quinta-feira, 22 de julho de 2010

Asus confirma netbook com Ion 2 no Brasil


Publicado por Mário Nagano
Muitos leitores aqui do Zumo lamentaram muito a má notícia de que a Asus Brasil tinha desistido de trazer o EeePC 1201N (Atom 330 + Ion) para o Brasil. A boa notícia é que a empresa já anunciou na Eletrolar Show 2010 a chegada do novo modelo EeePC 1201PN equipado com Atom Pinetrail e aceleradora NVidia Ion 2 (uia! uia!).
Se comparado com seu antecessor, o 1201PN virá equipado com um processador Atom N450 de 1,66 GHz, 2 GB de DDR2, 250 GB de HD, WiFi b/g/n, webcam, tela LCD de 1.366 x 768 pixels tocada por uma aceleradora gráfica NVidia Ion 2 N11M e, de quebra, ainda leva uma porta HDMI de brinde. Além de oferecer melhor suporte para gráficos, o Ion 2 também incorpora a tecnologia Optimus que otimiza o consumo da sua bateria de seis células.
Assim a Asus oferece pelo menos dois modelos distintos na sua linha de portáteis de 12 polegadas: o 1201T, mais voltado para uso geral (e que começa a ser produzido no Brasil), e o 1201PN mais voltado para desempenho e aplicações de vídeo em HD e até alguns joguinhos.
Entre um papo e outro no stand da Asus, ouvimos rumores de que esse modelo pode chegar no Brasil na faixa dos R$ 1.500, ficando assim uns R$ 100 acima do 1201T na época de seu lançamento.
Nada mal, nada mal…

Dell Streak: um smartphone com coração de tablet


por Melissa J. Perenson
Visto por alguns como concorrente do iPad, portátil da Dell é um “híbrido” com tela de 5 polegadas e sistema operacional Android.

O Dell Streak (no momento, disponível apenas no exterior e sem previsão para chegada ao Brasil) é um produto que vai contra a corrente, com sua espaçosa tela de 5 polegadas sensível ao toque e um que enfatiza seu enorme potencial como um tablet Android para acesso rápido e consumo de informação. Mas ele também é um telefone, e como tal será jugado contra os principais concorrentes neste brutal mercado. E é aí que o Streak tropeça. Após passar algum tempo com o aparelho, encontrei muitas coisas que me agradaram quando o assunto é multimídia e internet. Mas como um telefone ele desaponta, e a experiência geral deixou a desejar.
O próximo passo na computação portátil?
O Streak é verdadeiramente otimizado para uso como um dispositivo de mão. Enquanto o usava, não pude deixar de pensar nos PADD de Star Trek, os pequenos e práticos tablets que cabiam em uma mão só dos personagens. O Streak tem um design elegante e curvilíneo em plástico preto e metal, com uma tela de 5 polegadas coberta por Gorilla Glass, um tipo especial de vidro especialmente desenvolvido para gadgets, mais resistente e riscos e impactos.
A ficha técnica é interessante: processador Snapdragon de 1 GHz, 512 MB de RAM, 16 GB de espaço em disco (em um cartão microSD), tela WVGA de 800 x 600 pixels (a mesma do Nexus One, e HTC EVO 4G), GPS, acesso a redes GSM/HSDPA/HSUPA/UMTS/EDGE, Bluetooth 2.1 e câmera de 5 megapixel na traseira, com uma câmera VGA frontal para videochamadas.
Mas o interesse desaparece quando chegamos à versão do sistema operacional Android: 1.6. Em um mundo onde todos os aparelhos mais populares rodam o Android 2.0 ou 2.1, o Streak sofre com o fardo do 1.6. Com frequência o aparelho me pareceu surpreendentemente e inesperadamente lento. Considerando o processador Snapdragon lá dentro, é de se imaginar que o sistema operacional é o culpado (versões mais recentes do Android são muito mais rápidas).
A Dell merece crédito por ter modificado o sistema operacional, melhorando alguns menus e painéis na interface paa que fiquem mais fáceis de usar e complementem o design “horizontal” do Streak. A empresa também integrou alguns recursos presentes em versões mais recentes do sistema, como o suporte a servidores Microsoft Exchange (com integração com o sistema Touchdown), multi-toque (embora apenas em alguns aplicativos) e suporte ao Google Maps with Navigation, que age como um GPS automotivo gratuito.
Também há suporte a arquivos multimídia com DRM do Windows, permitindo que músicas e filmes “protegidos” sejam transferidos e reproduzidos no aparelho. E a empresa garante que irá atualizar o sistema para a versão 2.2, algo que, esperamos, deve resolver o problema da lentidão. Mas por enquanto, o aparelho tem um quê de “passado”.
Segurar o Streak com apenas uma mão (ou entre as duas) é surpreendentemente natural. Tive um pouco de dificuldade para alcançar as extremidades do teclado virtual com minhas mãos pequenas enquanto usava o aparelho na orientação horizontal, mas colegas com mãos maiores não tiveram problemas. O teclado parece um pouco apertado, e descobri que é melhor digitar com o tablet apoiado sobre uma mesa.
Minha experiência com o Streak resume bem a natureza “esquizofrênica” do aparelho: ele pode ser um gigantesco smartphone vitaminado (nem tanto) ou um tablet que cabe na palma da mão (quase lá). Mas no final das contas, apesar do seu design único e apelo como um portátil de mão para consumo de mídia, no dia a dia o Streak acaba se parecendo mais com um aparelho Android do ano passado.
Dell Streak
Fabricante: Dell
Para que serve: Híbrido de tablet e smartphone para acesso à web
Pontos fortes: Design elegante
Hardware poderoso
Também funciona como celular
Pontos fracos: Ainda usa o Android 1.6
Interface lenta em alguns momentos
Preço: 399 Libras (cerca de R$ 1.075) no Reino Unido. Preço nos EUA ainda não definido. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

