de memória RAM e 160 GB de armazenamento.
As novidades concentraram-se, principalmente, no estande da Asus, que consagrou os netbooks com a linha EeePC. A principal foi o anúncio do modelo EeePC 1008HA que, de tão charmoso, nem se parece com os outros equipamentos da família, lembra mais o MacBook Air da Apple.
O netbook vem com tela de 10 polegadas, câmera embutida de 1,3 megapixels, pesa apenas 1,1 quilo, tem 3G e suporte para conexões WiMAX, Bluetooth e touchpad multitoque.
A configuração do novo portátil e o quanto ele deve custar são informações que ainda não foram divulgadas pela empresa.
Outro netbook que chamou a atenção entre os visitantes, foi o EeePC T91, com tela sensível ao toque. No entanto, o pequeno laptop já tinha sido apresentado na CES deste ano. O equipamento também traz GPS. Cintia Baio Do UOL Tecnologia Em Hannover, na Alemanha

Novo cigarro eletrônico pode ajudar a largar o vício


A empresa SuperSmoker anunciou seu novo produto, os cigarros Blue, que prometem ajudar os fumantes a largar o vício, apresentando uma versão eletrônica do tradicional cigarro. O SuperSmoker Blue faz com que o fumante inale apenas a nicotina, evitando levar aos pulmões todas as outras toxinas, como enxofre e monóxido de carbono. A quantidade de nicotina pode ser diminuída aos poucos até que o vício seja extinguido.
Fumantes dificilmente conseguem largar o vício de uma hora para a outra, e costumam empregar adesivos ou chicletes de nicotina para abandonar o cigarro lentamente, sem fumar e sem sofrer com a abstinência. Com o SuperSmoker Blue, até o fator psicológico de ter algo entre os dedos poderia ser resolvido.
Para facilitar a adaptação, o Blue tem formato muito semelhante ao de um cigarro convencional, incluindo os filtros, noticiou o site OhGizmo!.
A SuperSmoker afirma que, além de melhorar sua saúde, é possível economizar dinheiro com seu produto, uma vez que seu modelo mais básico custa US$ 139 e uma carteira com 24 repositores sai por US$ 18,95.
De acordo com o site Übergizmo, a empresa informa que o produto está disponível nas versões Zero, Light, Menthol e Regular, com diferentes níveis de nicotina. O site do produto é www.supersmoker.com. Terra Tecnologia

Conheça rivais do Kindle no iPhone


A Amazon liberou um aplicativo que transforma o iPhone em Kindle, mas outros leitores de e-books já estavam disponíveis para o aparelho e desempenham a função com bastante competência. Confira alguns deles:
Stanza
Uma das vantagens do Kindle para iPhone é o acervo de conteúdo, certo? Bem, o Stanza já resolvia o problema. O aplicativo lê documentos no formato do leitor da Amazon e suporta uma série de outras plataformas, como Open eBook, eReader, PalmDoc, HTML e PDF. Também é possível comprar títulos da loja de e-books Fictionwise e baixar obras de repositórios livres como Feedbooks, SmashWords e Project Gutenberg. O programa otimiza o texto para ficar agradável à leitura e permite alterar configurações, como tamanho e tipo da fonte, cor e alinhamento.
eReader
Também popular na App Store, o eReader é bem parecido com o Stanza na aparência e nas funções. É o leitor oficial da loja Fictionwise e também traz obras gratuitas do ManyBooks.net. Lê qualquer arquivo no formato eReader.
Bookshelf
Disponível em versão paga (US$ 5,99) ou gratuita – com anúncios e limite de obras armazenadas –, o Bookshelf também suporta uma variedade de formatos, incluindo txt e Microsoft Word. As funções de formatação de texto e modos de visualização em paisagem ou retrato também estão disponíveis.
Reader
Este leitor da dBelement tem uma diferença fundamental dos demais: você não precisa baixá-lo. O Reader funciona online, a partir do Safari. Basta digitar http://reader.dbelement.com e navegar. Por motivos óbvios, isso significa que só vale a pena usá-lo quando estiver em rede Wi-Fi.
Postado por - Daniela de Almeida Moreira

Wi-Fi abre espaço no cartão de memória


Quem tira fotos pelo smartphone já se acostumou: é só clicar para sair distribuindo rapidinho as imagens por Wi-Fi, Bluetooth (se não for um iPhone, claro) ou rede celular. Mas nas câmeras digitais, nada feito...
Tirando os raríssimos (e caros) modelos com Wi-Fi embutido, lá vai cabo, cartão e PC pra fazer um simples upload no Flickr ou no YouTube ou mandar a foto para o próprio protagonista.
Ou não. Uma fabricante do Vale do Silício, com o criativo nome de Eye-Fi, criou um cartão de memória com Wi-Fi . Além de fazer o upload de fotos, as mais novas versões dos cartões trabalham com vídeo.
A empresa também criou um programa para facilitar o upload do conteúdo. Dá para mandar a mesma foto para até 25 sites, mais o seu próprio micro. Nos Estados Unidos, o preço dos cartões Wi-Fi começam em 49 dólares, na versão de 2 GB.
A Eye-Fi foi criada em 2007, com um investimento de 5,5 milhões de dólares.Postado por - Débora Fortes

Leve 512 GB em SSD para seu laptop


Se você tem um laptop, sei que você o ama. Mas também sei que você gostaria muito de poder fazer tudo naquele tão precioso brinquedo, como colocar todos seus gigas de músicas, todos aqueles jogos pesados e poder assim aposentar de vez seu desktop e se tornar um homem livre! Discursos a parte, agora é possível fazer algo assim.
A empresa A-DATA mostrou seu novo cartão SSD na CeBIT. Em míseras duas polegadas e meia, você terá 512 GB para seu laptop. O cartão promete 230 MB/s por segundo em velocidade de leitura 160 MB/s de velocidade de escrita.
Infelizmente, o preço e a data de lançamento ainda não foram divulgados. Enquanto isso, nós continuaremos sonhando com a liberdade de fazer o que quiser no laptop. E também sonhar com um cartãozinho desses de 1 TB... Postado por - Leonardo Martins

Eee PC T101 H vem com tela touchscreen de 10,1” e que gira 180º


Nossos dedos agradecem. A Asus apresentou na CeBIT, o upgrade do T91, uma solução conveniente para seus Eee PCs com teclados estreitos. Agora, a tela sensível ao toque é de 10,1 polegadas. Isso significa que, para uma série de funções, não nos sentiremos um pianista adaptado ao instrumento de sua infância.
Conhecido por Asus Eee PC T101H, seu recurso touchscreen é otimizado por um software chamado de TouchSuite, que permite a interação com interfaces 3D e manipulação de fotos e outros arquivos por comandos táteis. Além disso, a tela também pode girar 180graus.
Segundo a empresa taiwanesa, o fino portátil pesa apenas 1,25 kg, tem uma polegada de espessura e promete 5 horas de uso contínuo por meio de sua bateria.
Nas configurações, há opção de incluir GPS e sintonizador de TV. O processador é um Atom N 270 (mais antigo que o do T91), e possui memória RAM de 1GB, 160 GB de HDD e o sistema operacional é um XP Home. Postado por - Guilherme Henrique Pavarin de Carvalho