sexta-feira, 13 de maio de 2011

O ar virou uma tela sensível ao toque


Por Paula Rothman, de INFO Online
Uma moldura vazia, com literalmente um buraco no meio, é a nova invenção da Universidade Texas A&M que permite transformar quase qualquer tela em um monitor sensível ao toque.

Mais do que isso, a invenção do Interface Ecology Lab, batizada de ZeroTouch, permite interação sem toque: você movimenta o “ar” e seus gestos são traduzidos em ações.

O nome, que pode ser traduzido como “Zero Toque”, é bastante apropriado. Sensores infravermelhos e LEDs são usados para criar uma série de feixes de luz invisíveis que cruzam de um lado ao outro da moldura.

Quando esses feixes são interrompidos, o programa entende que algo tocou o espaço, e interpreta o gesto. Com o dispositivo, é possível por exemplo controlar uma série de equipamentos utilizando comente o movimento das mãos - sem a necessidade de pressão sob uma superfície.

A "moldura" também pode ser presa e programada em outros equipamentos, transformando monitores comuns em dispositivos com tela sensível ao toque.

A novidade na área de tecnologias óptica está sendo apresentada esta semana durante a Conference on Human Factors in Computing Systems 2011. Segundo seus criadores, ela possui maior precisão do que o sistema similar de sensor de movimentos do Kinect, da Microsoft.

Zino HD é pequeno e poderoso


Media center da Dell tem processador forte e boas conexões
Por Cauã Taborda e Juliano Barreto, de INFO Online

O Inspiron 410 Zino HD, da Dell, faz tudo o que se espera de um bom PC, mas sua vocação é ser o melhor amigo da TV. Pequeno e silencioso, tem quatro opções de acabamento, do preto brilhante ao vermelho intenso. Seu ponto forte é a diversão. Exibe filmes em Blu-ray, tem conexão Wi-Fi e o Windows Media Center para rodar músicas e vídeos de outros notebooks e desktops de casa. Tudo pelo controle remoto. A escorregada da Dell foi equipar o Zino HD com mouse e teclado com fio, pouco prático para um equipamento de 2.499 reais.

O Zino HD é um paralelepípedo de cantos arredondados e carcaça em plástico preto brilhante. Suas medidas (20 por 8,5 por 20 centímetros) fazem com que ele ocupe o dobro de espaço que seu principal concorrente, o Mac Mini. Mas, mesmo com medidas mais compactas e carcaça mais elegante, o desempenho das máquinas é similar.

Armado com um processador AMD Phenon P960, com 4 núcleos de 1,8 GHz, 4 GB de memória RAM DDR3 de 1333 MHz (dois pentes de 2 GB) e HD de 7200 RPM SATA II com 500 GB, o Zino pode muito bem suprir todas as necessidades que exigem um desktop convencional. Por conta da configuração forte, tarefas de escritório como planilhas, documentos e apresentações e até usos mais pesados, como programas gráficos (Photoshop, por exemplo) são realizados sem nenhum problema.

O pequeno desktop cravou 4.892 pontos no PCMark Vantage e 3.877 pontos no GeekBench. Seus principais concorrentes, o Mac Mini (Apple), Zbox Barebone (Zotac) e Mini Fit (Positivo) atingiram 2.672, 1.350 e 800 pontos no GeekBench, respectivamente.

Conexões de sobra

Os 500 GB de armazenamento podem não ser o ideal para uma central multimídia. Para resolver o problema de armazenamento, o pequeno traz duas portas eSata, além de 4 USB 2.0 (duas frontais) e leitor de cartões SD, MMC, MS e MS Pro. A quantidade de conexões e o Wi-Fi n tornam o compartilhamento de arquivos com o Zino uma tarefa simples e bastante prática. O gerenciamento feito pelo Media Center do Windows 7 não apresentou nenhum entrave durante os testes do INFOlab.

Prata nos gráficos

A resolução máxima de 1080p é garantida pela placa Mobility Radeon 5450, da ATI, que conta com 1 GB de memória dedicada. Para se conectar à TV ou monitor o Zino HD conta com saída HDMI e D-SUB (VGA). Embora a placa tenha bastante memória dedicada, ela ficou abaixo da GeForce 320M, presente no Mac Mini. No benchmark 3DMark 06, o Zino HD registrou 3.512 pontos contra 4.398 do concorrente da Apple.

Samsung quer fabricar nova geração de tablets no Brasil, afirma Minicom

Por Redação do IDG Now!
Anúncio foi feito pela empresa na Coreia do Sul ao ministro das Comunicações Paulo Bernardo; produção deverá começar no segundo semestre.

A Samsung manifestou na quinta-feira (12/5) a intenção de fabricar um novo modelo de tablet no Brasil. O anúncio foi feito na Coreia do Sul, durante visita oficial do Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, ao país.

Segundo informações divulgadas pelo Ministério, o tablet deverá utilizar um sistema operacional "mais moderno" e virá com "tela maior" e "cãmera mais potente". A produção deverá começar já no segundo semestre de 2011. Procurada pelo IDG Now!, a filial brasileira da Samsung afirmou desconhecer o anúncio.

Em sua visita à sede da Samsung, Bernardo foi apresentado à linha de produtos de consumo da empresa, como Smart TVs, tablets, celulares e monitores. O ministro também conheceu as evoluções da tecnologia de banda larga móvel 4G e LTE.

O ministro visitou ainda o Instituto de Ciências e Tecnologia Avançada da Coreia (Kaist, na sigla em inglês), onde se encontrou com estudantes bolsistas brasileiros.

Semicondutores
Na quarta-feira (11/5), a fabricante coreana de semicondutores Hana Micron tornou pública a intenção de investir 300 milhões de dólares no Brasil.

Por meio de parceria com a empresa gaúcha Parit Participações, será criada a HT Micron Semicondutores, com sede em São Leopoldo (RS).

As duas empresas terão participação de 50% no novo negócio, que terá apoio financeiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Fundada em 2001, a Hana Micron tem sede na Coreia do Sul e filial nos Estados Unidos. Já a Parit Participações é uma holding que controlas as empresas Altus Sistemas de Informática, Altus Participações e Teikon Tecnologia Industrial. (com Ministério das Comunicações)

Primeiras impressões do Samsung Chromebook Series 5



Por Melissa J. Perenson, PCWorld EUA e Rafael Rigues, PCWorld Brasil
Ágil e com design elegante, primeiro portátil com o sistema operacional Chrome OS, da Google, parece promissor.

O mundo da computação móvel acabou de ficar um pouco mais interessante. O sistema operacional Chrome OS finalmente está pronto para as massas, dois anos após seu anúncio inicial, e o Samsung Chromebook Series 5 (que chega às lojas nos EUA e em mais seis países em 15 de Junho) será um dos dois notebooks que servirão como “vitrine” para o sistema operacional baseado na web da Google.

Quando o Chrome OS foi anunciado há quase dois anos, me perguntei se realmente precisávamos de um outro sistema operacional. Muitas das minhas dúvidas ainda persistem, especialmente dado o sucesso estrondoso do Android. Mas depois de brincar um pouco com um Samsung Chromebook Series 5 durante o Google I/O, fiquei agradavelmente surpresa com os avanços em alguns aspectos do notebook e de seu sistema operacional.

Por fora, o Chromebook se parece com qualquer outro notebook ultraportátil, exceto pelo logo do Google Chrome na tampa. Medindo 29,46 x 21,84 cm, e com apenas 2,03 cm de espessura, ele pode ser considerado compacto, mas não excepcionalmente esguio.

O peso também não impressiona. Com 1,5 quilos ele não pode ser considerado um peso pena como o MacBook Air, mas pelo menos ele dá a sensação de ser mais leve do que realmente é um fenômeno que atribuo ao bom equilíbrio do aparelho nas mãos. Na verdade, fiquei surpresa com a facilidade para segurá-lo com uma mão só.

Um dos pontos fortes do Chromebook é a capacidade de ligar instantâneamente. Ele dá boot em cerca de 8 segundos, e “acorda” da hibernação pronto para usar assim que você abre a tampa. Isto reflete o senso de imediatismo de um tablet Android 3.0, mas o tempo de boot continua sendo um diferencial importante já que o Android continua a ter “gargalos” que fazem com o que o boot e desligamento de um aparelho demorem algum tempo. Nenhum dos tablets Android 3.0 que testei me impressionou com o tempo de boot, e em alguns casos eu fui literalmente capaz de ir buscar um café e tomar metade dele antes que o tablet estivesse pronto para o uso.

Embora parte da agilidade do Chromebook no boot possa ser creditada ao design do Chrome OS, parte dela pode ser resultado dos componentes dentro da máquina. O Series 5 tem hardware similar ao dos netbooks atuais, com um processador Intel Atom N570 dual-core de 1.66 GHz, 2 GB de RAM e um disco SSD mSATA de 16 GB (usado apenas pelo sistema operacional e para cache local de dados). É hardware mais poderoso do que o que você irá encontrar em tablets Android atuais.

Em termos de conectores físicos, o Series 5 Chromebook é minimalista. Todas as portas nas laterais estão escondidas atrás de tampas, com excessão de uma solitária porta USB 2.0 no canto direito, próxima à parte de trás. Há um slot para cartões SDHC na frente, outra porta USB 2.0 atrás de uma tampa no lado esquerdo, uma saída para monitor externo (que exige um adaptador, incluso na embalagem), e um slot para SIM Cards de tamanho normal (nos modelos equipados com modem 3G). O conector para plugue de 3.5 mm dos fones de ouvido também funciona como entrada de microfone. Sobre o monitor há uma webcam de 1 megapixel para videochamadas.

O teclado no estilo “ilha”, como nos MacBooks, me pareceu bastante espaçoso e confortável. Também gostei do grande tackpad, que não é “duro” como outros modelos “clicáveis” que também funcionam como botões do mouse. No teclado as teclas de função foram substituídas por uma fileira de teclas para navegação web, embora a idéia de ter teclas como página anterior (Back), página seguinte (Forward), recarregar (Refresh) e nova janela tão lá em cima me parece contraprodutiva.

Gostei de saber durante o Google I/O que a Google adicionou um gerenciador de arquivos ao Chrome OS. Ando de olho nos desafios no gerenciamento nativo de arquivos em sistemas operacionais móveis, e estava ansiosa para testar este recurso no Chromebook.

Meu teste foi simples: peguei um pendrive qualquer na bolsa e o pluguei à porta USB; O Chrome OS rapidamente reconheceu o dispositivo e mostrou um gerenciador de arquivos em uma nova aba no Chrome. Consegui ver os arquivos e pastas no pendrive, selecionar um arquivo, ver um preview de uma imagem e abrí-la com dois cliques no trackpad.

