quinta-feira, 20 de maio de 2010

Apple vende mais iPads do que Macs


O sucesso de vendas do iPad não é mais novidade. Em menos de um mês após seu lançamento oficial o aparelho já havia vendido um milhão de unidades. No entanto, ainda existe êxitos novos. De acordo com a RBC Capital Markets, o tablet da Apple conseguiu manter o crescimento das vendas a ponto de superar o número de computadores Macs vendidos.
Segundo o analista da RBC Capital Market, Mike Abramsky, a companhia do CEO Steve Jobs está vendendo cerca de 200 mil iPads por semana, número superior aos 100 mil Macs comercializados no mesmo intervalo de tempo. Embora o novo produto ainda esteja atrás do iPhone em vendas, a quantidade está se aproximando do smartphone, que comercializa 246 mil aparelhos semanalmente.
Ainda que as vendas estejam apresentando êxito, o resultado pode ter variações consideravelmente rápidas, já que as informações são baseadas em estimativas analíticas.Uol Tecnologia

terça-feira, 11 de maio de 2010

Intel lança processador para notebooks ultrafinos

Por IDG News Service
A Intel lançará em breve um processador de baixo consumo de energia para notebooks netbooks e computadores de última geração, confirmou a assessoria da empresa na última sexta-feira (8/5).

O planejamento da Intel, apresentado durante um webcast na última terça-feira (5/5), indicou que os novos chips serão mais rápidos que o processador Atom, também da Intel, no entanto menos poderosos que os atuais processadores Core i3 e Core i5.

A assessoria se recusou a comentar mais detalhes como data de lançamento, desempenho e preço do novo processador, que geralmente são lançados com preço inferior aos principais processadores do mercado.

Apax Partners compra Tivit em 1o investimento no Brasil

O grupo de investimentos Apax Partners fechou acordo para comprar o controle da companhia brasileira de serviços de tecnologia Tivit por 873,8 milhões de reais, em seu primeiro investimento no Brasil.
O fundo ofereceu 18,10 reais por ação da Tivit, o que representa um ágio de 9,7 por cento sobre o valor de fechamento do papel na sexta-feira na Bovespa, e avalia fechar o capital da empresa. A Tivit estreou suas ações na bolsa paulista em setembro de 2009.
"Nosso primeiro investimento no Brasil antecipa nossa estratégia global de investir em grandes empresas bem posicionadas no mercado e com potencial de crescimento. Estamos entusiasmados com o Brasil e há alguns anos nós temos buscado oportunidades no país", afirmou em comunicado o presidente-executivo do Apax, Martin Halusa, nesta segunda-feira.
Às 12h12, as ações da Tivit subiam 7,33 por cento, a 17,71 reais, com apenas 45 negócios. Os papéis não integram a carteira teórica do Ibovespa, que avançava 3,91 por cento, em meio ao otimismo internacional gerado pelo pacote de ajuda financeira à Europa.
O grupo Apax, cujos fundos somam mais de 35 bilhões de dólares no mundo, já havia anunciado no início do mês a compra de participação majoritária na produtora de software de segurança Sophos, em uma operação que avaliou a empresa em 830 milhões de dólares.
A Tivit tinha divulgado em março que seus controladores avaliavam oportunidades de negócios para a empresa.
O grupo de controle vai vender 48.278.068 ações, representativas de 54,25 por cento da companhia, por 18,10 reais cada, em dinheiro. O valor apresentado também representa prêmio de 21,4 por cento sobre o preço médio de fechamento da ação desde que a companhia abriu seu capital.
A operação prevê ainda oferta pública de aquisição das ações da empresa em poder de minoritários pelos mesmos termos, incluindo preço, propostos aos controladores.
Oriunda da fusão entre a Optiglobe e a Telefutura, em julho de 2007, a Tivit tem filiais em 15 países, incluindo Alemanha, Estados Unidos, China e Austrália. Até a operação com o Apax, a companhia tinha entre os principais sócios a Votorantim Novos Negócios, braço de capital de risco do Grupo Votorantim, e a Pátria Investimentos.
A presidência-executiva da companhia continuará com Luiz Mattar, que manterá sua participação de 2,2 por cento na empresa.
"A transação com o Apax representa uma importante criação de valor para nossos acionistas, além de contribuir de maneira significativa para a execução da nossa estratégia de longo prazo", disse Mattar, ex-tenista, em comunicado. "O Apax Partners é um investidor de longo prazo, com histórico comprovado de investimento em empresas bem-sucedidas e com crescimento."
A Tivit presta serviços para bancos, seguradoras, operadoras de cartões de crédito, indústrias, prestadoras de serviços de utilidade pública e varejistas. (Por Alberto Alerigi Jr.)