terça-feira, 20 de julho de 2010

ASUS Eee Pad EP101TC opts for Android, dumps Windows Embedded Compact 7


The lesser of ASUS' two Eee Pad tablets announced at Computex this year, the EP101TC, is getting itself a software rejig ahead of its planned early 2011 launch. Originally slated to run on Microsoft's Windows Embedded Compact 7 -- a wordy OS, if nothing else -- the Pad will now entrust its operational infrastructure to Google's Android. ASUS is currently working on prototypes with Froyo on board, but Gingerbread (or Android 3.0) has not been ruled out as a possible final OS choice. We're told to expect the first public demos at CES 2011, with retail units likely following on from there at a relatively brisk pace.

Pão de Açúcar aceita celular usado


Kátia Arima, da INFO
SÃO PAULO – Celulares usados podem ser entregue para reciclagem em lojas do Extra e do Pão de Açúcar e valem desconto na compra de um novo aparelho da Nokia.
O programa, chamado de Alô Recicle, aceita aparelhos da Nokia e de outras marcas. O desconto é de R$ 30 na entrega de um celular usado da Nokia e de R$ 15, no caso de um aparelho de outra marca. O cupom de desconto só é válido na compra de aparelhos com valor superior a R$ 149, até 19 de agosto.
Há 41 pontos de arrecadação, em lojas do estado de São Paulo, Bahia e Ceará. Os endereços podem ser consultados no site http://www.nokiatrocacomtroco.com.br/.
O material coletado nas lojas do Grupo Pão de Açúcar será recolhido pela Nokia e encaminhado para um centro de triagem, que fica em São José dos Campos, em São Paulo. Depois, é encaminhado para a reciclagem no exterior: as baterias vão para o México e o restante vai para o Chicago, nos Estados Unidos. Segundo a Nokia, é possível reaproveitar de 65 a 85% do material de um celular.

Empresa divulga vestido com bolso para iPad


Vinicius Aguiari, de INFO Online
A marca iClothing apresentou uma nova linha de vestimentas para clientes geeks.
A camiseta iTee e o vestido iDress são equipados com dois bolsos frontais na medida para carregarem o tablet da Apple.
No momento, indisponível nos tamanhos médio e grande, a iTee sai por 39,99 dólares mais serviços de postagem.
Já o vestido pretinho básico com a bolsa de canguru sai por 89,95 dólares mais os custos de envio. Está disponível nos tamanhos 8, 10, 12 e 14 padrão norte-americano.
As peças podem ser encomendadas no site www.iclothing.com.au.

Na mão: E-reader e Mini-ITX da Positivo




por Felipe Maia
Nós já falamos muito, mas ainda não tínhamos colocado as mãos no e-reader da Positivo. Enfim tocamos no brinquedo e o que vimos até agora supera o que sabíamos. O aparelho foi lançado na Eletrolar Show, feira de eletrônicos que acontece entre hoje e sábado em São Paulo. De lambuja, a fabricante lançou outro gadget: o Positivo Mini S10.
Do que já tínhamos dito, praticamente tudo se confirmou. O leitor tem tela de 6 polegadas, memória interna de 2 GB, dicionário Aurélio integrado e entrada para cartão microSD. O preço também foi confirmado: custará 799 reais.
Nas novidades, temos uma tela sensível ao toque. Só isso já é um diferencial em relação ao Kindle, claramente seu principal rival. Some agora um acelerômetro — só encontrado no Kindle DX — e terá um forte concorrente brasileiro ao gadget da Amazon.
De primeira vimos que faltam conexão com a web e uma saída de som. O software do Alfa integra notas e um zoom preciso, mas teve um certo delay entre algumas ações nessa degustação.