Imagens em alta-resolução nem sempre se redimensionaram automaticamente para caber na tela (como fazem quando você abre uma foto no Visualizador de Imagens do Windows ou no Picasa, por exemplo), mas ficaram boas no monitor de 12.1 polegadas, que tem resolução de 1280 x 800 pixels. Muito boas. As cores eram vibrantes e precisas, o que não é pouca coisa dadas as telas de alguns tablets com Android 3.0. O gerenciador de arquivos ainda é limitado - a versão que usei não tinha a capacidade de fazer cópias de arquivos, por exemplo - mas um representante da Google me prometeu que este recurso será implementado em breve.

Enquanto analisava a interface do Chrome OS, prestei atenção em como os aplicativos são apresentados no navegador e tentei replicar minha experiência diária de navegação na web, algo como cerca de 30 abas abertas simultâneamente, e isso em apenas uma janela. Embora eu tenha aprendido alguns atalhos da interface (http://goo.gl/vTH6), como um meio de pular diretamente para uma aba pressionando ao mesmo tempo Ctrl e o número correspondente, notei rapidamente que não é fácil se mover entre dezenas de abas abertas, já que elas são reduzidas a abas minúsculas com um “...” no lugar do nome. Assim fica impossível saber o que está em cada aba.

Considerando que as abas, no universo do Chrome OS, representam seus documentos abertos, aplicativos e páginas web, este é um desafio de interface que a Google precisará resolver, e logo. Representantes da empresa me disseram que há várias abordagens sendo consideradas, mas que nada foi decidido ainda. É aqui que as atualizações constantes do Chrome e do Chrome OS, atualmente lançadas a cada seis semanas, serão úteis.

Não estou convencida de que todos irão querer, ou mesmo precisar de, um Chromebook. Mas o que eu vi até agora parece promissor. E com os modelos da Samsung custando a partir de US$ 430 (na versão Wi-Fi, US$ 499 pelo modelo com 3G) nos EUA o Chromebook parece pronto para competir com os netbooks comuns e laptops ultraportáteis.

Artigo: O notebook da Google vai substituir seu laptop?

Por Tony Bradley - PC World/EUA
Fiel à ideia de que "tudo está na web", Chromebook aposta na mobilidade e na computação em nuvem; isso é suficiente para "matar" os notebooks?

O Google passou grande parte do segundo dia do I/O focado no Chrome OS e demonstrando os novos Chromebooks. Esses netbooks baseados na web são uma tentativa ambiciosa de mudar fundamentalmente a maneira como as pessoas usam computadores, podendo ser o novo substituto do seu laptop...se você deixar.

Em primeiro lugar, vale fazer uma pequena revisão a respeito do Chrome OS e dos Chromebooks, que chegarão em breve. O Chrome OS, que não deve ser confundido com o navegador Chrome, é um sistema operacional desenvolvido pela empresa, que tem como principal premissa fornecer uma experiência completamente imersa na web, livre de problemas com processamento, segurança e outras dificuldades que são comuns a maioria dos computadores, principalmente aqueles com Windows.

A empresa lançou um vídeo divertido no qual começa explicando que Chromebook não é um laptop, nem mesmo um computador. O aparelho, de acordo com o Google, não somente “tem” a web, mas também “é a web”. Não há um desktop ou mesmo aplicações instaladas localmente. O usuário faz tudo na rede, utilizando um dispositivo parecido com um netbook portátil que liga quase instantaneamente.

No blog oficial da Google, a companhia explica que o Chromebook dá boot em poucos segundos, em vez de minutos, e afirma que, com os updates automáticos, o aparelho ficará cada vez mais rápido ao passar do tempo. O Chromebook pode funcionar por um dia inteiro com uma única carga, e, com a conexão 3G opcional, o usuário pode ficar online em praticamente qualquer lugar. No post, está escrito que “seus aplicativos, jogos, fotos, músicas, filmes e documentos estarão acessíveis de qualquer lugar e não será mais preciso se preocupar em perder o computador ou esquecer de fazer o backup das informações”. Isso pode ser verdade, porém ele assume que esse usuário abraçou de maneira completa o Google e tudo que se faz na web. Obviamente, se a pessoa mantém fotos em um pendrive conectado ao desktop com Windows 7, acessá-las a partir do Chromebook pode ser problemático.

Se observarmos o que a Microsoft está fazendo ao integrar o Internet Explorer ao Windows 7 e essencialmente estender o desktop para incluir a Web, é possível perceber que a Google e a Microsoft estão na verdade perseguindo o mesmo objetivo, todavia em direções opostas. A MS está tentando construir uma ponte a partir do modelo tradicional Windows/Office para integrá-lo à rede, enquanto o Google está tentando pegar suas ferramentas baseadas na web, juntamente com essa experiência, e trazê-las para o que seria um formato de PC.

Ambas estratégias reconhecem que a internet tem vantagens na forma de aplicação e como plataforma de produtividade; o Google é o pai desse conceito, que entrega tudo ao usuário a partir da rede. Assim como é verdade que é possível abandonar o desktop tradicional e modelo de software e trabalhar inteiramente na nuvem, a partir de um dispositivo como o Chromebook, também é verdade que o usuário pode facilmente escolher utilizar essas ferramentas baseadas na web, a partir de plataformas tradicionais como Windows, Mac OS X ou Linux em um notebook, mantenho o benefício de instalar programas de maneira local e fazer outras coisas que não são possíveis com o Chromebook. Esse dispositivo do Google é convincente, e a visão do Google em relação a um futuro de computação móvel é intrigante, mas os Chromebooks não irão substituir os notebooks em um período próximo.

Positivo registra prejuízo de R$ 33,7 mi no 1º trimestre

Por Redação Computerworld
No período, receita da fabricante de PCs caiu 21% para 421 milhões de reais e volume de vendas recuou 8%.
A Positivo Informática obteve prejuízo líquido de 30,3 milhões de reais no primeiro trimestre do ano, revertendo lucro de 37,8 milhões de reais obtido em igual período de 2010. Em nota, a fabricante de PCs informou que o acirramento da competição no mercado brasileiro tem afetado a rentabilidade dos fabricantes.

A empresa registrou receita líquida de 421,6 milhões de reais, queda de 21% em relação aos primeiros três meses de 2010. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) também piorou e ficou negativo em 18,7 milhões de reais, ante 64,7 milhões de reais positivos alcançados no primeiro trimestre do ano passado.

Entre janeiro e março de 2011, a Positivo comercializou 390,41 mil computadores, volume 8,3% menor do que o vendido em igual período de 2010, puxada pela queda dos desktops, cuja comercialização recuou 27,3%. Já os netbooks cresceram 110%.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Xoom é a Ferrari dos tablets


Armado com Android 3.0 e configuração forte, tablet faz frente ao iPad 2
Por Yuri Gonzaga e Airton Lopes, de INFO Online

Lançado no final de fevereiro nos Estados unidos, o Xoom, da Motorola, é o primeiro tablet da geração Android 3.0 Honeycomb a desembarcar no Brasil. INFO conferiu de perto o modelo em ação durante o Mobile World Congress, em Barcelona e, posteriormente, no INFOlab. A configuração do Xoom é a mais imponente entre os Androids, com tela de 10,1 polegadas, chip dual core, 32 GB de armazenamento interno, câmeras de 5 MP e 2 MP, slot para cartão microSD e portas microUSB e microHDMI. Lá fora, o modelo é vendido por preços entre 599 dólares (com Wi-Fi) e 799 dólares (modelo com conexão 3G e upgrade programado para 4G LTE). Aqui, sua configuração mais básica é vendida por R$ 1.899.

O corpo do Xoom (a pronúncia correta é "zum", apesar da versão "chum" ter sido naturalmente mais bem aceita no INFOlab) é leve e esguio, com construção feita em alumínio. Sua espessura, de 1,3 centímetro, é a mesma do primeiro iPad, embora 5 milímetros maior que a última versão do tablet da Apple. Nas outras dimensões, este gadget da Motorola é bastante semelhante aos rivais iPad, LG Optimus Tab e Galaxy Tab 10.1 – com ressalva para a espessura deste último, que é de 0,8 cm. Ele é o mais pesado dos tablets que testamos, com seus 730 gramas (50 g acima do iPad de primeira geração; 103, 125 e 135 gramas acima de Optimus, iPad 2 e Galaxy 10.1, respectivamente).

Na mão, o dispositivo é bastante estranho – a mesma opinião que temos para com qualquer tablet que passou por aqui. O acabamento é emborrachado para melhor atrito e os altofalantes são posicionados na porção traseira do Xoom, o que não é muito interessante para a propagação acústica, mas previne o tapamento do áudio durante o manuseio. Também é nas costas do gadget que está a câmera de cinco megapixels, ao lado de seu flash de LED botão de liga/desliga. Abaixo, vê-se o logotipo da Motorola e o do Google. Só há uma cor disponível, num misto de cinza-chumbo e preto.

As conexões do Xoom são microUSB e microHDMI, boas para transferência de dados e para mandar a imagem para uma TV de alta definição (isto é, caso você tenha o cabo, não incluído). Na borda superior fica a saída de áudio P2 do gadget, uma localização muito estranha, para não dizer infeliz. A qualidade de áudio, como você já imaginava, é medíocre, somando-se a isso o posicionamento traseiro dos altofalantes.

A tela de qualquer tablet deve ser seu destaque, e a Motorola realmente quis ganhar pontos neste quesito. As 10,1 polegadas do Xoom são preenchidas por 1280 por 800 pontos, tornando sua resolução pouco maior que HD (720p) e resultando em densidade 150 pontos por polegada, um dado bastante avantajado (o iPad 2 tem 132 ppp, para se ter noção). O brilho, cores e ângulo de visão deste LCD também são bastante satisfatórios. Como empregam tecnologia capacitiva de sensibilidade ao toque, sentimos pouca ou nenhuma diferença entre a resposta das telas de tablets das grandes fabricantes, incluindo o desta análise.

A resolução das câmeras do Xoom, de cinco e dois megapixels (traseira e frontal, respectivamente), está no topo da montanha da categoria, com exceção do vídeo. A adição do flash de LED é uma boa tacada da fabricante, apesar de o Galaxy 10.1 e o Playbook, da RIM, filmarem em 1080p, em detrimento das "poucas" 720 linhas de vídeo do tablet da Motorola. A qualidade de captura do dispositivo se assemelha bastante a que fazem os smartphones, com desempenho bom quando em iluminação natural e muito ruim em ambientes de pouca luz. Gostamos do recurso time lapse, para registrar um largo espaço de tempo e, posteriormente, montar um pequeno filme.