Vaio P fica mais divertido, com acelerômetro e mini touchpad



por Priscila Jordão
Lembram do Vaio P, o micrinho de grife da Sony, com tela de 8 polegadas? Ele acaba de ganhar uma atualização e isso não significa só mais um monte de modelos de cores diferentes. Os novos P terão acelerômetro interno, que promete ser bastante útil, melhoras nos processadores e na usabilidade.
Como antes tinha se livrado do touchpad grande, substituindo-o por um trackpoint no meio do teclado, a Sony se preocupou em deixar o micro mais fácil de mexer na nova versão. Do lado da tela de LCD, agora há um touchpad óptico bem pequeno, que permite a navegação na web só segurando a tela. Funciona assim: do lado direito da tela há o mini touchpad e do esquerdo há dois botões (o direito e o esquerdo que um mouse teria).
A outra novidade é o acelerômetro interno, para ler documentos na posição vertical, por exemplo. Ele também dá um descanso para o complicado trackpoint, pois torna possível a navegação na web e o movimento de avançar as páginas de um PDF só chacoalhando o micro para a esquerda, para a direita, para cima ou para baixo.
A respeito dos processadores, há notícias de que eles ganharão versões mais rápidas nos modelos com Atom Z560 de 1,6 GHz. Lá fora, há também modelos com até 1,86 GHz, que não chegaram ao Brasil.
Por último e não menos importante, ele passa a suportar 3G e GPS.
Para deixar a mudança evidente, a Sony pintou os Vaio P de laranja, verde, rosa, branco e preto. Assim, se você quiser, ele pode ficar bem mais divertido. Mas nada divertido deve ser o preço. A nova versão mais básica custará 799 dólares, sem o update no processador Z560. Se o Vaio P é bem levinho, ele não deve deixar de pesar no bolso. Financeiramente, é claro.

Na mão: N315 da Samsung é netbook satisfatório, mas caro


por Priscila Jordão
O N315, anunciado em março pela Samsung, já está nas lojas brasileiras para substituir o modelo anterior (N310). A configuração é superior, mas será que vale a pena pagar o nada humilde preço de 1 799 reais por um desses?
O modelo tem a mesma carcaça do N310 e o mesmo visual emborrachado e moderno. Ronda no INFOLAB, porém, o comentário de que ele guarda semelhanças com uma lancheira escolar. O teclado com teclas separadas lembra o dos Vaios e tem estilo, só que é um pouco molenga e não tem uma resposta tão boa ao toque.
A configuração, felizmente, evoluiu e apresenta números satisfatórios para um netbook. O processador Atom N270, de 1,6 GHz, abriu espaço para o N450, de 1,66 GHz. A memória RAM dobrou para 2 GB. O disco de 160 GB aumentou para 250 GB.
Seu peso é leve, de 1,22 quilo. A tela é iluminada por LED e tem 10,1 polegadas como o antecessor, com uma câmera de 1,3 megapixel acima. Há três portas USB, o Wi-Fi é padrão N e o Bluetooth é 2.1.
Além do Windows 7 Starter, que roda um pouco lento no netbook, o N315 traz uma série de programinhas para facilitar o uso. Vale mencionar o Samsung Recovery Solution, para backup automático; os 30 dias grátis de FailSafe, para ajudar a recuperar o micro se ele for roubado; e programas executáveis no desktop para energizar uma porta USB ou mudar a resolução da tela de 1024 por 600 pixels para 1024 por 768 pixels, se você quiser assistir a um vídeo em alta definição.
À primeira vista, parece que o preço está alto para um netbook como ele, mas aguarde o review completo no site da INFO para ver o veredicto final e a duração da bateria após os testes.

Lixo eletrônico terá inventário no Brasil


Todo o lixo eletrônico produzido no Brasil terá um inventário para que as empresas firmem um pacto de recolhimento e reciclagem.
O acordo foi assinado ontem, em São Paulo, pela ministra do Meio Ambiente, Isabella Teixeira, e o Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre).
“Saiu um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) dizendo que o Brasil é o quarto ou quinto país [no mundo] em número de lixo eletrônico, e nós vamos fazer agora um inventário para saber qual o comportamento do nosso país [diante do problema]”, disse.
Pelo documento do Programa Nacional das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), divulgado no começo deste ano, o mundo produz, a cada ano, cerca de 40 milhões de toneladas de lixo eletrônico a mais, e o Brasil está entre os maiores produtores. Como o ministério não foi consultado sobre o problema, segundo a ministra, a ideia é fazer um inventário dimensionar o tamanho do lixo eletroeletrônico brasileiro e o destino que é dado atualmente a esse tipo de material.
Para o presidente do Cempre, Victor Bicca, é importante que a maioria das empresas do setor participem da elaboração do inventário. “A previsão é de que a gente possa fazê-lo em quatro meses. Ele contará com a participação de todas as empresas que fazem parte do Comitê Eletroeletrônico do Cempre. Também vamos convidar as outras associações que representam o setor eletroeletrônico. Tudo isso sob a coordenação do Ministério do Meio Ambiente”, afirmou.
Além do inventário, também foi inaugurado hoje (10) um site que vai informar o consumidor sobre como deve ser realizada a devolução de aparelhos como computadores, impressoras, telefones celulares, câmeras e até geladeira. O consumidor poderá consultar os sites www.cempre.org.br e www.mma.gov.br, onde encontrará os locais de coleta e a reciclagem dos materiais.
Isabella Teixeira disse ainda que o ministério está estudando a adoção de medidas, como a redução de impostos ou a distribuição de cupons de troca por outros produtos, como estímulo ao consumidor. “Com isso a gente espera permitir uma mudança no comportamento do consumidor para que eles comecem a entender o que significa comprar, às vezes de maneira desenfreada, sem entender onde vai ficar o resultado dessa compra”, disse.
Atualmente tramita no Senado Federal o projeto da Política Nacional de Resíduos Sólidos. A expectativa é de que ele seja votado e aprovado no fim deste mês e sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente.
“Estamos nos antecipando a uma lei que está sendo votada para permitir que o empreendedor ou aquele que gera um produto, que vai dar no resíduo [lixo], tenha a responsabilidade de recolhê-lo, dando a esse produto a destinação adequada”, disse a ministra. Info Online