O nettop da Positivo
Pouco menos celebrado, o Positivo S10 é o mini desktop da fabricante. Para se conectar com o resto do mundo, o brinquedo tem cinco portas USB, e-SATA, Ethernet e conexão Wi-Fi.
O processador do aparelho é um Atom 230 e nas especificações estão ainda uma memória RAM de 2 GB, HD de 500 GB e GPU GeForce 900. Entrada para cartões SD e para som P2 também foram incluídos.
A ausência de uma saída HDMI dedicada para áudio e do protocolo DLNA, que permite streaming, deixa triste qualquer cinéfilo digital. O preço também pode chatear: 1.699 reais.

“O iPhone 4 é uma espécie de Windows Vista da Apple”, diz executivo da Microsoft

Por Redação do IDG Now!
Segundo Kevin Turner, os aborrecimentos gerados pelo smartphone são semelhantes aos problemas de segurança e compatibilidade do Vista.
E as falhas geradas pelas antenas do iPhone 4 não param de gerar “espetadas” por parte dos rivais da Apple. Depois de Motorola e RIM, agora é a vez da Microsoft dar a sua. Isso porque segundo Kevin Turner, COO da empresa, o “iPhone 4 será para a companhia de Steve Jobs o que o Windows Vista foi para a Microsoft”.

“Parece que o iPhone 4 é uma espécie de Vista da Apple”, declarou o executivo ao site eWeek. Ele comparou os aborrecimentos dos usuários com os problemas de sinal da antena do smartphone, com os bugs de segurança e compatibilidade de hardware que foram apresentados pelo antecessor do Windows 7.

No entanto, Turner não levou em conta que, enquanto o Vista teve vendas abaixo do esperado, o iPhone 4 vem registrando recordes de comercialização nos EUA, com mais de um milhão de unidades vendidas desde o seu lançamento em junho último.

Notebooks 3D em 2011: LG espera crescer 30%


A LG Electronics quer aumentar as vendas de notebooks 3D em 30% em 2011. O anúncio foi feito ontem e está de acordo com o atual momento da empresa, que vem apostando suas fichas nas vendas de produtos compatíveis com essa tecnologia, liderados pelos televisores.
A LG, segunda maior fabricante de TVs do mundo, prevê vendas globais de notebooks 3D crescendo cinco vezes no próximo ano. O objetivo é atingir 1,1 milhão de unidades em 2011 e saltar para 13,8 milhões em 2015. Na área de TVs, a empresa sul-coreana pretende vender 1 milhão de unidades compatíveis com 3D.
"Com a disponibilidade de mais conteúdo 3D, os consumidores estão aproveitando uma nova experiência”, disse Harrison Park, diretor de comunicação da área de PCs. “Acreditamos que isso vai estimular o crescimento do mercado de computadores 3D.”
Nesta segunda-feira, a LG lançou três notebooks 3D, com preços variando entre 1,6 milhão de wons (US$ 1,33 mil) e 1,9 milhão (US$ 1,6 mil), valores cerca de 20% acima dos produtos convencionais 2D.
FONTE E FOTO: Reuters

HP consolida integração com 3Com e entra no negócio de redes

Com portifólio abrangente, que vai dos datacenters às pequenas empresas, meta é mudar as regras do mercado, tornando-o mais competitivo.
Por Redação da Computerworld Brasil

