quarta-feira, 1 de junho de 2011

Intel mostra laptops com recursos de tablets


Reuters

TAIPEI/SAN FRANCISCO - A Intel exibiu uma nova categoria de laptops que, segundo ela, incluirão os melhores recursos dos tablets como parte dos esforços da maior produtora mundial de chips para conquistar espaço no explosivo mercado de aparelhos móveis.

A pioneira dos netbooks Asustek mostrou o UX na segunda-feira, primeiro modelo na classe "Ultrabook," da Intel, na feira de computação Computex, em Taiwan. A Intel informou que modelos produzidos por outros fabricantes estariam à venda antes do Natal, a preços inferiores a mil dólares.

Os ultrabooks serão esbeltos e leves mas contarão com processadores de alto desempenho. Devem responder por 40 por cento dos laptops vendidos, até o final do ano que vem, disse Tim Kilroy, vice-presidente da Intel, em entrevista à Reuters em San Francisco.

"Estamos em busca de modelos com alto poder de resposta. Serão máquinas de acionamento rápido e conexão permanente, com capacidade de resposta muito maior, semelhante à que se vê nos tablets atuais, como o iPad", disse.

Em Taipei, na terça-feira, Mooly Eden, vice-presidente da Intel, definiu os ultrabooks como "uma categoria diferente" dos tablets e dos notebooks, e expressou a esperança de que atraiam uma categoria diferente de consumidores.

"Haverá certa confusão devido ao fator dobra; com o aparelho aberto, você verá um computador, mas se quiser usá-lo sem abrir terá um tablet. É um computador? É um tablet? Não acho que importa", disse Eden em entrevista coletiva.

A Intel deseja tornar os laptops mais atraentes para os consumidores, cada vez mais atraídos pelo Apple iPad e outros aparelhos móveis.

Os processadores da companhia acionam 80 por cento dos computadores mundiais, mas a Intel até agora não conseguiu adaptá-los para uso em tablets e celulares inteligentes. Fabricantes como a Motorola e a Apple preferem processadores fabricados com tecnologia para uso eficiente de energia, licenciados pelo grupo britânico ARM Holdings.

Comentando sobre a concorrência com a ARM, Eden disse que a Intel chegou tarde ao mercado de tablets, mas não "fracassou."

"Chegamos tarde. Hoje há muitos tablets sem chips Intel, mas estamos fazendo grande esforço para recuperar o atraso. E acredito que tenhamos conseguido, nos tablets," disse.

Série 9 é páreo para o MacBook Air?

por Victor Caputo

Enquanto a Samsung lançava o Série 9 no Brasil, na Computex 2011, em Taiwan, a Intel falava um pouco mais sobre o que deve ser uma nova categoria de notebooks, os UltraBooks. Ainda sem representantes formais dessa categoria no mercado, ele devem ser leves, finos e com processadores de baixo consumo. O presidente da Intel no Brasil, Fernando Martins, afirmou, na coletiva de lançamento do Série 9, que apesar de se encaixar nesses quesitos, o processador do notebook ainda não se enquadra no baixo consumo que deve ser alcançado para os UltraBooks.

De qualquer forma, dois notebooks que estão mais próximos dessa categoria, e que sofreram algumas comparações aqui no Gadgets, são o comentado Série 9 da Samsung e o MacBook Air, representante de Steve Jobs nessa briga. Para uma comparação efetiva entre os dois modelos – seja em preço ou especificações -, serão colocadas frente a frente as informações básicas do Série 9 e do MacBook Air mais básico de 13 polegadas.

No quesito processador, não tem conversa. O série 9 vem equipado com um Intel Core i5 de segunda geração com clock de 1.4 GHz, que pode chegar a até 2.3 GHz. Enquanto isso, o MacBook Air ainda está com um Intel Core 2 Duo. Alguns rumores informam que os estoques de MacBook Air estão chegando ao fim, o que indica uma renovação da linha, que, provavelmente, virá com a nova geração dos Intel Core.
A leveza e rapidez dos dois aparelhos pode ser explicada, em parte, pelo uso de SSDs para armazenamento de arquivos. Nos dois casos, o SSD é de 128 GB, sendo que no caso do MacBook Air, essa quantidade pode ser aumentada para 256 GB.

Um dos pontos mais fracos do Samsung Série 9 é a ausência de uma placa de processamento gráfico, que é feita somente pela Intel HD Graphics 3000. Com isso, a resolução máxima da sua tela é de 1366 x 768 pixels. Já no caso do MacBook Air, o usuário terá uma Nvidia GeForce 320M para processamento gráfico, o que confere, também, uma resolução maior ao notebook, de 1440 x 900 pixels.
No quesito memória RAM, o Série 9 se sai muito melhor que o MacBook Air. São 4 GB, em apenas um pente de memória, contra 2 GB do aparelho da Apple. Outro quesito em que o Série 9 fica por cima é na espessura – medida que mais espanta nos dois. Ele tem 18 milímetros, contra os 19 mm do MacBook Air.

Finalmente, o preço de cada um. O Série 9 chega ao Brasil esta semana por 4999 reais, enquanto que o MacBook Air de 13.3 polegadas e 128 GB de SSD sai por cerca de 4499 reais. A diferença é pouca e os dois se revezam entre o vencedor nas especificações.

Mais informações sobre o Série 9 e seus testes estarão na edição de junho da INFO.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Tablets são usados por 21% das grandes empresas brasileiras

Apenas seis meses após a chegada oficial dos primeiros tablets às prateleiras do Brasil, 21% das grandes empresas do País já adotaram o dispositivo para trabalho. O número consta de um estudo realizado pela Frost & Sullivan, que ouviu CEOs de 70 companhias brasileiras de grande porte.