Sony Vaio tem Core i7 e gravador de Blu-ray


Airton Lopes e Renan Frizzo, da INFO - foto Marcelo Kura
Equipado com um chip Core i7 da nova família da Intel, o Sony Vaio VCP-F112HB é uma baita máquina para quem curte assistir filmes e jogar na tela do notebook. Ele tem configuração de babar, com nada menos que 6 GB de memória. A tela full HD de 16,4 polegadas vem na companhia de um leitor e gravador de Blu-ray. Mas é claro que tudo isso tem um preço – e, como estamos falando de um Vaio, haja preço: 7.999 reais.
Pelo tamanho e pelos componentes desse laptop, ele pode muito bem ser considerado um substituto de desktop, o primeiro computador da casa. O processador é um Intel Core i7-720QM, de 1,6 GHz. A memória segue o padrão DDR3, com 1.333 MHz, e o disco rígido SATA 2 tem 500 GB. O drive óptico talvez seja o maior responsável por elevar o preço do micro. O conjunto roda Windows 7 Ultimate, de 64 bits.
Quem segura o ótimo desempenho com aplicações gráficas é a placa de vídeo GeForce GT330M, com 1 GB de memória dedicada. Nos testes com benchmarks realizados pelo INFOLAB, o Vaio mandou muito bem, mas não despachou seus concorrentes. Com Índice de Experiência de 5,6 do Windows 7, o laptop marcou 5.440 pontos no PCMark Vantage, que mede o desempenho geral.
Conforto de desktop
O teclado do Sony Vaio VCP-F112HB, no padrão brasileiro, é bastante confortável. As teclas são vazadas, macias e espaçadas. O chato é a necessidade de combinar botões para digitar caracteres como barra e ponto de interrogação. O touchpad é espaçoso e tem botões macios. O gesto de pinça com dois dedos pode ser usado para aplicar zoom nas fotos e páginas da web. Controles multimídia e alto-falantes ficam posicionados acima do teclado. A potência do som é acima da média. Mas, no volume máximo, há distorção.
As conexões também são destaque nesse Vaio. Ele possui três portas USB 2.0 (sendo que uma também funciona como eSATA), FireWire e interface de rede Gigabit Ethernet. Ainda traz Wi-Fi no padrão 802.11n, Bluetooth, leitor de cartões MS, MS Pro e xD e slot Express Card 34. No quesito design, o notebook tem acabamento externo em preto metalizado e a parte interior em chumbo. O teclado é em grafite, e o apoio para as mãos é todo em couro.
No teste de resistência da bateria, esse modelo deixou um bocado a desejar. Sob trabalho pesado, o Sony Vaio teve autonomia de apenas 60 minutos – o que também não é de todo ruim para um notebook de alto desempenho.

sábado, 8 de maio de 2010

Intel mostra notebook com tecnologia Light Peak

A Intel realizou em Bruxelas, na Bélgica, a primeira demonstração de um notebook equipado com a tecnologia Light Peak, um novo barramento óptico para conexão entre PCs e periféricos. Com taxas de transferência "a partir de" dez Gigabits por segundo, a tecnologia tem potencial para matar de uma tacada só interfaces atuais como USB, SCSI, SATA, DisplayPort e HDMI.
Durante a demonstração, segundo a revista inglesa PC Pro, um notebook transmitia simultaneamente dois streams de vídeo em alta definição para uma TV próxima usando provisoriamente um cabo USB modificado com condutores ópticos. De acordo com Justin Rattner, CTO da Intel, isso é só o começo: "Esperamos aumentar a velocidade dramaticamente. Praticamente não há limite de banda".
A Intel espera que as primeiras versões de hardware equipado com a tecnologia Light Peak esteja disponível aos fabricantes no final deste ano. Entre seus parceiros no projeto estão empresas como a Foxconn, Foxlink, IPtronics, SAE Magnetics, FOCI Fiber Optics Communications Inc, Avago, Corning, Elaser, Oclaro, Ensphere Solutions, e Enablence.Geek.Terra Tecnologia.