A HP Brasil anuncia hoje para canais, integradores e mercado em geral a estratégia de atuação e os produtos que passam a compor a recém-criada divisão HP Networking, derivada da aquisição da 3Com, ocorrida em 2009 e finalizada há um mês. Desde junho, as equipes e as tecnologias da HP e da 3Com na área de redes estão totalmente integradas, também no Brasil. E começa agora a consolidação dos canais de vendas, que devem passar a ser todos membros no programa Partner One, até novembro.
Dividido em quatro família de produtos, o portfólio combina as soluções de rede HP ProCurve, até então indisponíveis no Brasil, com as soluções H3C (para data centers), Baseline, OfficeConnect e TippingPoint (segurança) da 3Com, para atender empresas de grande, médio e pequeno portes, usuárias de redes de diversos portes e complexidade.
"Nossa intenção é nos posicionarmos como uma alternativa para o mercado, com soluções mais simples, escaláveis, eficientes do ponto de viste energético e de segurança e com menor custo de manutenção que as da concorrência", afirma Denoel Eller, diretor da unidade de negócios de servidores, storage e networking da HP Brasil.
A estratégia, que atende pelo nome de infraestrutura convergente, baseia-se em dois pilares para a oferta de soluções mais econômicas (em média 40% mais baratas do que a concorrência, segundo Adriano Gaudêncio, diretor da unidade de negócio de networking da HP Brasil): virtualização de rede e o poder de compra da HP no mercado de componentes.
"Vamos usar o tamanho do nosso supply chain para mudar o mercado de rede, tornando mais competitivo", argumenta Denoel Eller.
Outra ponto forte da HP é a força de sua cadeia de integradores e canais de venda. "Rede passa a ser mais uma solução da linha de produtos HP ofertada pelos parceiros", lembra o executivo, que vê no segmento de datacenters o de maior potencial de crescimento, bem como os grandes clientes que já começam a trocar todo o parque de rede.
O moderno datacenter da HP em Houston é hoje a maior vitrine dos produtos da divisão Networking. "É 100% HP Networking", revela Adriano Gaudêncio.
Todos os produtos já estão disponíveis no mercado brasileiro. Os antigos produtos 3Com ganharam novas nomenclaturas, que remetem aos antigos nomes. O H3C passa a atender por Série A, e é dirigido a redes de alta complexidade e mais de mil pontos. Os produtos para médias empresas, com redes entre 500 e mil pontos, por Série E. Os produtos voltados para o mercado de pequenas empresas passam a atender agora por Série V, composta por roteadores, switches e outros produtos da família 3Com Baseline, e começarão a ser vendidos também nas lojas HP, incluindo a loja online. Já os produtos de segurança da Tipping Point passam a compor a chamada Série S.
Segundo Gaudêncio, a meta da HP é, em uma ano, assumir a liderança do mercado de redes, chegando a ter 45% de market share. Hoje, após a aquisição da 3Com, é a segunda, com pouco mais de 37%. No Brasil, a divisão já começa a operar com 60% de participação de mercado, segundo o executivo.

Boato: segunda geração do iPad pode chegar no fim de 2010


Nova versão do gadget teria telas de 5.6 e 7 polegadas e visor OLEDPor Macworld / Reino Unido

A segunda geração do iPad pode vir com telas OLED de 5.6 e 7 polegadas e deve chegar às prateleiras no último trimestre de 2010, de acordo com o Digitimes de Taipei. De acordo com o site, fontes anônimas de fabricantes de peças alegaram que a Apple “fez um novo pedido de iPads para as fabricantes de componentes de Taiwan para o quarto trimestre de 2010 e primeiro trimestre de 2011 com modelos de 9.7, 5.6 e 7 polegadas inclusos.
Os boatos apontam que os modelos de 5.6 e 7 polegadas estariam direcionados para o mercado de e-books, enquanto que a versão de 9.7 polegadas receberia “pequenas mudanças” e continuaria focado no mercado de multimídia e entretenimento. Essas informações são consistentes com os rumores anteriores de abril que sugeriam que a segunda geração do iPad teria tela de OLED. Contudo, é preciso cautela diante dessa informação, já que as telas OLED são muito caras.
Mingchi Kuo, analista sênior de pesquisas do Digitimes, informa que o painel LCD de 9.7 polegadas do iPad custa entre 60 e 70 dólares, enquanto o preço de uma tela de OLED de mesmo tamanho seria em torno de 500 dólares. Kuo disse ainda em abril que a diferença entre os preços “dificilmente vai diminuir de maneira significativa em 2010 ou 2011”.
Em seu artigo mais recente da Digitimes, Kuo aponta que a Samsung Electronics, atualmente a maior fabricante de painéis OLED não teria nem a capacidade para atender à demanda por telas OLED para os próprios produtos da companhia – logo a Apple não teria materiais suficientes para um lançamento no fim deste ano.

domingo, 11 de julho de 2010

Roteador Huawei tem bom sinal para 3G


O roteador D100, da Huawei, traz como maior destaque a possibilidade de compartilhar a conexão 3G. Apesar de compacto, ele possui diversos recursos e sinal forte. Por ser um modelo no padrão 802.11g, o preço de 291 reais não é uma pechincha, apesar de não ser tão caro assim. É um valor justo pelo que o aparelho oferece.
Trabalhando como ponto de acesso para outras redes, o D100 vem equipado apenas com uma porta Fast Ethernet, se você quiser usar a rede cabeada. Bem que a interface poderia ser Gigabit Ethernet. Fora isso, o equipamento traz consigo os recursos básicos, como suporte a DHCP e IP fixo. A USB retrátil esconde o modem e impede que ele seja desconectado por engano. O modelo também conta com uma antena que não pode ser trocada.
No quesito segurança, o roteador da Huawei conta com a presença dos protocolos WEP, WPA e WPA2, além de outros recursos geralmente presentes nesse tipo de aparelho, como filtro por IP, firewall e bloqueio por MAC. Pena que na interface web, o D100 não possua o protocolo HTTPS, que protege a conexão entre o usuário e a interface de gerenciamento. Mesmo assim, a agilidade para acessar a interface é muito boa. Apenas um usuário e o administrador podem acessar esse painel.
Desempenho na média
Durante os testes do INFOLAB com o Huawei D100, o roteador atingiu velocidade máxima de 25,9 Mbps. A 15 metros do aparelho, com paredes de concreto como obstáculo, a velocidade caiu um pouquinho e marcou 24 Mbps. Já com quatro medições num raio de até 15 metros, a média ficou em 24,9 Mbps, um resultado fraco. A intensidade média do sinal ficou em 74%.