As principais razões apontadas para a utilização dos tablets são: recebimento e envio de e-mails, gerenciamento de força de vendas e campanhas de marketing. A marca e as especificações técnicas foram apontadas por 73,3% dos CEOs entrevistados como o principal fator considerado por eles no momento de escolher qual tablet comprar. Preço, design e duração da bateria também foram citados como quesitos importantes que influenciam a decisão de compra.

Dentre aqueles que usam o produto, 77% se consideram "muito satisfeitos" com a experiência até o momento. Entre as empresas que ainda não adotaram o dispositivo móvel, as razões para isso são o alto preço, a falta de orçamento para inovação e a falta de casos de sucesso no mercado. Fonte: Portal Exame

Acer anuncia investimento de US$ 30 milhões no Brasil

A fabricante de computadores taiwanesa Acer vai investir US$ 30 milhões no Brasil. O objetivo é consolidar a reestruturação da operação local da empresa, que voltou a fabricar notebooks e netbooks no país em 2009, por meio de produção terceirizada.

O aporte será destinado à divulgação da marca e busca de novas parcerias com varejistas para expandir a presença dos produtos da empresa em outras regiões.

A Acer prevê ainda o lançamento de dois modelos de tablets no mercado brasileiro a partir do terceiro trimestre. Inicialmente, esses produtos serão importados, mas a fabricação local já está em avaliação pelos executivos, especialmente após a publicação da Medida Provisória que desonera a produção desses equipamentos no país.
Fonte: Valor Online

Asus mostra novo notebook ultraleve



por Victor Caputo

Outra boa novidade que apareceu lá na Computex 2011 foi da Asus. Além de grandes anúncios, como o Padfone, a marca taiwanesa mostra que, por mais um ano, será um dos grandes nomes da feira que ocorre anualmente na sua terra.

Uma das máquinas mostradas ao público no primeiro dia da feira foi o novo modelo da linha UX de notebooks ultraportáveis. Com o corpo todo em alumínio escovado e com um visual bem parecido com o do MacBook Air, ele bate o portátil da Apple no quesito espessura. São apenas 17 milímetros, contra os 19 mm da maçã. Além de fino, ele também é leve, com apenas 1,1 kg.

Para completar, ele ainda vem com uma configuração bem parruda. O processamento fica por conta de um Intel Core i7 Sandy Bridge. Ele vem equipado com um SSD que grava a uma velocidade de 6 GB/s – a capacidade do SSD não foi revelada ainda. Finalizando os pontos altos das especificações, ele também virá com portas USB 3.0.

O touchpad do novo modelo é feito de vidro, enquanto todas as teclas são de aço escovado, assim como o corpo. Como é um anúncio precoce, a Asus ainda não falou nada sobre preços, mas ele tem previsão de lançamento para setembro de 2011.

Padfone da Asus junta tablet e smartphone


por Felipe Maia

A Asus vem cheia de novidades para a Computex 2011, feira de eletrônicos que acontece em Taipei de hoje até sábado, 4 de junho. Entre os aparelhos apresentados, o destaque ficou com o Padfone, o tablet que não é só um tablet e cujos rumores pipocavam na web há alguns dias.

O dispositivo é, sim, um tablet, mas também é um smartphone. O conjunto, nomeado Padfone, funciona de forma parecida à do Atrix, da Motorola, e seu centro de mídia ou o lapdock. No caso da Asus, o smartphone se acopla ao tablet e ambos funcionam integrados.

Apesar do anúncio oficial, poucos detalhes foram divulgados. Ambos funcionam com Android, mas ainda não se sabe qual é a versão. O tablet tem tela de 10,1 polegadas e câmera traseira de 5 MP. O smartphone tem acesso à rede 3G, que pode ser compartilhada com o tablet — assim como os arquivos armazenados em suas memórias.

O Padfone ainda terá suas especificações reveladas até seu lançamento, esperado para o fim de setembro. Até lá, resta esperar que o Brasil esteja na lista de países que receberão o aparelho, algo que não ocorreu com os outros tablets e smartphones da Asus.

Em 4 meses, São Paulo perde 12 mil árvores


Por Agência Estado

Uma das metrópoles menos verdes do mundo, São Paulo perdeu nos primeiros quatro meses do ano 12.187 árvores.

É como se quase um Ibirapuera inteiro tivesse sumido entre 1.º de janeiro e 30 de abril - o parque tem 15 mil árvores - para dar lugar a prédios, conjuntos habitacionais e obras de infraestrutura. Os números fazem parte de um levantamento da Comissão do Verde e Meio Ambiente da Câmara Municipal, obtido com exclusividade pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Todos os cortes - que incluem também pedidos particulares e a retirada de 621 árvores mortas (5,1% do total) - foram autorizados pela Prefeitura. O governo sempre exige um replantio de mudas maior do que o número de cortes autorizados. Mas a eficácia dessa compensação ambiental é duvidosa e muitas vezes executada sem sucesso ou qualquer tipo de fiscalização.

No caso das licenças emitidas neste ano, muitas obras nem começaram. Mas, ao checar como tem sido feita a compensação de parte das 7.044 árvores cortadas com autorização do governo no primeiro trimestre do ano passado, a reportagem constatou que o replantio não ocorreu ou tem falhas graves. Em relação ao total do ano de 2010, a Prefeitura divulgou apenas um número parcial (o de novas construções), que aponta 10.693 árvores cortadas.