HP atualiza linhas de notebooks com chips da AMD

A Hewlett-Packard renovou sua linha de notebooks em um dos maiores lançamentos de laptops com chips da AMD já feitos pela empresa.
A HP atualizou as linhas de portáteis Envy, Pavilion e Mini, e a marca ProBook para empresas. As novas máquinas começarão a ser vendidas entre final de maio e junho.
A companhia, maior fabricante mundial de PCs, afirmou que vende mais de 2 notebooks por segundo. A sofisticada linha Envy de notebooks teve o preço do modelo mais barato reduzido de US$ 1.299 para 999.
A HP também redesenhou toda a linha Pavilion e adicionou opção de chips da AMD em uma série de modelos. A companhia detém cerca de 20 por cento do mercado mundial de PCs e vendeu mais de 15 milhões de computadores no primeiro trimestre, segundo a empresa de pesquisa de mercado IDC. Reuters

Estudo: iPad poderá substituir netbooks

O banco Morgan Stanley apresentou nesta quinta-feira os resultados de um estudo que mostra o declínio das vendas de netbooks PCs, desde o final do ano passado, após meses seguidos de aumentos.
No relatório, cujo assunto principal era a compra da Palm pela HP, dados de vendas de netbooks chamaram a atenção de especialistas. Após importantes aumentos ¿ de até 641 % ¿ nas vendas destes aparelhos no meio do ano passado, os números passaram a cair vertiginosamente após o mês de outubro.
O site da revista Fortune destaca que a possibilidade da queda nas vendas de netbooks ao anúncio do lançamento do tablet da Apple, já no ano passado, e ao seu lançamento, em janeiro. Entretanto, o site ressalta a defasagem nas datas, já que as vendas passam a cair antes do lançamento do iPad.
Além da Fortune, o site The Register questiona se as vendas passaram a cair por que o mercado de netbooks alcançou números insustentáveis ou já seria, no ano passado, reflexo dos rumores do lançamento do iPad. É importante destacar que as vendas caíram ainda mais após o lançamento da Apple, no final de janeiro.
Outra pesquisa do Morgan Stanley/Alphawise, conduzida em março, mostra resultados que podem sustentar a ideia da relação da queda nas vendas de netbooks com o lançamento do iPad. A empresa divulgou um gráfico com os resultados da pesquisa, na qual entrevistados que compraram um iPad respondem que aparelho substituíram pelo novo lançamento da Apple. Notebooks e iPods Touch são os primeiros da lista.
Assim, se a pesquisa realmente representar o futuro do mercado dos portáteis, notebooks, netbooks, iPods e leitores de e-books podem estar à beira da morte tecnológica.Geek

Microsoft começa a vender Kin hoje


por Leonardo Martins
Poucas semanas após confirmar sua incursão no mercado de smartphones, a Microsoft começa hoje a venda online de seus dois aparelhos, o Kin One e o Kin Two, em todo o território americano. Mas que fatia do mercado ela busca com eles?
Digamos que a proposta da Microsoft seja, no mínimo, revolucionar a si mesma. Acompanhando o site dos aparelhos, com propagandas cheias de gente descolada e moderna, o software e até seu design, é visível que a gigante do software quer dar um fim à imagem de empresa do terno e gravata.
A própria empresa disse que os dois aparelhos focam na “geração upload”. Traduzindo: na grande massa de adolescentes que vive o dia inteiro mergulhada em redes sociais, atualizando seu status do Facebook a todo instante e colocando uma foto no Flickr por minuto.
Ou seja, mesmo com o espaço interno razoavelmente bom nos dois modelos -- 4 GB no One e 8 GB no Two -- a ideia é que tudo esteja na tão esperada nuvem. E é claro que para isso um pacote de conexões completo, com Wi-Fi, GPS e 3G, não poderia ficar de fora de ambos.
Porém, deixando o hardware de lado, o sinal mais importante da tentativa de mudança da Microsoft fica no software. Usando vários elementos já encontrados no Zune HD, com um sistema bem resolvido, a empresa deu um belo suspiro de novidade na interface, já que ela não segue nenhum padrão atual dentro de smartphones, o que pode atrair novos usuários. É claro que o mote principal continua sendo a integração sem fim com as redes sociais. Ei, eles não têm culpa se isso vende, não é?
As pré-vendas do Kin One e do Kin Two começam hoje, pela Verizon. Eles chegam às lojas físicas dos EUA no dia 13 e o preço dos modelos para contratos de 2 anos é de 49,99 dólares e 99,99 dólares, respectivamente. Sem dúvida a Microsoft deve esperar os resultados no mercado americano para expandir a ideia para o mundo, incluindo o Brasil. Para o usuário, mais uma opção de celular, com interface nova e algum ar de novidade.