Apple processa fabricantes de carregadores

Felipe Zmoginski, de INFO Online
SÃO PAULO - A Apple decidiu processar, nos Estados Unidos, três empresas que produzem carregadores de energia para seus produtos.
Segundo a ação, aberta em uma corte em Nova York, as empresas Brilliant Store, Sunvalleytek International e Hootoo estão produzindo e vendendo no mercado adaptadores de energia para carregar notebooks da Apple.
A companhia exige para si o direito exclusivo de produzir os acessórios usados em suas máquinas e exige na Justiça que as fabricantes de produtos paralelos cessem suas vendas.
As fabricantes, por outro lado, afirmam que produzem carregadores genéricos que, entre outros produtos, podem ser usados também para MacBooks, da Apple.
Para as empresas acusadas, a Apple extrapola seus limites ao querer cercear a venda de acessórios.

domingo, 6 de junho de 2010

Novo iPhone da Apple deve ser apresentado na segunda-feira


GABRIEL MADWAY DA REUTERS, EM SAN FRANCISCO
A próxima geração do iPhone da Apple, que o presidente-executivo da empresa Steve Jobs deve apresentar na segunda-feira (7), precisará estabelecer novas funções e padrões de conteúdo multimídia para conquistar os consumidores e Wall Street.
O desafio da Apple pode ser as inovações em jogos, uma vez que o iPhone já é um sucesso absoluto e maior fator de crescimento do lucro da empresa. A empreitada se torna mais difícil pelo sucesso inicial do computador tablet iPad, que muitos dizem já ter criado um novo mercado.
A concorrência de uma série de smartphones baseados no sistema operacional Android, do Google, também está crescendo, pressionando a Apple a elevar ainda mais o nível de competitividade.
"O iPhone 4.0 vai mantê-los à frente do jogo. Será tão fácil como no ano passado ficar à frente? Não. Acho que o Android tem feito enormes progressos", disse a analista Carolina Milanesi, da Gartner.
Só no ano passado, a Research in Motion era vista como a maior rival Apple. Enquanto o smartphone Blackberry da companhia canadense continua a ser escolhido por muitas empresas, a Apple deu grandes passos nesse mercado, favorecida por questões de segurança envolvendo o Blackberry.
Mais de 70% das empresas da Fortune 100 implantaram ou testaram o iPhone, de acordo com a Apple.
Mas o principal alvo do iPhone --no momento-- continua sendo o consumidor, em um mercado que conta cada vez mais com telefones com o sistema Android de fabricantes como HTC, Motorola e Samsung Electronics.
O novo modelo da Apple será provavelmente mais rápido, com maior capacidade, melhores tela e bateria, e câmera frontal --todos novos atributos favoráveis, mas que não devem gerar impacto no mercado.
"Haverá algumas coisas muito legais no palco com Steve, mas no final do dia, saberemos a funcionalidade geral", disse o analista Brian Marshall, da Broadpoint Amtech.

Intel quer deixar netbooks com 14 mm de espessura


por Priscila Jordão
Se você tem um netbook e está feliz por ele ser fininho, a Intel quer te fazer se sentir ultrapassado. Ela está exibindo na Computex o design de um netbook anoréxico, ou melhor, futurístico, com apenas 14 milímetros de espessura. Como isso é possível? Melhorando a refrigeração dos processadores Pine Trail.
Para fazer a magreza dos netbooks concorrer com a dos smartphones, a ideia da Intel é apostar na refrigeração térmica, e não nos ventiladores tradicionais. Mantendo a tradição dos codinomes exóticos, a plataforma do novo Pine Trail é chamada pelos íntimos de Canoe Lake. O PC mostrado tem design de referência, não é um produto acabado. Portanto, lembre-se de cobrar a Intel para ver se o processador vai mesmo permitir o emagrecimento ou se algum executivo de lá está sonhando acordado.
Os últimos Pine Trails anunciados foram as evoluções do N450 e do N470, os N455 e N475, com suporte a memória DDR3. A Intel também vem prometendo um Pine Trail dual-core para antes do fim do ano, sem dar mais detalhes de especificações.
Por último, a Oak Trail, plataforma para processadores de tablets e smartphones, vai dar origem a uma série de aparelhos finos rodando MeeGo, Windows 7 ou sistemas operados por Android, com suporte a vídeos em full HD e redução de consumo de energia. Previsão para o começo de 2011.