Pelas autorizações de 2010, é possível observar, por exemplo, como alguns dos últimos fragmentos de mata na região do Morumbi, na zona sul, estão desaparecendo para dar lugar a torres com mais de 20 andares. A impermeabilização avança sobre terrenos localizados entre o Panamby e a Vila Andrade, em um imenso matagal que ainda separava os condomínios de classe média alta das favelas do Campo Limpo. Sem a mata, que agregava espécies nativas da Mata Atlântica, como araucárias e aroeiras, essa divisão na zona sul praticamente sumiu - e o ar agradável da região também parece estar com os dias contados. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sábado, 28 de maio de 2011

Bateria de laptop dura 3 anos com autonomia


Por Monica Campi, de INFO Online

Uma nova tecnologia desenvolvida pela empresa Leyden Energy, irá possibilitar que a bateria lítio-íon de um notebook dure até 3 anos sem perder autonomia.

De acordo com a empresa, a bateria permaneceria com carga total a cada ciclo da recarga, durante até três anos com uma garantia de igual período.

Atualmente, as baterias encontradas nos notebooks, tem garantia de somente um ano e após o mesmo período de uso, apresentam baixa autonomia, necessitando de constantes recargas e eventual troca.

Segundo a empresa, a bateria poderá ser recarregada mais de mil vezes (ou mil ciclos) e também poderá operar em temperaturas maiores que as suportadas atualmente.

A empresa pretende comercializar seu produto ainda este ano, entre varejistas norte-americanos e canadenses.

Microsoft fatura uma bolada com o Android

por Mauricio Moraes

Steve Ballmer está feliz. Querem tirá-lo do trono, mas é ele quem ri por último. Um dos motivos da alegria é o sistema Android, fonte de uma grana considerável para a Microsoft.

Não, o texto não está errado. Walter Pritchard, analista do Citi, revelou nesta sexta-feira (27) que a HTC paga US$ 5 dólares para a Microsoft cada vez que vende um modelo com Android. Como assim? Muito simples. A empresa de Bill Gates resolveu processar os fabricantes de celular que usam o sistema do Google, alegando violação de patentes. Com a HTC, foi fechado um acordo que prevê o pagamento de US$ 5 dólares por aparelho.

De acordo com Horace Dediu, fundador da consultoria Asymco, uma estimativa grosseira aponta a venda de 30 milhões de smartphones com Android pela HTC. Logo, a empresa teria pago no mínimo US$ 150 milhões à Microsoft. O mais curioso é que Dediu afirma que teriam sido vendidas 2 milhões de licenças do Windows Phone, a US$ 15 dólares cada, que teriam rendido US$ 30 milhões no total.

Em resumo, o Android gerou cinco vezes mais recursos para a Microsoft do que o Windows Phone. O bolo pode aumentar ainda mais se a empresa fizer acordos judiciais com outros fabricantes, como a Samsung. Quem sabe o dinheiro não ajuda a fazer a parceria com a Nokia sair do papel antes do fim do ano?

Em 24h, iPad 2 esgota nas lojas brasileiras


Por Felipe Zmoginski, de INFO Online

As vendas do iPad 2, que começaram na madrugada de quinta para sexta-feira no Brasil, já apresenta problemas em várias lojas físicas e online do país.

Menos de 24 horas após o início das vendas, as lojas online exibem que o prazo de entrega do gadget é de até duas semanas, em função da indisponibilidade no estoque. Em lojas físicas como Fnac, My Store e Fast Shop ou os iPads já estão totalmente esgotados ou há algumas unidades dos modelos mais caros (com 3G e 64 GB) à venda.

Embora a Apple não revele o tamanho dos lotes que enviou às lojas brasileiras, varejistas comentam que algumas lojas receberam menos de 500 unidades de iPads 2 para a estreia. Grandes redes de vendas eletrônicas receberam estoques de, no máximo, 2 mil unidades.

O rápido esgotamento do iPad 2 ajuda a reforçar a imagem de “objeto de desejo” e promover novas vendas do aparelho. De acordo com varejistas ouvidos pela INFO, a expectativa é que novos lotes de iPads 2 cheguem às lojas em até 15 dias.

A procura acontece mesmo com o modelo mais barato, o iPad 2 Wi-Fi de 16 GB, custar R$ 1650, mais do que o dobro de seu valor nos Estados Unidos, onde é vendido por US$ 499, ou o equivalente a cerca de R$ 800.

terça-feira, 24 de maio de 2011

iPad 2 chega ao Brasil esta semana

Equipamento deve estar disponível na madrugada de quinta (26/5) para sexta, segundo uma fonte que acompanha de perto o lançamento

Em abril, Macworld Brasil anunciou que o iPad 2 chegaria ao País no final de maio ou começo de junho, de acordo com informações obtidas com funcionários de duas revendas. Agora, uma fonte que acompanha de perto o lançamento revelou que o tablet da Apple deve estar nas lojas na madrugada de quinta (26/5) para sexta.

Os preços dos equipamentos não foram confirmados, mas, como já informamos em abril, é possível que a Apple siga o exemplo dos Estados Unidos, onde a segunda versão substituiu e adotou os preços do primeiro modelo. Atualmente, a primeira geração do iPad tem preços a partir de 1.399 reais (nas poucas lojas onde é possível encontrar a versão de 16 GB só com Wi-Fi). Procurada por nossa reportagem, a Apple Brasil afirma que ainda não tem previsão de lançamento do produto.