A HP comprou um pangaré, dizem analistas


por Mauricio Grego
Um estudo da empresa dinamarquesa Strand Consulting conclui que a compra da Palm pela HP por 1,2 bilhão de dólares foi um péssimo negócio.
A notícia de que a HP havia comprado a Palm por 1,2 bilhão de dólares me surpreendeu. Mas não me parece que haja salvação para a Palm. Um estudo da empresa dinamarquesa Strand Consult também aponta isso. Apesar de ser pouco conhecida no Brasil, a Strand é respeitada pelas análises que faz do mercado de celulares. Perguntando por que a HP comprou a Palm, os autores do estudo concluem: “Parece que a HP viu quanto dinheiro a Apple ganha com o iPhone e concluiu que precisava de um produto como aquele. Mas eles compraram um pangaré e acham que podem enganar os acionistas dizendo que se trata de um puro-sangue”. As palavras (que traduzi livremente) são duras, mas corretas.
Tive três PDAs da Palm no passado. O primeiro deles foi um Palm III, que comprei em 1998. Tinha tela monocromática e usava pilhas descartáveis. Depois vieram outros com tela colorida, conector para cartão de memória e câmera embutida. Com sua simplicidade, a Palm popularizou a tela sensível ao toque, a sincronização de dados com o PC e o próprio conceito de PDA. O Palm abriu caminho para o iPhone, o Blackberry e todos os outros smartphones atuais.
Foi com certa tristeza que acompanhei a decadência da empresa. Alguns dos últimos produtos dela que chegaram ao Brasil – como o Treo 680 – tinham problemas sérios de qualidade. E seus smartphones mais recentes – o Pre e o Pixi – nunca foram vendidos oficialmente aqui. Também não tiveram o sucesso esperado em outros países. Assim, aposentei meu derradeiro Palm em 2008. Considerando a situação atual da Palm, é difícil acreditar que a HP tenha pago 1,2 bilhão de dólares por ela. Vejamos por que:
1. WebOS
Se o plano da HP é ganhar dinheiro licenciando o WebOS, as chances de sucesso são remotas. Tecnicamente, o WebOS, que roda no Pre e no Pixi, é um ótimo sistema operacional. Mas ele só está presente nesses dois celulares da Palm. Não há uma quantidade significativa de aplicativos para ele. Além disso, é pobre em ferramentas de desenvolvimento, o que desencoraja as empresas a criar mais programas. Resumindo, o WebOS não tem condições de enfrentar Android, Windows Phone e Symbian – os três disponíveis para licenciamento e bastante mais maduros.
2. Hardware
A HP pode estar planejando lucrar com o hardware da Palm. Poderia até lançar um novo Palm com Windows Phone ou Android, aproveitando o suposto prestígio da marca. Mas o fato é que a marca Palm só continua forte nos Estados Unidos. Na maior parte do mundo, ela está praticamente extinta. E não há nenhum diferencial competitivo importante nos aparelhos da empresa. Seria uma briga dura contra gigantes como Samsung, LG, Nokia, Apple e Blackberry.
3. Consumidor
A Palm não tem boas relações com as operadoras de telefonia, algo estratégico nesse negócio. A HP também não tem um bom esquema para vender smartphones. Sua linha iPAQ tem presença fraca nos países onde é vendida. Para expandir os negócios, a HP terá de montar uma estrutura de distribuição específica para celulares, fazendo, inclusive, acordos com operadoras. Não é uma tarefa simples e nem rápida, mesmo para um gigante dos computadores.
4. Usuários corporativos
Com seus computadores, impressoras e serviços, a HP tem trânsito livre nas grandes empresas. Mas as corporações são conservadoras. Vai ser difícil convencê-las a usar o imaturo WebOS. No mundo corporativo, as plataformas de smartphone predominantes são Blackberry e Windows Mobile. Se a HP quiser ter sucesso nessa área, talvez tenha de apostar num Palm com Windows Mobile.

Apple anuncia preços de iPad fora dos EUA


Guilherme Pavarin, de INFO Online
A Apple divulgou hoje uma lista com 18 países que contarão com as vendas dos iPads Wi-Fi e 3G até meados de julho - e, como já era esperado, o Brasil está de fora.
Segundo a companhia, o tablet será vendido internacionalmente em duas remessas. A primeira vai para um grupo seleto de nove países formado por Alemanha, Austrália, Canadá, Espanha, França, Itália, Japão, Suíça e Reino Unido. Os moradores de qualquer uma dessas regiões poderão encomendar o iPad a partir do dia 10 de maio e conseguirão retirá-los nas lojas dia 28 de maio.
Depois, em julho, o segundo lote internacional chega para outras nove nações: Áustria, Bélgica, Cingapura, Holanda, Irlanda, Luxemburgo, México e Nova Zelândia. Preço e pré-venda para esses países, no entanto, ainda não foram definidos pela Apple.
Até o momento, somente os valores de compra no continente europeu para a primeira remessa foram divulgados, começando em 479 euros para a versão Wi-Fi com 16 GB (429 libras esterlinas no Reino Unido) e chegando até 779 euros para a de 64 GB (699 libras esterlinas no Reino Unido).
Veja a relação completa de preços na Europa:
Alemanha, Espanha, França, Itália e Suíça
-16 GB somente Wi-Fi: 479 euros
-32 GB somente Wi-Fi: 579 euros
-64 GB somente Wi-Fi: 679 euros
-16 GB Wi-Fi + 3G: 579 euros
-32 GB Wi-Fi + 3G: 679 euros
-64 GB Wi-Fi + 3G: 779 euros
Reino Unido
-16 GB somente Wi-Fi: 429 libras
-32 GB somente Wi-Fi: 499 libras
-64 GB somente Wi-Fi: 599 libras
-16 GB Wi-Fi + 3G: 529 libras
-32 GB Wi-Fi + 3G: 599 libras
-64 GB Wi-Fi + 3G: 699 libras