Com a popularização de lojas virtuais de ebooks e gadgets que facilitam cada vez mais a leitura de conteúdos digitais, algumas editoras brasileiras já estão trabalhando duro para se adaptar às novas tecnologias. A Editora Objetiva, o Grupo Editorial Record, a Editora Sextante, a Intrínseca e a Rocco anunciaram na semana passada a fundação da Distribuidora de Livros Digitais, uma nova central de hospedagem e distribuição de ebooks focada em títulos nacionais.
Ao contrário do que muitos já cogitaram, a DLD não chegará para competir com a iBookstore ou com a própria Amazon.com, e sim para funcionar como intermediária para a publicação de livros nelas próprias, que poderão então ser comprados e lidos em iPhones, iPods, iPads, Kindles e outros ereaders. O grupo oferecerá seus serviços a outras editoras interessadas no negócio, mas sempre restritos ao mundo digital.
“Quando um leitor adquirir um livro numa livraria digital, ele vai receber um link para baixar diretamente da plataforma. Isso será feito de tal maneira que nem a plataforma terá acesso aos dados de identificação desse leitor, nem a livraria ao conteúdo do livro”, explicou Sérgio Machado, da Record.
A expectativa da DLD é que, até o final deste ano, pelo menos 500 títulos já estejam disponíveis para consumidores em lojas parceiras (incluindo Cultura e Saraiva). Para 2011, o grupo quer expandir seu catálogo para mais de 10 mil títulos, com uma previsão de faturamento anual de R$12 milhões.Uol Tecnologia