Lançado no dia 11/3 nos Estados Unidos, o iPad 2 chegou rapidamente ao Brasil de forma não oficial, com sites de leilões cobrando preços entre 1.750 e 3.500 reais, dependendo do modelo (Wi-Fi ou Wi-Fi + 3G) e capacidade de armazenamento (16 GB, 32 GB ou 64 GB). Em março, a Anatel homologou as versões Wi-Fi e Wi-Fi+3G, abrindo caminho para a chegada do equipamento ao Brasil.

Em viagem à China, o Ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou no dia 12/4 que a Apple terá fabricação no Brasil. De acordo com Mercadante, a produção vai ficar a cargo da Foxconn, que já produz equipamentos como iPhone para Apple em fábricas na Ásia. A iniciativa deve baixar os preços do equipamento no Brasil, o que pode levar à oferta de iPads por menos de 1.000 reais.

Hoje (23/5) o governo federal publica no Diário Oficial da União a Medida Provisória 534, que altera o artigo 28 da Lei do Bem (número 11.196, de 21 de novembro de 2005), para incluir no Programa de Inclusão Digital os tablets produzidos no Brasil, conforme processo produtivo básico a ser estabelecido pelos ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e de Ciência e Tecnologia.

A expectativa do governo é de que o preço desses equipamentos fiquem de 30% a 36% mais baratos que o do similar importado. Como o iPad 2 chega antes da produção local, ainda não será beneficiado pela medida, pelo menos por enquanto.

Governo publica MP que desonera tablets

Foi publicada no Diário Oficial da União de hoje a medida provisória nº 534 que incluiu os tablets na chamada "Lei do Bem", que oferece incentivos tributários à sua produção no país.

Segundo o texto publicado, a MP assinada pela presidente Dilma Rousseff “altera o artigo 28 da lei número 11.196, de 21 de novembro de 2005 [conhecida como Lei do Bem], para incluir no Programa de Inclusão Digital Tablet PC produzido no País conforme processo produtivo básico estabelecido pelo Poder Executivo”.

Ainda segundo a MP, serão beneficiadas “máquinas automáticas de processamento de dados, portáteis, sem teclado, que tenham uma unidade central de processamento com entrada e saída de dados por meio de uma tela sensível ao toque de área superior a 140 cm2 (Tablet PC)”.

A medida tem por objetivo alavancar a produção de tablets no Brasil ao isentar esses produtos da incidência do PIS/Cofins, que hoje é de 9,25%.

A chinesa Foxconn, fabricante do iPad, tablet da Apple, cobrava incentivos fiscais para iniciar a produção dos produtos da empresa de Steve Jobs no país.

Na semana passada, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou que a desoneração dos tablets produzidos no Brasil pode baratear esses equipamentos em até 36%, na comparação com o similar importado.

A era dos tablets


Por Airton Lopes, da INFO

Prepare-se para uma invasão. Ainda neste semestre, as lojas vão oferecer uma boa variedade de tablets. Testamos o iPad 2 e dois concorrentes de peso para ajudar na sua decisão de compra.

Nos dias 12 e 13 de março, o primeiro fim de semana de vendas do iPad 2, a Apple entregou cerca de 1 milhão de unidades de seu novo tablet. Filas imensas se formaram na porta das lojas, e consumidores aflitos para colocar as mãos na segunda versão do iPad, como o brasileiro Breno Masi, que passou 14 horas sob chuva e frio de 4 graus, mas saiu da loja da Apple na Quinta Avenida, em Nova York, com dois, um branco e um preto, mostram que Steve Jobs pode não ter exagerado quando fala que estamos caminhando para a era pós-PC. Os estoques se esgotaram rapidamente e o resto da história você já conhece. Duas semanas depois, aconteceu o mesmo fenômeno de vendas na Europa. Por aqui, até o final de março, o lançamento oficial ainda era um mistério.

Mesmo sem nenhum recurso revolucionário, apenas mais fino, leve e veloz, o que torna sua experiência de uso, que já era ótima, ainda melhor, a estreia do iPad 2 supera com folga a chegada de seu antecessor. A primeira versão do tablet da Apple chegou ao primeiro milhão em 28 dias e encerrou 2010 com 15 milhões vendidos. Mas até quando a Apple vai nadar de braçada nesse mercado? Como o iPad reagirá à companhia de novos e promissores concorrentes que começam a chegar?

Ainda no primeiro semestre, as lojas serão tomadas por uma legião de tablets cuja missão é abocanhar um naco importante do mercado. Segundo o instituto de pesquisas Gartner, o total de tablets comercializados neste ano deve alcançar 54,8 milhões e chegar a 103,4 milhões em 2012. Isso significa que netbooks e notebooks correm o risco de perder sua hegemonia no mercado de portáteis para uso pessoal? Ainda é difícil cravar que sim, desaparecerão, mas a experiência de uso de um tablet tem se mostrado infinitas vezes mais prazerosa e isso conta, e muito, na decisão de compra. Do ponto de vista estritamente racional, o sucesso dos tablets chega a ser intrigante. Eles são caros e, a rigor, não muito úteis para quem já possui um smartphone e um notebook para as tarefas mais pesadas. O iPad mais simples custa 499 dólares nos Estados Unidos e 1649 reais no Brasil. No primeiro momento, a nova geração de tablets com a plataforma Android também não terá preços muito convidativos.