Targus recalls half a million laptop power adapters due to burn hazard


Have a Targus laptop power adapter? Then you'll likely want to take notice, as the company has just issued a recall of more than half a million of its adapters, which are actually made by Comarco Inc.
The recall specifically affects the company's universal laptop power adapters with interchangeable tips, which can apparently overheat and pose a burn hazard to anyone that tries to unplug it -- there's been 518 reports of connector tips overheating so far, and eight incidents of consumers being burned.
Anyone with one of the adapters is advised to stop using it immediately and get in touch with Comarco for a free replacement -- complete details are available at the source link below.WalletPopComarco Adapter Recall

Dell Aero slips though the FCC, ready for Q2 launch


By Thomas Ricker
With FCC approval out of the way it looks like the Dell Aero is all set to meet the leaked Q2 launch goal. Sure, we've already seen a generic Dell Mini 3iX (model V02B) pass through the FCC with AT&T (Canadian Bell Mobility, Telus, Rogers) bands back in November. But today's Mini 3iG (model V01B) sports 802.11b/g WiFi, Bluetooth, UMTS 1900 / 850 support, and the undeniable "Aero" marketing name destined to grace the first of many Android handsets made by Dell (uh hem, Foxconn) to be sold Stateside. For whatever that's worth. FCC

Novos chips AMD em 109 modelos de laptops


Reuters
SAN FRANCISCO, Estados Unidos - A Advanced Micro Devices pode conquistar alguns de seus maiores avanços no mercado de laptops, que atravessa rápido crescimento, graças a uma nova geração de chips de alta eficiência energética que será revelada na semana que vem.
Pessoas que conhecem o assunto e trabalham para a AMD afirmaram que os mais recentes microprocessadores da empresa devem ser oferecidos em 109 modelos de laptops de grandes fabricantes nos próximos meses, o que representa o melhor desempenho pela empresa na crucial temporada da volta às aulas. No ano passado, chips da AMD estavam disponíveis em 40 modelos de computadores portáteis.
"Essa é a primeira vez que vemos tanta atenção aos nossos notebooks", disse a fonte, em menção aos chips da empresa para laptops.
E embora ainda não tenham surgido mudanças em termos de participação de mercado, "normalmente um número maior de modelos dita maiores vendas", disse a fonte, acrescentando que as ofertas equipadas com chips da empresa vêm crescendo firmemente em todos os grandes fabricantes de computadores.
A AMD, segunda coloca no mercado dominado pela Intel, vem enfrentando dificuldades para ganhar mercado no segmento de laptops, que nos últimos anos vem apresentando crescimento mais rápido que o dos computadores de mesa.
As ações da AMD vêm apresentando desempenho inferior às da Intel desde o começo do ano, com queda de 14,57 por cento, ante alta de 5,44 por cento para a rival.
No entanto, no fechamento do pregão da quinta-feira elas estavam cotadas a 8,27 dólares, mais que o dobro de sua marca mais baixa do último ano, 3,22 dólares, na bolsa de Nova York.
Os primeiros sinais indicam que a nova linha de chips a ser revelada na semana que vem está obtendo respostas positivas dos maiores fabricantes de computadores, devido aos esforços da AMD para simplificar suas múltiplas ofertas sob a nova marca "Vision", bem como devido a uma duração de bateria e desempenho superiores em toda a linha, de acordo com uma das fontes.
No primeiro trimestre de 2010, segundo a IDC, a AMD respondeu por 12,1 por cento dos chips vendidos mundialmente, ante 87,8 por cento da Intel.

Para CIO, Dell é melhor marca de computador

Kátia Arima, da INFO
A Dell foi considerada a melhor marca de desktop e também de notebooks pelos CIOs consultados pela INFO.
A Pesquisa INFO de Marcas 2010 - Empresas, realizada anualmente, contou com a opinião de 100 CIOs, que disseram quais são as marcas que eles mais confiam na hora de investir o dinheiro da empresa.
Na categoria desktop, a Dell ficou em primeiro lugar, com 576 pontos. A vice-campeã foi a HP (430 pontos) e o terceiro lugar ficou com a Lenovo, com 207 pontos. Havia sete marcas concorrentes.
O ranking das marcas de notebooks mais prestigiadas pelos CIOs ficou igual ao de desktops: a Dell marcou 542 pontos e ficou no topo da lista, a HP ficou em segundo lugar, com 422 pontos, e a Lenovo ficou em terceiro lugar, com 329 pontos.
Para conhecer o critério e saber quais empresas participaram da pesquisa , acesse o endereço http://info.abril.com.br/pesquisa/marcas2010.shl. A pesquisa completa pode ser encontrada na edição de abril da revista INFO.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