Conheça a estratégia que levou a Apple a superar a Microsoft

Na década que passou, a Microsoft adquiriu quase dez vezes mais empresas que a Apple e gastou, aproximadamente, um valor nove vezes maior em pesquisa e desenvolvimento que sua rival.
Mesmo assim, o preço da ação da empresa de Bill Gates permaneceu praticamente estagnado nos últimos dez anos, enquanto a Apple galgava posições a fim de ultrapassá-la como a companhia de tecnologia mais valiosa do mundo, algo que se realizou na semana passada.
Segundo o analista de investimentos da Dow Jones, Sameer Bhatia, a empresa de Steve Jobs obteve sucesso em uma área relegada pela Microsoft: a facilidade de uso. Enquanto esta se concentrou no lançamento de versões do Windows ou do Office, a Apple revolucionou o mercado ao criar o iPod, o iPhone e a o iPad.
Baseado na disposição a gastar dinheiro, a Microsoft teria que ser a mais inovadora das duas. Ela comprou 104 empresas na última década, a Apple, só 11. Consumiu 71 bilhões de dólares em pesquisa e desenvolvimento, enquanto que sua concorrente, apenas 8 bilhões – segundo os dados do instituto de pesquisa Capital IQ.
Porém, adquirir corporações e torrar dinheiro em P&D não é garantia de inovação, afirma Bhatia em um post no blog do Wall Street Journal:
Se uma companhia tem seu foco nas necessidades do usuário e no tipo de interação que ele deseja, isso é mais importante que o capital despendido ou as grandes aquisições”
O segredo da Apple não é promover grandes investimentos para se manter competitiva, mas “identificar e satisfazer as necessidades do consumidor”, diz o texto. Como resultado dessa estratégia, o preço de mercado da Apple aumentou em dez vezes nos últimos dez anos, na contramão da bolsa Nasdaq, que desvalorizou em 56%.
Foi em 26/05 que a fabricante do iPhone ultrapassou a Microsoft em valor de mercado, 223 bilhões de dólares contra 219,3 bilhões. Poucas empresas de tecnologia estão próximas a esses números, segundo a recente reportagem do Financial Times, de 31/03, que lista as 500 maiores. A IBM vale 167 bilhões de dólares, a AT&T, 153, a Cisco, 149, e o Google, 139 bilhões.
Na longa empreitada da Apple, seu último sucesso foi decisivo: o iPad. Em 60 dias, dois milhões de unidades foram vendidas.
Ser a empresa de tecnologia mais valiosa não é algo necessariamente bom, diz Bhatia. “O risco é maior. Uma vez que a arrogância infecte a gestão, a queda começa. Para o usuário final, esse ranking é irrelevante”. Steve Jobs concorda: "Superar a Microsoft não faz diferença", acredita ele.
Caminhos inversos
Se a Apple mantiver seu bom momento, no entanto, será difícil para a Microsoft alcançá-la, prevê o analista. Por muito tempo, a gigante dos softwares controlou o mercado devido à sua eficiência em criar soluções para o meio empresarial. “Usuários corporativos foram os primeiros a adquirir computadores e, por terem se familiarizado com o Windows em seu ambiente de trabalho, adotaram o sistema operacional em suas casas também”.
A Apple adotou o caminho inverso, atraiu consumidores domésticos com seus aparelhos de uso intuitivo e fáceis de manusear, como Macs e iPhones, e, agora, eles têm levado esses dispositivos para seus escritórios.
“Enquanto a maioria das empresas de tecnologia tenta abordar o maior número possível de produtos, os executivos da Apple parecem se orgulhar do pequeno número de produtos que oferecem”.
Ambiente fechado
Os engenheiros da Apple demoraram a tornar disponível o recurso de multitarefa para o iPhone, com a justificativa de que não queriam sacrificar a capacidade da bateria.
O modo como a empresa limita a internet para iPhones e iPads já foi comparado a estratégia falha da AOL, o que isola muitos usuários de ótimas ferramentas que a Web dispõe.
Mas esse sistema fechado tem funcionado. Além de ser seguro, os usuários preferem usar os aplicativos da loja virtual para verificar o clima do dia seguinte ou informações sobre itinerários a entrar em algum site específico a partir do navegador.
No caso dos Macs, porém, a proliferação de serviços baseados na Internet é algo muito vantajoso para a Apple. Muitos usuários já trocaram seus PCs pelos modelos da Apple, mas é difícil convencer os administradores de TI das empresas a fazer o mesmo; muitos softwares, servidores de mensagens e formatos só funcionam corretamente no sistema Windows. A computação na nuvem deixaria a escolha nas mãos de cada usuário.
Facilitar em vez de inventar
Em geral, a Apple se destacou mais por facilitar o uso de determinadas tecnologias do que por inventá-las:
“A obsessão maior é a experiência do usuário, liderar uma corrida tecnológica é secundário. Antes do iPod não era tão fácil baixar e guardar músicas, só com o iPhone acessar a internet pelo smartphone se tornou algo interessante; a Apple observou uma tendência e facilitou essa experiência, mesmo que não tenha inventado a música digital ou a internet nos celulares
A lição da Apple para todos os CEOs de companhias tecnológicas é que as decisões quanto ao gasto com pesquisa e desenvolvimento ou com aquisições não devem ser tomadas por causa de uma pequena alteração no mercado.
“As empresas que perdem muito tempo pensando no que a última tecnologia é capaz de fazer ou quem a detém, continuarão brincando com a instabilidade dos negócios. Em vez disso, o melhor é descobrir o que os usuários querem fazer, mas ainda não podem. O investimento deve seguir esse caminho”, conclui Bhatia.

Novo Blu-ray da Hitachi para notebooks tem drive SSD

A novidade mais recente da Computex 2010 é um drive Blu-ray para notebooks que possui um drive de estado sólido (SSD) integrado. Pode parecer estranho, mas a ideia é bem prática.
Os drives SSD possuem um desempenho bem mais elevado em termos de velocidade em relação aos discos rígidos tradicionais. A ideia de se ter um drive SSD integrado ao leitor óptico não é substituir o HD, mas sim auxiliar.
Se o sistema operacional e aplicativos forem instalados no SSD e o disco rígido for utilizado para armazenar dados, os usuários verão um grande aumento de desempenho em relação a um notebook comum.
De acordo com a empresa, o drive começará a ser produzido em massa a partir de agosto deste ano. Ele será oferecido à fabricantes de computadores portáteis.
E para ter uma ideia da grande diferença de desempenho entre um computador com um HD tradicional e um SSD.PC World

Vendas mundiais de PCs crescem 22,7% no primeiro trimestre

Foram comercializadas nos três primeiros meses 81,5 milhões de unidades, segundo pesquisa da iSuppli.Por Computerworld / EUA
Liderado por fortes vendas na Ásia, o mercado mundial de PCs cresceu 22,7% no primeiro trimestre, o maior crescimento em uma comparação ano-a-ano em qualquer trimestre já computado pela companhia de pesquisa iSuppli Corp.
As remessas entregues nos três primeiros meses de 2010 totalizaram 81,5 milhões de unidades, acima das 66,5 milhões de unidades entregues no mesmo período do ano passado, segundo informações da iSuppli divulgadas na sexta-feira, 4/6.
“Os três primeiros meses de 2010 registraram o maior crescimento trimestral de entregas de PCs em uma base de ano-a-ano desde que a iSuppli começou a analisar o mercado em 2003", informa Matthew Wilkins, analista-chefe da iSuppli. “Esse crescimento recorde é resultado das fortes vendas no primeiro trimestre de 2010, combinadas com as fracas condições durante o mesmo período do ano passado.”
O início de 2009 representou um dos períodos mais fracos na história do mercado de computadores, uma vez que a demanda de empresas e consumidores caiu em razão da crise econômica, explica Wilkins.
“Com a melhoria das condições econômicas, as vendas de computadores se recuperaram em 2010."
O relatório da iSuppli de hoje, 4/6, bate com a informação sobre vendas de computadores publicada no último mês de abril pela consultoria IDC.