O que torna o iPad tão atraente é sua experiência de uso. Manipular um aparelho com uma tela grande, sensível ao toque, com ótima qualidade de imagem e respostas precisas aos comandos realizados em um sistema operacional simples e intuitivo é fascinante para pessoas de qualquer idade. A portabilidade também impressiona. Nem tanto pelo peso (605 gramas no iPad 2), mas principalmente pela autonomia de bateria, muito maior que a de qualquer notebook, permitindo o uso por cerca de dez horas.

Tudo isso fez com que o iPad se transformasse no objeto de desejo do momento para navegação na web, leitura de revistas digitais e para a diversão com vídeos e jogos em qualquer lugar. “A grande questão de toda nova tecnologia é o quanto ela será útil para o consumidor. O tablet já mostrou seu potencial”, diz Rodrigo Ayres, gerente de produto e inteligência de mercado da LG. O grande desafio da LG e de outros rivais da Apple é superar os atrativos do iPad como dispositivo para consumo de mídia. Não será uma missão fácil. Usuários foram questionados em uma pesquisa sobre as três principais funções que procuram em um tablet. A maioria disse navegar na web, assistir a vídeos e jogar. “Nenhum concorrente faz isso tão bem quanto o iPad”, afirma Dmitriy Molchanov, analista de dispositivos conectados do instituto Yankee Group.

A principal ameaça ao monopólio do iPad veste a camisa do Android, o sistema operacional do Google. São aparelhos como o Galaxy Tab 10.1, da Samsung; o Optimus Tab, da LG; e o Xoom, da Motorola. Suas armas são o hardware poderoso, em muitos pontos superior ao do iPad 2, e o tão aguardado Android 3.0 Honeycomb, a versão do sistema para smartphones que mais cresce, agora adaptada para rodar em tablets. Equipamentos com o sistema do Google devem pipocar às dezenas nos próximos meses e engrossar a invasão Android iniciada no final de 2010, quando foram vendidos 18 milhões de tablets mundo afora, segundo a consultoria IDC. Entre julho e setembro do ano passado, 93% dos tablets comercializados eram iPad. Com a chegada do primeiro Galaxy Tab, a participação do iPad caiu para 73%. E não há dúvida de que cairá ainda mais, como mostram os testes do INFOlab com o Galaxy Tab 10.1 e o Optimus Tab.

Passamos um mês com os dois portáteis, ainda protótipos, mas eles não decepcionaram. O Xoom, da Motorola, também aterrissou no INFOlab, mas por poucas horas, porque era uma versão ainda não totalmente calibrada para testes. Correndo por fora, a RIM coloca nas lojas dos Estados Unidos neste mês o PlayBook, um tablet com sistema operacional BlackBerry e que também será capaz de rodar aplicativos Android. No meio do ano é a vez de a HP começar a cavar espaço com o TouchPad, um tablet baseado em sistema próprio, o WebOS.

Tamanha empolgação também acende luzes amarelas. O J.P. Morgan aponta indícios de uma bolha em formação. Analistas do banco dizem que os fabricantes planejam inundar as lojas com 81 milhões de tablets neste ano, dos quais serão vendidos no máximo 47,9 milhões. Desse total, 61% levariam a maçã da Apple, o que significa que todos os outros fabricantes venderiam perto de 18 milhões de unidades, gerando um grande excedente. Isso apenas para as novas versões. Segundo a Global Equities Research, 60% dos compradores do iPad 2 já tinham o modelo da Apple. Com isso, não foi surpresa que, na semana seguinte ao lançamento do iPad 2, mais de 22 mil unidades da primeira versão fossem colocadas à venda no site de leilões eBay.

No mercado brasileiro, onde foram comercializados 100 mil tablets em 2010, considerando as vendas oficiais, as feitas por importadores independentes e aqueles que vieram do exterior na mochila dos usuários, a disputa deve esquentar no segundo semestre. É quando os fabricantes locais prometem colocar suas pranchetas eletrônicas nas prateleiras e quando devem desembarcar por aqui os lançamentos internacionais com Android.

Apesar disso, a segunda versão do iPad, que ainda não tem data oficial de chegada ao país, deve continuar soberana.

Estimativa da IDC aponta que as vendas de tablets por aqui ultrapassem 300 mil unidades neste ano. “Cerca de 80% devem ser de iPad”, diz Luciano Crippa, coordenador de pesquisas. Nesse meio tempo, a Apple segue trabalhando para popularizar o seu tablet além dos círculos dos descolados e entusiastas de tecnologia. Desde março, quem circula entre as gôndolas dos supermercados Extra e Walmart pode estacionar o carrinho no setor de eletrônicos, experimentar e comprar um iPad.

Fabricantes como Positivo, Itautec e Semp Toshiba confirmam que terão suas versões, mas não dão detalhes como tamanho de tela, configuração ou sistema operacional. “A escolha do sistema não é uma questão tão simples e nem o tablet é só hardware. O sucesso da Apple com o iPad está no ecossistema”, afirma Hélio Rotenberg, presidente da Positivo, destacando a integração do tablet da Apple com as lojas de aplicativos, de vídeo e de música da marca. A intenção da Positivo é lançar seu produto com serviços, para recheá-lo de conteúdo.

A Itautec destaca a importância de uma rede de suporte técnico como diferencial para a marca. “Assim como ocorreu com os PCs, uma hora a variação de recursos nos tablets será menor. O que pode diferenciar é a estrutura de suporte”, diz José Roberto Ferraz de Campos, vice-presidente da unidade de computação da Itautec. Já a Semp Toshiba, que fornecerá para a Universidade Estácio de Sá, do Rio de Janeiro, 6 mil tablets com tela de 10 polegadas e Android, para serem usados como suporte ao material didático, prefere não falar sobre seus planos no varejo.