Além dos sensores acelerômetro e giroscópio, o Xoom possui também um barômetro embutido, permitindo medir pressão atmosférica em qualquer situação. Esse extra ser útil ou não dependerá da sua profissão, mas de que ele é divertido não temos dúvida.

Uso
O sistema operacional Honeycomb, que rege as atividades dentro do Xoom que testamos, tem quase nenhuma modificação. Há aplicativos padrão para entrar no Gmail, Google Maps (com geolocalização através do GPS assistido) e agenda. O navegador possui abas superiores, ao estilo Chrome, e todos os comandos são realizados pela tela, dada a ausência de botões, assim como há na primeira versão do Galaxy Tab. O QuickOffice, em versão restrita a visualização, permite a abertura de arquivos DOC, XLS e PPS, por exemplo. Arquivos PDF também podem ser abertos e vistos com tranquilidade.

Você está cansado de saber, mas é preciso lembrar a enorme vantagem do sistema Android ser compatível com Adobe Flash, para navegação na internet. A grande disponibilidade de aplicativos gratuitos, no Android Market, é outro ponto forte da plataforma em relação ao dispositivos Apple.

Navegar por entre os ambientes criados pelo Android 3.0, no Xoom, é bastante divertido. Graças ao forte processamento de dois núcleos do processador Nvidia Tegra II de 1 GHz mais os 1.024 megas de RAM, as "homes" podem ser jogadas horizontalmente com facilidade. A animação tridimensional de tais ambientes, apesar de ter sido alvo de reclamação por alguns usuários do Android para celulares, é de fato bem feita e, me arrisco a dizer, bonita.

O teclado QWERTY virtual do Xoom é imenso – e isso não se deve só à grande diagonal da tela. Quando ele é chamado, o conjunto de teclas toma mais que metade de todo o visor, deixando cada comando com espaço consideravelmente maior que um teclado físico (e que os dos outros tablets, também). Por mais que a experiência de digitar no touchscreen, na nossa opinião, ainda seja muito ruim, a Motorola se mostrou realmente disposta a facilitar a tarefa. Um dos extras disponibilizados pela fabricante, na sua loja virtual dos EUA, é um teclado de verdade, que se conecta ao gadget via Bluetooth. Ponto negativo para a ausência de capacidade Swype.

Há uma bela gama de acessórios feitos pela própria fabricante. Se não há a tão bem-quista capa Smart Cover, existe a Portolio Case, que, segundo a Motorola, estará em breve disponível no país – nos EUA, ambos dispositivos têm o mesmo preço. Lá fora, também existe uma dock com altofalantes, saída de vídeo e recarga para o tablet.

Em suma, não há dúvida de que o Xoom é um forte concorrente para o iPad 2 – que dirá para a primeira versão do tablet da Apple. O sistema operacional precisa melhorar muito para se equiparar à experiência proporcionada pelo iOS, mas há aplicativos gratuitos e um potencial de refinamento futuro muito maior, graças ao seu caráter aberto. O hardware tem seus vícios – o Xoom é mais espesso e pesado que o iPad 2 – e suas virtudes: as câmeras e tela são inquestionavelmente melhores. Quem compra um iPad adiciona (mais) uma maçã mordida ao seu inventário de status quo eletroeletrônico, mas a Motorola e seu investimento pesado no mercado brasileiro garantem promoções aqui e acolá, pondo lenha na fogueira do nicho.

Governo vai revisar Lei da Informática

O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, informou que o governo fará uma revisão abrangente da lei de informática.

Segundo ele, do ponto de vista do governo, a lei é insuficiente perante os desafios que o país tem nessa área. Ele disse que, por exemplo, não existem incentivos para o setor de software. "Esse é um setor que gera muito valor agregado, competitividade e exportação de serviços."

Segundo Mercadante, a lei de informática atualmente é muito mais um fator de isonomia entre o polo industrial de Manaus e o resto do País do que propriamente uma lei de fomento aos investimentos. "Nós queremos mais ousadia nesta área, porque há uma grande expectativa em relação ao Brasil. Já somos o terceiro mercado mundial de venda de computadores", destacou. Ele informou que no ano passado foram vendidos 13,5 milhões de computadores, quantidade que deve subir para 17 milhões de unidades em 2011.

Mercadante destacou, ainda, a realização da Copa do Mundo e da Olimpíada no Brasil, que podem alavancar esse mercado. Outro ponto destacado pelo ministro foi o início do programa de banda larga nas escolas, através do qual serão atendidos 69 milhões de alunos. O ministro disse que "a indústria toda está de olho nisso". Segundo ele, o governo pode direcionar as políticas de incentivo para quem produzir e investir no Brasil.

Foxconn
Mercadante disse que já estão bastante avançadas as negociações com a empresa taiwanesa Foxconn para a produção de iPad e iPhone no Brasil a partir de julho deste ano. Ele afirmou que a ideia inicial era iniciar a produção em novembro, mas a data foi antecipada para o final de julho. Mercadante disse que o presidente da Foxconn enviou, esta semana, uma carta à presidente Dilma Rousseff reafirmando os compromissos da empresa com o Brasil.

Os projetos da Foxconn foram divididos em três fases, segundo Mercadante, e vão até 2016. Ele afirmou que serão necessários investimentos pesados para a produção dos componentes no Brasil, desde semicondutores até o display. De acordo com Mercadante, "será a primeira planta no Ocidente", referindo-se aos investimentos da Foxconn no País. Segundo ele, o governo está negociando esses investimentos. "A proposta é uma integração vertical desta indústria. Queremos que componentes críticos sejam produzidos no Brasil", declarou. Agencia Estado.

iPad não canibalizou as vendas de PCs, diz instituto

Levantamento do NPD Group com donos do tablet nos EUA mostra que apenas 12% deles deixaram de comprar um computadora; versão com Wi-Fi é a preferida
Por Computerworld / EUA

O iPad não afetou diretamente as vendas de computadores, como muiitos acreditam. É o que mostra um levantamento feito pelo instituto norte-americano NPD Group.

O levantamento aponta que durante as vendas de final de ano em 2010 nos Estados Unidos apenas 12% dos compradores do tablet da Apple deixaram de comprar de comprar computador tradicional para adquirir esse novo gadget, tornando a alardeada canibalização um fator menor.

Segundo o NPD Group, a queda das vendas de computadores possui uma explicação muito mais simples: os grandes números alcançados pelos fabricantes de PCs após o lançamento do Windows 7, em 2009.

“Estamos comparando as vendas de PCs contra um recorde muito alto”, disse o analista do NPD, Stephen Baker. “Sim, as vendas de notebooks para consumidores caíram, mas essa queda está ligada a isso (o recorde), não ao iPad. As comparações estão sendo feitas com o melhor período de vendas da história.”

No mês passado, outras empresas de pesquisa, incluindo IDC e Gartner, afirmaram que as vendas globais de PCs haviam caído 3,2% e 1,1%, respectivamente. A Gartner, inclusive, chegou a afirmar que as vendas de tablet – com o iPad respondendo pela sua maioria – eram uma das razões pelos números menores de comercialização de computadores.

Mas Baker não reforça essa teoria. De acordo com uma pesquisa feita pelo NPD junto a donos de iPad, apenas 12% deles comprou o tablet em vez de um computador tradicional no final do ano passado, uma queda em relação aos 14% que fizeram essa troca pelo tablet nos seus primeiros seis meses nas lojas (o gadget foi lançado em abril de 2010 nos EUA).

A maioria dos consumidores não viu a necessidade de comprar um desktop ou notebook porque já comprou entre os últimos 12 a 18 meses, disse o analista do NPD. “Essa é a razão pela qual a vendas do iPad não canibalizaram os PCs.”

Segundo ele, são os notebooks com preços acima de 500 dólares que foram atingidos pelo iPad. Entre outubro de 2010 e março de 2011, as vendas desses aparelhos caíram cerca de 25%.

“O grande desafio para os fabricantes de PCs com relação ao iPad é quanto ao segundo ou terceiro computador da casa”, afirma Baker. “Entre os próximos 6 e 18 meses, à medida que os consumidores pensem em substituir o restante de sua base instalada de PCs mais antigos, as pessoas vão começar a perguntar, ‘Qual o certo para mim, outro PC ou um tablet?’ Isso deveria preocupar todos na indústria de computadores.”

Se isso acontecer, a combinação de aparelhos em uma casa irá mudar radicalmente. “Costumava haver dois ou três desktops em uma casa, agora é apenas um desktop e uns dois notebooks”, diz Baker. “Mas no futuro pode ser apenas um notebook e vários tablets.”

A pesquisa da NPD também mostra que os consumidores preferem comprar os modelos do iPad apenas com Wi-Fi, mais baratos, do que as versões com 3G. Nas vendas de final de ano, por exemplo, o modelo mais básico do tablet, com 16 GB e Wi-Fi (US$ 499 nos EUA), foi responsável por três de cada quatro iPads vendidos no varejo.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Vendas de PCs saltará 13% na AL, diz IDC

A venda de computadores, incluindo desktops, notebooks e netbooks, deve subir de 13 por cento na América Latina em 2011, mostrou levantamento da empresa de pesquisas IDC divulgado nesta terça-feira.

Apesar do arrefecimento da expansão econômica na região, o total de vendas desses produtos deve atingir a marca de 36,3 milhões de unidades.

A categoria de netbooks terá destaque nas vendas, cujo volume de vendas, segundo a entidade, deve ser 29 por cento superior ao ano passado, favorecido por políticas educativas estatais na Argentina, no Brasil e na Venezuela. A previsão aponta para a comercialização de 7,4 milhões de unidades.

As vendas de notebooks manterão suas taxas de crescimento altas, com expansão de 18 por cento sobre 2010 e atingindo 13,1 milhões de unidades comercializadas, segundo estimativa do IDC.

Segundo a empresa, o bom momento econômico pelo qual passa a América Latina e o aumento do poder aquisitivo dos consumidores de alguns países irão motivar a expansão.

Já os desktops serão desfavorecidos e devem enfrentar crescimento menos acelerado no médio e longo prazo, de apenas 3 por cento sobre 2010.

A demanda de usuários domésticos e corporativos elevará o número de desktops vendidos para cerca de 15,7 milhões de unidades. Reuters

Notebooks Panasonic renova e emagrece ToughBook


Você deve ter visto nosso review do ToughBook da Panasonic. O grande trunfo da linha é a resistência a condições adversas. Ele é resistente à água, a quedas e até a temperaturas extremas.