....................outro artigo........................

A iSuppli divulgou hoje uma pesquisa revelando que o mercado mundial de computadores cresceu 22,7% (recorde registrado por ela) no primeiro trimestre de 2010, em relação ao mesmo período do ano passado. De todas as principais fabricantes de PCs, a Apple foi a única norte-americana a registrar um crescimento superior à média da indústria: 32,4%.
“A linha Macintosh da Apple está beneficiada pelo ‘efeito halo’ criado pela grande popularidade dos seus iPhones e iPads”, afirmou Matthew Wilkins, analista da iSuppli.
No geral, 81,5 milhões de PCs foram vendidos no mundo, no Q1 2010. A Apple ficou em sétimo lugar no ranking da iSuppli, com um market share de 3,4% ( 2.800mil). À frente dela estão HP (19,6% - 15.965mil), Acer (13,3% - 10.870mil), Dell (13,1% - 10.668mil), Lenovo (8,6% - 7.020mil), Toshiba (5,6% - 4.575mil) e ASUS (5,4% - 4.388mil).

E-reader da Positivo deve custar R$ 799


Guilherme Pavarin, de INFO Online
Alfa, o leitor de e-books que será lançado pela Positivo em junho e reportado anteontem com exclusividade pela INFO Online, deve chegar às lojas de varejo por 799 reais em média, dizem fontes.
A previsão é que, depois de dois meses do início das vendas do produto, o preço seja reduzido para 749 reais. Já em fase posterior, perto do Natal, com a chegada da concorrência, o modelo básico deve sofrer nova redução de preço.
O preço é similar ao custo de outro e-reader nacional, o Gato Sabido, comercializado por cerca de R$ 750. O Kindle, importado, custa cerca de R$ 1 mil.
De acordo com pessoas ligadas à empresa, o mesmo Positivo Alfa chegará ao atacado custando cerca de 600 reais. O preço final para o consumidor será determinado pelas lojas, conforme das regras de concorrência do mercado.
O primeiro leitor e-books da Positivo tem tela de 6 polegadas sensível ao toque e 2 GB de capacidade de armazenamento interno. Por não possuir conectividade com a internet, o gadget tem a missão de ser um leitor básico de jornais, livros e revistas digitais. O dispositivo possui conexão USB.
A compatibilidade do Alfa, conforme INFO Online apurou, será com os formatos ePub, PDF e TXT. Ele virá disponível em duas cores - cinza e preto -, uma entrada microSD, resolução SVGA (800 X 600) e dicionário Aurélio (inglês/ português).
No futuro próximo, a Positivo lançará outra versão, com suporte a Wi-Fi e um browser integrado.

5 milhões já baixaram Skype no iPhone


Quase 5 milhões de consumidores já baixaram o aplicativo do Skype lançado no domingo que permite, pela primeira vez, fazer chamadas pelo iPhone usando o serviço gratuito de telefone via internet, informou a empresa.
Antes do lançamento do aplicativo para redes 3G de alta velocidade, consumidores só podiam usar o Skype em seus iPhones através de redes WiFi.
"Já tivemos milhões de downloads até agora", disse o gerente de serviços móveis do Skype, Russ Shaw, sobre usuários de iPhone no mundo todo. "Isso é realmente positivo".
Uma porta-voz do Skype afirmou que o número de downloads do aplicativo já chegou a quase 5 milhões na manhã de ontem.
Shaw disse ainda que o aplicativo teve uma boa demanda nas três principais regiões em que opera: Europa, América do Norte e Ásia.
O Skype, no entanto, tem sido criticado na internet após anunciar no domingo que começará a cobrar por chamadas através de redes 3G a partir do ano que vem.
Isso representa uma grande reviravolta, já que o principal motivo pela popularidade do serviço é que ligações entre usuários de Skype sempre foram gratuitas, independentemente de hardware, seja computador ou celular.
Shaw afirmou que a empresa precisa começar a cobrar pelo serviço para financiar os investimentos necessários para manter a qualidade das chamadas em 3G.
Ele não quis dar detalhes sobre preços, e disse apenas que o valor será de acordo com a concorrência, que inclui operadoras de telefonia celular tradicionais.Reuters.