USP começa a receber lixo eletrônico para projeto de reciclagem


JULIANA CARPANEZ||Do UOL Tecnologia
A partir desta quinta-feira (1º) os paulistanos terão uma nova alternativa para se livrar daquele computador antigo, da impressora quebrada, do teclado sem teclas e do velho mouse de bolinha. Isso porque a véspera do feriado de Páscoa marca a abertura do projeto de reciclagem de eletrônicos da USP para o público em geral. A iniciativa do Cedir (Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática) tem como principal diferencial o desmonte, separação e reaproveitamento de todas as peças de eletrônicos – dessa forma, é possível montar novas máquinas e também conseguir um valor mais alto pelas peças descartadas.
O centro, que coleta desde dezembro lixo eletrônico da própria Universidade de São Paulo, não aceitará equipamentos de empresa: a nova fase do projeto visa atingir os usuários domésticos. Antes de ir até o local, é necessário agendar uma visita -- (11) 3091-6455 e (11) 3091-6454 -- e aconselha-se também dar uma olhada no mapa do Cedir, que pode ser um destino de difícil acesso para os doadores de primeira viagem.
No local, que conta com cinco funcionários e teve investimento inicial de R$ 250 mil, três técnicos trabalham para desmontar toneladas de equipamentos. Essas peças -- desde cobiçadas placas com fios de ouro até parafusos -- serão utilizadas em computadores remanufaturados para inclusão digital ou vendidas para empresas de reciclagem de materiais específicos. A expectativa inicial é receber de 500 a 600 máquinas por mês, e o dinheiro arrecadado com a venda das peças será usado para a manutenção do próprio Cedir.
A base de todo o processo do trabalho do Cedir é a triagem minuciosa daquilo que ainda funciona, além da separação de diferentes tipos de cabos, plásticos e metais, entre outros elementos que compõem um computador. As placas, por exemplo, têm diferentes quantidades de metais (alguns deles preciosos), o que torna seu valor de mercado variável. Já os cabos podem conter cobre, zinco, alumínio e até vidro, dependendo da função para a qual foram fabricados.
5 toneladas, R$ 1.200
A ideia da criação do centro de descarte surgiu depois que funcionários do Centro de Computação Eletrônica (CCE) da USP fizeram a coleta do lixo eletrônico existente dentro do próprio CCE, em meados de 2008. Na ocasião, os cerca de 200 funcionários do centro também levaram equipamentos de suas casas, e o resultado foram 5 toneladas de produtos descartados.
Quando ofereceram esse lixo para empresas de reciclagem, eles se assustaram ao descobrir a quantia paga por todo o montante: apenas R$ 1.200.
“As empresas de reciclagem trabalham com um único tipo de material. Se o foco for metais preciosos, ela não vai se interessar em pagar por todo o plástico dos computadores descartados”, explica Tereza Cristina Carvalho, diretora do CCE.
“Percebemos que havia algo errado nesse mercado e, em janeiro de 2009, cinco pesquisadores do MIT [Massachusetts Institute of Technology] vieram ao Brasil para nos ajudar a identificar o problema”, contou ao UOL Tecnologia Tereza Cristina Carvalho, diretora do CCE. “A questão é que as empresas de reciclagem trabalham com um único tipo de material. Se o foco dessa organização for metais preciosos, por exemplo, ela não vai se interessar em pagar por todo o plástico dos computadores descartados”, explicou.
Foi então que se pensou em montar um centro que separasse os componentes, para que eles fossem reutilizados e vendidos de forma independente. Tereza afirma que um computador desmontado pode valer de R$ 24 a R$ 40 (contra R$ 1,2 mil de 5 toneladas de equipamentos que não estavam adequadamente separados). Completo, cada PC pesa cerca de 10 kg.
Ouro para o Brasil
Um estudo divulgado recentemente pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) indica que, a cada ano, um único brasileiro descarta em média 0,5 kg de lixo eletrônico referente a computadores pessoais. Isso coloca o país como líder na lista de descarte de PCs -- nem sempre feito de forma correta -- entre nações emergentes.
Ainda de acordo com o relatório, que considera 11 países emergentes “representativos”, o Brasil também é um grande produtor de lixo eletrônico no descarte de aparelhos de TV (0,7 kg por pessoa ao ano, contra 0,9 kg do “líder” México) e de geladeira (0,4 kg per capta ao ano). A ONU agrupa o Brasil junto com África do Sul, Marrocos, Colômbia e México: países que contam com um setor de reciclagem formal, mas que também apresentam uma informalidade de pequena ou média escala nessa área.
Considerando o lixo eletrônico de uma forma geral, os Estados Unidos lideram a produção com 3 milhões de toneladas por ano, seguido pela China, com 2,3 milhões de toneladas ao ano. E, apesar de ter proibido a importação do chamado e-waste, o país oriental continua despejando esses produtos em países em desenvolvimento.
De acordo com a Organização das Nações Unidas, o problema do lixo eletrônico já soma 40 milhões de toneladas por ano e a fabricação de telefones celulares e computadores pessoais consomem 3% de todo o ouro e prata extraídos em todo o mundo anualmente.