Apesar de toda a força, ele não passa de um mero mortal. Assim como qualquer outro notebook, ele precisa de atualizações de hardware. E é isso que a Panasonic está fazendo.

O ToughBook 52, novo modelo da linha, vem com uma tela de 14 polegadas e está equipado com a segunda geração de processadores da linha Intel Core. Outras mudanças são um touchpad maior e a disponibilidade de portas USB 3.0 -necessárias para um notebook corporativo voltado até para uso militar.

Além das novidades, o novo Toughbook também vem com outra melhora, ele perdeu peso. A versão testada pelo INFOlab tinha cerca de 3 kg, enquanto que o novo pesa aproximadamente 2,5 kg.

O novo ToughBook deve começar a ser vendido em agosto e seu preço deve variar entre 1599 dólares e 2449 dólares (aqui a versão anterior sai por 18 000 reais!).
por Victor Caputo

Asus mostra netbook com novo Intel Atom


Sem alarde, a Asus colocou à venda na Amazon americana um novo netbook da sua linha Eee PC. O modelo 1015PX tem recursos básicos e foi apresentado em duas versões, que mudam apenas na duração da bateria.

O aparelho tem tela de 10,1 polegadas com resolução de 1024 x 600 pixels. O processador é um Intel Atom N570, que tem dois núcleos e clock de 1,66 GHz, pareado com memória RAM de 1 GB.

O netbook tem webcam de 0,3 MP e porta de vídeo VGA. Outras conexões são três USB 2.0, Ethernet e leitor de cartões. Ele também tem acesso a Wi-Fi e Bluetooth 3.0.

As duas versões do portátil são a PU17 e a MU17. Elas têm, respectivamente, 11 e 10 horas de carga, segundo a Asus. Ambas estão disponíveis em preto, vermelho, branco ou azul. A PU17 custa 350 dólares e a MU17 sai por 320 dólares. por Felipe Maia

Desktop em forma de concha dá nova cara ao PC


não é portátil, mas como aidéia é boa, vale a pena publicar !!!

Se você deu um basta e disse “cansei desses desktops convencionais”, chegou a salvação. Com um case totalmente heterodoxo, a Lian Li, uma empresa de Taiwan, fez um corpo usando alumínio – sua especialidade – com a forma de uma concha.

O formato pouco convencional pode paracer um pouco grande demais e pouco funcional. Mas o interior tem espaço bem dividido para abrigar diferentes componentes. Todos os compartimentos para HD, por exemplo, são revestidos com material anti-vibração para garantir o silêncio do PC durante seu funcionamento.

O peso do case é de 4,5 kg, graças ao alumínio. As dimensões são de aproximadamente 22 x 50 x 41 centímetros (largura x altura x profundidade). O produto ainda não tem preço definido e será vendido pelo site da Lian Li.por Victor Caputo

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Semp Toshiba lança tablet a partir de R$1399


por Victor Caputo

Para deixar a briga dos tablets em território nacional ainda mais quente, a Semp Toshiba anunciou que a partir de amanhã seu tablet poderá ser encontrado para compra nos maiores varejistas do país.

Por enquanto sem possibilidade de parceria com operadoras de celular, o myPad terá duas opções: uma apenas com Wi-Fi e outra com Wi-Fi e 3G. A versão com 3G custa mais caro.

O modelo somente com Wi-Fi tem preço sugerido pela empresa de 1399 reais, enquanto que com 3G, deve sair por 1699 – um preço um pouco acima do esperado. Entre os diferenciais apontados pela Semp Toshiba, em relação principalmente ao iPad, estão a presença de porta USB, saída HDMI, que permite reproduzir vídeos em 1080p, e suporte a Flash.

Um dos maiores problemas que podem ser vistos no tablet é o uso de um sistema operacional Android 2.2. Enquanto os principais concorrentes estão vindo com um Android 3.0 para a briga, o tablet da Semp Toshiba fica atrás nesse quesito. Segundo eles, o Google teria impedido que o Honeycomb fosse usado, já que o aparelho não cumpre algumas especificações.

Outro ponto é que o dono de um myPad seria refém da loja de aplicativos da própria Semp Toshiba, uma vez que não existe o Android Market nesse caso. Ao contrário, um ponto bem bacana é a duração da bateria. A fabricante afirma que o tablet aguenta até 6 horas seguidas de vídeos em alta resolução.

O tablet vem munido de um processador Nvidia Tegra 2, tela sensível ao toque de 10.1 polegadas, resolução de 1024 x 600 pixels, RAM de 512 MB e memória expansível até 32 GB por cartões microSD.

Com o tablet, a Semp Toshiba espera atingir até 10% do mercado de tablets este ano.

iPad brasileiro: Foxconn vai construir nova fábrica em Jundiaí

A cidade de Jundiaí, no interior de São Paulo, foi escolhida pela Foxconn para abrigar a linha de produção do iPad no Brasil. Para isso, a fabricante planeja a montagem de uma nova planta dentro da unidade fabril que já mantém na cidade, com o intuito de garantir o segredo industrial na produção do tablet da Apple, segundo notícia divulgada nesta segunda-feira (9/5), pelo jornal Folha de S.Paulo.

Ainda de acordo com a reportagem, uma equipe técnica da Foxconn, de Taiwan, vai desembarcar no Brasil nesta semana para uma reunião com a presidente da República, Dilma Rousseff. O objetivo é discutir os detalhes dos investimentos de US$ 12 bilhões que a fabricante planeja realizar no País, nos próximos cinco anos, assim como todas as reivindicações feitas ao governo.

No final da última semana, a Foxconn enviou uma carta para a presidente na qual sugeriu a antecipação da produção do iPad no Brasil, para julho deste ano, desde que o governo cumprisse uma série de exigências para isso.

sábado, 7 de maio de 2011

Smartphones do futuro podem ser dobráveis e finos como papel


Uol Tecnologia

Pesquisadores da Universidade da Rainha, em Ontário, Canadá, revelaram nesta sexta-feira (6/5) um protótipo de smartphone batizado de PaperPhone que pode ser dobrado como um plástico comum. O aparelho apresenta um display com 3,7 polegadas feito de E-ink, a mesma tecnologia de "tinta eletrônica" utilizada pelo Kindle, e pode ser operado pelo usuário enquanto é dobrado de diferentes formas.

Os sensores Thinfilm do dispositivo permitem que o usuário realize funções mesmo com o aparelho dobrado ou curvado. É possível fazer ligações, tocar músicas, navegar por páginas de e-books ou em aplicativos através de diferentes dobras no display.

De acordo com Roel Vertegaal, responsável pelo estudo, entre cinco a dez anos este pode ser o modelo padrão para aparelhos móveis.

Veja o vídeo com o PaperPhone em funcionamento abaixo:
Pesquisadores da Universidade da Rainha, em Ontário, Canadá, revelaram nesta sexta-feira (6/5) um protótipo de smartphone batizado de PaperPhone que pode ser dobrado como um plástico comum. O aparelho apresenta um display com 3,7 polegadas feito de E-ink, a mesma tecnologia de "tinta eletrônica" utilizada pelo Kindle, e pode ser operado pelo usuário enquanto é dobrado de diferentes formas.

Os sensores Thinfilm do dispositivo permitem que o usuário realize funções mesmo com o aparelho dobrado ou curvado. É possível fazer ligações, tocar músicas, navegar por páginas de e-books ou em aplicativos através de diferentes dobras no display.

De acordo com Roel Vertegaal, responsável pelo estudo, entre cinco a dez anos este pode ser o modelo padrão para aparelhos móveis.

Com novos chips, Intel foca mercado móvel

Reuters

SAN FRANCISCO - A Intel mostrou na quarta-feira uma tecnologia de nova geração que permite aumentar o número de transistores em um microchip, e aposta em que ela permitirá que recupere seu atraso no aquecido mercado de tablets e smartphones.

A Intel acredita que a nova tecnologia, desenvolvida sob o codinome Ivy Bridge, deva entrar em uso para a produção de chips para computadores pessoais e servidores no final de 2011, e posteriormente a empregará para produzir processadores melhores para aparelhos móveis.

A tecnologia de ponta --que a Intel diz constituir avanço revolucionário ao trocar os circuitos planos por um modelo tridimensional-- pode no futuro representar rival para a ARM Holdings, cuja tecnologia é a preferida para os chips usados em aparelhos como o iPad, da Apple.

Os processadores da Intel servem como cérebro para mais de 80 por cento dos computadores pessoais mundiais, mas não encontraram espaço no mercado de smartphones e tablets, e a maior fabricante mundial de chips está na corrida para recuperar o atraso.

"Isso é necessário mas não suficiente. Há muitas outras coisas que precisamos fazer", disse Dadi Perlmutter, vice-presidente executivo da Intel, a jornalistas.

Alguns analistas acreditam que a arquitetura de chips característica da Intel, conhecida como "x86" e criada inicialmente para propiciar desempenho de alta qualidade em computadores pessoais, seja inerentemente inadequada para aparelhos móveis, nos quais o uso eficiente de energia é um fator decisivo.

Outros dizem que a assim que a Intel, provida de amplos recursos para bancar pesquisa e desenvolvimento, se ajustar à busca de processadores com maior eficiência energética, sua tecnologia de produção permitirá que salte à frente e se torne concorrente séria nos segmentos de smartphones e outros aparelhos móveis.

"Com a convergência entre computadores, smartphones e tablets, a Intel claramente quer se expandir além de sua base nos computadores. A questão é determinar se são capazes de desenvolver um processador com eficiência energética suficiente para ser competitivo no mercado móvel," disse Adrian Bommelaer, analista da Matrix.

iPad 2 é a estrela dos tablets



Por Airton Lopes, de INFO Online

Assim como aconteceu com o iPhone 4, o iPad 2 veio ao mundo sem nenhum recurso revolucionário. Minimalista e certeira, a Apple realizou o upgrade óbvio de itens defasados, como o processador e a falta de câmeras, e concentrou esforços no design. O iPad 2 tem as mesmas capacidades (16, 32 e 64 GB) e preços (499, 599 e 699 dólares, com acréscimo de 130 dólares para as versões com 3G), mas em um corpo mais elegante, com molduras preta ou branca ao redor do LCD de 9,7 polegadas. A redução do peso, para 605 gramas, e da espessura, ficou 33% mais fino, agora com 0,8 centímetro, potencializam ainda mais a já excelente experiência de uso. A integração perfeita entre o hardware, o sistema iOS 4.3 e as dezenas de milhares de aplicativos é um item que ainda deixa os concorrentes atrás.