Preços? Ninguém arrisca. O que todos os fabricantes esperam é que, até o segundo semestre, seja resolvida a questão de um regime tributário específico para o segmento. “Ainda é prematuro falar em faixa de preço sem uma definição da questão tributária. Vai ser muito difícil termos em 2011 tablets de qualidade por menos de mil reais”, diz Campos, da Itautec.

A situação dos dois principais tablets vendidos oficialmente no país ilustra bem o problema. Como o Galaxy Tab de 7 polegadas, produzido em Manaus, funciona como telefone, a Samsung o enquadrou como smartphone. O iPad, por sua vez, é importado pela Apple como computador. A intenção dos fabricantes é que eles sejam classificados como PCs e possam aproveitar os mesmos mecanismos de incentivos fiscais concedidos a notebooks e desktops.

O iPad 2 tem tudo para continuar absoluto entre os tablets, pois segue como a melhor opção em quase todos os itens de compra relevantes, como design, integração entre hardware e sistema operacional, variedade de aplicativos à disposição e preço. Dos concorrentes diretos, o Galaxy Tab 10.1, da Samsung, que teve o design alterado para ficar mais fino, tem chances um pouco melhores por ser mais barato. Sem o fator custo como atração, quem abrir mão da plataforma Apple para escolher um modelo com Android poderá fazê-lo pela comodidade, pois já deve possuir um smartphone com o sistema do Google. Desde o final do ano, ele lidera entre os sistemas operacionais de telefones inteligentes.

“A tendência é que tablet e smartphones andem juntos”, diz Roberto Guenzburguer, diretor de segmentos da operadora Oi. “A pessoa que começa a usar uma plataforma no celular se acostuma a ela e não quer lidar com outras interfaces em outros dispositivos”, afirma. “A Apple tem uma vantagem porque saiu na frente, mas isso não garante nada. O Android é um concorrente muito forte. Tem o Google por trás, é um modelo aberto e tem muita gente criando aplicativos.”

A consultoria Forrester Research divulgou um documento com os pontos onde os rivais do iPad patinam. O fator preço e a priorização das operadoras de telefonia como canal de vendas preferenciais, em detrimento do varejo, já são conhecidos. Um dado apontado pelo estudo que surpreende é a falta de opções com Windows. O sistema da Microsoft é o mais desejado em um tablet por 3 800 pessoas ouvidas pela consultoria. Apesar disso, a empresa de Bill Gates não deve ter um novo Windows otimizado para tablets antes de 2012. Por fim, a Forrester aposta que a grande chacoalhada no mercado de tablets viria com um suposto dispositivo da Amazon. Existem rumores de que a gigante do varejo online, comandada por Jeff Bezos, poderia lançar um tablet barato com Android e lucrar na venda de conteúdo para ele, como fez com o Kindle, seu leitor digital lançado em 2007 e que foi eclipsado pelo iPad. Pura especulação. Mas é fato que a Amazon possui uma plataforma azeitada de distribuição digital de livros, filmes e música e, recentemente, inaugurou a Amazon Appstore para Android, com quase 4 mil aplicativos e games. Se entrasse no mercado de tablets, não seria para brigar com coadjuvantes, como a RIM ou a HP, donas de sistemas operacionais fechados.

O surgimento dos tablets, classificados por Steve Jobs, presidente da Apple, como produtos de uma era pós-PC, em conjunto com a popularização dos smartphones, está mudando nosso comportamento em relação ao consumo de conteúdo. A portabilidade, somada à autonomia de bateria e à incrível experiência de uso podem colocar em xeque o futuro dos outros computadores pessoais portáteis.

Segundo estudo da RBC Capital Markets, em 2014 tablets e smartphones representarão 64% de todos os computadores vendidos no mundo. Para os analistas da consultoria DisplaySearch, para cada três laptops vendidos em 2017, dois tablets serão comercializados. Mas, apesar dos números, não há uma relação direta entre as vendas crescentes e a substituição dos notebooks ou dos desktops por tablets.

O tablet é, em essência, um dispositivo para consumo de conteúdo, enquanto o PC tornou-se uma importante ferramenta de produtividade, especialmente em tarefas onde o poder de processamento é vital, como para editar vídeos ou rodar games pesados. “Não é possível comparar o desempenho de um tablet com o de um PC. Para tablets, o que importa é a qualidade da experiência, a velocidade de abertura das páginas, a resolução das imagens e a taxa de exibição de quadros por segundo em jogos”, diz Richard Cameron, diretor-geral da Nvidia do Brasil, empresa que produz o processador de dois núcleos Tegra para smartphones e tablets e que prepara um modelo de quatro núcleos. Mesmo para atividades mais simples, como editar um texto no Word ou trabalhar em uma planilha de Excel, as pessoas continuarão preferindo recorrer ao teclado físico em um desktop ou notebook.

E os netbooks? Estes, sim, sofrem com mais intensidade o efeito tablet. “O netbook é geralmente comprado como um dispositivo secundário, menor e mais leve. Mas essa necessidade o tablet supre muito bem”, afirma Luciano Crippa, da IDC Brasil. A própria Asus, responsável pela popularização dos netbooks, com o pioneiro Eee PC, já acusou o baque. Admitiu que, em função dos tablets, deve vender entre 10% e 20% menos netbooks.

No Brasil, onde o netbook é muitas vezes adotado como computador principal na classe C, devido ao seu preço mais baixo, a situação acaba sendo um pouco diferente. “Aqui, os tablets ameaçam os netbooks nas classes A e B. Nas outras, dificilmente o brasileiro o comprará como primeiro computador”, diz Marcel Campos, gerente de marketing da Asus Brasil.