Notebook HP Pavilion mergulha na diversão


Airton Lopes e Renan Frizzo, da INFO - Foto Marcelo Kura
O Pavilion dv4-2014br, da HP, é um notebook vistoso e com vocação clara para diversão. Assim como os outros modelos da família, ele se destaca pelo design caprichado e pelos bons recursos multimídia. Com tela de 14,1 polegadas, o laptop roda vídeos em 1.080p sem titubear e ainda tem porta HDMI, caso o usuário queira jogar o conteúdo num televisor full HD. Vendido por 2.399 reais, ele só decepciona pela duração de bateria. Em nossos testes, sua autonomia foi de 65 minutos.
Para tornar mais prática a reprodução de vídeos no próprio notebook ou em telas maiores, o micro traz o software Media Smart, da própria HP, e um pequeno controle remoto, que fica embutido na máquina quando não está em uso. Os alto-falantes da marca Altec Lansing, localizados na parte superior do teclado, entregam um som bem acima da média para modelos desse tamanho, com graves presentes e sem distorções aparentes, mesmo quando o volume está alto.
Para quem preferir usar fones de ouvido, há duas entradas P2 na parte da frente, ao lado de outra para microfone. O ajuste do volume é feito por um controle sensível ao toque localizado acima do teclado. Pena não existirem também os controles de reprodução de mídia, como é comum em outros laptops da família Pavilion.
A tampa e o interior do notebook têm revestimento brilhante e pintura com grafismos. Assim como as laterais, o touchpad é cromado e tem boa sensibilidade. Só é preciso ter um paninho por perto para limpar a gordura que se acumula facilmente nele durante o uso. O teclado segue o padrão ABNT2, com teclas macias e confortáveis. Elas são levemente côncavas e não incomodam mesmo durante longo período de uso.
Configuração manda bem
O HP Pavilion dv4-2014br traz processador AMD Turion II Dual Core M500, de 2,2 GHz. Como o notebook vem com a versão de 64 bits do Windows 7 Home Premium, os 4 GB de RAM são aproveitados integralmente, o que não acontece nos micros com Windows de 32 bits. Já o disco rígido tem capacidade de 320 GB e trabalha em 7.200 RPM. O drive óptico é um gravador de DVD com tecnologia LightScribe.
Nos benchmarks que rodamos no INFOLAB, a responsável pelo bom desempenho com gráficos em 3D foi a placa onboard Radeon HD 4200. Com Índice de Experiência do Windows 7 de 4,5 pontos, o notebook marcou 1.697 pontos no 3DMark06. No PCMark Vantage, que mede o desempenho geral da máquina, anotou 3.797 pontos.
Segurança e muitas conexões.
Um detalhe interessante no HP Pavilion dv4-2014br para quem não quer mais digitar login e senha toda vez que entrar no PC e em páginas da web é o leitor de impressão digital, uma verdadeira mão na roda. Pelo corpo de 2,4 quilos do notebook, encontramos também um botão para ligar e desligar o Wi-Fi no padrão n, placa de rede Fast Ethernet e modem analógico.
O modelo ainda vem com três portas USB (sendo que uma delas também recebe equipamentos eSATA), leitor de cartões, uma saída de vídeo no padrão D-Sub e um conector para uso de docks da HP. A webcam e o microfone, embutidos, ficam acima da tela LCD.
Nos testes de duração de bateria realizados pelo INFOLAB, o Pavilion dv4-2014br decepcionou. Com Wi-Fi ligado para consumir mais energia, o notebook aguentou apenas 65 minutos rodando o programa Battery Eater 05.

HP and Dell said to be investing less in 10-inch netbooks, looking to bigger and better things


By Vladislav Savov posted Apr 2nd 2010
The latest word from our favorite rumor rag DigiTimes suggests that HP and Dell are both curtailing investment in the 10-inch netbook market, with their sights now set on the chunkier 11.6-inch size class.
Additionally, with profits from machines built on Intel's Pine Trail platform appearing lower than expected, both are also said to be contemplating AMD's alternatives, presumably in the shape of the Neo CPU and Radeon integrated graphics. HP is even claimed to be considering quitting the 10-inch space entirely, which wouldn't be that unusual given the progressive obsolescence we've witnessed with the 7- and 9-inch predecessors of the current de facto netbook standard.
Not to worry, though, Acer, ASUS and Samsung are still deeply involved, and the 10-inch mini laptop isn't about to disappear on us anytime soon. What may happen, according to the source, is that we could see fewer smartbooks popping up as a result, which just means we'll have to find some other way to sate those media consumption needs.
Update: Dell has responded to the original DigiTimes article and insists that "what is being reported has no basis in fact." Perhaps it was just an April Fools joke after all. DigiTimes