O INFOlab testou a versão mais completa do iPad 2, com 3G e 64 GB de memória. O processador dual core A5 de 1 GHz deixou o tablet mais ágil para carregar aplicativos, páginas da web e revistas digitais. Mas a diferença não é algo que impressiona. O iPad 2 foi bem na codificação para 720p de um clipe de cinco minutos do aplicativo iMovie (baixado por 4,99 dólares). A tarefa foi concluída em 4 minutos e 32 segundos. O outro upgrade obrigatório do iPad 2 foi a incorporação de câmeras para filmar em até 720p e fazer videoconferências por Wi-Fi pelo FaceTime com outros iPad 2, iPhones, iPods Touch e computadores Mac mais recentes. Nisso, o tablet brilha. A encrenca aparece quando as câmeras são usadas para fotografar. A melhor delas, a traseira, faz fotos com resolução de 0,7 MP e não tem flash. O resultado é pífio. Outras queixas que já atormentavam Steve Jobs continuam válidas.

O iPad 2 segue ignorando Flash e não há leitor de cartão ou saída HDMI no corpinho elegante. Mas já dá para comprar um cabo com adaptador HDMI (39 dólares) e usá-lo para levar os vídeos do iPad 2 para a TV. Segundo a Apple, a bateria do iPad 2 é a mesma do antecessor e suporta dez horas de uso. No INFOlab, ela resistiu a 7 horas e 23 minutos reproduzindo filmes em 720p, ininterruptamente, com mais de dez aplicativos abertos em segundo plano e Wi-Fi e Bluetooth ativados. Apesar de abaixo do especificado, a marca é muito boa. Até porque um usuário comum raramente usará o tablet nessas condições.

O iPad 2 pode chegar ao Brasil no dia 27 de maio, pelo valor de 1.750 reais. Desde março, quem circula entre as gôndolas dos supermercados Extra e Walmart pode estacionar o carrinho no setor de eletrônicos, experimentar e comprar um iPad. Fabricantes como Positivo, Itautec e Semp Toshiba confirmam que terão suas versões, mas não dão detalhes como tamanho de tela, configuração ou sistema operacional. “A escolha do sistema não é uma questão tão simples e nem o tablet é só hardware. O sucesso da Apple com o iPad está no ecossistema”, afirma Hélio Rotenberg, presidente da Positivo, destacando a integração do tablet da Apple com as lojas de aplicativos.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Sony lança seu primeiro notebook 3D no Brasil


Por Leonardo Marson

A Sony apresentou na última semana aquele que é o seu primeiro notebook 3D. O VPC-F215FB já estava disponível no exterior e agora desembarca no mercado brasileiro por R$ 9.999.

Se você busca um notebook para ver imagens em alta definição, o VPC-F215FB surge como alternativa. Ele possui tela LED-LCD de 16’’ com resolução Full HD 3D (acompanha óculos especiais), reproduz e grava Blu-ray. O produto ainda tem placa Nvidia GeForce GT 540M GPU com 1GB de memória dedicada, e permite a exibição de conteúdo em TVs compatíveis com imagens em 3D, graças a conexão HDMI.

Quando o assunto é áudio, entra em ação a tecnologia S-Force que, segundo a empresa, permite um maior envolvimento do usuário durante um filme, por exemplo.

O VPC-F215FB roda o Windows 7, tem processador Intel Core i7, 6GB de memória expansível a 8GB, HD de 750GB, conectividade Wi-Fi, bluetooth, USB 3.0, além de uma webcam de 1,3MP (1280X1024p).

Ele terá como concorrente o LG590 3D, que os coreanos da LG lançaram no país em outubro do ano passado.

Foxconn faz exigências ao governo, antes de investir US$ 12 bilhões no Brasil


Fabricante, que pode produzir o iPad e o iPhone no País, pede prioridade em aeroportos, apoio do BNDES, entre outros itens

Os investimentos de US$ 12 bilhões anunciados pela Foxconn no Brasil, durante a visita da presidente Dilma Rousseff à China, só serão efetivados se o governo cumprir uma série de exigências.

Segundo notícia divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo, a fabricante entregou um documento ao governo brasileiro no qual detalha uma série de exigências para efetivar os novos investimentos no País, que deve ser destinados à produção do iPad e de partes do iPhone no País. Entre os pedidos, a Foxconn solicita um terreno para abrigar várias empresas; acesso Wi-Fi de alta velocidade; prioridade de embarque dos produtos nos aeroportos; apoio financeiro do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social); ajuda do governo para encontrar investidores minoritários; logística e transporte para escoar os produtos de forma rápida; e cabeamento 100% em fibra óptica.

Em contrapartida, o governo brasileiro quer negociar algumas condições com a Foxconn, como a contratação de mão de obra primariamente brasileira, capacitação dos funcionários e transferência de tecnologia.

Vale destacar que a Foxconn tem sido alvo de duras críticas, por conta de suicídios de funcionários na fábrica da companhia na China e por acusações de más condições de trabalho. O que justificaria que o governo do Brasil fizesse exigências mais rígidas para a instalação da nova linha de montagem no País.

Na época do anúncio dos investimentos da Foxconn no Brasil, o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, disse que a empresa deve gerar cerca de 100 mil empregos diretos e indiretos no País.

Amazon inicia produção de tablet, diz site


A Amazon deu início às ordens de fabricação de seu primeiro tablet, segundo informou a publicação especializada DigiTimes.

De acordo com a publicação, a fabricante taiwanesa Qanta Computer recebeu ordem para produzir inicialmente entre 700 mil e 800 mil tablet da Amazon para que os mesmos embarquem ainda no segundo semestre deste ano.

A Qanta Computer é também a fabricante parceira OEM da RIM, Sony e também estaria em contato para receber ordens de produção para a segunda geração do LePad, o tablet da Lenovo.

O tablet da Amazon possivelmente irá rodar alguma versão do sistema operacional Android e contará com conteúdos disponíveis na loja de aplicativos Amazon Appstore e na loja de música digital da empresa.

Rumores já sugeriam que o tablet da Amazon poderia ser lançado ainda este ano, mas nenhuma das empresas quiseram comentar o assunto. Por Monica Campi, de INFO Online

Conheça um botton que toca música



Já pensou em ouvir música a partir de um botton? Pois é o que proporciona o Playbutton, novo formato que coloca faixas digitais dentro de um pequeno aparelho que pode ser anexado à roupa.

Todas as faixas são carregadas na memória do dispositivo e não podem ser apagadas nem baixadas. As músicas também são dispostas em uma ordem fixa, como em um disco. A ideia é que o usuário compre um botton como se comprasse o álbum de uma banda. A imagem da capa do disco vem estampada na parte da frente do aparelho.

O dispositivo conta com dois botões de volume, um play/pause e outros dois para avançar ou voltar as faixas, além de um alfinete para prendê-lo à vestimenta.

O Playbutton mede 4,5 cm de diâmetro, 0,7 cm de espessura e pesa 10,8 gramas.

The Pains of Being Pure at Heart, Vampire Weekend, Bjork, e The xx são alguns dos grupos que já lançaram discos no formato. Cada um custa entre 19 e 25 dólares.

O formato é novidade nos Estados Unidos. A empresa espera chegar ao mercado brasileiro ainda este ano.

Para saber mais, acesse o endereço http://www.playbutton.co. por Vinicius Aguiari

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Correios podem se tornar operadora de telefonia móvel

Por Redação da Computerworld*

Os Correios foram autorizados a ampliar sua atuação. A autarquia poderá oferecer serviços como telefonia, internet, logística integrada, serviços bancários e ter participação em companhias aéreas. A alteração foi possível por uma medida provisória (MP) publicada nesta sexta-feira (29), no Diário Oficial da União, estabelecendo mudanças no estatuto da empresa.

A MP também permite a atuação dos Correios em outros países, a participação societária em empresas e a constituição de subsidiárias. O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, explicou que as medidas são para modernizar a empresa, já que o estatuto tem 42 anos.

“Queremos que os Correios sejam uma empresa moderna, com serviços da melhor qualidade. Provavelmente, é a única empresa que atua em todos os municípios do Brasil, então tem de atender bem”.

Na área de serviços eletrônicos, os Correios poderão oferecer o serviço de telefonia como operador virtual (Mobile Virtual Network Operator- MVNO), que permite alugar parte da rede de grandes empresas e oferecer linhas aos consumidores.

A empresa também deve aumentar a hospedagem de lojas de comércio pela internet, além de atividades como certificação digital, e-mail registrado, entrega de mensagens de forma sigilosa e segura e o serviço de correio híbrido, no qual é possível enviar uma correspondência eletrônica para ser impressa pela empresa antes de chegar ao destinatário.

Os Correios também estão autorizados a oferecer serviços bancários. Hoje, a empresa tem o Banco Postal, que oferece os serviços de apenas um banco, definido por licitação. O ministro ressaltou que esse serviço tem hoje cerca de 11 milhões de contas e mais da metade são clientes com renda de até dois salários mínimos.

A empresa também pode entrar no setor de aviação. Ela poderá participar como sócia minoritária de uma companhia já existente, constituir sua própria empresa ou aumentar o tempo de validade dos contratos com as empresas aéreas, que hoje é de um ano, podendo ser renovado por mais cinco. Segundo Bernardo, os Correios gastam por ano cerca de R$ 300 milhões com serviços aéreos.

Com a MP, os Correios ficam autorizados a entrar como sócio do Trem de Alta Velocidade. Mas Paulo Bernardo disse que a empresa não vai disputar o leilão. O novo estatuto dos Correios vai permitir a ampliação da sua atuação no exterior, com a abertura de agências próprias. Hoje, as encomendas que são enviadas para fora do País passam por outras organizações, por meio de acordos de cooperação.

No novo formato, poderá ainda entregar diretamente objetos no exterior. Outra mudança é a obrigatoriedade de publicação anual dos balanços da empresa e a participação de um representante dos trabalhadores no conselho de administração.

Para que as mudanças entrem em vigor, um novo decreto com as mudanças no estatuto terá de ser assinado pela Presidência da República, o que poderá ser feito na próxima segunda-feira.

Dicas: Saiba o que não pode faltar em seu novo notebook

Por Melanie Pinola, PCWorld EUA

Está na hora de trocar seu portátil? Então veja quais os recursos indispensáveis em um novo modelo.

Se você pretende trocar seu velho notebook por um modelo novinho em folha, provavelmente irá se surpreender. Nos últimos anos houve um grande avanço em termos de recursos e capacidade destas máquinas. Esta é nossa lista de coisas essenciais que todo novo modelo deve ter, seja uma máquina de uso geral ou um modelo com uso mais específico, como para games, entretenimento ou trabalho remoto.