Apesar da iminente chegada de uma safra com dezenas de tablets, engana-se quem imagina encontrar uma grande diversidade de recursos entre esses aparelhos. Os melhores devem seguir o mesmo figurino: telas entre 8 e 10 polegadas, processador de dois núcleos, duas câmeras e saída de vídeo no padrão HDMI. As diferenças marcantes estarão mesmo nos sistemas operacionais e na variedade de aplicativos oferecidos aos usuários. Nesse ponto, novamente o iPad está na frente. A App Store oferece mais de 65 mil aplicativos específicos. Atualmente, a oferta de programas desenvolvidos para tablet no Android Market não passa de uma centena. Mas esse número deve explodir nos próximos meses. A RIM e a HP estão começando praticamente do zero, e é difícil estimar o volume da oferta de aplicativos para tablets a serem produzidos para suas plataformas.

No hardware, um diferencial que deve se tornar importante é a conexão com as redes celulares 4G para a navegação na internet em altíssima velocidade. “A Motorola já tem um tablet com tecnologia 4G no padrão LTE (Long Term Evolution). Mas ela começou a vender o Xoom sem o recurso e vai permitir que os usuários façam o upgrade para 4G de graça nos Estados Unidos”, diz Dmitriy Molchanov, analista de dispositivos conectados do Yankee Group.

Outro ponto que deve ganhar importância é a integração do tablet com outros dispositivos usados na casa. “O usuário poderá controlar a luz, todo o seu conteúdo de mídia e agendar a gravação de programas de TV a cabo. A casa poderá ser gerenciada pelo tablet, da luz às compras da geladeira. Ele será um grande assistente familiar”, diz Roberto Guenzburguer, diretor da Oi.

Como já deu para perceber, o que não faltará é opção para você escolher um tablet com a sua cara.

Xperia Arc chega ao Brasil por R$ 1.700


Por Monica Campi

A Sony Ericsson liberou a pré-venda de seu novo smartphone Xperia Arc através de seu canal de vendas online oficial por R$ 1700, desbloqueado.

O novo aparelho será o primeiro modelo no Brasil a trazer o sistema Android 2.3 (Gingerbread) já embarcado.

O Xperia Arc foi apresentado no início deste ano nos Estados Unidos, durante a feira de eletrônicos CES 2011 e traz uma inovação em seu design, com formato de arco de apenas 8,7milímetros de espessura.

Além do Android Gingerbread, o smartphone traz câmera de 8.1MP, tela de 4.2 polegadas (854x480 pixels de resolução), processador de 1GHz, capacidades gráficas avançadas, saída HDMI, conexão 3G e Wi-Fi e, segundo a empresa, a bateria segura até 7 horas em conversação.

O smartphone não tem data de lançamento oficial confirmada no Brasil, mas como já está em pré-venda é possível que o aparelho também chegue às lojas e operadoras ainda neste mês.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Surgem primeiros detalhes do Dell Streak Pro


A nova estreia oficial da internet é o Dell Streak Pro, cujas imagens e primeiras especificações já vazaram na rede. Entre as novidades, surgiram acessórios como uma dock, um carregador de bateria e uma capa com teclado embutido.

O tablet em si mede 26,1 x 17,6 x 1,2 centímetros e tem uma tela de 10,1 polegadas com resolução de 1280 x 800 pixels. Seu processador é um Nvidia Tegra 2 com 1 GHz de frequência pareado com memória RAM de 1 GB. O sistema operacional é o Android Honeycomb.

Além desses detalhes, o tablet é muito parecido com seus concorrentes. Seu armazenamento pode ser de 16 GB, 32 GB ou 64 GB por cartão de memória. Outras conexões são Wi-Fi n e Bluetooth. Como de praxe, uma câmera traseira de 5 MP e uma câmera frontal 2 MP integram o aparelho.

Seguindo a onda dos vazamentos na internet, não há informações de preço para o dispositivo. Mas sua chegada já tem previsão: começo de junho. por Felipe Maia

Tablets populares começam a chegar ao Brasil


Por Ricardo Marques

Primeiro foi a vez da ZTE anunciar seu tablet, o V9, disponível para venda na operadora TIM ao preço de R$996. Fazendo uma busca na internet, encontramos outras opções como o Coby Kyros, vendido por R$ 519.

Agora, é a vez da Multilaser pegar uma carona nesse mercado e apresentar o Life, que começa a ser vendido em julho ao preço de R$ 799. A empresa informou ainda que ele será produzido em Extrema (MG) e já neste ano espera vender 70 mil unidades (a ZTE fala em 150 mil).

O Life, que você vê na foto, é bem parecido como o mais famoso de todos os tablets, e tem tela de 8 polegadas (800x480p), sistema operacional Android 2.2, processador de 1.2 GHz , memória RAM de 512MB, duas entradas mini USB e saída HDMI. A memória interna é de 4GB, mas pode chegar até 16GB por cartões micro SD.

Basicamente as mesmas configurações dos outros tablets já citados, com a vantagem de ser um produto com uma versão superior do Android (2.2, contra 2.1 dos modelos da Coby e ZTE) e ter tela uma polegada maior.

Recentemente a Semp Toshiba anunciou seu tablet, produzido na Bahia, e que será vendido em duas versões: com Wi-Fi (R$ 1.399) e com Wi-fi e 3G (R$ 1.699).