Recursos gerais

Processadores modernos

Os mais novos processadores no mercado trazem um ganho significativo de desempenho, melhores gráficos e uma maior autonomia de bateria, características que confirmamos em nossos testes com máquinas equipadas com processadores da família “Sandy Bridge”, da Intel. E a AMD também tem novos chips (a família Fusion) capazes de lidar facilmente com tarefas que exigem alto-desempenho. Ao comprar um notebook, procure um modelo com estes processadores.

Uma forma fácil de identificar processadores Intel Sandy Bridge é pelo número do modelo. Os chips da geração anterior tem modelos com três dígitos (como “Intel Core i3-350M”), enquanto os Sandy Bridge usam quatro dígitos (como “Intel Core i3-2310M”). Já nos novos chips AMD Fusion são chamados de AMD C-Series APU, AMD E-Series APU ou AMD A-Series APU.

Fique atento, pois há processadores de gerações antigas ainda no mercado, com desempenho muito aquém dos modelos mais recentes e que não se sairão tão bem em tarefas como jogos ou multimídia, além de consumir mais energia. Evite máquinas com processadores Pentium, Celeron ou Core 2 Duo, por exemplo, muito comuns em modelos de baixo custo.

HD, discos híbridos ou discos SSD

A capacidade de armazenamento nos HDs para notebooks aumentou drasticamente nos últimos anos. Um portátil doméstico logo ficará cheio de fotos, música e vídeo, portanto procure um modelo com HD de no mínimo 320 GB. Quanto mais melhor.

Mas se você não faz questão de muito espaço, considere um modelo com um disco de estado sólido, ou SSD. Em nossos testes de laboratório estes novos “discos” (que na verdade são como grandes pendrives ultra-rápidos com capacidade de 128 GB ou mais) tem desempenho notavelmente superior aos HDs tradicionais, além de maior durabilidade e menor consumo de energia. Eles também produzem menos calor e são mais silenciosos.

Um SSD custa mais caro que um HD mas a recompensa, um micro que “dá boot” quase que instantâneamente, pode compensar a diferença.

Outra opção são os discos híbridos, que combinam um HD tradicional com um pequeno SSD e prometem o melhor dos dois mundos, unindo desempenho e espaço em disco com preço menor que um SSD puro. Eles ainda não são comuns no mercado nacional, mas estão chegando.

Telas de alta-definição

A maioria dos notebooks atuais tem uma resolução de tela de 1366 x 768 pixels, boa o suficiente para as tarefas do dia-a-dia. Mas se você pretende assistir muitos filmes, procure um modelo com tela de 1600 x 900 pixels ou 1920 x 1080 pixels.

O tamanho da tela é uma questão de gosto pessoal. Você prefere uma tela menor (e com isso um notebook mais leve) como a de 11.6 polegadas do MacBook Air, ou uma tela gigantesca como a de 18.4 polegadas do Alienware M18x? Para a maioria dos usuários o ponto de equilíbrio parece ser uma tela de 13.3 polegadas.

Autonomia de bateria

A não ser que você pretenda usar seu novo notebook como um substituto do desktop, permanentemente plugado à tomada, certifique-se de que a autonomia da bateria atende às suas necessidades. Não compre nenhum modelo com autonomia menor do que 3 horas. Se procurar um pouco você poderá encontrar tanto ultraportáteis como notebooks mais tradicionais com autonomia de seis horas ou mais com uma única carga.

Quantidade de memória

Os notebooks atuais tem pelo menos 2 GB de RAM, mas procure modelos com 4 GB. Quanto mais memória, melhor.

Teclado e trackpad confortáveis

Um teclado confortável é criticamente importante, especialmente se você pretende passar horas a fio digitando. Procure por teclados “full size” (ou seja, com o mesmo espaçamento do teclado de um desktop) e digite algumas palavras para ver se as teclas não parecem “rasas” ou duras demais. Um bom espaço para descanso de punho também é útil.

Ao longo dos últimos anos os trackpads evoluíram para suportar gestos multitoque. Se pretende usá-los, procure trackpads largos e com uma superfície texturizada, que facilite o deslizar dos dedos. Evite a todo custo trackpads completamente “lisos”, feitos com exatamente o mesmo plástico do restante do gabinete (CCE T25L e Positivo Premium Essential 9000, estamos olhando pra vocês). Os botões do trackpad não devem ser nem pequenos nem duros demais.

Precisa de mobilidade?

Além dos itens acima, também há algumas características extras que se aplicam apenas a máquinas que precisam estar em constante movimento. Se você não para em casa ou no esritório e leva o notebook junto com você, procure também:

Design durável

Entre as características que aumentam a durabilidade de um notebook estão um chassi feito com metal (alumínio ou magnésio são comuns) ou fibra de carbono em lugar do plástico ABS tradicionalmente usado. Também procure modelos com recursos para proteção do HD contra choques, como o sistema G-Sensor dos notebooks da série VAIO ou o “Active Protection” dos IdeaPad e ThinkPad da Lenovo.

Recursos de segurança

Módulos de criptografia integrados ao hardware, sistemas biométricos (como leitores de impressão digital) e outros componentes de segurança, como a tecnologia antifurto integrada aos processadores vPro, lhe darão a tranquilidade necessária para trabalhar sem medo de que estranhos tenham acesso às duas informações.

Porta USB ativa

Quem está sempre na estrada tende a carregar um monte de gadgets e carregadores. Uma porta USB ativa (também chamada de “charge through” ou “pass through”) funciona exatamente como uma porta USB comum, mas pode fornecer energia para seus gadgets mesmo que o notebook esteja desligado. Não é um recurso essencial, mas pode vir a calhar quando você está na estrada.

Banda larga móvel integrada

Nas suas andanças você provavelmente passará mais tempo ao alcance do sinal de uma operadora de telefonia celular do que de uma rede Wi-Fi, portanto um modem 3G é uma opção de conexão prática e conveniente. Claro que você sempre pode comprar um modem 3G USB separamente, mas um modem integrado ao notebook é uma coisa menos para carregar. Só não se esqueça de contratar também um bom plano de dados com sua operadora favorita.

Entretenimento

A maioria dos notebooks modernos tem uma saída HDMI que permite sua conexão a TVs de alta-definição usando um cabo HDMI. Com isso, o micro vira uma verdadeira central multimídia, especialmente se combinado a softwares como o Windows Media Center ou XBMC.

Alguns modelos, como VAIO S SB15 recém-lançado no Brasil, tem suporte à tecnologia WiDi, que permite o envio de uma imagem de alta-definição a TVs compatíveis através de uma conexão sem fios.

Leitores de Blu-ray

Leitores de Blu-ray estão se tornando mais comuns, especialmente entre as máquinas voltadas ao entretenimento, embora encareçam a máquina, se comparada a um modelo similar com um leitor de DVD. Pagando um pouco mais, você pode conseguir um modelo com um gravador de Blu-ray, capaz de gravar discos de 25 GB. Entretanto, o custo dos discos não justifica o investimento extra no momento para um usuário doméstico.

Se você quer o máximo em entretenimento, procure um notebook com leitor de Blu-ray e tela FullHD (1920 x 1080 pixels) capaz de exibir imagens em 3D. Só prepare-se para abrir a carteira, já que uma máquina como essa pode facilmente custar quase R$ 10 mil. É o caso de máquinas como o VAIO F F215 ou o HP Envy 3D, ambos recém-lançados no Brasil.

Alto-falantes surround

Muitos notebooks tem alto-falantes estéreo minúsculos que soam como radinhos de pilha, mas dá pra conseguir som “de cinema” em modelos melhor equipados com o aclamado HP Envy 17. Claro que você sempre pode plugar caixas de som externas, mas alto-falantes integrados de qualidade são um bom sinal de que a máquina foi feita pensando em entretenimento.

Quer jogar?

Bom som e uma tela impressionante são caracterísitcas essenciais também para os gamers. Mas para rodar bem os jogos mais quentes do mercado a máquina tem que ter uma GPU (placa de vídeo) dedicada, com muita memória: ao menos 512 MB só para ela. Combine isso a um processador poderoso, como um modelo quad-core, e você terá um “videogame portátil” imbatível.

Procure modelos com GPUs Nvidia GeForce ou AMD Radeon HD. Máquinas como o Asus Lamborghini VX7 e sua GeForce GTX460M com 3 GB de memória de vídeo e até 16 GB de RAM, são o supra-sumo da categoria. Mas não espere gastar pouco.

Outra tendência nas máquinas equipadas com GPU são os “switchable graphics”, ou “gráficos híbridos”. Na prática, significa que a máquina tem dois processadores de vídeo: um integrado ao chipset da placa-mãe, menos poderoso mas que consome menos energia, e uma GPU dedicada para jogos. O sistema é capaz de detectar para que está sendo usado (jogos ou navegação web, por exemplo) e alternar entre os chips automaticamente conforme a necessidade, o que ajuda a reduzir o consumo de energia.

Tablet só deslancha com queda de preço

CAMILA FUSCO DE SÃO PAULO

Enquanto o mercado global projeta vendas de 58 milhões de tablets no ano, o Brasil corre o risco de não chegar a 1 milhão se os aparelhos não baixarem de preço.

Além do ecossistema de aplicativos e do amadurecimento do consumidor, preço é a determinante fundamental para a massificação.

"Se o preço dos aparelhos não cair abaixo de R$ 800, as vendas não devem passar de 400 mil unidades no ano", diz Luciano Crippa, da IDC.

Entre as fabricantes que já lançaram aparelhos estão a Samsung, que apresentou o Galaxy Tab em novembro do ano passado, a Apple, com o iPad, que chegou às lojas em dezembro, e os aparelhos da Motorola, ZTE e Moove, anunciados neste mês no mercado brasileiro.

Da lista, apenas ZTE e Moove colocaram produtos abaixo de R$ 1.000 no mercado --R$ 790 e R$ 800, respectivamente.

O Galaxy Tab pode até custar menos, em torno de R$ 600, mas é atrelado a um plano de dados da operadora.

A expectativa para baratear o preço ainda recai sobre a decisão da Receita Federal de classificar os tablets como notebooks, esperança dos fabricantes nacionais.

Se essa for a determinação do órgão, a indústria nacional terá menor tributação do aparelho na cadeia produtiva (17%) e poderão aproveitar a isenção de PIS e Cofins hoje aplicada aos computadores portáteis.

Caso os tablets tenham uma classificação própria, os encargos podem chegar a 32%. No entanto, ainda não há prazo para a decisão.

A Positivo Informática vai fabricar tablets no país com sistema operacional Android e foco no varejo e no setor educação. Para Helio Rotenberg, presidente da companhia, a definição será fundamental para impulsionar o setor no país.

"O Brasil está receptivo aos tablets, mas o consumo do produto, principalmente na classe média, ainda vai depender do preço."

Sony já vende filmadora 3D de bolso


por Felipe Maia

A Sony colocou à venda na Amazon seu novo modelo da linha Bloggie, anunciado na CES 2011. A Bloggie 3D, como sugere o nome, faz vídeos e fotos em três dimensões graças aos duplos sensores e lentes que tem.

O aparelho tem sensor Exmor CMOS de 0,25 polegada e lentes com aberta f2,8. O conjunto pode fazer filmes e imagens em 3D com resolução de de 1920 x 1080 pixels e 2 MP de resolução, respectivamente. No caso de imagens em 2D, a resolução das fotos chega a 5 MP.

A tela de LCD do aparelho tem 2,4 polegadas e reproduz o conteúdo 3D sem a necessidade de óculos especiais. Os arquivos ficam guardados na memória interna de 8 GB. Eles podem ser transferidos para o computador pela conexão USB.

A Bloggie 3D custa 249 dólares e por enquanto só está disponível na cor preta.

iPad 2 chega hoje a mais 12 países


Por Monica Campi, de INFO Online

A Apple deu início hoje às vendas do iPad 2 em mais 12 países. Japão, Hong Kong, Índia, Israel, Coreia do Sul, Macau, Malásia, Cingapura, África do Sul, Filipinas, Turquia e Emirados Árabes estão na lista.

O tablet está à venda nos Estados Unidos desde março e chegou em mais 25 países duas semanas depois. Na China o aparelho será vendido a partir de 6 de maio.
leia também

No Brasil a expectativa é que o aparelho chegue em junho, conforme afirmação de fontes ouvidas com exclusividade pela INFO e que trabalham na distribuição do produto no país.

O iPad 2 também poderá ser fabricado no país a partir de novembro, conforme anunciou o ministro de Ciência e Tecnologia, Aloísio Mercadante em viagem de negócios à China.

Boom de smartphones anima mercado no 1º tri


Reuters

A forte demanda por smartphones estimulou ainda mais o volume do mercado geral de celulares no 1º trimestre, e fez da Apple, fabricante do iPhone, um dos vencedores no mercado, informaram hoje grupos de pesquisa.

A IDC estimou em 20 por cento o crescimento do mercado no primeiro trimestre, com a ajuda de fortes ganhos de fabricantes menores mas redução nas participações dos três líderes --Nokia, Samsung Electronics e LG Electronics.

As vendas do iPhone mais que dobraram ante as do período em 2010, com a ajuda das fortes vendas da Verizon Wireless e de novas operadoras em outros mercados. A participação de mercado da empresa subiu a 5 por cento.

"O iPhone uma vez mais vendeu particularmente bem nas regiões economicamente desenvolvidas do planeta, como América do Norte e Europa", afirmou a IDC.

A Apple agora está se aproximando da LG, que detinha 6,6 por cento do mercado no primeiro trimestre. A participação da Nokia caiu a 29 por cento, ante 25 por cento no período em 2010, segundo a IDC.

A Strategy Analytics estimou os embarques de celulares como 17 por cento superiores aos do primeiro trimestre de 2010, devido à demanda por smartphones nas regiões maduras e a modelos cada vez mais populares com múltiplos chips nos mercados emergentes.

"O primeiro trimestre de 2011 foi marcado por perturbações na cadeia de suprimento relacionadas à tragédia do terremoto no Japão e pela falta continuada de alguns componentes, tais como telas de toque, chips de memória e câmeras," disse Neil Mawston, analista da Strategy Analytics.

Mawston disse que a escassez de componentes pode continuar por ao menos os próximos seis a nove meses, restringindo volumes ou elevando os preços dos insumos, mas que os desafios operacionais causados por isso continuariam a ser pouco relevantes para a maioria dos fabricantes.

Declínio da Nokia reduz vendas de smartphone

Por Maurício Grego, de EXAME.com

A Nokia continua rolando ladeira abaixo. Em um ano, sua participação no mercado de smartphones caiu de 40% para 25%. Continua sendo o maior fabricante do mundo. Mas, ainda que outros fabricantes tenham crescido, seu declínio fez todo o mercado encolher 0,5% no primeiro trimestre.

Os números são de um relatório liberado nesta semana pela ABI Research. Segundo a ABI, 100 milhões de smartphones foram vendidos no mundo no primeiro trimestre do ano. Isso representa uma redução de 0,5% em relação ao último trimestre de 2010. Quando se compara esse resultado com o de um ano atrás, porém, o crescimento é de 75%, o que mostra que o mercado continua em rápida expansão, apesar da Nokia.

A empresa finlandesa anunciou que vai demitir 4 mil funcionários e transferiu seu sistema operacional Symbian para a Accenture. Agora, ela deve concentrar todas as suas forças em criar seus primeiros smartphones com o Windows Phone, da Microsoft.

O Android ultrapassa o Symbian

Se a Nokia perde força, o Symbian vai junto. No primeiro trimestre, esse sistema operacional perdeu, para o Android, o posto de líder do mercado de smartphones. Nas contas da ABI, no primeiro trimestre, 30 milhões de smartphones com Android foram vendidos, contra 25,6 milhões de aparelhos com o Symbian.

A longo prazo, a Nokia pode até se sair razoavelmente bem no mercado. Mas, neste ano, as perdas da empresa devem se acentuar, prevê a ABI. "Em geral, se diz que a flutuação nas vendas é sazonal. Mas, neste primeiro trimestre, foi o encolhimento da Nokia, de 15%, que puxou o mercado para baixo", diz Michael Morgan, analista sênior da ABI.

Se o tempo anda fechado na Finlândia, em Cupertino, na Califórnia, ele não poderia ser mais ensolarado. Fazendo o movimento contrário ao da sua rival europeia, a Apple teve crescimento de 15% no negócio de smartphones. Contribuiu para isso o lançamento da versão CDMA do iPhone. Ela teve 2,2 milhões de unidades vendidas nos Estados Unidos pela operadora Verizon.

Outro fabricante que se saiu muito bem foi a Samsung. As vendas de smartphones da empresa coreana cresceram 16% no primeiro trimestre e ela passou a ter 13% desse mercado. A ABI observa que o aumento nas vendas da Apple e da Samsung juntas é mais ou menos igual à redução nas vendas da Nokia.

A HTC, por sua vez, cresceu 7%, vendendo 9,5 milhões de smartphones no trimestre. Já a RIM, fabricante do Blackberry, não teve um resultado tão bom. Suas vendas cresceram apenas 2%. E a Motorola Mobility viu suas vendas caírem 16%.

Para a ABI, os resultados do primeiro trimestre devem se repetir no segundo. "Os fatores que impediram o crescimento do mercado devem continuar no segundo trimestre. O mercado só voltará a crescer no ritmo de 2010 na segunda metade do ano", diz Kevin Burden, diretor da ABI.

RIM anuncia BlackBerry Bold 9900 e 9930


Por Monica Campi, de INFO Online
A Research in Motion (RIM) anunciou seus dois novos smartphones de alta performance BlackBerry Bold 9900 e BlackBerry Bold 9930.

Ambos os aparelhos são os modelos mais finos da empresa, com 10,5mm de espessura, possuem tela Liquid Graphics touchscreen capacitiva de 2,8 polegadas (640 x 480 pixels) e trazem embarcado a última versão do sistema operacional da RIM, o BlackBerry 7 OS.

Os BlackBerry Bold possuem processador de 1,2GHz e 768MB de RAM, suporte a rede Tri-Band HSPA+, Quad-Band GSM/EDGE (no modelo 9900) e Dual-Band CDMA/EV-DO Rev A, Dual-Band HSPA+, Quad-Band GSM/EDGE (no modelo 9930).

Ambos oferecem suporte a tecnologia NFC (Near Fiel Communications), que permite ler informações ou realizar pagamentos apenas aproximando o aparelho. Os dispositivos têm 8GB de memória interna, expansível até 32GB.

Os smartphones possuem câmera de 5MP e também oferecem gravação e reprodução de vídeos em HD (até 720p). A bateria possui 1230 mAH.

O sistema operacional traz novos recursos como suporte a tecnologia HTML5 no navegador, o BlackBerry Balance, que separa o conteúdo pessoal do profissional no smartphone. Além disso, o sistema também libera a versão Docs To Go com recursos Premium para trabalhar com arquivos de escritório.

Os novos aparelhos serão lançados mundialmente através das operadoras a partir de julho deste ano. No Brasil, a RIM não confirmou se o país entrará nessa data. Os preços dos smartphones também não foi revelado pela empresa.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Gartner: Apple will dominate tablet space for years, Android won't drink its milkshake until after 2015


By Tim Stevens

The inundation of tablets upon these very pages from day to day should give you an idea that manufacturers see this as a golden opportunity to grab a big chunk of a fledgling market. According to Gartner, though, the prospects are a little less rosy -- for the next five years, anyway. Analyst estimates indicate that the tablet market will boom over the next five years, from 17,610 units last year to 294,093 in 2015. No, not 294,092. Exactly 294,093. Apple will be the dominant force, its market share not dropping below 50 percent until the terminal year of this study. Android will take up the lion share of the other half, with the remaining dredges shared by MeeGo, WebOS, and QNX. The latter, which powers RIM's upcoming BlackBerry PlayBook, is scheduled to have a 10 percent share. That'll be the closest thing to a threat that Google and Apple will face -- if you believe any of this.

Dell lança família de computadores no "estilo iMac"


Por Redação PC World Brasil
Vostro 330 é um all-in-one com processador Core i3 e tela de 23 polegadas sensível ao toque.

Foi apresentado esta semana o primeiro desktop all in one (sistema que integra a CPU e o monitor em uma única peça) da Dell, que leva o nome de Vostro 330. O estilo de equipamento é o mesmo utilizado pela Apple nos iMacs e pela HP , que também possui uma linha desse tipo.

Com tela WLED Full HD de 23 polegadas (que pode ser multitoque), o Vostro 330 possui opções de processador Intel P6200 ou Core i3 e placa de vídeo integrada ATI Intel HD Graphics. A memória RAM pode ser de 2, 3 ou 4 GB (expansível até 8 GB), e com disco rígido de 500 GB (podendo ser aumentado para até 1TB . O All in One traz webcam integrada de 2 megapixels e software de reconhecimento facial, além de seis portas USB e leitor de cartão.

O Vostro 330 está disponível no site da Dell e custa a partir de 2.199 reais, lembrando que o consumidor pode escolher, durante a compra, outros componentes para incrementar e personalizar a máquina.