Por fim, uma boa discussão. Para Caio Ortiz, vice-presidente da Semp, os netbooks estão com os dias contados, com os tablets cumprindo papel de primeiro computador. Já o gerente da Samsung, Raphael Sudan, disse num Forum de tecnologia que esses dispositivos conviverão em harmonia com os notebooks e e-books, já que no Brasil cada um tem seu espaço bem definido

Logitech lança linha de periféricos para tablets



A Logitech pegou carona no sucesso de vendas dos tablets e está lançando alguns periféricos para os aparelhos. A fabricante mostrou dispositivos compatíveis tanto com o iPad, quanto com os tablets rodando Android.

Primeiramente para os tablets com Android, a Logitech oferecerá um teclado com conexão por Bluetooth. Ele virá com um case, que também serve como apoio para o tablet, tanto vertical quanto horizontal. O teclado custa 70 dólares. Outro dispositivo interessante é o mouse, que funcionará para Android 3.1. Também conectado via Bluetooh, ele custará 50 dólares.

Para fechar o leque de equipamentos para Android, o catálogo conta também com caixas de som sem fio. Segundo a Logitech, a autonomia de bateria seria de cerca de 10 horas e o preço das caixas é de 100 dólares.

O catálogo para iPad é muito parecido. Ele também conta com o teclado, com o mesmo preço de 70 dólares, e com as caixas de som, também por 100 dólares. Ao contrário dos tablets com Android, o iPad não contará com um mouse.

Um dispositivo diferente, não disponível para tablets com Android, é um case para o iPad, que tem um teclado embutido. Basta que o usuário tire o iPad e o coloque em pé para que o teclado fique à mostra. Ele também conta com uma bateria recarregável e tem autonomia de até 10 horas.

Os produtos estão sendo lançados aos poucos. A Logitech afirma que até o final de junho, todos estarão disponíveis. Por enquanto os lançamentos estão sendo feitos apenas nos Estados Unidos. por Victor Caputo.

Amazon vende mais e-books que livro de papel

NOVA YORK - A Amazon.com afirmou hoje que já vende mais livros digitais do que de papel e disse que a nova versão mais barata do leitor eletrônico da varejista online está superando as vendas de outras versões do aparelho.

A Amazon não divulgou os dados exatos de venda do Kindle e dos livros digitais, mas afirmou que para cada 100 livros impressos vendidos desde 1o de abril, 105 livros digitais foram comercializados. A estatística inclui volumes de capa mole e de capa dura e exclui downloads gratuitos.

No mês passado, a Amazon lançou um novo Kindle por 114 dólares, 25 dólares mais barato que a versão seguinte mais cara. A nova versão do aparelho exibe publicidade.

O Kindle compete em vendas de livros digitais com o Nook, da Barnes & Noble e o iPad, da Apple. O Kindle foi lançado em 2007 e é até agora o aparelho feito especificamente para a leitura de livros que obteve as melhores vendas.

A Barnes & Noble organizará um evento na terça-feira da semana que vem em Nova York para apresentar seu novo leitor eletrônico. No mês passado, a Barnes & Noble revelou melhorias feitas em seu Nook Color.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Novos MacBooks Air chegam às lojas até julho


Portátil deve trazer chips Sandy Bridge, da Intel, e tecnologia Thunderbolt de transmissão de dados em alta velocidade

Depois do iMac e do MacBook Pro, agora é a vez do MacBook Air, o notebook ultrafino da Apple, ganhar processadores Sandy Bridge, da Intel, e tecnologia de transmissão de dados em alta velocidade Thunderbolt. É o que afirmam sites como CNET, Digitimes e Apple Insider.

De acordo com os rumores, a nova versão será anunciada até o final de maio e chegar às lojas entre junho e julho, com telas de 11,6 e 13,3 polegadas. Não foram divulgadas as estimativas de preços.

A nova tecnologia Thunderbolt (saiba tudo sobre ela clicando aqui), desenvolvida em conjunto pela Intel e pela Apple, promete revolucionar o mercado da informática da mesma forma que o USB fez há uma década, e deverá estar presente em computadores de todos os fabricantes.

MacBook Air deve ganhar versão "turbinada"
Um “canal” Thunderbolt pode trafegar dados a até 10 Gigabits por segundo (10 Gbps), e cada porta tem dois canais. O Thunderbolt é bidirecional, ou seja, pode enviar e receber informações ao mesmo tempo.

Já os processadores Sandy Bridge mostraram ser bem mais rápidos que os modelos anteriores e com menor consumo, segundo testes feito pela PC World/EUA e pela Macworld (teste com o iMac Core i5 de 27 polegadas mostrou resultados até 67% superiores). Uol Tecnologia

Novos netbooks da Acer alegram o dia


por Victor Caputo

Se a nova linha de netbooks da Acer não amolecer os corações dos leitores mais durões, então não sei o que pode fazer esse serviço. Chamadas de Acer Aspire One Happy 2, as máquinas são equipadas com processadores dual-core Intel Atom N570.

Como você deve imaginar, a linha não leva esse nome pelo processador. O design das máquinas é focado em crianças e mulheres, com uma série de cores alegres na tampa superior. Os Acer Aspire One Happy 2 estão disponíveis em quatro cores que levam nomes de doces: Banana Cream, Blueberry Shake, Papaya Milk e Strawberry Yogurt.

A bateria dos netbooks da Acer tem previsão de duração de oito horas. Eles vêm com conexão Wi-Fi, placa Ethernet e Bluetooth 3.0 opcional. Por enquanto, estão disponíveis apenas na Europa, com um preço inicial de 300 euros.