Dell planeja investir US$ 1 bilhão em data centers

A Dell anunciou nesta quinta-feira (07/04) que planeja investir US$ 1 bilhão em datacenters, centros de soluções e desenvolvimento de produtos neste ano fiscal. Cerca de 12 centros de soluções (atendimento ao cliente) serão construídos ainda em 2011, enquanto outros 10 estão previstos para o ano que vem.

Já nos datacenters, a empresa promete oferecer o serviço de computação na nuvem de forma mais otimizada, para que os clientes configurem a maneira com que visualizem seu dados dentro do sistema de armazenamento. A melhoria também trará a utilização de aplicativos através da nuvem, assim como reforço de backup ilimitado.

"A Dell está se mobilizando para oferecer ainda mais benefícios aos clientes e, com o anúncio de hoje, está deixando o poder da nuvem mais acessível às organizações e usuários", explicou o presidente da Dell Services, Steve Schuckenbrock em anúncio oficial.

O conceito de serviço em nuvem traz armazenamento de dados que podem ser acessados de qualquer lugar do mundo, sem a necessidade de armazenar dados nos dispositivos pessoais (unidades físicas).Uol Tecnologia.

iPad está "matando" as vendas de computadores, dizem analistas

Por PC World
Números divulgados recentemente mostram que o iPad está realmente canibalizando o mercado tradicional de computadores – e os notebooks netbooks em especial. A BusinessWeek publicou que as vendas globais de laptops entraram em colapso, indo de taxas de crescimento de dois dígitos antes do lançamento do tablet para apenas 1% no primeiro trimestre deste ano. E à medida que os analistas diminuírem cada vez mais as previsões de vendas de computadores, a concorrência será ainda mais acirrada entre os fabricantes.

A BusinessWeek descreve como se Steve Jobs e o iPad estivessem mandando “destruição” para Taiwan, causando uma crise e tanto para a Asustek quanto para a Acer. Enquanto isso, a BusinessInsider afirma que as vendas no varejo da HP caíram 12% e os rendimentos da Dell diminuíram em 8%.

Como resultado do crescimento mais lento, as estimativas de vendas de computadores estão sendo reduzidas. Em março, a Gartner cortou sua previsão de crescimento de unidades de computadores para 2011 em cinco pontos percentuais, indo de 15,9% para 10,5%, de acordo com informações da CNN. De maneira parecida, o AppleInsider informa que o analista do Deutsche Bank, Chris Whitmore, reduziu sua previsão de crescimento das vendas de computadores de 9% para 4%.

A razão para tudo isso? Sim, você adivinhou. Whitmore estima que cerca de 30% dos donos de iPad estão usando-o como um substituto do laptop, em vez de um aparelho adicional. Analistas da Morgan Stanley também confirmaram essa tendência no último mês de setembro, quando afirmaram que o tablet da “maçã” havia canibalizado cerca de 25% do mercado de notebooks desde que foi anunciado, em janeiro de 2010.

Mas a notícia ainda pior para os fabricantes de computadores é que o mercado de tablets está apenas crescendo mais e mais rápido. Como citado na reportagem da BusinessWeek, o eMarketer estima um crescimento de 178% para os tablets neste ano, com a Apple mantendo em torno de três quartos do mercado (74%).

Talvez a tão falada era “pós-PC” de Steve Jobs já tenha começado. Fabricantes de computadores estão correndo para preparar alternativas para o iPad 2.

Mas apesar de o bom e velho laptop estar definitivamente em queda, não há como tirá-lo da conta ainda. A Gartner espera que as vendas de computadores se recuperem neste ano. O lançamento do Windows 8 também pode ajudar a reviver esse mercado. E os mais recentes processadores amigáveis a laptops, o Llano, da AMD, e o Sandy Bridge, da Intel, já estão conseguindo fazer bastante barulho, talvez até conseguindo aumentar as vendas no setor.

Apple já prepara primeiros iPads nacionais


Vinicius Aguiari, de INFO Online

SÃO PAULO - A tão esperada fábrica da Apple no Brasil parece estar cada dia mais perto.
Segundo o jornal Folha de S.Paulo deste sábado, contêineres contendo componentes para a fabricação de iPads já deixaram a Ásia em direção ao Brasil. A viagem deve durar cerca de dois meses, período necessário para que o Governo oficialize as políticas de incentivo à Foxconn, fabricante do aparelho.

Inicialmente, caso os tablets sejam classificados como computadores, como planeja o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, eles contariam com redução de 9,25% referente ao PIS e Cofins. Além disso, outros incentivos estaduais podem ser ofertados para atrair a fábrica.

Inicialmente, os iPads seriam fabricados na cidade de Jundiaí, na fábrica da Foxconn, que já produz produtos para a Sony e HP.

No fim de março, o secretário de desenvolvimento econômico da cidade, Ari Castro Nunes Filho, chegou a afirmar que a empresa já teria encomendado estudos sobre a instalação da linha para fabricar produtos da Apple.

Por outro lado, Izabel Lorenzetti, prefeita de Lençóis Paulista, chegou a declarar que a cidade também estaria sendo considerada para a instalação da fábrica de produtos Apple.

De acordo com um estudo da Apple, existe no Brasil uma demanda aproximada de cerca de 5 000 iPads por mês. Combinados os incentivos fiscais e custos com logísticas, a expectativa é que o preço do produto caia em até 40%. A Apple não se pronuncia sobre o assunto.

Windows Phone vai superar Android, diz Gartner

Maurício Grego, de EXAME.com
SÃO PAULO — O Gartner Group refez suas previsões sobre o mercado de smartphones levando em conta a aliança entre a Microsoft e a Nokia nessa área, anunciada em fevereiro.

Um novo estudo do Gartner, divulgado nesta semana, prevê que o sistema operacional Android, do Google, vai continuar ampliando sua liderança, atingindo 48,8% de participação em 2015. Até aí, não há novidade, já que esse número é similar ao que aparecia em projeções anteriores.

A previsão realmente nova do Gartner é que o Windows Phone, que fechou 2010 com apenas 4,2% do mercado, vai ampliar rapidamente sua participação, de 2012 em diante, graças à parceria entre a Microsoft e a Nokia. Em 2015, diz o Gartner, o sistema operacional da Microsoft estará presente em 19,5% dos smartphones vendidos.

Essa projeção destoa da que vem sendo feita por outras empresas. Para a ABI Research, por exemplo, o Windows Phone dificilmente vai conseguir mais de 7% do mercado até 2016. Se a estimativa do Gartner se concretizar, o Windows Phone terá superado o iOS, da Apple, que estará com 17,2% de participação em 2015.

Nokiasoft

Nas contas do Gartner, a Apple vendeu 47 milhões de iPhones em 2010, e fechou o ano com 15,7% do mercado. Em 2015, suas vendas serão quatro vezes maiores, atingindo 190 milhões de unidades.

Já as vendas do Windows Phone, segundo as previsões, deverão crescer mais de 17 vezes, atingindo 216 milhões de unidades. É um crescimento respeitável, é claro. Mas a participação do Windows Phone prevista para 2015 ainda está muito abaixo da que a Nokia conseguiu, no passado, com seu próprio sistema Symbian. Isso dá uma ideia do desafio que a Nokia tem pela frente.

A previsão do Gartner se baseia no fato de que a Apple, historicamente, tem preferido preservar suas margens de lucro – as mais altas entre os fabricantes de celulares – em vez de baixar preços para aumentar o número de unidades vendidas.

Em outras palavras, a empresa da maçã deve continuar atuando na faixa de preço mais alta do mercado. Ainda assim, ela deve ficar em terceiro lugar em unidades vendidas, uma posição invejável. Já Android e Windows Phone estarão presentes também na faixa intermediária, onde os volumes são grandes, mas as margens são menores

Blackberry

Em quarto lugar, na previsão do Gartner, estará a RIM, fabricante do Blackberry. Ela terá uma trajetória parecida com a da Apple. Suas vendas vão crescer 2,6 vezes nos próximos quatro anos, mas a participação vai cair. Em 2015, a RIM terá 11,1% do mercado, contra 16%em 2010. Já o Symbian terá praticamente desaparecido em 2015.

O mercado total de smartphones deve atingir 1,1 bilhão de unidades em 2015, número 3,7 vezes superior ao registrado em 2010. A disputa entre os sistemas operacionais tem óbvias semelhanças com a que aconteceu nos anos 80 no mercado de PCs.

Mas há uma diferença importante. Nos PCs, o MS-DOS (e, depois, o Windows) rapidamente tornou-se dominante, chegando a superar 90% do mercado. Já nos smartphones, segundo as previsões, nenhum sistema terá mais de 50% do mercado nos próximos quatro anos. E pelo menos quatro deles ainda terão participações superiores a 10% em 2015.

segunda-feira, 28 de março de 2011

domingo, 9 de janeiro de 2011

Novo i7 vai matar placa de vídeo, diz Intel


Felipe Zmoginski, de INFO Online
A Intel apresentou hoje, em Las Vegas, novos processadores da linha Core i7 que, na opinião da empresa, vai dispensar os integradores de montar PCs com placa de vídeo.

O próprio CEO da Intel, Paul Otellini, exibiu o novo chip apelidado de Sandy Bridge, uma evolução da primeira geração do Core i7 construído em arquitetura de 45 nanômetros. Segundo Otelini, o novo Core i7 tem arquitetura de 35 nm e performance 40% superior que o chip anterior para processar arquivos de conteúdo, como executar vídeos e processar fotos.

Para rodar games, disse Otellini em conferência realizada no hotel Venetian, em Las Vegas, o desempenho do Sandy Bridge é até 50% superior que o Core i7 de primeira geração.

No evento, a Intel exibiu vários desktops montados sem placa de vídeo e que rodavam games pesados sem dificuldades. Segundo Otelini, a nova geração de chips deve tornar os computadores capazes de processar aplicativos e rodar games complexos sem a necessidade de recorrer a uma placa de vídeo.

O novo Core i7 será exibido a partir da quinta-feira (6) na Consumer Eletronics Show, feira que acontece até dia 9 em Las Vegas.

De acordo com a Intel, o novo chip deve ficar disponível para vendas nos Estados Unidos a partir de maio. O preço não foi divulgado. É provável que ainda em maio integradores já estreiem máquinas equipadas com o novo chip.

Para parte dos analistas presentes na apresentação de Otelini, as declarações sobre o fim das placas de vídeo foram um pouco exageradas, já que há centenas de aplicações que demandam processamento de dados especialmente pesado de gráficos.

Otelini rebateu as críticas dizendo que a substituição das placas em PCs com chips mais avançados será uma tendência inevitável nos próximos anos.